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Starry night

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Whitnes, 28 Mar 2010.

  1. Whitnes

    Whitnes Usuário

    ps: imagem meramente ilustrativa que por coincidencia acabei achando no computador :3
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    A grama era vermelha naquele local, não se ouvia som algum, o mundo parecia calar-se diante da beleza radiante e suavemente amarelada daquele luar. Eu estava sozinho, não sabia onde estava ou como havia chegado ali. As arvores tinham folhas azuis, e umas poucas tinham algumas flores brancas também. Como se gotas de tinta tivessem caído sobre a pintura majestosa daquela noite. De repente, tudo desapareceu de minha mente, minha casa, minha família, meus amigos. Minha vida toda havia se focado somente naquele lugar até então desconhecido para mim. Subitamente as estrelas, que antes acompanhavam a lua encantadas com sua beleza e graça, começam a descer em direção ao chão. Espantei-me, claramente, mas logo me senti estranhamente protegido e tranquilo. uma das estrelas veio em minha direção, era pouco mais alta que eu, pude vê-la, uma dama alta e pálida usando um longo vestido branco. Seus pés estavam descalços. Estendeu-me a mão com um sorriso terno e gentil, meu corpo estava estremecido, mas ainda continuava com a mesma estranha sensação de calma. Pude ouvir sua risada, sua vóz era ainda mais doce que seu rosto adolescente, após hesitar um pouco segurei sua mão. Meu corpo ficou estranhamente leve. Ela me puxava consigo na direção aonde antes se encontrava. Logo, outra apareceu segurando minha mão livre. Paramos, uma delas ainda me segurava enquanto a outra foi em direção a lua, após alguns instantes a perdi de vista. Mas não demorou muito para que ela voltasse. Segurava algo; Um lírio branco, que brilhava quase tanto quanto ela, entregou-me com o mesmo sorriso de antes, peguei a flor e agradeci. As duas começaram a rir e de repente, me soltaram, caia de costas para o chão, a altura era grande, mas ainda assim, não sentia medo, sentia apenas que o chão se aproximava mais e mais, perdi os seus belos rostos de vista, fechei os olhos e esperei tocar o chão, mas a queda se tornou estranhamente mais leve, e ao tocar o chão, era macio, macio não como grama, mas sim como almofadas ou travesseiros. Abri meus olhos, estava em minha cama, meu cobertor estava jogado no chão. Fora apenas um sonho, um estranho e maravilhoso sonho. Mas algo me intrigava; De onde vinha aquele lírio que estava em minha mão?
     

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