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Stan Lee (28/12/1922 - 12/11/2018)

Tópico em 'Quadrinhos' iniciado por dermeister, 12 Nov 2018.

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  1. dermeister

    dermeister Ent cara-de-pau

    Jack Kirby e Steve Ditko acabam de ganhar companhia . :(


    Detalhes nessa matéria do Hollywood Reporter:
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  2. Bel

    Bel Moderador Usuário Premium

    Vim postar a mesma notícia:

    Stan Lee, criador de heróis da Marvel, morre aos 95 anos
    Quadrinista participou da criação de super-heróis icônicos como Homem-Aranha, Thor, Hulk, X-Men, Pantera Negra, Demolidor e Quarteto Fantástico.
    12/11/2018 16h43 Atualizado há um minuto


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    Stan Lee — Foto: Reuters/Mario Anzuoni

    Stan Lee, roteirista e editor da Marvel Comics, morreu aos 95 anos. A filha de Lee confirmou a morte nesta segunda-feira (12).

    Ele passou mal em sua casa em Hollwood, nos EUA, e foi levado ao hospital, onde morreu. Ele sofria de pneumonia e de problemas nos olhos.

    Lee had suffered several illnesses over the last year or so -- he had a bout of pneumonia and vision issues.

    Ele era o criador de alguns dos mais importantes personagens da Marvel. O quadrinista participou da criação de super-heróis icônicos, como Homem-Aranha, Thor, Hulk, X-Men, Pantera Negra, Demolidor.

    Lee foi editor-chefe da Marvel e constantemente fazia aparições nos filmes do estúdio. Ele foi um dos responsáveis pela começo da popularidade da Marvel, em 1961, a partir do lançamento da revista do "Quarteto Fantástico".

    Em 1981, Lee transformou seus heróis em desenhos animados exibidos por emissoras de TV.

    Quando a Marvel Comics e a Marvel Productions foram adquiridas pela New World Entertainment em 1986, os horizontes do quadrinista foram se expandido ainda mais.

    Ele teve a oportunidade de se envolver mais profundamente na criação e desenvolvimento de filmes e seriados.

    "Meu pai amou todos seus fãs. Ele era o melhor homem e o mais decente", comentou a filha do editor, Joan Celia Lee.

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  3. abylos

    abylos Usuário Usuário Premium

    Stan Lee, uma das maiores lendas da indústria de quadrinhos e criador de boa parte dos personagens da Marvel Comics, faleceu nesta segunda-feira, 12 de novembro de 2018, aos 95 anos.

    A informação foi divulgada
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    , que alega ainda que uma ambulância foi chamada às pressas para a casa de Stan Lee, em Hollywood, na manhã desta segunda-feira. Ele foi levado para o Cedars-Sinai Medical Center, onde não aguentou e faleceu.

    O motivo da morte ainda não foi divulgado. Além de seu imenso legado como criador de quase todos os principais heróis da Marvel Comics, Stan Lee deixa também uma filha, J.C.Sua esposa, Joan, morreu em 2017. Ao TMZ, J.C. disse: “Meu pai amou todos os seus fãs. Ele foi grande, um homem decente!”

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    Notícia triste para o mundo dos quadrinhos :-(
    --- Mensagem Dupla Unificada, 12 Nov 2018, Data da Mensagem Original: 12 Nov 2018 ---
    Tava postando e não vi esse...

    Como disse la, noticia triste...
     
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  4. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Quando li alguns meses atrás o Stan declarando que não iria mais estar mais presente em eventos do peso de uma Comic Con, já senti ali um certo ar de despedida definitiva e infelizmente acabou sendo.

    O que foi consolador é que o mundo dos quadrinhos teve um quadrinista de altíssimo nível, com uma vida bem longa e que permitiu uma enorme contribuição.
     
  5. Melian

    Melian Período composto por insubordinação.

    Vi a notícia no FB, encarnei a Nienna e tô chorando oceanos.

    Como fã da Marvel, estou muito triste. Como maior fã do Quarteto Fantástico (minha equipe preferida da minha editora preferida), estou devastada. Estou me sentindo órfã. Excelsior!
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    P.S.: Amanhã, quando meus alunos estiverem "daquele jeito", vou dizer: "Eu mereço um desconto, THE MAN nos deixou!"
     

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  6. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Viveu muito e também fez muito.
     
  7. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

  8. Bilbo Bolseiro

    Bilbo Bolseiro Bread and butter

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  9. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

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  10. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Mauricio de Sousa e Stan Lee em Nova York nos anos 1970 Imagem: Divulgação/Mauricio de Sousa

    Felipe Branco Cruz
    Do UOL, em São Paulo
    13/11/2018 11h05

    Mauricio de Sousa, o mais famoso quadrinista brasileiro, relembrou da visita que fez a Stan Lee, nos anos 1970, em Nova York. O quadrinista americano, criador de personagens como Homem-Aranha e Homem de Ferro,
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    .

    O criador da Turma da Mônica, em declaração enviada ao UOL, disse que visitou pela primeira vez o escritório de Stan Lee carregando vários pôsteres da Mônica e que o americano foi muito gentil.

    "Perdi a conta das horas, do tempo, que dediquei às leituras das criações de Stan Lee. Por que não marcamos o tempo do entretenimento, do aprendizado. São coisas que nos dão prazer. Mas na vida fora dos gibis também tive meus momentos agradáveis com Stan Lee", disse.

    "Foi quando eu o visitei no seu escritório em Nova York carregado de objetos e posters da Turma da Mônica. Ele foi gentil, interessado, e conversamos sem olhar no relógio sobre meu início de carreira e o dele. Durante os anos que se seguiram ele mencionava de forma gentil, em entrevistas, os trabalhos dos nossos estúdios", relembrou.

    Daquele encontro, Mauricio de Sousa guarda uma fotografia em preto e branco feita no escritório de Stan Lee. A mesma foto aparece na autobiografia "Mauricio - A História Que Não Está no Gibi". Nela, o brasileiro relembra de todas as dificuldades que enfrentou para apresentar o seu trabalho no mercado internacional.

    Na segunda, horas após a morte de Stan Lee, o
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    , com a Turma da Mônica representando alguns dos super-heróis mais famosos da Marvel.

    O tributo de Mauricio ainda contou com Cebolinha usando o uniforme do Capitão América (que não foi criado por Lee), Cascão com a icônica roupa do Homem-Aranha e Mônica improvisando o Sansão como o martelo de Thor.

    Os personagens da "Turma da Mônica" já brincaram diversas vezes com os super-heróis da Marvel e da DC. Chico Bento já virou o "Caipirão América", Sansão transformou-se no "Coelho de Ferro" e os amigos ainda viraram os "Vingadoidos" nos gibis.
     
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  11. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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  12. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Roberto Sadovski
    14/11/2018 16h29
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    Hoje começa em São Paulo a exposição Quadrinhos, no MIS – Museu da Imagem e do Som, que traça um panorama incrível e absurdamente completo sobre todos os aspectos das HQs no Brasil e no mundo. Ontem dei uma passada na abertura do evento, e o papo dominante não podia ser outro a não ser a morte de Stan Lee. Fãs, artistas e entusiastas discutiam, entre os corredores enfeitados com arte original de grandes mestres, exemplares raros de gibis fundamentais e uma viagem ilustrada pela cultura pop contemporânea, a importância do ícone da Marvel. Seu legado como porta-voz de uma expressão artística que, se hoje é gigante, é em boa parte por sua contribuição como editor, como garoto-propaganda, como entusiasta e como profissional. E, também, como roteirista. Cheguei em casa lembrando não de personagens, mas de histórias fundamentais criadas (ou co-criadas) por Lee, e como elas vão muito além de uma simples disputa do bem contra o mal. São um espelho que reflete política, religião, filosofia, poder e responsabilidade. O melhor de Stan Lee.

    6. "O Bom, o Mau e o Estranho"
    Silver Surfer #4, 1968

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    De todos os personagens criados por Stan Lee, ele nunca escondeu sua predileção pelo Surfista Prateado (como essa lista vai atestar). É a beleza da ficção científica: estudar a condição humana pelos olhos de um forasteiro. Aqui, o andarilho do cosmos, preso em um mundo que o teme e odeia, termina em Asgard, lar dos deuses nórdicos, atraído pelas artimanhas de Loki. Pacifista, o Surfista se vê obrigado a usar seu poder cósmico contra os asgardianos, e termina, influenciado pelo Deus da Trapaça, em um combate com Thor. O traço de John Buscema, talvez o melhor desenhista de super-heróis de todos os tempos, materializa a mistura de fantasia existencialista e pancadaria de ficção científica redigida por Lee à maestria.

    5. "A Chegada de Galactus"
    Fantastic Four #48-50, 1966

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    Na metade de sua colaboração histórica em Quarteto Fantástico, Lee e Jack Kirby criaram uma das histórias em quadrinhos mais ambiciosas de todos os tempos, que tratava simplesmente do fim do mundo. Em três edições, Lee e Kirby trouxeram para a Terra o devorador de mundos, Galactus, uma ameaça que logo fica claro a impossibilidade de vitória do grupo formado pelo Sr. Fantástico, Mulher-Invisível, Tocha Humana e o Coisa. A trama, bolada por Lee, desenvolvida por Kirby e finalizada, mais uma vez, pelo roteirista, alterna ação desenfreada com construção de personagens impecável, em especial o solitário Surfista Prateado, arauto de Galactus, que reencontra sua humanidade ao encarar o fim da raça humana.

    4. "Homem-Aranha Nunca Mais!"

    Amazing Spider-Man #50, 1967

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    Poder e responsabilidade tem seu preço, e pela primeira vez desde a criação do Aranha, Stan Lee, com arte do incomparável John Romita, faz com que o herói coloque na balança o peso que sua escolha impôs em sua vida. É uma história sem heróis ou heroísmo, mas sobre um sujeito normal que se viu, ainda adolescente, trilhando um caminho extraordinário que lhe trouxe dor e lágrimas. A imagem de Peter Parker abandonando seu traje no lixo é emblemática (foi reproduzida por Sam Raimi no cinema em Homem-Aranha 2), mas o maior triunfo desse conto é mostrar que, por fim, sua escolha já é parte de seu caráter desde que ele decidiu fazer a coisa certa. O uniforme é apenas um símbolo, mas Peter percebe, de maneira clara, que não é este símbolo que faz dele um herói.

    3. "This Man, This Monster"
    Fantastic Four #51, 1966

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    Ben Grimm, o Coisa, é um ótimo resumo dos dilemas das criações de Stan Lee. Seus poderes são coadjuvantes à sua humanidade – e este poder tem um preço. No caso de Grimm, o acidente que transformou ele e sua família no Quarteto Fantástico também fez dele uma criatura monstruosa, um colosso de pele rochosa e aparência desumana. Quando um vilão rouba seu poder, devolvendo sua forma humana, Grimm entende seu sacrifício e faz o certo para salvar aqueles que ele ama. Mesmo sabendo o preço que pagaria. É o tipo de história, longe das aventuras bombásticas associadas aos quadrinhos de super-heróis, que definiu a mudança que a Marvel, representada aqui pelo time Stan Lee e Jack Kirby, operou na cultura pop.

    2. "Parábola"

    Silver Surver #1-2, 1988


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    Essa minissérie serviu para apresentar o ilustrador francês Jean Giraud, que assinava sua obra como Moebius, ao leitor ianque. Em algum lugar do processo, porém, Lee enxergou algo além. Ele viu na parceria com Moebius a chance de criar a história definitiva do Surfista, ambientando a trama em um futuro distópico em que a Terra está tomada pela apatia, chacoalhada com a volta de Galactus, o devorador de mundos. O Surfista, vivendo entre os humanos em anonimato, ergue-se mais uma vez para enfrentar seu antigo mestre, e o resultado é uma história poética sobre a busca incessante da humanidade por um messias, o fanatismo causado pela religião, o papel da moralidade e do livre arbítrio e, por fim, a natureza da divindade. Uma história de beleza incomparável, que trouxe à tona, mais uma vez, o melhor de Stan Lee como observador da condição humana.

    1. "O Capítulo Final"

    Amazing Spider-Man #33, 1966

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    Essa talvez seja a melhor história já publicada pela Marvel, a melhor história de super-heróis de todos os tempos, e com certeza é a melhor história do Homem-Aranha. É também um conto agridoce, o ápice da colaboração de Steve Ditko (que arquitetou a trama em cima da ideia de Stan Lee) e Lee (que finalizou com seus melhores diálogos), publicado quando a relação entre os dois artistas já se encontrava deteriorada. Em busca de um isótopo capaz de curar o envenenamento radioativo no sangue da Tia May, o Homem-Aranha termina soterrado embaixo de toneladas de destroços. O lugar aos poucos é inundado. Exausto, o herói reflete sobre vida e morte e precisa, por fim, encontrar forças para se reerguer. No fim, é uma história sobre a natureza do heroísmo, e resume bem o que Stan Lee buscou quando deu início aos super-heróis humanizados do universo Marvel: ele não escrevia sobre o peso de uma derrota, mas sobre o verdadeiro triunfo ao se reerguer.
     
    • Ótimo Ótimo x 1
  13. Reverendo

    Reverendo Usuário

    Ótimo.
    Agora... John Buscema, talvez o melhor desenhista de super-herói? Com aquelas heroínas, todas com a mesma cara?
    Meu voto iria para o Neal Adams.
     

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