1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Transgenia do sagú

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Alumínio, 30 Set 2003.

  1. Alumínio

    Alumínio Usuário

    Transgenia do sagú: uma barreira a ser ultrapassada ou um salto para trás?
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)



    :D


    Até
     
  2. **Mayumi**

    **Mayumi** Usuário

    sagu transgenico naum eh querer demais, naum :o?: :lol: :lol:




    *ow..vem ca...falando em transgenicos...se algum desses fizer mal a alguem, de quem seria a culpa? (considerando o fato que alguns estao por ae a disposicao do consumidor depois de naum muitos testes) :think:
     
  3. Metz

    Metz ...

    Se houver algum dano a saúde dos consumidores ou contaminação do solo, quem terá de arcar com as consequencias são os agricultores, que até assinaram um documento sobre isso.



    Eu sou a favor dos transgenicos, é meio dificil de eles serem tóxicos e pode ser que vários de nós já ingerimos produtos transgenicos, e a produção agricola poderia aumentar até 20% . Issso parece mieo utópico, mas poderia até acabar com parte da fome.
     
  4. Alumínio

    Alumínio Usuário

    Só um aviso... não se preciso escrever, mas num outro fórum parece que o pessoal não entendeu. Não existe semente de sagú e o texto é só uma sátira.

    É dose ter que explicar piadas, mas é melhor não arriscar.


    Até
     
  5. Metz

    Metz ...

    Palhaçada.

    E eu bobo nem prestei atenção
     
  6. Dante Aqueronte

    Dante Aqueronte Usuário

    Eu entendi que o texto foi uma piada, mas de boa, foi só uma tentativa de piada, pq não teve graça alguma. Ao menos eu não entendi qual seria a graça. :tsc:

    Edit: Não precisavam nem ter falado no fim do texto que ele não era real. isso ficou um tanto quanto claro na hora que disseram que a ingestão da semente não transgênica de sagú causava escorbuto.
     
  7. Alumínio

    Alumínio Usuário

    O texto é uma sátira aos maluquetes que acham que tudo o que é transgênico deve ser banido.

    Não é pra morrer de gargalhadas. É pra tirar um sarro dos eco-maníacos. :wink:


    Até
     
  8. Almie *§*

    Almie *§* Usuário

    O perigo dos transgênicos vai muito além da saúde.

    E eles não tão ai prá diminuir a fome no mundo. Tá mais que provado que tem comida suficiente prá todos, mas nem todo mundo tem acesso ao alimento.

    Não é ser eco-chato, gente. É ser prudente.

    Quando o DDT apareceu todo mundo tb achava que era inofensivo, tanto que aplicavam aquilo direto na cabeça dos soldados prá matar piolhos.
    Então um belo dia descobriram que era tóxico... :tsc:
     
  9. Dante Aqueronte

    Dante Aqueronte Usuário

    Se serve pra matar bichos é meio óbvio que era tóxico, não acha? :eek:

    E se tiver mais alimento, isso vai ajudar a baixar os preços e deixá-los mais acessíveis pra população em geral.
     
  10. Almie *§*

    Almie *§* Usuário

    Não, não é obvio. Se acreditava que era tóxico só pros insetos. Se fosse óbvio não tinham pulverizado aquilo na cabeça dos soldados!!!!! :osigh:

    Tem comida suficiente e até sobrando (vide quantidade de alimento que apodrece em galpões por ai). O problema não é de quantidade, é de distribuição.

    Se prefere deixar a comida apodrecer que distribuir a preços mais baixos, tudo para manter os preços de mercado, interesse de uns poucos.

    Os trangênicos servem para aumentar a dependência dos agricultores a umas poucas multinacionais. Entre outros problemas...
     
  11. Alumínio

    Alumínio Usuário

     
  12. Almie *§*

    Almie *§* Usuário

    Vide o livro "Primavera Silenciosa" de Rachel Carson.

    Exato, por isso o problema não é falta de comida, é acesso a que já existe.


    Eu também gostaria da fonte dessa informação.
    Tenho dados do fracasso de várias variedades transgênicas em diversos países do mundo, como o caso do algodão na índia e do milho bt na África.
    Se quiser te passo os dados.

    As empresas que produzem variedades tansgênicas, fazem de modo muito específico. A soja RoundUp tem esse nome pois é resistente ao herbicida RounUp, e ambos são produzidos pela Monsanto. Elas não abrem esse espaço para competição de mercado. Além disso, o produtor que sente necessidade de variedades resistentes a herbicidas é porque é atraído por um sistema de produção que depende de insumos químicos. Existem alternativas, VIÁVEIS, para produzir sem essa dependência.
     
  13. Alumínio

    Alumínio Usuário

    Obrigado pela fonte.


    The World Health Organization stated that DDT had "killed more insects and saved more people than any other substance."

    The National Academy of Sciences concluded in 1965 that "in a little more than two decades, DDT has prevented 500 million [human] deaths that would otherwise have been inevitable.
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    - - - -

    On the other hand, DDT is demonstrably effective at controlling the mosquitoes and other insects that transmit malaria and typhus. Thanks principally to DDT, in the years after World War II malaria was eradicated in the U.S. and sharply curtailed in many tropical countries. Venezuela recorded eight million cases of malaria in 1943; by 1958 that number was down to eight hundred. The World Health Organization estimates that DDT saved 50 to 100 million lives during this period, and that's just counting malaria prevention. In recent years, however, the disease has staged a comeback. Globally it quadrupled during the 1990s, and it's even reappeared sporadically in the United States. The resurgence of malaria is due to a variety of factors, including changes in land use and possibly climate, and some experts say the phasing out of DDT is one of them.

    I don't mean to suggest that DDT is benign.
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    - - -

    Várias coisas o problema não é a falta e sim o acesso.



    Um assentado da Fazenda Annoni conta que o custo de produção do hectare da soja convencional sai por volta dos R$ 250,00 por hectare. No caso da soja transgênica, esse custo cai para R$ 150,00.
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    - - - -

    Na safra 2002/03, Braatz plantou somente sementes transgênicas, trazidas da Argentina há alguns anos e multiplicadas em sua própria fazenda. Foram cultivados 180 hectares que resultaram em 69,55 sacas de 60 quilos por hectare. Ele calcula que, se tivesse plantado soja convencional, a produtividade não teria passado de 60 sacas. "O custo da lavoura é menor e o retorno, maior", afirma
    Braatz calcula que o custo de produção da soja transgênica oscila de R$ 450 a R$ 500 o hectare, 30% menor que o da convencional, de R$ 700. "O uso de herbicidas é praticamente o mesmo. A diferença é que o glifosato - utilizado na lavoura transgênica - custa 50% menos que o mix de herbicidas que teria que aplicar na convencional".
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    Tenho dados do fracasso de várias variedades transgênicas em diversos países do mundo, como o caso do algodão na índia e do milho bt na África.
    Se quiser te passo os dados.


    Sim. O herbicida glifosato.

    Não acho sensato condenar TODOS os transgênicos, inclusive pesquisas futuras, por causa do domínio de tecnologia atual por uma empresa.


    Até
     
  14. Leir

    Leir Quem é vivo, né...

    O q q é sagú?
     
  15. #_Slash_#

    #_Slash_# Philip Marlowe Follower

    Eu tbm naum sei .. deve ser uma droga :o?:
     
  16. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    tipo, é gostoso. eu adoro pelo menos. são umas bolinhas branquinhas que vc cozinha e elas ficam molinhas e transparentes, aí ficam na cor do que vc colocar junto na panela. pode ser vinho, leite, whatever. eu adoro o sagu de vinho, tem gosto de quentão :grinlove:
     
  17. #_Slash_#

    #_Slash_# Philip Marlowe Follower

    Ah sim... eh muito bom ..minha mãe traz pra eu comer ... :grinlove:
     
  18. Churritos

    Churritos Usuário

    todomundo da minha escola diz q sagu é bom.... e eu acho q sou o único q ainda naum experimentei.... :( sinto-me excluido... :lol:
     
  19. Almie *§*

    Almie *§* Usuário

    Eu recebi esse texto de uma colega de trabalho e resolvi postar aqui. Fala alguns aspectos dos transgênicos que a maioria das pessoas não percebe:

    Mas afinal o que são os transgênicos e quais são estes riscos tão comentados, mas pouco divulgados?

    Muito estranhamente, corre a falsa informação que não existe nada comprovado cientificamente. Pelo contrário, países altamente favoráveis aos transgênicos como Inglaterra, França e Alemanha, diante das comprovações científicas, colocaram sérias
    restrições ao cultivo experimental e comercialização destes organismos.

    As pesquisas com transgenia foram iniciadas na década de 70, com estudos sobre a forma como uma bactéria causava tumor em plantas. A bactéria injeta uma parte
    de seu código genético que liga-se ao DNA da planta criando células mutantes. Estas células formam um tumor. As células mutantes da planta passam a roubar
    nutrientes e enviar para a bactéria.

    O gene é responsável por uma função particular de um organismo, como cor do olho, tamanho, resistência ao frio; cada característica de um organismo é codificada
    por um gene, portanto podemos tratar o código genético
    como a receita de um ser vivo.

    Este mecanismo foi copiado e o trecho de DNA de bactéria, chamado Ti (tumor inducing), é usado em biotecnologia para levar os genes de interesse
    comercial para o organismo alvo.

    O termo transgênico foi utilizado pela primeira vez em 1982, por Gordon e Ruddle, designando um animal ou planta cujo código genético sofreu mutação pela adição
    de um ou mais genes, não importando a proveniência destes.

    O novo ser, criado em laboratório, tem a composição química alterada, pois novas proteínas são produzidas devido a modificação genética. Apesar do organismo
    modificado ser substancialmente equivalente e ter a mesma aparência externa, muitas novas substâncias são geradas em seu interior.

    A produção de uma proteína no interior da célula é uma sequência de reações químicas, envolvendo a decodificação do código genético, a agregação dos
    componentes das proteínas e finalmente a criação da molécula protéica. Nestes passos intermediários é possível surgir novos produtos químicos, pelas reações
    entre os componentes secundários do complexo processo
    de criação de uma molécula protéica.

    Isto explica graves acidentes ocorridos com organismos transgênicos.

    Em 1980 a indústria japonesa Showa Denko K.K. usou bactéria transgênica para produzir triptofano, um amino-ácido, usado como suplemento alimentar. Uma
    toxina mortal foi produzida devido a alteração no metabolismo interno do microorganismo ou um defeito no processo de filtragem. A aceleração do processo de
    criação da molécula de triptofano pode ter gerado reações entre substâncias intermediárias criando a toxina mortal. O fato é que, seja devido a bactéria
    transgênica ou a algum defeito no sistema de filtragem, isto levou a morte nos EUA, onde o produto foi vendido, de 35 pessoas e mais de 1500 ficaram com
    problemas físicos permanentes.

    Outro grave acidente ocorreu quando a empresa Aventis introduziu, em 1998, um milho modificado para produzir a toxina de uma bactéria. Usou uma tecnologia
    conhecida pela sigla "Bt". O milho, chamado StarLink, foi comercializado mesmo com restrições. Devido a polinização cruzada e mistura nos armazéns, contaminou
    em torno de 40% da produção de milho norte-americano. Como resultado, graves reações alérgicas em seres humanos foram alegadas, sendo uma das hipóteses a presença de uma proteína designada Cry9C. Esta proteína não esta presente em outros milhos com a
    tecnologia Bt. O fato é que a Aventis indenizou as pessoas que alegaram ter tido as reações alérgicas.

    Este milho foi liberado com a restrição de ser usado apenas na alimentação animal, mas devido a polinização(cruzamento sexual através do ar) contaminou outras
    lavouras de milho e na comercialização era misturado ao milho comum. O milho comum misturado com o transgênico perdeu o seu valor de mercado, levando os produtores a grandes prejuízos e vários consumidores a procuraram ajuda afirmando terem tido reações alérgicas graves. A rede norte-americana Taco Bell e uma associação de produtores de milho processou judicialmente a Aventis por este episódio.

    O milho pode fazer o cruzamento sexual através do ar polinização) com outra planta de milho a uma distância de até 10 quilômetros, dependendo do vento. Ou seja, uma lavoura transgênica contamina todas as plantas naturais em um amplo raio ao seu redor.

    "Não existe alternativa científica para um teste
    toxicológico rigoroso que garanta segurança alimentar
    para alimentos geneticamente modificados", afirmam os
    cientistas do Institute of Science in Society
    (<
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    )./>

    SILENCIAMENTO GENÉTICO

    Um dos grandes impedimentos das mutações induzidas é o
    silenciamento genético. Os genes inseridos são
    impedidos de manifestarem-se através de um mecanismo
    de proteção chamado barreira entre espécies. Este
    mecanismo existe para impedir que o código genético do
    alimento ou de microorganismos possa alterar a
    composição genética de um ser vivo. Imaginem algumas
    de nossas células cruzando com o DNA da alface de
    nosso lanche ou com o fungo de uma micose. Este
    cruzamento não ocorre devido a esta barreira criada ao
    longo de milhões de anos.

    Para romper a barreira entre espécies, um conjunto de
    genes é inserido na planta transgênica junto com o
    gene de interesse comercial. Especialmente do código
    genético de um organismo que ataca as nossas células
    injetando o código genético dele, o vírus. Os
    alimentos transgênicos não possuem "um gene inserido",
    o correto é dizer "vários genes de diferentes
    organismos inserido".

    Um dos trechos amplamente usado é o CaMV35S, de um
    vírus que tem semelhança genética com o vírus do HIV,
    Leucemia Humana e Hepatite B. Atua como promotor de
    expressão genética, obrigando o gene de interesse
    comercial a trabalhar intensamente. Este trecho, por
    estar presente em praticamente todos os transgênicos,
    é usado como marcador em analise de transgenia em
    alimentos.

    Em 1997, a equipe do cientista alemão Doerfler
    demonstrou que este trecho de DNA de vírus, o CaMV35S,
    passa pela barreira intestinal, entra na corrente
    sanguínea e liga-se ao código genético de algumas
    células do consumidor. (Nota do editor: o consumidor
    é... você.)

    Este comportamento foi observado apenas em alimentos
    transgênicos devido a presença de trechos especiais de
    DNA geneticamente instável, não encontrado em
    alimentos naturais. Alguns cientistas têm apontado que
    o gene promotor derivado do vírus CaMV pode
    constituir-se em perigo para a saúde, possivelmente
    perigo de câncer.

    Cientistas ligados os PSRAST (Médicos e Cientistas
    para o uso Responsável da Ciência e Tecnologia) -
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    - afirmam: "como este DNA viral pode
    terminar em nossas células, não podemos considerar
    sensato aprovar tal comida sem descobrir se é seguro
    ingerir uma quantidade tão grande deste gene de vírus,
    como ocorre quando comemos alimentos transgênicos."

    O Institute of Science in Society -
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
    -
    criou um manifesto em repudio à liberação dos
    transgênicos e pela defesa da agricultura orgânica
    sustentável que conta com a assinatura de 567
    cientistas de 69 diferentes países.

    Podemos entender agora, com estas informações, a razão
    pelo repudio tão grande aos alimentos modificados
    geneticamente e a sua proibição ou fortes restrições
    aplicados em inúmeros países como China, Rússia, Japão
    e União Européia.

    Podemos entender também a razão da rotulagem, exigido
    na Europa, da carne do animal que comeu transgênico. O
    código genético do alimento transgênico é encontrado
    nos músculos e órgãos internos do animal alimentado
    com ração geneticamente modificada.

    Afinal, com tanta oposição qual a razão de investir
    tanto na tentativa de liberação destes alimentos,
    mesmo sem testes de segurança alimentar?

    DINHEIRO... PARA CERTAS INDÚSTRIAS E GOVERNOS
    A planta transgênica é considerada um organismo
    artificial. Por ser criada por um empresa pode ser
    patenteada. Para plantar um organismo patenteado o
    agricultor deve pagar o preço da semente e mais uma
    taxa pelo uso da tecnologia. Devido a contaminação das
    espécies naturais com os genes dos transgênicos,
    através da polinização, as plantas naturais
    contaminadas tornam-se organismos cobertos por uma
    patente e o agricultor sujeito a ser processado pelo
    uso da tecnologia.

    Mentira enorme essa de aumento de produção, mais
    nutritivos ou redução do uso de venenos. O objetivo é
    dominar todos os agricultores do mundo através da
    patente das plantas cultivadas como o arroz, feijão,
    trigo, batata. Iniciaram pelas quatro plantas mais
    cultivadas em todo o mundo: milho, soja, batata e
    algodão.

    A introdução dos transgênicos no Brasil significaria
    um lucro estimado em bilhões para estas empresas
    multinacionais. Enquanto esta liberação não acontece
    em definitivo, a produção de soja e milho não
    transgênico coloca o Brasil em grande vantagem no
    mercado internacional, conseguindo até mesmo
    incentivos e preços maiores para o nosso produto. O
    lucro, por enquanto, está ficando com os agricultores
    brasileiros.
     
  20. Eönwë

    Eönwë Usuário

    Tenho dois motivos para ser a favor dos transgênicos, e eles são mais do que suficientes para mim:

    1- Até hoje não foi provado que os organismos geneticamente modificados trazem algum mal para a saúde humana ou para o meio ambiente.

    2- Até o ano de 2050, a produção mundial de alimentos terá que duplicar para alimentar toda a humanidade. Não há modo de fazer isso sem usar os transgênicos.
     

Compartilhar