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Notícias Surfe, skate, beisebol, escalada e caratê entram no programa olímpico de 2020

Tópico em 'Esportes' iniciado por Fúria da cidade, 4 Ago 2016.

  1. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    O Comitê Olímpico Internacional (COI) definiu por unanimidade, na tarde desta quarta-feira (3), que os Jogos Olímpicos de Tóquio (que serão realizados em 2020) terão cinco novos esportes. A partir da próxima Olimpíada, beisebol (junto com o softbol, versão feminina do esporte), surfe, skate, caratê e a escalada estarão dentro da competição. A decisão foi anunciada durante o 129º congresso anual da entidade, que ocorre na capital fluminense.

    Para serem aceitos no programa olímpico, os esportes já haviam passado por duas triagens. Na primeira, realizada no ano passado, oito dos 26 esportes inscritos foram aceitos pelo Comitê Organizador de Tóquio. Em junho deste ano, cinco esportes foram abalizados pelo COI. Esportes como xadrez, squash, sumô e boliche, no entanto, ainda ficarão de fora dos jogos.

    O COI usou dois critérios para justificar a decisão de incluir as modalidades no programa olímpico: as que são extremamente populares no Japão (beisebol/softbol e caratê) e as que vão atrair atenção dos jovens (surfe, escalada e skate). “O beisebol é o esporte nacional do Japão. O caratê nasceu no país. Já os outros vão inspirar jovens a gostarem do esporte olímpico”, afirmou Yoshiro Mori, membro do comitê executivo dos Jogos de Tóquio.

    Jogos de Tóquio

    Thomas Bach, presidente do COI, considerou a proposta histórica, já que é a primeira vez que tantos esportes entram em uma edição. Ele ressaltou, porém, que a inclusão só vale para 2020. “Essa proposta serve para aumentar a flexibilidade para novos programas olímpicos. Ela não é vinculada para Jogos Olímpicos no futuro”, apontou.

    O beisebol e o softbol terão seis seleções disputando as medalhas. O Comitê Organizador de Tóquio apontou que já entrou em acordo com quase todas as federações nacionais do esporte, com exceção da Federação Norte-Americana. “Estamos conversando com eles”, disse Mori. Membros do comitê mostraram preocupação com a não participação de estrelas no esporte, mas aceitaram a inclusão dos esportes.

    O skate terá a modalidade street (com obstáculos) e uma de pista em local fechado, com 40 participantes (20 no masculino e 20 no feminino) em cada uma. O surfe será disputado por 40 atletas, 20 no masculino e 20 no feminino. O caratê terá competições nas categorias de combate (kumite), com 60 atletas, e de exibição (kata), com 20 atletas. Já a escalada será disputada por 20 atletas no masculino e 20 no feminino.

    Com a novidade, o número de esportes subirá para 33. A edição de 2020 será a com maior número de modalidades na história das Olimpíadas.

    Animação

    A entrada dos cinco novos esportes animou
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    . Fora dos Jogos do Rio, nomes conhecidos como Gabriel Medina e Adriano de Sousa (o Mineirinho) e nem tão conhecidos como o do carateca Breno Teixeira vão ter a chance de representar o país em uma Olimpíada.

    Em entrevista ao Portal EBC no último mês, Mineirinho via com animação a possibilidade de participar dos Jogos de Tóquio: “Enxergo como um prêmio muito merecido ao surf como esporte e uma oportunidade incrível de poder representar a bandeira brasileira”. Na última terça (2), quando visitou a Vila Olímpica, Medina também
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    com a entrada do surfe nos jogos: "Espero um dia poder estar em um prédio desses junto com toda seleção do Brasil. Seria um sonho para nós".

    Breno Mateus, campeão sul-americano de caratê, diz que está feliz pela modalidade. "O primeiro sonho já foi realizado de tornar o caratê olímpico. Agora, eu vou treinar mais porque tenho certeza que a concorrência vai aumentar. Finalmente, o caratê vai ganhar o respeito que merece".

    Atleta da escalada, Felipe Ramos, faz parte de um esporte que sequer tem confederação brasileira. Ele acredita que o esporte pode se popularizar no país. "Uma competição traz seus benefícios. Promoção da atividade, melhor estruturação da atividade no país, interesse de patrocinadores e de novos praticantes. Mas existe um custo. Os vilões são a esportivisação e o "alto rendimento". As atividades crescem em quantidade, mas não em qualidade. Portanto, a estruturação deve ser bem pensada e elaborada", aponta.

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    Mais novas inclusões e pelo menos duas delas vão favorecer bem o Japão a turbinar suas conquistas de medalhas.
     
  2. Eriadan

    Eriadan Usuário Usuário Premium

    Como é que se compete escalada? Tem um muro, ganha quem chegar primeiro no topo? (ignorância mesmo)
     
  3. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Escalada pode ser algo com cordas como o rapel ou livre que é a mais perigosa.
    Estou curioso como ela será adotada no jogos e se haverá divisão de categorias por faixas de alturas. Tipo 5m, 10m e assim vai.
     
  4. fcm

    fcm Visitante

    Baseball foi escolhido pela popularidade.
    Surfe e skate por causa dos jovens.
    Escalada alguém digitou errado, não é possível!
     
    • LOL LOL x 1
  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    É o COI tentando agradar aqueles que curtem esportes mais radicais.
     
  6. Eriadan

    Eriadan Usuário Usuário Premium

    Boas chances de medalha para o Brasil no surfe e talvez no skate, acho eu.
     
  7. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    No caso do surfe estou bastante curioso por causa de um detalhe.. em que praia vai rolar as provas? Será mesmo no Japão?

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    (
    WCT) NENHUM país do continente asiático é sede de etapa, enquanto na Oceania e ilhas isoladas do Pacífico tem várias.

    Daí fica a pergunta mais intrigante: será que as praias asiáticas não boas pra surfar ou o WCT não passa de uma grande "panelinha" já que a Austrália sozinha tem 3 etapas?
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  8. Eriadan

    Eriadan Usuário Usuário Premium

    Eu acho bastante provável eles fazerem (ou já ter lá) uma piscina de ondas para as provas. Perde MUITO, porque uma coisa bonita do surfe é a capacidade de o surfista improvisar de acordo com a forma como a onda quebra, e em piscinas as ondas quebram sempre do mesmo jeito, mesmo tamanho etc. Se for assim, só vai medir o repertório e a execução das manobras. :tsc:
     
  9. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Onda artificial em piscina?
    Sei que da parte dos japas não ficaria surpreso, mas seria bizarramente ridículo se acontecesse numa competição dessa grandeza.
     
  10. Bilbo Bolseiro

    Bilbo Bolseiro Bread and butter

    É o Japão, bizarro faz parte do café da manhã deles. :lol:
    Fiquei surpreso em saber que caratê ainda não fazia parte dos jogos.
     
  11. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Estreia em Tóquio-2020 impulsiona eventos no Brasil, como Mundial no Rio a partir desta quinta


    A um ano e meio de o skate estrear na Olimpíada, em Tóquio, entidades e pessoas ligadas ao esporte aproveitam o
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    O momento contrasta com a situação vivida até 2017, quando uma disputa envolvendo o órgão de representação da modalidade gerou até ameaça de boicote dos atletas brasileiros à Olimpíada.
    Em 2018 foram criados um circuito nacional, até então inexistente, e
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    .

    Já 2019 começa com a realização, no Rio de Janeiro, do Mundial de street, uma das modalidades que estarão na Olimpíada de Tóquio (a outra é o park). A competição vai de 10 a 13 de janeiro na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico.
    Para a Effect Sport, empresa que organiza o evento no Rio, hoje o cenário para investimento em torneios de skate no país é dos mais favoráveis.
    “Um esporte no qual o país tem representantes na elite mundial, entre homens e mulheres, com chances reais de bons resultados e grande interesse de público, sobretudo entre os jovens. É a combinação perfeita”, afirma Marcelo Hargreaves, diretor comercial.

    Em setembro de 2017, Bob Burnquist, maior medalhista dos X Games, foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Skate (CBSk). Um mês depois, o Comitê Olímpico do Brasil filiou a entidade e colocou fim a uma disputa.

    Antes, o COB havia apontado a Confederação Brasileira de Hockey e Patins como representante do skate no processo olímpico, o que significava que ela receberia os repasses feitos pelo comitê olímpico das verbas de loterias, previstos na Lei Agnelo/Piva.
    Vários atletas ligados à CBSk protestaram e ameaçaram um boicote aos Jogos Olímpicos.

    Existia outra disputa na época, entre a Federação Internacional de Skate, à qual a CBSk era filiada, e a Federação Internacional de Roller Sports, reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional.

    Por fim, a junção das entidades na World Skate abriu caminho para o reconhecimento da confederação nacional pelo COB. Em 2018, primeiro ano em que teve direito aos recursos, a CBSk recebeu R$ 719.696,97. Em 2019, serão R$ 801.470,59.

    Há ainda R$ 8 milhões, segundo o COB, que podem ser aplicados em projetos de atletas e equipes de skate, surfe, beisebol/softbol, escalada e caratê, modalidades estreantes em Tóquio-2020 e que por isso recebem um valor padrão na divisão do bolo.
    “Os skatistas viram que eu abracei uma causa e coloquei uma mochila pesada nas costas. Poderia ser que a galera quisesse distância da confederação, mas senti que todo mundo veio junto”, afirmou à Folha Bob Burnquist. Sandro Dias, conhecido como Mineirinho, é diretor da entidade.

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    Bob Burnquist, hoje presidente da CBSk, durante etapa do STU - Carl de Souza - 14.nov.18/AFP

    Segundo Burnquist, a partir do momento em que houve o reconhecimento da CBSk, outros desafios se impuseram: “A gente teve o bom problema: agora que estamos aqui, o que vamos fazer?”.

    Entre as ações implementadas está a
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    grupo de 20 atletas que recebem ajuda de custo para viagens e plano de saúde.
    Outra novidade foi a estreia do circuito nacional, o Skate Total Urbe (STU), uma parceria da confederação com a empresa Rio de Negócios, que tem o patrocínio da empresa de telefonia Oi. Para este ano estão previstas oito etapas nacionais e uma mundial.

    É por meio do STU que os atletas se classificam para a seleção brasileira. Segundo Diogo Castelão, sócio da Rio de Negócios, a decisão de investir na modalidade veio antes mesmo de ela virar olímpica, já que o país possui muitos talentos, mas não contava com uma liga organizada.
    Além das questões burocráticas, também foi preciso superar a resistência que havia no meio do skate à participação nos Jogos pelo temor de que ocorra uma mudança na cultura da modalidade.

    O esporte precisou ainda se adequar ao código antidoping da Wada (agência internacional),
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    mas não fora delas.

    No início do ano passado, Pedro Barros, campeão mundial de park,
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    durante campeonato em Santa Catarina. Ele não recebeu suspensão preventiva, e o caso ainda não foi a julgamento.

    “Antes era normal eles beberem e fumarem dentro as competições. Com a profissionalização e a questão do antidoping, eles já entenderam que estão em outro lugar. Tanto do ponto de vista do controle quanto da imagem, é exigido um cuidado maior”, afirma Diogo Castelão.

    Para Burnquist, é possível seguir no projeto olímpico sem perder a identidade: "Muitos ficaram ‘ah, o skate acabou’. Muito pelo contrário. Sempre tivemos competições. Tem o lado, sim, careta, mas se você quiser competir na Olimpíada tem que se adequar às regras. Foi um ano de adaptação, de entender que tem que responder a alguém”.

    Mundial no Rio de Janeiro reúne elite brasileira no street


    A etapa final da Street League, reconhecida pelo COI como Mundial da categoria, terá 12 brasileiros na disputa. Entre eles estão destaques internacionais, como Leticia Bufoni, Pâmela Rosa e Kelvin Hoefler.

    Bufoni, 25, é dona de 9 medalhas nos X Games. A atleta,
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    , afirma que o momento vivido pelo esporte, com vários eventos realizados no Brasil, faz com que ela esteja mais presente no país.

    “A participação olímpica deu um grande boom no skate. Antes estava bem apagado, não tinha suporte do governo e da confederação. Agora existem muitos eventos, foi criado um ranking. Essa vai ser a minha terceira competição no Brasil em um ano, antes disso estava sem competir aqui por cinco, seis anos”, afirma.

    Recentemente, ela foi nomeada representante dos atletas na World Skate. Apesar de o formato das competições em Tóquio-2020 ainda estar indefinido, a brasileira é otimista.

    “Tudo é muito novo pra nós, mas estamos próximos das confederações do Brasil e dos EUA. O skate está muito bem representado por pessoas de dentro do esporte, [o torneio olímpico] não vai ser o absurdo que a gente achou que seria antes. Vamos colocar o skate como ele tem que ser”, diz.
    Hoefler, 25, também se anima com o nova realidade do skate. “Quando comecei a andar era você e você mesmo. Corri vários eventos sem respaldo nenhum. Representava o Brasil e ninguém falava nada. Hoje, se você é campeão mundial de skate, muita gente vem falar”, afirma.

    O Mundial começa nesta quinta (10) na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico, com as etapas classificatórias.
    As semifinais serão no sábado, e as finais, no domingo. No fim de semana, o evento será aberto ao público, com ingressos a partir de R$ 80, à venda no site da Eventim. As finais serão transmitidas pelo SporTV a partir das 15h.

    Como funciona a classificação para os Jogos de Tóquio-2020

    Número de competidores:

    20 na categoria street feminina
    20 na categoria street masculino
    20 na categoria park feminina
    20 na categoria park masculino

    Em cada evento há o limite de 3 representantes por país e o mínimo de 1 skatista por continente. O Japão tem vaga garantida em cada um deles.

    Mundiais


    Os três primeiros colocados dos campeonatos mundiais da temporada 2020 já estarão classificados.

    Ranking


    Levará em consideração eventos nacionais, continentais e mundiais disputados de 1º de janeiro de 2019 a 31 de maio de 2020. Serão considerados os três melhores resultados da temporada 2019 (até 15 de setembro) e os seis da temporada 2020 (de 16 de setembro até 31 de maio).
     

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