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Técnica usada no filme 'Armageddon' não salvaria a Terra na vida real, diz estudo

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 10 Ago 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    No filme "Armageddon", o personagem de Bruce Willis usa uma bomba nuclear para salvar a Terra do impacto de um asteroide gigante. Essa ideia tem muito de ficção e pouco de ciência, portanto não funcionaria na vida real, afirmaram cientistas em um estudo publicado na terça-feira (7).

    A bomba de Willis teria tanto impacto na rocha quanto uma bombinha de São João e seria usada tarde demais, quando o planeta já estaria condenado, acrescentaram.

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    O ator Bruce Willis em cena do filme "Armageddon"​

    destacaram os estudantes da Universidade de Leicester (centro da Inglaterra) no artigo intitulado "Bruce Willis poderia salvar o mundo?".

    No filme campeão de bilheteria de 1998, Willis interpreta um perfurador de petróleo escalado pela Nasa para deter um asteroide do tamanho do Texas em rota de colisão com a Terra.

    Ele pousa no asteroide e fixa um dispositivo nuclear que, uma vez detonado, divide a rocha em dois pedaços que passam raspando de cada lado da Terra.

    Os pesquisadores explicaram que explodir um asteroide daquele tamanho, com cerca de mil quilômetros de diâmetro, exigiria usar uma bomba 1 bilhão de vezes mais forte do que a maior bomba já detonada na Terra, a soviética Big Ivan, que explodiu em um campo de testes em 1961.

    De qualquer forma, o asteroide teria que ser detectado muito mais cedo do que no filme, escreveram os cientistas no periódico "Journal of Special Physics Topics".

    Os 18 dias de prazo de "Armageddon" não seriam tempo suficiente
    destacou o estudo.

    No filme, Liv Tyler interpreta a filha de Willis, e Affleck, seu namorado.

    Na verdade, o asteroide teria que ser detectado e explodido a 13 bilhões de quilômetros da Terra, ou seja, nos limites do Sistema Solar, para dar às duas metades tempo suficiente para alterar o curso e não caírem no planeta.

    No entanto, nem tudo é negativo nesse estudo.

    Se o fim do mundo está previsto para 12 de dezembro de 2012, data supostamente indicada no calendário maia, teríamos alguns meses de vantagem para fazer algo a respeito.

    explicou Ben Hall, de 22 anos, coautor do estudo.

    concluiu.

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  2. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Penso que a resposta mais adequada para o que aconteceria num cenário complexo daqueles é... Depende.

    Vale lembrar alguns fatores importantes em cenários complexos que não podem ser subestimados, por exemplo.

    Não se sabe direito o efeito prático de um explosão nuclear em asteróides (que variam do tipo de material na distribuição deles), principalmente quando a bomba é instalada no interior de uma estrutura que pode estar cheia de rachaduras e traumas passados e essas rachaduras podem ser mapeadas para serem usadas como pontos francos para ampliar o efeito e os ecos de uma explosão.

    Outro fator é que explosões nucleares provocam abalos sísmicos (terremotos) que se propagam pela estrutura e afetam principalmente as áreas frágeis do corpo celeste e se for uma explosão no interior de uma estrutura solta no vácuo a chance de o negócio mudar de direção não é nada desprezível. Lembro que o terremoto do Japão influenciou na posição da terra.
     
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  3. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    O terremoto só alterou o eixo de rotação, a posição em relação ao Sol continua a mesma.
     
  4. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Pois é, por essas e outras que penso que a terra é um modelo incompleto pra simular eventos assim também por causa do tamanho.

    Tipo, se um terremoto solta um pedaço de pedra aqui na Terra a gravidade logo atrai e a massa final do corpo tende a se manter. Em um asteróide o pedaço resultante sai flutuando por aí alterando a localização do centro de gravidade da massa maior devido a perda dos fragmentos e a redistribuição de força muda a direção e o eixo por menor que seja o fragmento perdido. Também tem geração de jatos de gás e rochas pela explosão que podem ser o bastante para funcionar como um foguete que mude o destino do sistema. Hoje em dia se fala em acertar meteoritos com lasers pra mudar direção deles. No caso de uma explosão nuclear há produção muito maior e súbita de jatos de poeira e gás que um laser. É uma caixinha de surpresas com descargas elétricas e explosões secundárias.
     
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