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[Tanka]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Mavericco, 29 Jan 2012.

  1. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Post retirado pelo autor.
     
    Última edição: 8 Fev 2013
  2. Calib

    Calib Visitante

    Ótimos versos!
    (continua assim)



    Mas a tanca não é monóstrofa?
     
  3. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Interessante... Pesquisei no Geir Campos e ele não diz nada a respeito das estrofes: inclusive dá a entender que é monostrófico, quando indica sua disposição métrica (5-7-5-7-7). Agora outras fontes, como
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    ,
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    ou
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    e
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    , dizem que é um poema em duas estrofes...

    Como o primeiro não precisou de vírgulas, vou deixá-lo monostrófico. O segundo vamos deixar com duas estrofes.
     
  4. Calib

    Calib Visitante

    Oh bem. Terei de pesquisar agora para tirar a dúvida.

    Mas me agrada mais aos olhos que seja uma só estrofe. :D
     
  5. Calib

    Calib Visitante

    Fazendo uma busca rápida em inglês, acabei me deparando com uns trecos chamados "haibun" e "tanka prose".
    Parecem ideias interessantes de desenvolver, se tiver interesse. :D

    Mas é interessante perceber como todos os exemplos que eu encontrei de "tanka prose" escrevem as tancas com uma só estrofe:

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    (uma revista de um pessoal maluco que leva isso muito a sério)
     
  6. ricardo campos

    ricardo campos Debochado!

    Tanka
    Com duas estrofes assim é mais usual ( nas fontes que consultei). Já li de um único verso com os versos dispostos na vertical (Leminski). Prefiro esse modo mais “usual” com as duas estrofes de três e dois versos (dístico) Tanka na horizontal na estrutura dos versos, totalizando 31 sílabas.
    Essa fonte aqui :
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    explica melhor.
     
  7. Haleth

    Haleth There's no such a thing as a mere mortal

    Pá, vcs são muito cult. Eu nem sabia que essa tanka existia e vcs já tão discutindo monostrofes e Leminskis... =P
     
  8. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Dando uma revivida no tópico, consegui três resultados em minhas pesquisas:

    1) o tanka parece ser, ao menos pela tradição, disposto de forma monostrófica, com um avanço de parágrafo entre a chamada "estrofe de cima" e a "estrofe de baixo" (as explicações são bem literais). Mais ou menos como os sonetos italianos de antigamente, onde ele era todo monostróficos e os tercetos tinham esse avanço (ou como o soneto inglês ainda hoje).
    2) os tanka primordiais eram poemas com o esquema métrico 5-7-5-7-7, visto que a tradição poética japonesa praticamente desconhecia outros metros. No entanto, a disposição estrófica poderia ser tanto 5-7/5-7-7 como, o que mais se consagrou, 5-7-5/7-7, visto que, desta última, nasceu o haikai.
    3) ao que me consta, meus tankas são o que se pode chamar, ao menos tradicionalmente, de tankas de segunda ordem, pois eles não apresentam uma justaposição, uma comparação brusca entre duas imagens, de modo a que a ordem lógica entre a estrofe de cima e a estrofe de baixo seja rompida (e isso é fundamental na tradição japonesa, pois é o que possibilitou posteriormente o renga).
     

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