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Autor da Semana Stephen King

Siker

Artista Comercial / Projetista Gráfico
Donald Edwin King, o pai de Stephen King, que nasceu por volta de 1913 no Peru, Indiana, foi um marinheiro mercante.
A mãe de King, Nellie Ruth Pillsbury, nasceu em 13 de Março de 1913, em Scarborough, Maine.
Eles se casaram em 23 de Julho de 1939, em Cumberland County, Maine.


Stephen King




Stephen Edwin King nasceu em 21 de Setembro de 1947, em Portland, Maine. Quando tinha dois anos seu pai largou a família com nenhuma desculpa além de "ir comprar cigarros", deixando sua mãe sozinha para criar King e seu irmão mais velho adotivo, David, as vezes sofrendo sérios problemas financeiros. A familia se mudou para De Pere, Wisconsin, Fort Wayne, Indiana e Stratford, Connecticut.
Quando King atingira seus 11 anos, voltaram para Durham, Maine, onde sua mãe Ruth cuidou dos pais dela até morrerem. Depois se tornou voluntária em uma instalação residencial para deficientes mentais. King foi criado metodista.

Ainda criança, testemunhou um de seus amigos ser atropelado e morto por um trem, embora ele não se recorde do evento. Sua família contou para ele que após sair para brincar com o menino, ele retornou sem palavras e parecendo em choque. Só depois a família soube da morte deste amigo.

A inspiração principal de King para escrever horror é relatada em detalhes no seu livro não ficcional de 1981, "Danse Macabre", em um capítulo intitulado "Uma Inoportuna pausa autobiográfica". King faz uma comparação com seu tio conseguindo encontrar água usando um galho bifurcado com a repentina compreensão do que ele faria para viver. Enquanto andava pelo sótão com seu irmão mais velho, por volta de seus 13 anos, King descobriu uma coletânea de contos de H.P. Lovecraft intitulada "The Lurking Fear and Other Stories", que pertencia ao pai dele. A ilustração da capa, um demônio verde e amarelo escondido em uma caverna infernal atrás de uma lápide, foi, segundo ele descreve, o momento em sua vida em que "aquele galho bifurcado interior detecta água". King contou em uma entrevista para Barnes & Noble Studios em 2009, "Eu sabia que encontraria meu lar quando lesse aquele livro".

Vida escolar e início de carreira

Stephen King foi matriculado na Durham Elementary School e se graduou na Lisbon Falls High School, em Lisbon Falls, Maine. Ele mostrou um interesse precoce pelo horror como um ávido leitor dos quadrinhos da "EC's horror comics", incluindo Tales from the Crypt (ele depois homenageou a HQ em seu roteiro para "Creepshow"). Ele começou a escrever por diversão enquanto estava na escola, contribuindo com artigos para Dave's Rag, o jornal que seu irmão publicava, e depois começou a vender histórias para seus amigos que eram baseadas nos filmes que via (porém quando seus professores descobriram ele foi obrigado a retornar os lucros). Sua primeira história a ser publicada de forma independente foi "I Was a Teenage Grave Robber", recebendo mais 3 sequências publicadas e uma edição inédita de uma fanzine, a Comics Review, em 1965. Essa história foi publicada no ano seguinte revisada como "In a Half-World of Terror" em outra fanzine, Stories of Suspense, editado por Marv Wolfman.

A partir de 1966, King estudou Inglês na Universidade do Maine, se graduou em 1970 com um Bacharel de Artes em Inglês. No mesmo ano sua primeira filha, Naomi Rachel, nasceu. Ele escrevia uma coluna para o jornal estudantil, The Maine Campus, intitulado "King's Garbage Truck", tomou parte em um workshop de escrita organizado por Burton Hatlen, e entrou em trabalhos estranhos para pagar seus estudos, inclusive em uma lavanderia industrial. Tais trabalhos inspiraram histórias como "The Mangler" e o romance "Roadwork", este período no campus é claramente perceptível na segunda parte da coletânea "Hearts in Atlantis". Ele vendeu seu primeiro conto profissionalmente, "The Glass Floor", para Startling Mystery Stories em 1967. A Biblioteca Fogler da Universidade do Maine mantem hoje muitos trabalhos do King.

Após deixar a universidade, King obteve um certificado para ensinar no ensino médio, mas sendo incapaz de encontrar uma vaga de professor imediatamente, seu salário inicial veio da venda de contos para revistas masculinas como Cavalier. Muitos desses contos foram publicados na coleção "Night Shift". Em janeiro de 1971, King se casou com Tabitha Spruce, uma colega da Universidade do Maine que ele conheceu na Biblioteca Fogler depois de um workshop do Professor Hatlen. Naquele outono, King foi contratado como professor na Hampden Academy em Hampden, Maine. Ele continuou a contribuir com seus contos para magazines a fim de obter alguma renda, e trabalhou idéias para romances.
Como a introdução de "Carrie" relata, se um de seus filhos pegasse um resfriado, Tabitha brincava: "Vamos Stephen, pense em um monstro". Ele e sua família moravam em um trailer, e foi durante esta época que King desenvolveu um problema com bebida, que permaneceu por mais de uma década.​


Trabalhos dos anos 70 a 80

Em 1973, o romance "Carrie" foi aceito e publicado pela editora Doubleday. Inicialmente, ao escrever um rascunho sobre uma garota adolescente com poderes psíquicos, King achou que não tiraria nada dali e o jogou na lixeira. Sua esposa recolheu os papéis e o incentivou a terminá-lo. King recebeu $2,500 por "Carrie", mas posteriormente com os direitos autorais chegou a receber $400,000, onde metade foi para a editora. Ele e sua família se mudaram para o Sul do Maine por causa da saúde debilitada de sua mãe. Nesta época, ele começou a escrever o livro chamado "Second Coming", depois intitulado "Jerusalem's Lot", e então finalmente alterado para "Salem's Lot" (publicado em 1975). Em uma edição de 1987 da revista The Highway Patrolman, ele declarou: "O conto é como se fosse minha casa. Eu tenho um lugar frio e especial em meu coração para ele!". Logo após o lançamento de Carrie em 1974, sua mãe morreu de câncer uterino. Sua tia Emrine leu o romance para ela antes de morrer. King admite em "On Writing" sobre os problemas graves que teve com a bebida nessa época, afirmando que estava bêbado ao se pronunciar no funeral de sua mãe, e que ele mesmo foi a base para seu personagem Jack Torrance, o pai alcoólico, mesmo que por muitos anos tivesse negado.

Logo após a publicação de "Tommyknockers", a família de King e os amigos fizeram uma intervenção, mostrando evidências de seus vícios tiradas do lixo, incluindo latinhas de cerveja, cigarros, gramas de cocaína, Xanax, Valium, NyQuil, dextromethorphan (remédio para tosse) e maconha. Conforme King relatou em seu livro de memórias, ele então buscou ajuda e largou todas as drogas e o álcool no fim dos anos 80, e permaneceu sóbrio desde então.

Depois da morte de sua mãe, King e sua família se mudaram para Boulder, Colorado, onde King escreveu "The Shining" (publicado em 1977). A familia retornou para o Oeste do Maine em 1975, onde King completou seu quarto romance, "The Stand" (publicado em 1978). Em 1977, a família, incluindo Owen Phillip (seu terceiro e último filho), fizeram uma breve viagem para a Inglaterra, retornando ao Maine no outono que King começou a ensinar escrita criativa na Universidade do Maine.

Em 1985 King realizou seu primeiro trabalho na área dos quadrinhos, escrevendo algumas páginas para "Heroes for Hope Starring the X-Men". A HQ, cujo lucro foi doado para ajudar contra a fome na África, foi escrita por um número de diferentes autores no ramo dos quadrinhos, como Chris Claremont, Stan Lee, e Alan Moore, assim como autores não associados exclusivamente com essa indústria, como Harlan Ellison. No ano seguinte, King escreveu uma introdução para Batman #400, uma edição de aniversário onde ele demonstrou sua preferência por aquele personagem do que por Superman.

Adaptações

Em Outubro de 2005, King assinou um contrato com a Marvel Comics para publicar uma minissérie de 7 capítulos, um spin-off da série "A Torre Negra" chamada "The Gunslinger Born". A série, que foca em um Roland Deschain mais novo, tem o enredo de Robin Furth, com diálogos de Peter David, e ilustrado pelo ganhador do prêmio Eisner Jae Lee. O primeiro fascículo foi publicado em 7 de Fevereiro de 2007, e King, David, Lee e o editor chefe da Marvel Joe Quesada apareceram a meia noite cantando na Times Square, em uma loja de HQ de New York para promover o quadrinho. A obra teve venda acima de 200.000 cópias até Março de 2007. O sucesso de "The Gunslinger Born" sucedeu o andamento de uma série de minisséries publicadas pela Marvel, com Furth e David colaborando, apresentando tanto material adaptado da coleção "A Torre Negra" quanto novo material aprovado por King; também levou a uma série de adaptações do King no mesmo formato, para "The Stand" e "The Talisman".

Embora The Hollywood Reporter tenha anunciado em Fevereiro de 2007 que haviam planos para que o cocriador de Lost J.J. Abrams adaptasse a série épica "A Torre Negra", Abrams declarou em uma entrevista para a MTV em Novembro de 2009 que ele não adaptaria a série.
Akiva Goldsman, Ron Howard e Brian Grazer irão produzir um filme baseado na série "A Torre Negra", com Howard designado como diretor.


Aparições e adaptações em outras mídias

A primeira aparição de King em filme foi em um do George A. Romero, "Knightriders", como um membro da audiência palhaça. Seu primeiro papel de destaque foi em "Creepshow", fazendo o Jordy Verril, um caipira do interior das florestas que após entrar em contato com um meteorito, na esperança de vendê-lo, se vê com musgo crescendo em seu corpo. Ele desde então participou de diversas adaptações dos seus trabalhos em participações especiais. Ele apareceu em "Pet Sematary" como um ministro em um funeral, em "Thinner" como um farmacista, em "Rose Red" como um entregador de pizzas, como um reporter em "Storm of the Century", em "The Stand" como Teddy Wieszack, na minissérie "The Shining" como um membro da banda, em "The Langoliers" como Tom Holby e em "Sleepwalkers" como o zelador do cemitério. Ele também apareceu no "The Golden Years", no "Chappelle's Show" e, junto com a colega autora Amy Tan, nos Simpsons como ele mesmo. Além de atuar, King tentou ver como se sairia dirigindo "Maximum Overdrive", no qual ele também fez uma participação especial como um homem usando uma ATM que que não funciona.

King produziu e atuou em uma minisserie, Kingdom Hospital, que é baseada na minissérie dinamarquesa Riget de Lars Von Trier. Ele também coescreveu o episódio Chinga da 5ª temporada de "The X-Files" com o criador da série Chris Carter.

King apareceu como um competidor no "Celebrity Jeopardy!" em 1995, jogando pelo benefício da Bangor Public Library.
King fez a voz de Abraham Lincoln na versão em audiobook do "Assassination Vacation".

King declarou que suas adaptações favoritas para o cinema são "The Shawshank Redemption" e "The Mist".
Depois de uma exibição privada do filme "Stand By Me" (uma adaptação de sua novela "The Body"), King disse ao diretor Rob Reiner que aquela era a melhor adaptação de suas obras para o cinema até o momento. Ele disse que era até melhor que a sua novela original. King também ficou feliz com o trabalho que Frank Darabont fez em "The Green Mile".

Em 2010, King teve uma participação especial como um faxineiro chamado Bachman (uma referência ao seu pseudônimo Richard Bachman) na série da FX "Sons of Anarchy".
A série de ficção "Haven" é baseada na novela do King, "The Colorado Kid".

A Bluewater Comics, conhecida pela série de biografias de mulheres célebres (a coleção "Female Force"), lançou em junho de 2011 a coleção Orbit, que contará a vida de Stephen King.
"Orbit: Stephen King" é uma HQ escrita por Michael Lent e Brian McCarthy, em parceria com o próprio King, numa espécie de 'behind the scenes', mostrando a trajetória do escritor que se tornou famoso por seus best-sellers de terror, passando pelo seu amor pelo Boston Red Sox, os problemas com álcool e drogas, suas incursões no cinema e o acidente que quase lhe custou a vida, em 1999.


Richard Bachman

Por volta do final dos anos 70 e início dos 80, King publicou alguns romances curtos: "Rage" (1977), "The Long Walk" (1979), "Roadwork" (1981), "The Running Man" (1982) e "Thinner" (1984), sob o pseudônimo Richard Bachman. A idéia por trás disso era provar que ele conseguiria alcançar seu sucesso novamente e acabar com seus temores de que sua popularidade teria sido um acidente.
Uma explicação alternativa era que as normas de publicação na época só permitiam um livro por ano. Ele escolheu o nome de uma banda hard rock chamada "Bachman-Turner Overdrive", da qual ele era fan.

Richard Bachman foi exposto como o pseudônimo de King por um balconista persistente de uma livraria em Washington D.C., Steve Brown, que notou similaridades entre os trabalhos e depois localizou os registros do editor na Biblioteca do Congresso que nomeavam King como o autor de um dos romances de Bachman. Por causa disso foi anunciado pela imprensa a "morte" de Bachman por "câncer do pseudônimo", uma doença muito rara segundo King. Ele dedicou seu livro "The Dark Half" de 1989, sobre um pseudônimo se tornando um escritor, para "o falecido Richard Bachman", e em 1996, quando o romance "Desperation" foi publicado, o romance gêmeo "The Regulators" levava a assinatura de Bachman.
Em 2006, durante uma conferência de imprensa em Londres, King declarou que ele tinha descoberto outro romance de Bachman, intitulado "Blaze". Foi publicado em 12 de Junho de 2007. Na verdade, o manuscrito original estava em posse da Universidade do Maine, em Orono, por muitos anos, e tinha sido descoberto por diversos 'especialistas em Stephen King'. Ele reescreveu completamente o original de 1973 para esta publicação.
King ainda usou outros pseudônimos, como John Swithen para o "The Fifth Quarter".


Acidente de carro e pensamentos sobre aposentadoria

No Verão de 1999, King havia terminado a primeira parte de "On Writing", mas tinha abandonado o livro por aproximadamente 18 meses, com dúvidas sobre como, ou se, continuaria.
King diz que esse foi o primeiro livro que ele abandonou desde "The Stand" há décadas atrás. Ele tinha acabado de decidir continuar com o livro e em 18 de Junho escreveu 4 páginas da segunda parte.

Em 19 de Junho, por volta de 16:30h, King estava andando no acostamento da Rota 5, em Lovell, Maine. O motorista Bryan Smith, distraido por um rottweiler andando solto na parte de trás de sua minivan, atropelou King, que foi jogado para 4 metros longe da calçada da Rota 5. De acordo com o xerife substituto de Oxford County Matt Baker, King foi atingido por trás e algumas testemunhas disseram que o motorista não estava acelerando, nem imprudente ou bebendo.
King estava consciente o suficiente para dar ao xerife os números para contactar a família, mas com uma dor considerável. O autor foi primeiramente transportado para o Northern Cumberland Hospital em Bridgton e então voou de helicóptero para o Central Maine Medical Center, em Lewiston. Seus ferimentos, um colapso pulmonar direito, múltiplas fraturas na perna direita, laceração do couro cabeludo e um quadril quebrado, mantiveram ele no CMMC até 9 de Julho. Seus ossos da perna estavam tão danificados que os médicos chegaram a considerar amputação, mas estabilizaram os ossos com um fixador externo. Depois de 5 operações em 10 dias e sessões de fisioterapia, King retomou seu trabalho em Julho, embora com seu quadril quebrado ele só podia ficar sentado por 40 minutos antes da dor piorar.

O advogado de King e outros dois compraram a van do Smith por $1,500, para prevenir que aparecesse no eBay. A van foi depois destruida em um ferro velho, para decepção do King, que sonhava em quebrá-la com um bastão de baseball quando sua perna estivesse curada.
Simth, um trabalhador de construção incapacitado, morreu de uma overdose de medicamentos para dor, em 21 de Setembro (aniversário do King) de 2000, aos 43 anos.

Algum tempo antes, nesse mesmo ano, King tinha terminado a maior parte de "From a Buick 8", um romance no qual um personagem morre após ser atropelado por um carro. King afirma que não alterou nada da história para se parecer com seu acidente.
Seu romance de 1987 "Misery" também relata um escritor que sofre graves ferimentos em um acidente automobilistico, e destroços de automóveis ficam em destaque em "The Dead Zone" e "Thinner". Em "Christine", um Plymouth Fury de 1958 atropela seus inimigos. "Insomnia" de 1994 tem um personagem principal morto atropelado por um carro. Após seu acidente, King escreveu "Dreamcatcher", aonde um personagem principal sofre ferimentos semelhantes aos dele após ser atingido por um carro.

King incorporou seu acidente no final da série "A Torre Negra", aonde o personagem Jake Chambers impede uma versão ficcional de King de ser fatalmente atingido por uma van.
Dois anos depois, King sofreu de um caso grave de pneumonia como resultado direto da punção pulmonar realizada na época do acidente. A porção menor de um dos pulmões infeccionou e ficou podre. Durante este tempo, Tabitha King sentiu vontade de redesenhar o estúdio do Stephen.
King visitou o espaço enquanto seus livros e pertences estavam empacotados. O que ele viu foi a imagem de como o estúdio ficaria se ele morresse, o que proporcionou a idéia para seu romance "Lisey's Story".

Em 2002, King anunciou que pararia de escrever, aparentemente ele já tinha feito tudo o que queria e tinha outras coisas para fazer da vida além de escrever, mesmo que esta continue sendo uma parte muito importante da sua vida.
Ele já voltou a escrever, mas declarou em seu site que: "Estou escrevendo mas em uma velocidade muito mais baixa que anteriormente, e eu acho que se eu criar uma idéia muito, muito boa, eu estaria perfeitamente disposto a publicar, porque ainda sinto esta parte como o ato final do processo criativo, publicar para que pessoas possam ler e que seja possível ter um feedback, e elas poderão comentar a respeito umas com as outras e comigo, o escritor, mas o meu poder criativo tem diminuido bastante durante estes anos e é assim que deveria ser".


Trabalhos de 2000 em diante...

Em 2000, King publicou uma série de romance, "The Plant", online, ignorando a publicação impressa. A princípio o público presumiu que King tinha abandonado o projeto já que as vendas não tiveram sucesso, mas ele depois declarou que havia simplesmente ficado sem histórias. Também em 2000, ele escreveu uma novela digital, "Riding the Bullet", e disse que ele vê os ebooks se tornando 50% do mercado "provavelmente até 2013 e talvez 2012". Mas ele também alerta: "Este é o problema, as pessoas se cansam rápido dos novos brinquedos".

King, que sempre apoiou pequenas editoras, permitiu a publicação de dois romances antigos em edição limitada. "The Green Mile" e "The Colorado Kid" receberam um tratamento especial de duas editoras pequenas. Ambos os livros foram produzidos e assinados tanto pelo King quanto pelos ilustradores que contribuíram com a obra. Metade das obras publicadas de King foram republicadas em edições limitadas.

Em Agosto de 2003, King começou a escrever uma coluna sobre cultura pop que aparece na Entertainment Weekly, normalmente a cada 3 semanas. A coluna é chamada "The Pop of King", um trocadilho com o apelido "The King of Pop" dado ao Michael Jackson.

Em 2006, King publicou um romance apocaliptico, "Cell". O livro apresenta uma força repentina na qual todo usuário de celular se torna um assassino psicopata. King deixou uma nota na introdução do livro dizendo que ele não usa celular.

Em 2008, King publicou um romance, "Duma Key", e uma coletânea, "Just After Sunset". Este último apresentando 13 contos, incluindo uma novela, "N.", que depois foi lançada como uma série animada que poderia ser vista gratuitamente, ou baixada em uma resolução maior por uma pequena taxa; então foi adotada por uma limitada série de quadrinhos.

Em 2009, King publicou "Ur", uma novela escrita exclusivamente para o lançamento da segunda geração do Kindle e disponível somente na Amazon.com, e "Throttle", uma novela que depois foi publicada no formato de audiobook chamada "Road Rage", que incluia o conto "Duel" de Richard Matheson. Em 10 de Novembro de 2011, o romance "Under the Dome" foi publicado. É uma reformulação de um romance não terminado que ele tentou terminar por duas vezes no final dos anos 70 início dos 80, e com 1.074 páginas, é o mais longo romance que ele já escreveu desde "It", em 1986. Ele estreou em primeiro na lista dos mais vendidos do New York Times.

Em 16 de Fevereiro de 2010, King anunciou no seu site que seu próximo livro seria uma coleção de 4 novelas não publicadas. O livro se chama "Full Dark, No Stars". Em Abril de 2011, King publicou "Blockade Billy", uma novela original emitida primeiramente pela editora independente Cemetery Dance Publications e depois publicada no mercado de massa por Simon & Schuster. Esta novela de suspense relacionada com baseball não foi planejada para ser reproduzida em "Full Dark, No Stars". No mês seguinte, a DC Comics estreou "American Vampire", uma série em quadrinhos mensal escrita por King com o contista Scott Snyder, e ilustrada por Rafael Albuquerque, que representou o primeiro trabalho em quadrinhos de King.

O próximo romance de King, "11/22/63", foi publicado em 8 de Novembro de 2011, e o oitavo volume de "A Torre Negra", "The Wind Through the Keyhole" será publicado em 2012.
"Dr. Sleep", a sequência de "The Shining", ainda não tem data certa.


Colaborações

King escreveu dois romances com o aclamado romacista de horror Peter Straub, "The Talisman" e uma sequência, "Black House". King sugeriu que ele e Straub iriam, provavelmente, escrever a terceira e última parte da série de livros, o conto de Jack Sawyer, mas não estipulou nenhum tempo para ser concluído.

Em 1996 King colaborou com Michael Jackson para criar Ghosts, um musical de 40 minutos aonde o cantor retrata um morador recém mudado para uma mansão da cidade que confronta moradores hostis que não aprovam sua presença estranha na vizinhança.

Ghosts

"Throttle", uma novela escrita em colaboração com seu filho Joe Hill, aparece na antologia "He Is Legend: Celebrating Richard Matheson", (Gauntlet Press, 2009).
"The Diary of Ellen Rimbauer: My Life at Rose Red", foi uma brochura relacionada com a minissérie 'Rose Red", escrita por King. O livro foi publicado sob autoria anônima, e escrito por Ridley Pearson. Este spin-off é uma rara ocasião onde outro autor teve permissão para escrever um trabalho comercial usando personagens e elementos de uma história criada por King.

King escreveu uma peça musical com John Mellencamp intitulada "Ghost Brothers of Darkland County".

King tocou guitarra para a banda de rock "Rock-Bottom Remainders", vários membros são escritores. Outros membros incluem Dave Barry, Ridley Pearson, Scott Turow, Amy Tan, James McBride, Mitch Albom, Roy Blount Jr., Matt Groening, Kathi Kamen Goldmark, Sam Barry, e Greg Iles. Nenhum deles afirma ter algum talento musical.

King é fan da banda de rock AC/DC, que fez a trilha sonora para seu filme de 1986, "Maximum Overdrive". Ele também era fan de "The Ramones", que escreveu o título da música para "Pet Sematary" e apareceu no clip da música. King se referiu a banda várias vezes em vários romances e contos e "The Ramones" referenciou King na música "It's Not My Place (In the 9 to 5 World)", que está no álbum "Pleasant Dreams", de 1981. Além disso, ele escreveu as notas para seu álbum de tributo "We're a Happy Family". Em 1988, a banda "Blue Öyster Cult" gravou uma versão atualizada de sua música "Astronomy", de 1974. O single lançado no rádio apresentou uma introdução narrada por King.
Em 2010, King colaborou com o músico Shooter Jennings e sua banda Hierophant, proporcionando a narração para seu álbum mais recente, "Black Ribbons".

Stephen King cantando


Vida Pessoal

King e sua esposa, Tabitha, possuem e ocupam 3 casas diferentes, uma em Bangor, uma em Lovell, Maine, e eles regularmente passam o inverno em sua mansão com vista para o mar localizada fora do Golfo do México, em Sarasota, Florida. Eles tem 3 filhos, Naomi, Joe e Owen.

Tabitha King publicou 9 de seus romances. Ambos os filhos de King são autores publicados: Owen King publicou sua primeira coleção de histórias, "We're All in This Together: A Novella and Stories", em 2005. Joseph Hillstrom King, que escreveu sob o nome profissional de Joe Hill, publicou uma coletânea de contos, "20th Century Ghosts", em 2005. Seu romance de estréia, "Heart-Shaped Box", foi publicado em 2007 e será adaptado para um filme pelo diretor Neil Jordan. A filha de King, Naomi, é uma ministra da Unitarian Universalist Church em Plantation, Florida, e mantem um relacionamento com o professor Rev. Dr. Thandeka.
King e sua esposa Tabitha são donos da Zone Radio Corp, uma estação de rádio composta por WZON 103.1 FM e 620 AM.

King é um fan de baseball, o Boston Red Sox em particular; ele frequentemente assiste os jogos da equipe em casa e fora, e ocasionalmente menciona a equipe em seus romances e histórias. Ele ajudou a treinar a equipe de seu filho, Bangor West pelo Maine Little League Championship em 1989. Ele reconta esta experiência na dissertação "Head Down" para o The New Yorker, que também aparece na coleção Nightmares & Dreamscapes.
Em 1999, King escreveu "The Girl who Loved Tom Gordon", que teve como protagonista um antigo jogador do Red Sox, Tom Gordon.

Em 2004, King escreveu um livro intitulado "Faithful: Two Diehard Boston Red Sox Fans Chronicle the Historic 2004 Season", com o romancista e colega fanático pelo Red Sox Stewart O'Nan, recontando a reação montanha russa que o autor teve com a temporada de 2004 dos Red Sox, uma temporada que culminou com a vitória do Sox no American League Championship Series and World Series. No filme de 2005 "Fever Pitch", sobre um fan obsessivo do Red Sox, King lança o primeiro arremesso da abertura do dia do jogo dos Sox.

Em 1992 as doações de King e sua esposa, Tabitha, permitiram a abertura do Mansfield Stadium, em Bangor.
Desde que se tornou comercialmente bem sucedido, King e sua esposa começaram a doar dinheiro para causas próximas a sua casa, no estado do Maine.
A doação de King no inicio dos anos 90 para a Universidade do Maine salvou o time de natação de ser eliminado do departamento de atletismo da escola. Doações para os programas locais YMCA (Young Men's Christian Association) e YWCA (Young Women's Christian Association) permitiram renovações e melhorias que de outra forma seriam impossíveis. Além disso, King anualmente patrocina um número de bolsas para estudantes do ensino médio e universitários.

King é um dos doadores do Suncoast Communities Blood Bank, uma organização sem fins lucrativos que fornece sangue em vários hospitais e tem serviços especiais com produtos sanguíneos. "Em 1999, pessoas que eu nunca conheci ajudaram a salvar minha vida. Agora sou um doador de sangue e eu doo tão frequentemente quanto eu possa no Suncoast Communities Blood Bank."


Obras

1974 - Carrie (Carrie) [romance] 199 páginas.
1975 – A Hora do Vampiro (Salem’s Lot) [romance] 439 páginas.
1977 – O Iluminado (The Shining) [romance] 447 páginas.
1978 – A Dança da Morte (The Stand) [romance] 823 páginas.
1979 – A Zona Morta (The Dead Zone) [romance] 428 páginas.
1980 – A Incendiária (Firestarter) [romance] 426 páginas.
1981 – Cão Raivoso (Cujo) [romance] 319 páginas.
1983 – Christine (Christine) [romance] 526 páginas.
1983 – O Cemitério (Pet Sematary) [romance] 416 páginas.
1983 – A Hora do Lobisomem (Cycle of the Werewolf) [noveleta] 127 páginas.
1984 – O Talismã (The Talisman) [romance] 646 páginas.
1986 – A Coisa (It) [romance] 1142 páginas.
1987 – Os Olhos do Dragão (The Eyes of the Dragon) [romance] 326 páginas.
1987 – Angústia (Misery) [romance] 320 páginas.
1987 – Os Estranhos (The Tommyknockers) [romance] 558 páginas.
1989 – A Metade Negra (The Dark Half) [romance] 431 páginas.
1991 – Trocas Macabras (Needful Things) [romance] 690 páginas.
1992 – Jogo Perigoso (Gerald’s Game) [romance] 352 páginas.
1992 – Eclipse Total (Dolores Claiborne) [romance] 305 páginas.
1994 – Insônia (Insomnia) [romance] 832 páginas.
1995 – Rose Madder - [romance] 432 páginas.
1996 – À Espera de Um Milagre (The Green Mile) [romance] 400 páginas.
1996 – Desespero (Desperation) [romance] 704 páginas.
1998 – Saco de Ossos (Bag of bones) [romance] 529 páginas.
1999 – The Girl Who Loved Tom Gordon (não publicado no Brasil) [romance] 224 páginas.
2000 – Riding the Bullet (não publicado no Brasil) [noveleta] 66 páginas.
2001 – O Apanhador de Sonhos (Dreamcatcher) [romance] 620 páginas.
2001 – A Casa Negra (Black House, escrito com Peter Straub) [romance] 625 páginas.
2002 – Buick 8 (From a Buick 8) [romance] 368 páginas.
2005 – The Colorado Kid (não publicado no Brasil) [romance] 184 páginas.
2006 – Celular (Cell) [romance] 355 páginas.
2006 – LOVE: A História de Lisey (Lisey’s Story) [romance] 528 páginas.
2008 – Duma Key (Duma Key) [romance] 611 páginas.
2009 – Under the Dome (não publicado no Brasil) [romance] 1074 páginas.
2010 – Blockade Billy (não publicado no Brasil) [novela] 112 páginas.
2011 – 11/22/63 (não publicado no Brasil) [romance] 849 páginas.

Não ficção

1981 – Dança Macabra (Danse Macabre) - 400 páginas.
1988 – Nightmares in the Sky: Gargoyles and Grotesques (não publicado no Brasil) 128 páginas.
2000 – On Writing (não publicado no Brasil) 288 páginas.
2000 – Secret Windows (não publicado no Brasil) 433 páginas.
2005 – Faithful: Two Diehard Boston Red Sox Fans Chronicle the Historic 2004 Season (não publicado no Brasil) 432 páginas.

Livros de Contos

1978 – Sombras da Noite (Night Shift) - 336 páginas.
1982 – Quatro Estações (Different Seasons) - 527 páginas.
1985 – Tripulação de Esqueletos (Skeleton crew) - 512 páginas.
1990 – Depois da Meia-noite (Four Past Midnight) - 763 páginas.
1993 – Pesadelos e Paisagens Noturnas I e II (Nightmares & Dreamscapes) - 816 páginas.
1997 – Six Stories (não publicado no Brasil - 5 contos publicados em "Tudo é Eventual") 199 páginas.
1999 – Hearts in Atlantis (não publicado no Brasil) 528 páginas.
2002 – Tudo é Eventual (Everything is eventual: 14 Dark Tales) - 464 páginas.
2008 – Ao Cair da Noite (Just After Sunset) - 367 páginas.
2010 – Full Dark, No Stars (não publicado no Brasil) 368 páginas.

A Torre Negra (The Dark Tower)

1982 – A Torre Negra Vol. I – O Pistoleiro (The Gunsliger) - 224 páginas.
1987 – A Torre Negra Vol. II – A Escolha dos Três (The Drawing of the Three) - 400 páginas.
1991 – A Torre Negra Vol. III – As Terras Devastadas (The Waste Lands) - 512 páginas.
1997 – A Torre Negra Vol. IV – Mago e Vidro (Wizard and Glass) - 787 páginas.
2003 – A Torre Negra Vol. V – Lobos de Calla (Wolves of the Calla) - 714 páginas.
2004 – A Torre Negra Vol. VI – Canção de Susannah (Song of Susannah) - 432 páginas.
2004 – A Torre Negra Vol. VII – A Torre Negra (The Dark Tower) - 845 páginas.

Sob o pseudônimo de Richard Bachman

1977 – Rage (Fúria - publicado em "Os Livros de Bachman") 211 páginas.
1979 – The Long Walk (A Longa Marcha - publicado em "Os Livros de Bachman") 384 páginas.
1981 – A Auto-Estrada (Roadwork) - 274 páginas.
1982 – O Concorrente (The Running Man) - 219 páginas.
1984 – A Maldição do Cigano (Thinner) - 309 páginas.
1985 – Os Livros de Bachman (The Bachman Books) - 692 páginas.
1996 – Os Justiceiros (The Regulators) - 480 páginas.
2007 – Blaze (não publicado no Brasil) 304 páginas.

obs: número de páginas dos originais, para informações das edições em português acessar os links.

Roteiros

Filmes

1982 - Creepshow - Show de Horrores (Creepshow)
1985 - Olhos de Gato (Cat's Eye)
1985 - A Hora do Lobisomem (Silver Bullet)
1986 - Comboio do Terror (Maximum Overdrive)
1989 - Cemitério Maldito (Pet Sematary)
1992 - Sonâmbulos (Sleepwalkers)

Seriados

1988 - Sorry, Right Number (Tales from the Dark Side)
1991 - Jovem Outra Vez (Golden Years)
1994 - The Stand
1997 - O Iluminado (The Shining)
1998 - Chinga (episódio de The X-Files)
1999 - A Tempestade do Século (Storm of the Century)
2002 - Rose Red - A Casa Adormecida (Rose Red)
2004 - Kingdom Hospital
2006 - Desperation

Mais informações sobre Stephen King e suas obras podem ser encontradas em:
(inglês)
Stephen King Collector
Stephen King Wiki
Stephen King: Uncollected, Unpublished (Revised & Updated!)
(português)
StephenKing.com.br
Stephen King Brasil
Baú do Stephen King
Kingopédia
Google Books

ps: todos os links do tópico trazem algumas informações adicionais, não deixem de acessá-los.

Na Valinor:
Série A Torre Negra
Filme A Torre Negra
Stephen King e O Senhor dos Anéis
O Iluminado
Sobre o autor
Sobre sua aposentadoria
Neil Gaiman entrevista Stephen King

E o tópico complemento deste:
Stephen King: uma breve análise literária e cultural

Bibliografia:
http://www.monstersandcritics.com/people/Stephen-King/biography
http://en.wikipedia.org/wiki/Stephen_King
http://ghq.com.br/biografia-em-quadrinhos-de-stephen-king
 

Anexos

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Anna Cwen

Ourificada
Confissão: tenho preconceito contra esse cara. A produção dele às vezes tem um volume muito grande, tipo 3 livros em um mesmo ano, e eu acho difícil acreditar que um escritor consiga escrever livros bons em tão pouco tempo. Mas é preconceito mesmo, porque nunca me dei ao trabalho de ler nada dele.

BTW, tenho pena de quem começou a ler a série A Torre Negra no lançamento. 22 anos de espera para ler o final!!! E o pessoal ainda reclamando do George R R Martin...

EDIT: Se por acaso eu me animasse a ler alguma coisa dele, qual vocês me indicariam? Lembrando que horror/terror não é meu estilo.
 
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Captain Beyond

Usuário
Confissão: tenho preconceito contra esse cara. A produção dele às vezes tem um volume muito grande, tipo 3 livros em um mesmo ano, e eu acho difícil acreditar que um escritor consiga escrever livros bons em tão pouco tempo. Mas é preconceito mesmo, porque nunca me dei ao trabalho de ler nada dele.

BTW, tenho pena de quem começou a ler a série A Torre Negra no lançamento. 22 anos de espera para ler o final!!! E o pessoal ainda reclamando do George R R Martin...

EDIT: Se por acaso eu me animasse a ler alguma coisa dele, qual vocês me indicariam? Lembrando que horror/terror não é meu estilo.

Conheço muita gente que tem esse mesmo preconceito contra o King, acho que ele exagera nos lançamentos, e alguns livros são ruinzinhos mesmo, mas tem livros deles que são excelentes. Eu mesmo tenho uma boa coleção dele aqui em casa:

-Toda coleção da Torre Negra
-The Stand (Dança da Morte)
-O Apanhador de Sonhos
-Salem's Lot
-A Zona Morta
-À Espera de Um Milagre
-O Iluminado

E se for para recomendar: À Espera de Um Milagre ou A Dança da Morte (meu livro favorito dele).
 

Pearl

Usuário
Eu não tenho preconceito com o King. O estilo suspense/terror que nunca me prendeu tanto em leitura.

Também , e acredito que muitos, acompanham mais o trabalho dele via os filmes. É que existe tanto marketing envolvendo as produções de adaptações dos livros dele que até ressalta. (eu sei, isso não é desculpa :disgusti:)

Mas vendo esse tópico estou me animando a ler.

Captain obrigada pelas indicações :)
 

Aster

Usuário
EDIT: Se por acaso eu me animasse a ler alguma coisa dele, qual vocês me indicariam? Lembrando que horror/terror não é meu estilo.

Olá,

Se horror/terror não é seu estilo e vc tá a fim de ler algo do SK, leia "As Quatro Estações"; são quatro contos, onde provavelmente vc vai perder o preconceito contra ele :D. Desses quatro contos, três viraram (bons) filmes, com os nomes de "The Shawshank Redemption" (não lembro o nome em português), "Conta Comigo" e "O Aprendiz". Até hj eu me emociono lendo/assistindo "Conta Comigo"...

EDIT: Nhá, agora que eu vi esse livro na lista de obras no post do Siker, só clicar no link...
 

Ana Lovejoy

Administrador
King é foda :metal:

Ele tá naquele grupo de carinhas que me puxaram para o mundo da literatura. O Cemitério foi o primeiro livro "de gente grande" que li. Acho que ele tem sérios problemas para concluir ótimas premissas (vide Celular, por exemplo), prolongando demais a narrativa, sabe-se lá pq. mas ele tem sacadas tão boas que po, tem que respeitar. Salem's Lot é tipo leitura obrigatória. Ignorando a merda da tradução que fizeram para o título do livro aqui no Brasil. O Iluminado (um dos meus filmes de horror favoritos) por incrível que pareça li bem recentemente, só ano passado. Mas também adorei.

O que acho engraçado é a quantidade de filme que já fizeram a partir de livros dele. Tem tanta coisa que dá para ficar perdido. Alguns são uma caca bem grande, outros ficam ainda melhores do que o livro (sério, isso é possível), como o caso de It. Porque né, uma coisa é você imaginar o Pennywise. Outra é você ver isso aqui:

 

Aquaspace

"Não me use como objeto!"
Eu definitivamente preciso ler algo dele!
O mais próximo que já cheguei de Stephen King foi ler a adaptação de "A Torre Negra" para quadrinhos!
 
Confissão: tenho preconceito contra esse cara. A produção dele às vezes tem um volume muito grande, tipo 3 livros em um mesmo ano, e eu acho difícil acreditar que um escritor consiga escrever livros bons em tão pouco tempo. Mas é preconceito mesmo, porque nunca me dei ao trabalho de ler nada dele.

BTW, tenho pena de quem começou a ler a série A Torre Negra no lançamento. 22 anos de espera para ler o final!!! E o pessoal ainda reclamando do George R R Martin...

EDIT: Se por acaso eu me animasse a ler alguma coisa dele, qual vocês me indicariam? Lembrando que horror/terror não é meu estilo.

Um bom dele é Angústia, tradução de Misery no Brasil (daquele filme com a Kathy Bates) ... é mais thriller, e fala de outras coisas.
Minha relação com ele é o mesmo que o da Ana Lovejoy. Estou seguro que se relesse os livros dele hoje mal suportaria, mas ainda tenho um resquício de carinho por ele.
E acho esse filme adaptação do It ridículo... A coisa é um dos meus livros preferidos dele.
 

Spartaco

250 anos do nascimento
Está sendo lançado este mês um box com duas obras de Stephen King:


Doutor Sono + O Iluminado

Mais de trinta anos depois de O Iluminado, surge Doutor Sono; neste livro King dá continuidade àquele romance, contando a vida de Danny Torrance, agora um homem de meia-idade, e Abra Stone, uma menina de 12 anos com um grande poder.

Provavelmente irei, como fã do escritor Stephen King, adquirir o referido box.
 

Bruce Torres

Let's be alone together.
E lá vem mais um dele:

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Finders Keepers
Formats: Hardcover, eBook, Audiobook
First Edition Release Date: June, 2015

Synopsis:

“Wake up, genius.” So begins King’s instantly riveting story about a vengeful reader. The genius is John Rothstein, a Salinger-like icon who created a famous character, Jimmy Gold, but who hasn’t published a book for decades. Morris Bellamy is livid, not just because Rothstein has stopped providing books, but because the nonconformist Jimmy Gold has sold out for a career in advertising. Morris kills Rothstein and empties his safe of cash, yes, but the real treasure is a trove of notebooks containing at least one more Gold novel.

Morris hides the money and the notebooks, and then he is locked away for another crime. Decades later, a boy named Pete Sauberg finds the treasure, and now it is Pete and his family that Bill Hodges, Holly Gibney, and Jerome Robinson must rescue from the ever-more deranged and vengeful Morris when he’s released from prison after thirty-five years.

Fonte: http://stephenking.com/library/novel/finders_keepers.html

Que é continuação de outro:

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Mr. Mercedes
Formats: Hard Cover
First Edition Release Date: June, 2014

Synopsis:

In the frigid pre-dawn hours, in a distressed Midwestern city, hundreds of desperate unemployed folks are lined up for a spot at a job fair. Without warning, a lone driver plows through the crowd in a stolen Mercedes, running over the innocent, backing up, and charging again. Eight people are killed; fifteen are wounded. The killer escapes.

Mr. Mercedes is a war between good and evil, from the master of suspense whose insight into the mind of this obsessed, insane killer is chilling and unforgettable.

Fonte: http://stephenking.com/library/novel/mr._mercedes.html

Esse cara não dorme, não? :lol:
 
Última edição:

Spartaco

250 anos do nascimento
Vi na Saraiva outro dia o livro O Essencial de Stephen King, de Stephen J. Spignesi (Madras Editora). Fiquei, como fã do grande escritor, muito interessado em adquiri-lo.

Indago: algum de vocês já leu ou tem conhecimento desse livro? Vale a pena comprar?

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Spartaco

250 anos do nascimento
Uma ótima notícia para os fãs de Stephen King, como eu:

A Suma de Letras, editora que detem os direitos no Brasil da obra de Stephen King, revelou ontem a capa de Cujo, um dos maiores livros do autor. Além das primeiras imagens da capa, a editora aproveitou para revelar a Biblioteca Stephen King, coleção que vai reunir obras inéditas no Brasil ou que foram lançadas a muito tempo. Além de Cujo, também A Incendiária está entre os próximos lançamentos.

 

Molly Bloom

Usuário
Não havia lido nada do Stephen King até há um tempinho começar A Torre Negra. Por um certo preconceito, os livros estavam parados na minha estante há três anos, desde que ganhei de presente. Para minha surpresa, a história é muito envolvente e agora estou com raiva da faculdade porque tive que parar devido aos trabalhos. No caso, li apenas o dois primeiros e estou muito curiosa para continuar. Dia 13 de janeiro é para ser lançado do filme sobre a série (preciso ler até lá:chibata:).
 

Mireille

One ring to rule them all
Não havia lido nada do Stephen King até há um tempinho começar A Torre Negra. Por um certo preconceito, os livros estavam parados na minha estante há três anos, desde que ganhei de presente. Para minha surpresa, a história é muito envolvente e agora estou com raiva da faculdade porque tive que parar devido aos trabalhos. No caso, li apenas o dois primeiros e estou muito curiosa para continuar. Dia 13 de janeiro é para ser lançado do filme sobre a série (preciso ler até lá:chibata:).
@Molly Bloom , eu e o @-Jorge- também começamos a ler recentemente, lemos até o 3 por enquanto e estamos trocando ideias sobre os livros! O objetivo é conseguir ler todos antes da estreia do filme XD sinta-se convidada a participar nos respectivos tópicos também!
Livro 1 - O Pistoleiro
Livro 2 - A Escolha dos Três
Livro 3 - As Terras Devastadas
 

Spartaco

250 anos do nascimento
Foi lançado este mês O Bazar dos Sonhos Ruins, livro de contos mais recente de Stephen King. Trata-se de uma coletânea que reúne contos publicados entre 2009 e 2015 e alguns ainda inéditos; além disso o livro traz breves introduções do autor explicando como cada história surgiu.

Comprei e comecei a ler o primeiro conto, Milha 81, e, como sempre quando leio Stephen King, é difícil largar enquanto não termina a história.
 

Spartaco

250 anos do nascimento
Neste mês vai ser lançado o segundo livro da Biblioteca Stephen King. Trata-se d'A hora do Lobisomem, que foi lançado originalmente em 1982 e que já se encontrava fora de catálogo.
 

Valinor 2020

Total arrecadado
R$1.920,00
Meta
R$4.800,00
Termina em:
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