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Todos os nazgûl eram homens?

Corsário de Umbar

Corsário de Umbar
Outro dia estava dando uma lida nos Contos naqueles trechos onde se fala sobre os nazgûl, de Angmar e Khamûl, e pensei: Será que um deles poderia na verdade ser uma rainha ou uma sacerdotiza que foi enganda por Sauron?


Quando se falam em nove nazgûl ( nove homens), na verdade não seria no sentido genérico tanto homem quanto mulher?

As mulheres tinham papéis importantes e de referência no legendarium Tolkien, não é isso?
 

Tar-Mairon

DARK LORD AND LOVING DAD
As mulheres tinham papéis importantes e de referência no legendarium Tolkien, não é isso?

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No quesito maldade, não. Em toda aquela mitologia, há apenas 4 personagens malignas (se bem me lembro), Ungoliant, suas filhas (Laracna é a mais "célebre" delas), Thuringwethil (que tudo leva a crer que se trata de uma maia) e a Rainha Beruthiel (aquela dos gatos).

Não creio que houvesse mulheres entre os nazgûl.

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abylos

Usuário
Usuário Premium
Se me lembro bem, o gandalf fala que eles eram ris dos homens(tem no filme, não lembro se no livro é igual a fala :P). Se fosse alguma mulher ele teria dito reis e rainhas, creio eu.
 

Tar-Mairon

DARK LORD AND LOVING DAD
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Não apenas reis, mas também generais e feiticeiros. Em suma, caras excepcionalmente talentosos em suas respectivas áreas de atuação.

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Última edição:

Indu

Cynthiaaaaaa
Não, Tolkien não foi nada genérico nessa parte, não existiu nenhum Nazgûl mulher. Porém os únicos que são citado nomes é Khamûl, a sombra do leste e o Rei Bruxo de Angmar. Creio eu que Tolkien não iria macular a imagem feminina que ele tinha.


Nesse Tópico aqui um usuário levanta a ideia que existiu uma Nazgul, porém era apenas um Fanfic, ou coisa parecida:

Estava na comunidade do orkut "nazgul" então via a seguinte declaração:
7. Adunaphel, a quieta

Importancia:a sétima no rank dos nazgul,unica mulher a ser corrompida por sauron e se tornar um nazgul

História:

Adunaphel, uma princesa justa de Numenorean de Forostar era a única fêmea a transformar-se um Nazgul. Dissapontada com seu irmão mais novo se transformar em herdeiro do trono, foi agarrada pelo ódio. A hora e o lugar exatos para sua reunião com o Senhor do escuro são desconhecidos, mas era decidido por Sauron , não pelo servente. Muitos sinais apontam à Segunda Era, ao redor 2150. Depois que a grande praga aruínou Eriador na Terceira Era, o controle de Gondor em Mordor tornou-se menos vigilante e Sauron emitiu Adunaphel à Terra Negra para preparar-se para seu retorno eventual. Adunaphel residiu secretamente em Nurn até a chegada do Rei Bruxo; que veio anunciar o assalto do Nazguls a torre de Minas Ithil. Sua queda significou o fim de poder de Gondor na Terra Negra. Depois que Sauron retornou a Barad-dûr, Adunaphel foi comandada para fazer rapidamente uma fortaleza em Mirkwood, e mais tarde depois da eclosão da guerra do anel foi envolvida com o outro Nazgul em tentar recapturar o Um Anel. Era livre quando o Um Anel foi destruído na montanha da perdição por Frodo Bolsseiro e/ou por Gollum.





Isso é verdade?:think:

O Torugo mesmo postou que foi um "Merpg, um RPG baseado na Terra Média".


Espero ter ajudado
:mrgreen:
 

Ilmarinen

Usuário
Quando se falam em nove nazgûl ( nove homens), na verdade não seria no sentido genérico tanto homem quanto mulher?

As mulheres tinham papéis importantes e de referência no legendarium Tolkien, não é isso?

Essa é dessas que vai muito de opinião pessoal mesmo.

Pela lógica do universo subcriado, desconfio que não, nem todos eram homens. Uma das bases pro Senhor dos Nazgûl era Macbeth de Shakespeare e Macbeth tinha sua famigerada Lady Gruoch, a Lady Macbeth, verdadeira cabeça do crime na peça. A lógica dita que, a princípio, ao terem suas vidas estendidas, os humanos que, eventualmente, se tornariam nazgûl não desejariam passar a eternidade sem, pelo menos, algum significant other. Então, A TENDÊNCIA, mesmo que o efeito final não fosse esse, ( eles iriam brigar entre si pela posse dos anéis) seria querer tornar alguém do sexo oposto "imortal" com a dádiva dos anéis e, quer presente de noivado melhor do que uma "aliança" que conferisse imortalidade, uma jóia sem preço? Se ninguém sabia dos efeitos colaterais...

Isso pra não falar da GRANDE POSSIBILIDADE de que algum dos grandes reis fosse mesmo uma fêmea pra início de conversa já que mulheres desempenham esse tipo de papel com tanta frequência...

Ne MERP, Middle Earth Roleplay, o RPG autorizado pro Mundo de Tolkien durante quase 15 anos, colocaram mesmo um dos Nazgûl sendo fêmea.

Akhorahil Adunaphel(a female Nazgul) e um dos numenorianos negros

Angus Macbride ilustra Adunaphêl e dois colegas de equipe

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Biografia dela aí em castelhano

ADÛNAPHEL LA SILENCIOSA


Sobrenombre: Dama del Oeste; Umbaratári; Haratári; la Vengadora Silenciosa; Ard la Antaño Vanidosa; la Séptima.


La Historia de Adûnaphel



Los Primeros Años Adûnaphel el Nazgûl La Tercera Edad Adûnaphel y La Guerra del Anillo Características





Los Primeros Años

Adûnaphel nació en casa de su tío Adûnazil (Bar Forowing) en el Cabo Norte de Númenor en Forostar en 1823 de la Segunda Edad (S. E.). Su familia era de sangre noble y poseía extensas tierras en Forostar y Orrostar. Ya cuando era niña se la reconocía como una muchacha extremadamente bella, aunque su juventud se vio perturbada por la muerte de su anciano padre (Adûnahil), y se hundió en el remordimiento durante muchos años. Luchó contra su inestable madre Alcariel, cuyas relaciones con los eldar habían molestado a su padre y habían sido la causa de las discusiones conyugales. La desesperación de Adûnaphel por la muerte de su padre y la culpa que atribuía ella a su madre contribuyeron a que apoyara a la facción "adunaica" de su tío en la corte de Tar-Ciryan (quien reinó entre 1869-2029 S.E.).
Como Adûnazil y su aliado el Príncipe Tindomul (Er-Mûrazôr, el futuro Rey Brujo), Adûnaphel quería cortar por lo sano los fuertes vínculos del Oestemesse con los elfos, con la esperanza de que los Dúnedain pudieran construir su propia línea cultural y expandieran su potencia militar y económica. Por supuesto, su gran esperanza era vivir para ver el dominio númenóreano sobre todos los demás hombres. Este objetivo la llevó a abandonar Númenor en 1914 S.E.
Adûnaphel deseaba tener su propia corona, pero en su tierra natal no tenía ninguna oportunidad. Por eso siguió la ruta de muchos de sus aliados reales y fue a la Tierra Media. Desembarcando junto a sus sirvientes en el puerto de Umbar, que entonces era un pequeño fondeadero númenóreano, vivió en Vamag ("Páramo de sangre") en la punta noroccidental de la gran península. Allí erigió una ciudadela que se convertiría en el foco de su expansivo dominio.
Hacia el año 1939 S.E., Adûnaphel controlaba abiertamente gran parte de las tierras costeras de Endor situadas entre Umbar y el río Hamen, mientras sus agentes en Umbar manipulaban el creciente centro comercial y el territorio situado al sur.
La Señora de Vamag se convirtió también en una influencia poderosa entre los haradrim, pues su poder y naturaleza maliciosa abrumó a los primitivos pescadores y nómadas haradrim. Para ellos, Adûnaphel era una reina. Gobernó gran parte del Cercano Harad como Ard la Vanidosa, llegando a preparar la eventual conquista de Umbar y el Lejano Harad. Todo parecía irle bien a la Dama del Oeste.
Sin embargo, Tar-Ciryatan fue un rey orgulloso, y en 1987 S.E. exigió a Adûnaphel que le rindiera homenaje y le pagara impuestos. También ordenó que sacara a sus guerreros de Umbar y se sometiera al gobierno númenóreano. Este edicto hizo montar en cólera a Adûnaphel, quien se negó a someterse a las duras condiciones enviadas desde Armenelos. Por el contrario, envió mensajeros a la corte en Númenor con la esperanza de llegar a un acuerdo. Durante los siguientes catorce años, Adûnaphel y su señor estuvieron involucrados en disputas diplomáticas e intrigas silenciosas, reconociendo siempre la supremacía núrnenóreana.
Sauron de Mordor vio esta disputa como una oportunidad para conseguir dos objetivos: en primer lugar, vencer a un rival en favor de los haradrim; y en segundo lugar, un medio para retrasar la expansión de un enemigo potencialmente mucho más poderoso. Los sicarios de Sauron lucharon una serie de pequeñas guerras contra Adûnaphel por el control del Cercano Harad, pues el Señor Oscuro esperaba apropiarse de la iniciativa de la región. Más importante aún, el Señor de los Anillos deseaba retrasar la planeada invasión por parte de Tar-Ciryatan en torno al estratégico estuario que constituía Umbar. Sólo Númenor rivalizaba con Mordor por el control sobre los reinos de los Nacidos Después y, tras la derrota de Sauron en Eriador en 1700 S.E., el Maligno requeriría gran cantidad de tiempo para recuperar sus maltrechas fuerzas. El Señor Oscuro veía en Tar-Ciryatan lo que durante tanto tiempo había temido: un orgulloso y hambriento monarca adan obsesionado con apoderarse de la Tierra Media.
Los agentes de Sauron, entre los que se incluían dos de los capitanes de Adûnaphel, le mantuvieron bien informado respecto a la Dama del Oeste. Tuvo conocimiento de su vanidad y de su odio hacia los Eldar y pudo discernir su anhelo por la inmortalidad, por lo que en 2001 S.E. se acercó a ella con el regalo de un Anillo del Poder y la perspectiva de una vida eterna. Insultada por su propio rey y ansiosa por recibir los regalos que le ofrecía el Señor Oscuro, Adûnaphel aceptó el Anillo y cayó bajo el dominio de la Sombra. Se convirtió en el séptimo rey (en este caso reina) de los hombres en convertirse en Nazgûl.

Adûnaphel como Nazgûl

Adûnaphel permaneció en Vamag durante cerca de trescientos años después de convertirse en un Espectro del Anillo, y fue durante este relativamente corto período de tiempo cuando comenzó a ser conocida entre los haradrim como Ard la Antaño Vanidosa. Sus súbditos númenóreanos negros la llamaban Adûnaphel la Silenciosa. Aunque antaño había mostrado abiertamente su belleza y fuerza, la caída señora númenóreana se ocultaba ahora bajo una armadura negra, sin mostrar jamás su cara y sin aparecer nunca durante las horas de luz solar. La mujer que había llegado a dominar gran parte del Cercano Harad se recluyó aislándose, y sólo trató con amigos y enemigos a través de servidores seleccionados. Las mañanas de Vamag jamás volvieron a sonar con la agradable llamada de su melodioso laúd.
A principios de 2280 S.E., Adûnaphel, gobernando como Ard, ordenó a las tribus de su reino el asalto a Umbar (que por entonces era puerto real de Tar-Atanamir). Aunque contaba con pocos guerreros númenóreanos dentro de su contingente, el ejército del Espectro superaba al de los orgullosos defensores. Sin embargo, la calidad prevaleció cuando las fuerzas de Adûnaphel cayeron en una trampa en el estrecho desfiladero de Cirith Glingalas. Los disciplinados Dúnedain rompieron a los ligeramente armados haradrim con andanadas de lanzas y convirtieron la incipiente batalla en una derrota para los sureños. La superioridad de la caballería de Adûnaphel demostró no tener demasiada utilidad.
La Dagor-i-Glingalas ("Batalla de la Orilla Resplandeciente") acabó efectivamente con la esperanza de Adúnaphel de gobernar todo Harad. Dos semanas después del combate, abandonó Vamag y se desplazó hacia el norte, dejando la gran península a merced del enemigo.
Durante los siguientes novecientos ochenta y un años, Adûnaphel gobernó los áridos confines del centro del Cercano Harad en nombre de Sauron. Estableció su nueva fortaleza y capital en Lugarlûr en la ribera sur del Harnen, a unos seiscientos kilómetros de Mordor. El reinado de Ard duró hasta la invasión de Ar-Pharazôn (3261 S.E.) y la sumisión del Señor Oscuro (3262 SE.) ante el poder de Númenor. Con la derrota de su mentor, ella se retiró a la Tierra Oscura en un compás de espera poco tranquilizador.
Tras la Caída de Númenor y el retorno del Señor de los Anillos en 3319 S.E., Adûnaphel dirigió las campañas llevadas a cabo por las tropas de Sauron en Harondor y el Cercano Harad, y comandó el flanco sur de la horda que invadió Ithilien del Sur en 3429 S.E. Su destino, sin embargo, estaba atado al de su Señor Maligno, y se sumergió en las Sombras después de que Barad-dûr fuera derribada y Sauron derrotado al final de la Segunda Edad.

La Tercera Edad

Adûnaphel volvió a Endor en torno al año 1050 de la Tercera Edad (T. E.) y entró en su arruinado hogar en Lugarlûr justo después de que los ejércitos de Hyarmendacil I de Gondor hubieran conquistado Harad. La expulsión de las fuerzas gondorianas de las Tierras del Sur mantuvo ocupado al úlair durante los siguientes quinientos noventa años. Desde su base en el Valle Superior del Hamen, Adûnaphel fue recuperando lentamente su poder en el Cercano Harad y coaccionó y engatusó a los haradrim para rebelarse. Sus maquinaciones fueron interrumpidas por la invasión de Umbar por parte de los corsanos en 1448 T.E. pero en 1634 incluso ellos persiguieron involuntariamente los objetivos del Espectro. Ese mismo año, los incursores corsarios dieron muerte al rey gondoriano Minardil.
La Gran Plaga que asoló el noroeste de Endor en 1635-37 debilitó a Gondor y la llevó al abandono de la Vigilancia sobre Mordor. Sauron, que residía en Dol Guldur en Rhovanion, envió a Adûnaphel y a los demás Nazgûl (salvo al Rey Brujo, que permanecía en Angmar) a su antiguo reino para poder preparar subrepticiamente su tierra para el eventual regreso. Adúnaphel, al igual que Ûvatha y Akhôrahil, fue hasta Nûrn, en el sur de la Tierra Oscura.
Con la llegada del Rey Brujo a Mordor en 1975 T.E., los Úlairi se reunieron para atacar la fortaleza que actuaba como el último vestigio de la vigilancia de Gondor sobre la Tierra Negra. El ataque sorpresa desde Cirith Ungol en 2000 T.E. y el subsiguiente asedio de dos años sobre Minas Ithil acabó con la toma de la ciudad fortaleza que actuaba como capital de Ithilien y que contenía una las apreciadas siete piedras videntes. Renombrada como Minas Morgul, la ciudad construida en mármol se convirtió en el nuevo hogar de los Espectros del Anillo.
En 2941 T.E., Sauron volvió a su casa en la Torre Oscura, abandonando su amenazada fortaleza de Dol Guldur en Rhovanion. No obstante, diez años más tarde, sintió que la Torre de la Hechicería volvía a ser segura.
Dejando a seis de los Nazgûl en Minas Morgul, mandó a Khamûl el Oriental y a Adûnaphel volar hacia el norte y reabrir la fortaleza del Bosque Negro. Úvatha el Mensajero actuaba corno unión entre los dos Úlairi y su Señor en Mordor. El retorno de Adûnaplael a Dol Guldur en 2951 T.E. marcó su último desplazamiento importante, pues residió en la Torre de la Hechicería hasta su desaparición.

Adûnaphel y La Guerra del Anillo

En 3018 T.E., la Dama caída cabalgó hasta el Valle del Anduin, Rohan y Eriador durante la búsqueda del Anillo Único y la Comarca por parte de los Jinetes Negros.
Su viaje la llevó más allá de Isengard y hasta Tharbad a través del Vado de Piedra, hasta llegar a la tierra de los hobbits. Cabalgando junto a Khamûl y Hoarmûrath de Dír, se hallaba cerca del País de la Colina Verde cuando el Oriental estuvo a punto de descubrir a Frodo y compañía en el camino que iba hacia el Bosque Cerrado. Más tarde acompañó a Khamûl y a Hoarmûrath hasta el enclave Bolger en Cricava, sólo para volver a huir debido a los cuernos de los habitantes de los Gamos.
Uniéndose a Ûvatha en el camino al este de Bree, el grupo se reunió con el resto de sus hermanos (que habían atacado a la Compañía en la Cima de los Vientos) en las Tierras Solitarias, más allá de las Colinas del Tiempo.
La persecución de los Jinetes culrninó en el Vado del Bruinen, donde la magia élfica y el valor de Glorfindel permitió escapar al herido Portador del Anillo. La escaramuza en la orilla del río acabó cuando las crecidas aguas del río se llevaron a los caballos de los Nazgûl. Como las del resto de sus hermanos, la montura de Adûnaphel pereció bajo la espuma invocada por Elrond.
Durante los meses siguientes, el Espectro Silencioso volvió a su residencia en Dol Guldur y preparó los ataques contra los reinos élficos de Lórien y el norte del Bosque Negro.
Adûnaphel capitaneó parte del ejército de orcos que atacó el reino de Galadriel cruzando el Anduin, aunque su asalto resultó inútil. Su horda en retirada huyó al sur hasta las mesetas de Rohan, donde fue destruida por los Ents.
El Nazgûl se dirigió hacia el norte, uniéndose a la hueste de Khamûl y al ataque contra el reino boscoso de Thranduil. De nuevo, las fuerzas de la Oscuridad perdieron el combate, obligando a Adûnaphel a retirarse.
Los hechos sucedidos en los Campos del Pelennor y en Ithilien del Norte la obligaron a regresar a Mordor. El Rey Brujo murió ante las puertas de Minas Tirith, de forma que sólo ocho Nazgûl se enfrentaron al Ejército de los Pueblos Libres en la Batalla de Morannon. Atacando sobre los lomos de bestias malignas sólo diez días después del regreso de Adûnaphel, los Espectros del Anillo lucharon contra las Grandes Aguilas por encima de la terrible batalla que tenía lugar ante las Puertas de Mordor.
Su combate evocó recuerdos de los grandes guerreros nacidos en el cielo de los Días Antiguos, pero la lucha fue corta. Cuando Frodo, Sam y Gollum llegaron al Monte del Destino y amenazaron con la destrucción del Anillo Unico, el Señor Oscuro envió a los Nazgûl en un vuelo salvaje hacia el sur, con la esperanza de evitar la pérdida del Anillo Unico. Los Úlairi fallaron, y Adûnaphel desapareció de Eä.

Características

Adûnaphel medía 1,80 metros de estatura, pero era de complexión ligera. Sus finos y fascinantes rasgos ocultaban un fuego interior que la llevó a evitar todo tipo de relaciones y cometer una serie de actos brutales, incluso siendo joven.
Gozó de una vida muy atlética y con su annadura de placas negras y damasquinado de oro se sentía muy cómoda. Después de aceptar un Anillo del Poder y convertirse en un Espectro, abandonó su yelmo de cara abierta y "capucha de león", cambiándolo por un yelmo con visor en forma de cabeza estilizada de tortuga marina.


Gosto de imaginar como uma versão fêmea de Griffith do Berserk o mangá/animê. Os ilustradores do MERP, o RPG de mesa, quase sem dúvida, usaram Griffith como referência mesmo ( ou será que foi o contrário? impossível não é não), isso pelo menos dois anos antes do desenho animado de 1997 ter popularizado o personagem.

Griffith_Berserk_Motiv_by_ForensicRockinRisu.jpg


Adunaphel_Reducida.jpg


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A propósito, falta de afirmação em texto canônico do Tolkien, nessa área, significa pouco, no fim das contas, o Tolkien não se esqueceu de incluir as seis anãs que faziam par com cada um dos Seis dos Sete Pais dos Anões ( excluído o Durin)? E ele só não foi falar disso em texto específico sobre as origens deles, coisa que Tolkien nunca fez pelos pobres Ulairi?

Detalhe sinistro que fiquei sabendo agora: "nazgûl" significa "rosa delicada" em persa...


The passion for garden flowers became evident everywhere, on clothing, furnishings and in architectural decoration, and extending even to the names of the harem women, who began to be given melodious Persian names like Laligül (Ruby Rose) and Nazgül (Shy Rose) that suggested they were as beautiful and graceful as flowers. Later in the 18th century, rococo, with its delicate colour schemes and light romantic motifs, began to influence Turkish art, and the Pavilion of Osman III built on a terrace facing the Hünkâr Sofasi (Throne Room of the Harem) and the gracefully decorated wooden structures known as the Gözdeler Dairesi (Apartment of Favourites) above the Golden Road are typical of this later style. Life in the royal harem was very different from that imagined by Europeans. As an institution in Ottoman society the harem reflected the secluded privacy of family life. The cariyes or maidservants who served the women of the household were trained and educated in the skills and accomplishments thought appropriate for women at the time, and after a certain number of years in service allowed to marry. In the royal harem, under the guidance of the sultn's mother or the principal officer of the harem household, a woman known as the chief treasurer, the girls were taught to read and write, play music, and the intricate rules of palace etiquette and protocol. Very few were honoured even by the privilege of waiting at the sultn'sg table, and still fewer became royal wives. After nine years of service the harem girls were given their manumission document, a set of diamond earrings and ring, a trousseau and some gold as their marriage portion, and suitable husbands found for them. They were renowned for their good breeding and for their discretion, never being known to reveal any intimate details about the royal family to outsiders. Nevertheless, graffiti on the harem walls shows that not all cariyes were contented with their lot: 'Dilferib whose heart burns / Is wretched / O God / Alas alas.'
Nomes no Cazaquistão
 

Anexos

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Elring

Depending on what you said, I might kick your ass!
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Essa é dessas que vai muito de opinião pessoal mesmo.

Pela lógica do universo subcriado, desconfio que não, nem todos eram homens. Uma das bases pro Senhor dos Nazgûl era Macbeth de Shakespeare e Macbeth tinha sua famigerada Lady Gruoch, a Lady Macbeth, verdadeira cabeça do crime na peça. A lógica dita que, a princípio, ao terem suas vidas estendidas, os humanos que, eventualmente, se tornariam nazgûl não desejariam passar a eternidade sem, pelo menos, algum significant other. Então, A TENDÊNCIA, mesmo que o efeito final não fosseesse, ( eles iriam brigar entre si pela posse dos anéis) seria querer tornar alguém do sexo oposto "imortal" com a dádiva dos anéis e, quer presente de noivado melhor do que uma "aliança" que conferisse imortalidade, uma jóia sem preço? Se ninguém sabia dos efeitos colaterais...

Isso pra não falar da GRANDE POSSIBILIDADE de que algum dos grandes reis fosse mesmo uma fêmea pra início de conversa já que mulheres desempenham esse tipo de papel com tanta frequência...

Ne MERP, Middle Earth Roleplay, o RPG autorizado pro Mundo de Tolkien durante quase 15 anos, colocaram mesmo um dos Nazgûl sendo fêmea.

Akhorahil Adunaphel(a female Nazgul) e um dos numenorianos negros

Adunaphel.jpg


Biografia dela aí em castelhano



Gosto de imaginar como uma versão fêmea de Griffith do Berserk o mangá/animê. Os ilustradores do MERP, o RPG de mesa, quase sem dúvida, usaram Griffith como referência mesmo, isso pelo menos dois anos antes do desenho animado de 1997 ter popularizado o personagem.

Griffith_Berserk_Motiv_by_ForensicRockinRisu.jpg


Adunaphel_Reducida.jpg


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A propósito, falta de afirmação em texto canônico do Tolkien, nessa área, significa pouco, no fim das contas, o Tolkien não se esqueceu de incluir as seis anãs que faziam par com cada um dos Seis dos Sete Pais dos Anões ( excluído o Durin)? E ele só não foi falar disso em texto específico sobre as origens deles, coisa que Tolkien nunca fez pelos pobre Ulairi?

Detalhe sinistro que fiquei sabendo agora: "nazgûl" significa "rosa delicada" em persa...



Nomes no Cazaquistão

Esse texto muda completamente a minha visão sobre o que era um harém de verdade. Incrível como a lente européia sobre as outras culturas é extremamente distorcida. Do ponto de vista de um ocidental, um homem com muitas mulheres viveria uma completa devassidão. E não era bem assim como o texto mostra. Concordo que nem todas eram felizes ao servirem seus senhores, afinal, qual empregado está satisfeito com seu patrão? Mas o modo de vida delas, em comparação com a mulher européia do mesmo período, era muito melhor.

Agora, voltando aos nomes, será que o professor pegou o nome emprestado do persa? É uma possibilidade, dado o vasto conhecimento que ele tinha sobre outras culturas, inclusive com acesso aos documentos originais. Se Khâmul for mesmo uma representação do mundo oriental, é bem provável que, antes de sucumbir ao poder do Anel, ele tenha levado uma vida de sultão perverso com seu harém particular e, quem sabe, tenha arrastado sua companheira para as trevas de Melkor.
 

Tar-Mairon

DARK LORD AND LOVING DAD
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Pelo pouco que foi escrito sobre as origens dos Nazgûl, podemos deduzir que Sauron os escolheu por serem extremamente capazes no que quer que fizessem, por exemplo, se um deles fosse um general, tudo leva a crer que era alguém do nível de Aníbal. E não por serem, necessariamente, malignos

Uma vez transformados em Úlairi, eram almas penadas super poderosas, porém totalmente submissas a Sauron. Creio que os trajes que usavam para poderem ter contato com o mundo físico deviam ser preparados de antemão com algum feitiço.

Caso tivessem companheiras, também transformadas em espectros por alguma joia de poder, penso que suas existências seriam análogas a de seus pares. Embora, creio eu, não fossem, nem de longe, tão poderosas.

Não acho a hipótese de mulher(es) entre os nove implausível, não. Embora não creia nela.

"Those who used the Nine Rings became mighty in their day, kings, sorcerers, and warriors of old. They obtained glory and great wealth, yet it turned to their undoing. They had, as it seemed, unending life, yet life became unendurable to them. They could walk, if they would, unseen by all eyes in this world beneath the sun, and they could see things in worlds invisible to mortal men; but too often they beheld only the phantoms and delusions of Sauron. And one by one, sooner or later, according to their native strength and to the good or evil of their wills in the beginning, they fell under the thraldom of the ring that they bore and of the domination of the One which was Sauron's. And they became forever invisible save to him that wore the Ruling Ring, and they entered into the realm of shadows. The Nazgûl were they, the Ringwraiths, the Úlairi, the Enemy's most terrible servants; darkness went with them, and they cried with the voices of death. — The Silmarillion, "Of the Rings of Power and the Third Age", 346

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Maniac

Usuário
Ne MERP, Middle Earth Roleplay, o RPG autorizado pro Mundo de Tolkien durante quase 15 anos, colocaram mesmo um dos Nazgûl sendo fêmea.

Fui procurar na internet sobre isso e encontrei na wikipedia as seguintes informalções:

"Only two of the Nazgûl are named or identified individually in Tolkien's works. [...]" Que era o lider chamado Rei-Bruxo de Angma e Khamûl, o "Easterling negro" ou o "sombra do Oriente"

"The early Middle-earth Role Playing games (and material derived from them) name the eight other than Khamûl; Er-Murazor (the Witch-king, of Númenórean race), Dwar of Waw, Ji Indur Dawndeath, Akhorahil (Númenórean), Hoarmurath of Dir, Adûnaphel the Quiet (female Númenórean), Ren the Unclean and Uvatha the Horseman,[11] but none of these names come from Tolkien's writings."


Ai diz que o jogo MERP deu nome pra todos os Nazguls, mas nenhum deles vem da escrita do Tolkien. (Tirando o Angma e Khamûl)
Então provavelmente nunca saberemos se um dos Nazguls era mulher ou não! Mas IMO eram todos homens mesmo!
 

Grimnir

Well-Known Member
Usuário Premium
Isso pra não falar da GRANDE POSSIBILIDADE de que algum dos grandes reis fosse mesmo uma fêmea pra início de conversa já que mulheres desempenham esse tipo de papel com tanta frequência...

@Ilmarinen mandando bem, as usual.

A resposta para a pergunta do tópico, na minha opinião, é um sim-não élfico. "Não", pois nada é dito formalmente nos textos de Tolkien. E "sim", pq é uma possibilidade muito plausível.

Em primeiro lugar, como eu pontuei em outro tópico, é bem lógico que a maioria dos Nazgûl tenha suas origens em Harad e Rhún e Khand. Khamûl, o único espectro chamado pelo nome, era um Esterling, ou seja, vinha do Leste, das terras de Rhún e Khand.

Achei um artigo interessante sobre esse tema: IDENTITY AND ORIGINS OF THE NAZGÛL

Resumindo alguns pontos do artigo, sabemos basicamente três informações sobre os nazgûls:

1) Três eram numenorianos:



Fonte: A Queda de Númenor, O Silmarillion

2) O líder era o Rei Bruxo de Angmar.

3) O segundo em comando, Khamûl, era um easterling:



Fonte: CAPÍTULO IV - A caçada ao Anel [(i) Da viagem dos Cavaleiros Negros, de acordo com o relato que Gandalf fez a Frodo], Contos Inacabados.

Também sabemos que:

1) Em 1627 da Segunda Era, Sauron ataca Eregion e recupera alguns dos anéis (menos os 3 grandes anéis élficos).

2) A parti de 1800 da Segunda Era os numenorianos começaram a estabelecer domínios nas costas da Terra-Média.

3) Os nazgûls surgiram em 2251 da Segunda Era.

4) Sauron efetivamente só esteve em Númenor a partir de 3255 da Segunda Era, quando se entregou à autoridade do rei Ar-Pharazôn.

Aparentemente:

1) Embora três espectros sejam numenorianos, nenhum deles estava em Númenor quando recebeu o anel do poder de Sauron. Ou seja, estavam em algumas das cidades-colônia na Terra-Média.

2) Os habitantes de Rhûn são chamados de easterlings, então Khamûl possivelmente vem de lá.

3) Ao sul de Rhûn temos Khand, outra possível origem dos espectros.

khand-map.gif

4) Umbar, uma cidade costeira colônia de Númenor, permaneceu sob domínio dos numenorianos pela maior parte da Segunda Era. Nada impediria, no entanto, que Sauron tivesse escolhido alguém da cidade para receber um dos anéis do poder. Afinal, não foram apenas reis que viraram espectros.

siegeofumbar.gif

5) Na realidade, faz sentido que a maior parte dos nazgûl venham da região de Harad por três motivos:

5.1) O domínio costeiro dos numenorianos era muito forte nessa região, dificultando a ação de Sauron.
5.2) Os numenorianos cobravam tributos das tribos de Harad, gerando inimizades na região.
5.3) O período de maior influência dos numenorianos coincide com o período do surgimento dos nazgûl (durante o reino de Tar-Ciryatan, de 1869 até 2029 da Segunda Era).

Ou seja, seria interessante para Sauron aumentar o poder dos inimigos dos numenorianos em Harad, dando para eles os anéis do poder.

Dito isso, vem a segunda pergunta: E a possibilidade de um nazgûl mulher? Pq ela é realista?

Como foi citado aqui, os nazgûl eram "kings, sorceres and warriors of old". Duas passagens interessantes dos Contos Inacabados aumentos as chances de nazgûl do sexo feminino:

...and as a thrall Tuor had seen only the proud and barbaric women of the Easterlings, who treated him as a beast...

Fonte: Notas do capítulo OF TUOR AND HIS COMING TO GONDOLIN

The revolt planned and assisted by Marhwini had indeed broken out; desperate outlaws coming out of the Forest had roused the slaves, and together had succeeded in burning many of the dwellings of the Wainriders, and their storehouses, and their fortified camps of wagons. But most of them had perished in the attempt; for they were ill-armed, and the enemy had not left their homes undefended: their youths and old men were aided by the younger women, who in that people were also gained in arms and fought fiercely in defence of their homes and their children.

Fonte: Capítulo CIRION AND EORL AND THE FRIENDSHIP OF CONDOR AND ROHAN, (i) The Northmen and the Wainriders

Não sei de muitos detalhes sobre os Carroceiros (Wainriders), talvez @Deriel possa dar uma ajuda, mas lembro que eram de um povo do Leste, que aliado aos povos do Sul também atacaram Gondor.

Essas duas passagens reforçam a ideia de que as mulheres guerreiras existiam sim no Leste e no Sul, regiões onde Sauron certamente encontrou seus espectros. Portanto, eu acho bem plausível sim um nazgûl do sexo feminino.
 

Deriel

Administrador
Eu acho bem pouco plausível. Afinal, queiramos ou não, Tolkien tinha lá suas dificuldades com personagens femininas e mulheres com alguma expressão eram raríssimas.

Na minha opinião pessoal, sem aprofundar em citação, Nazgûl era tudo macho.
 

Grimnir

Well-Known Member
Usuário Premium
Eu acho bem pouco plausível. Afinal, queiramos ou não, Tolkien tinha lá suas dificuldades com personagens femininas e mulheres com alguma expressão eram raríssimas.

Na minha opinião pessoal, sem aprofundar em citação, Nazgûl era tudo macho.

: (

Cortou o barato. :lol:
 

Mireille

One ring to rule them all
Nunca tinha pensado na possibilidade de um Nazgûl ser fêmea, sempre achei que todos fossem machos. Mesmo que não dê pra se tirar alguma conclusão definitiva, pelas citações aí do @Grimnir acho uma probabilidade real, infelizmente nunca saberemos ao certo.
 

Grimnir

Well-Known Member
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Eu acho bem pouco plausível. Afinal, queiramos ou não, Tolkien tinha lá suas dificuldades com personagens femininas e mulheres com alguma expressão eram raríssimas.

Na minha opinião pessoal, sem aprofundar em citação, Nazgûl era tudo macho.

Nunca tinha pensado na possibilidade de um Nazgûl ser fêmea, sempre achei que todos fossem machos. Mesmo que não dê pra se tirar alguma conclusão definitiva, pelas citações aí do @Grimnir acho uma probabilidade real, infelizmente nunca saberemos ao certo.

Talvez algum dia alguém ache um escrito perdido de Tolkien num guardanapo dizendo se todos os nazgûl eram homens ou não. Até lá, o meu objetivo foi mais de estabelecer se, considerando o universo da Terra-média, seria possível um nazgûl mulher.

Se alguém fosse escrever uma fanfic sobre uma nazgûl, eu não acho que estaria cometendo nenhum sacrilégio, mesmo que Tolkien tivesse dificuldades com personagens femininas.

O argumento é bem simples: Os nazgûl surgiram num período de forte influência dos numenorianos nas costas de Harad, região próxima de Mordor. Faz todo sentido que Sauron tivesse usado da melhor forma possível os homens corrompidos de Harad, Rhún e Khand para escolher seus nazgûl. Uma vez que a cultura desses povos admitia mulheres guerreiras, pq não uma nazgûl?
 

Deriel

Administrador
Uma vez que a cultura desses povos admitia mulheres guerreiras, pq não uma nazgûl?

Eram raras, e os Nazgul eram líderes/reis (não simplesmente guerreiros). E sabemos como era difícil uma mulher em posição de poder em Númenor, por exemplo
 

Grimnir

Well-Known Member
Usuário Premium
Eram raras, e os Nazgul eram líderes/reis (não simplesmente guerreiros). E sabemos como era difícil uma mulher em posição de poder em Númenor, por exemplo

A citação original fala sobre Men (raça, não gênero) e kings (sexo masculino, ok), sorceres (plural, admitindo homens e mulheres) e warriors (mesmo caso do sorceres). Tem alguma citação taxativa sobre o sexo masculino?
 

Deriel

Administrador
Meu comentário ali em cima não foi linguístico. O que eu disse é que há extremamente menos mulheres que homens exercendo essas funções/posições nas obras de Tolkien e consequentemente as chances de uma mulher Nazgul me parecem altamente improváveis e implausíveis

Enfim, sabemos com certeza que ao menos 4 dos 9 eram homens. Os demais não sabemos com certeza, mas podemos inferir com alto grau de precisão.
 
Como não é definido pelo criador da obra, acho que fica a cargo do leitor decidir.

Qualquer coisa que apontemos será especulação, visto que as palavras do autor abrem margem para múltiplas interpretações.
 

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