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Pottermore [SPOILER] Pottermore - CONTEÚDO!

Aranel é diva por esses posts :)
#gratidãoeterna

Amei a história da Minerva. Simplesmente amei. Que ela tinha algo de Corvinal, assim como a Hermione, a cloninha dela, era fácil de imaginar, mas o resto foi uma surpresa deliciosa.

O lance do casamento bruxo-trouxa não me pareceu ser proibido. Mas parece ser uma coisa bem complicada. Ou o bruxo vive no mundo trouxa, mentido para todos os amigos do conjuge, ou arrasta o trouxa que vai viver deslocadíssimo entre bruxos. E provavelmente sendo discriminado por boa parte da população de bruxos.

Aranel disse:
Ainda assim era uma funcionária muito eficaz e com muito talento, e ademais se dava muito bem com seu chefe, Elphinstone Urquart, que era muito maior que ela.

Se você está traduzindo do espanhol, esse muito maior que ela deve siginificar muito mais velho que ela.
 
Gente, antes de mais nada agradeço a ajuda nas dúvidas e erros da tradução.

Ultimamente tenho me arriscado a fazer traduções tanto do inglês [coisas do blog do Scott Westerfeld] quando do espanhol [Pottermore principalmente] sem estar habilitada pra isso. Nunca fiz traduções na vida e não acho que sei o suficiente pra me arriscar, por isso to com dicionários por perto o tempo todo e o Google Tradutor aberto direto. Com certeza, mesmo que eu confira mil vezes, vai aparecer coisa errada... Por isso agradeço de coração a ajuda!
Tá sendo uma boa forma de melhorar meu conhecimento dessas línguas!!!
Daqui a pouco edito lá onde havia erros...

Enfim... como eu disse antes, não tenho certeza até que ponto é permitido divulgar as informações do Pottermore.
Nos termos e condições diz algo sobre "tudo bem se não for com fins lucrativos", mas também diz que isso vale mais para guardarmos as informações em disco rígido. Eu fiquei em dúvida sobre a divulgação externa!
CLARO que isso não impede o povo de postar, principalmente os prints das telas que já caíram quase todos na net [por isso eles não vão liberar os outros livros antes de Outubro, creio!].

Assim sendo... eu vou postar mais lentamente até Outubro [abertura oficial].
Não vou deixar de postar, mas vou selecionar os itens "menos comprometedores" para a trama. Sei que compreendem :joinha:
E mesmo depois da abertura oficial, continuarei traduzindo porque não tenho fé que teremos o site em português [o site oficial da JK nunca foi passado para português].

Ah, e pra quem tá muito ansioso pra entrar: CALMA!!! Essa ainda não é a abertura oficial. É uma fase de testes [por isso "beta"], somos todos voluntários para ajudar a melhorar o sistema... e, "calma!" principalmente porque o sistema NÃO está dando conta da quantidade de pessoas que já entraram [umas 32.000 +/-]. E tem gente do mundo todo aguardando e-mail, não só no Brasil!!!

O site dá MUITO bug, erro, etc... Eu mesma estou de mãos atadas no que se refere aos jogos. Não consigo fazer nem poções, nem feitiços e, portanto, nada de ganhar pontos... as notificações também não abrem!


Agora, sem mais enrolação, vou postar o texto que achei sobre a casa Hufflepuff [Lufa-Lufa].

O Salão Comunal de Hufflepuff é acessado pelo mesmo corredor das cozinhas de Hogwarts. Passando diante da despensa [bodegón = taverna, mas eu ACHO que pode ser despensa também] que forma a entrada das cozinhas, se encontra uma grande pilha de barris em um buraco escuro na rocha à direita do corredor. O segundo o barril do fundo, no meio da segunda linha, será aberto se você acertar o ritmo de Helga Hufflepuff *. Como método de segurança para dissuadir o estudantes que não são de Hufflepuff, se baterem no barril incorreto ou se baterem um número incorreto de vezes em um dos outros barris, ele se abre e dá uma ducha de vinagre na pessoa.

Dentro do barril se encontra uma passagem simples e inclinada que sobe por um tempo até chegar a uma sala redonda com tetos baixos e aconchegante, que lembra a toca de um texugo. A habitação é decorada com as cores alegres das abelhas, negro e amarelo. Estes destacam-se mais a partir do uso de madeira polida a cor de mel para as mesas redondas e portas que dão para os quartos dos meninos e meninas, dotado de confortáveis ​​camas cobertas com colchas de retalhos.

A profusão de cores de plantas e flores faz do Salão Comunal de Hufflepuff un lugar agradável: há vários cactus em cima das estantes com formato circular (para adaptar-se ao formato das paredes), muitos deles dançam para os estudantes que passam diante deles, enquanto as panelas de cobre penduradas no teto penduram os folhetos da samambaias e hera que vai acariciar o cabelo de quem passa.

Sobre a lareira, decorada com texugos dançantes, está o retrato de Helga Hufflepuff, uma das 4 fundadoras de Hogwarts, brindando a seus estudantes com uma minúscula taça dourada de duas asas. Através das pequenas janelas redondas situadas ao nível do solo do muro exterior se pode desfrutar uma agradável vista com a ondeante grama e os dentes-de-leão e, ocasionalmente, os pés dos passantes. Ademais estas janelas, a Sala Comunal parece sempre banhada por um sol permanente.

Se podia dizer que a complexidade da entrada do Salão Comunal dá uma vaga ideia da reputação intelectual de cada casa: Hufflepuff tem um portal permanente que se requer "batucar" ritimadamente; Slytherin e Gryffindor tem portais que apresentam uma dificuldade parecida ao que deseja entrar, o primeiro tem uma entrada ligeiramente escondida e quase imperceptível e uma senha que vai mudando, o segundo tem uma guardiã caprichosa e uma senha que muda frequentemente. Mantendo sua reputação de Casa para as mente mais ágeis de Hogwarts, a porta que dá para o Salão Comunal de Ravenclaw apresenta um desafío intelectual ou filosófico cada vez que alguém bate na porta.

Contudo, não se deveria concluir por ele que os Hufflepuffs são sempre tontos, embora às vezes sejam representados assim. Hufflehuff produziu várias mentes brilhantes ao longo dos séculos. Estas finas mentes simplesmente eram destacadas com as qualidades de paciência, uma forte ética de trabalho e constãncia, todas marcas tradicionais da Casa Hufflepuff.

Pensamentos de JK Rowling

Quando comecei a pensar na série, pensava que Harry visitaria os quatro Salões Comunais durante sua estadia em Hogwarts. Logo me dei conta de que nunca houve uma razão válida para que ele pudesse entrar no Salão de Hufflepuff. Contudo, esse Salão é tão real como os outros 3, e sempre soube exatamente para onde se dirigiam esses Hufflepuffs quando desapareciam pelo caminho da cozinha depois de suas aulas.

*chilique mode on*

SÉRIO JK??? SÉRIO MESMO???

Olha, eu nunca tive preconceito com a Hufflepuff, mas to passando a ter... Primeiro a pessoa tem que ficar batucando... depois tem que entrar em um barril, o que me lembra Chaves, que eu sempre detestei. Também não suporto abelhas e mel. E ainda por cima é entulhado de flores e plantas para todos os lados... que eu tenho alergia!!!
Além do que, qualquer pessoa que me conheça pessoalmente sabe que paciência NÃO é uma das minhas virtudes!!!
Essa casa definitivamente não combina em NADA comigo!!!

E por fim... é impressão minha, ou é a Casa mais pobre de todas???

Quero dizer... simplicidade não tem que ser sinônimo de pobreza. Enquanto a Gryffindor tem pesados cobertores e ededrons vermelhos, os alunos da Hufflepuff dorme com COLCHAS DE RETALHO???

Sério... paressem os mendigos de Hogwarts. Desculpem, mas parece!
Não gostei, mesmo!!! SOCORRO!!!! :lol:

*chilique mode off*

Imagem do Salão Comunal no Pottermore [horrível!!!]:

Hufflepuff_common_room.jpg
 
Última edição:
Eu sei que tem muita coisa pra editar, umas correções e talz... mas acho que vocês preferem conteúdo inédito primeiro, né :mrgreen:

Senhor Ollivander [Olivaras]

A família de Ollivander trabalhou na misteriosa arte de fabricar varinhas mágicas durante muito tempo. Se diz que o nome Ollivander quer dizer "aquele que possui a varinha de oliveira", o que sugere que o Ollivander original chegou à Grã Bretanha vindo de um país mediterrâneo, já que as oliveiras não são nativas do Reino Unido. O senhor Ollivander crê que seus primeiros antepassados neste país chegaram com os romanos, e montaram uma tenda (posteriormente uma loja) para vender seus artigos aos magos britânicos, cujas varinhas eram de fabricação muito rudimentar e de desempenho instável.

Se pode dizer que o senhor Ollivander é o melhor fabricante de varinhas do mundo, e muitos estrangeiros viajam a Londres para comprar uma de suas varinhas ao invés de adquiri-las em suas terras de origem. O senhor Ollivander cresceu em um negócio familiar, no qual demonstrou um precoce talento. Tinha a ambição de melhorar o centro e a madeira das varinhas usadas até então e desde sua mais tenra infância tonou-se obcecado, um pouco fanaticamente, com a ideia de encontrar a varinha ideal.

Antes que o senhor Ollivander tomasse para si este negócio, os magos usavam uma grande variedade de tipos de núcleo / cerne em suas varinhas. Muitas vezes, um cliente trazia ao fabricante uma varinha com substância mágica à qual estavam apegados, que haviam herdado ou à qual sua família tinha uma fé cega (como se vê no cerne da varinha de Fleur Delacour). Entretanto, o senhor Ollivander era um purista que insistia que as melhores varinhas não se obtinham usando fio dos bigodes de um Kneazle¹ (nem usando o talo da planta mágica Ditamno² que uma vez salvou seu pai de morrer envenenado por um mago, nem a juba de Kelpie [Cavalo-do-Lago] de uma bruxa que conheceu quando estava de férias na Escócia) no cerne da madeira favorita do cliente. As melhores varinhas, pensava ele, tinham núcleos com substâncias mágicas imensamente poderosas, que se colocavam cuidadosamente em madeiras especialmente selecionadas e que se complementam. O resultado deveria, então, completar-se encontrando-se um dono com a qual a varinha tivesse muita afinidade. Ainda que, a princípio esse método revolucionário de fabricar varinhas tenha encontrado bastante resistência, logo ficou óbvio que as varinhas Ollivander eram infinitamente superiores a qualquer outra que haviam sido fabricadas anteriormente. Seus métodos de encontrar madeira e substâncias para o núcleo, combinando-as e encontrando-lhes um dono ideal são secretos, zelosamente guardados e muito cobiçados por seus rivais.

¹ Amasso: um tipo de gato mágico inteligente - Bichento, gato de Hermione é meio-Amasso. Mais informações no livro Animais Fantásticos & Onde Habitam

² Ditamno: Dittany no original em inglês. Está "gitanera" na versão em espanhol. Procurei no Google e descobri - segundo trecho abaixo - que é uma planta mágica.

Severus Snape suggested that Draco Malfoy use it after Harry Potter's attack on him using Sectumsempra, saying it may prevent any lasting scarring, if taken immediately.[3]

Fonte: http://harrypotter.wikia.com/wiki/Dittany

Como estou lendo o 6º livro fui ver:

- Você precisa da la hospitalar. Talvez fiquem muitas cicatrizes, mas, se tomar ditamno imediatamente, talvez possamos evitar até isso... venha...

página 411

Agradecimento Especial à Alassë e à Bel, pelos toques, dicas e pelo conselho de conferir as duas versões do texto [espanhol e inglês] quando tivesse dúvidas. Ajudou muito!!!
 
Última edição:
Eu gsoto de colcha de retalho, e gostei do visual da sala. Só o lance de batucar barril que é meio dã para meu gosto.
As plantas combinam com a chefe da casa, uai.

Ineteressante esse negócio do Olivaras ser um inovador das Varinhas, e de que nem todos, ou nem sempre, se levou a sério que a varinha escolhe o bruxo.
 
² Dittany: no original em inglês. Está "gitanera" na versão em espanhol. Não sei o que quer dizer! Mas talvez seja "cigana", de "gitano" = cigano
Hermione usa muito "Dittany Essence" (ou algo do tipo) no livro 7. Como só li em inglês, não sei como ficou a tradução tbm. Ela usa para curar machucados e tal.
 
Hermione usa muito "Dittany Essence" (ou algo do tipo) no livro 7. Como só li em inglês, não sei como ficou a tradução tbm.

Valeu, vou procurar :joinha:

EDIT: procurei no Google e achei isso:

Severus Snape suggested that Draco Malfoy use it after Harry Potter's attack on him using Sectumsempra, saying it may prevent any lasting scarring, if taken immediately.[3]

Fonte: http://harrypotter.wikia.com/wiki/Dittany

Como estou lendo o 6º livro fui ver:

- Você precisa da la hospitalar. Talvez fiquem muitas cicatrizes, mas, se tomar ditamno imediatamente, talvez possamos evitar até isso... venha...

página 411
 
Última edição:
Não sei se gosto tanto desse carater mundial e em outras vezes local que ela dá pra alguns personagens e eventos.
Como o Ollivander sendo o melhor do mundo no que faz. Mas sempre pareceu ser uma lojinha normal num beco.
Pois muitas vezes parece que tudo meio que se concentra em torno de hogwarts e a inglaterra (unica pedra filosofal é lá, torneios entre as escolas lá, horcruxes podiam ter sido espalhadas pelo mundo inteiro, as reliquias da morte todos muito próximos, etc). Que Voldemort era um vilão pela inglaterra mas que o mundo não conhecia. Aí depois escreve que as coisas são mais globais, sabemos que ele pode viajar além mar com facilidade, persuadir professor hungaro a ser seu servo.
Eu fico confuso.
 
Eu adooro colcha de retalhos *_*

Mas esse negócio de ficar batucando é soda...


Eu gsoto de colcha de retalho, e gostei do visual da sala. Só o lance de batucar barril que é meio dã para meu gosto.
As plantas combinam com a chefe da casa, uai.

Eu também gosto de colcha de retalhos... mas imagino que elas não sejam muito úteis no inverno de neve da Escócia, né... a não ser que se empilhe umas 15 sobre a cama!
Edredons e cobertores certamente são mais eficientes nesse clima!

Ficar batucando pra entrar na sala realmente é de matar.

Sim, as plantas combinam com a Prof.ª Sprout, mas não combinam nada comigo :disgusti:

Não sei se gosto tanto desse carater mundial e em outras vezes local que ela dá pra alguns personagens e eventos.
Como o Ollivander sendo o melhor do mundo no que faz. Mas sempre pareceu ser uma lojinha normal num beco.

Bom, o texto explica que a família não é de origem inglesa. Veio de outro país e se estabeleceu há séculos por lá. Explica também que eles desenvolveram uma técnica própria.

É a mesma coisa que Pastéis de Santa Clara. Você vai encontrar milhares de receitas na internet ou em livros, mas a verdadeira só existe em um estabelecimento de Portugal e o segredo é trancado a 7 chaves pela família. É uma tradição.
O estabelecimento - que eu não conheço, apenas quis fazer um paralelo - pode não ser assim tão sofisticado... muito pelo contrário, aprecia-se muito o estilo "modesto", antiguado e tradicional na Europa... é mais aconchegante do que um McDonald's ou uma loja de departamentos enorme!!!
Existem muitas "receitas secretas" e tradicionais dos mais variados produtos... Coca-Cola, por exemplo!

Quanto ao caso do sr. Ollivander, especificamente, temos que considerar que os bruxos não precisam comprar varinhas toda hora.
Só há 2 ocasiões em que um bruxo necessita de uma varinha nova: quando completa 11 anos e vai a escola pela primeira vez e quando / se perder a varinha ou quebrá-la.
Portanto, não haveria necessidade de uma "Ollivander Mega Store" só pra vender varinhas... até porque, mesmo considerando internacionalmente, a comunidade bruxa é relativamente pequena.

E lembre-se que ele não é o único artesão de varinhas do mundo! Há também o Gregorovitch, que fez a varinha do Victor Krum e que reaparece no último livro!


Pois muitas vezes parece que tudo meio que se concentra em torno de Hogwarts e a Inglaterra (unica pedra filosofal é lá, torneios entre as escolas lá, horcruxes podiam ter sido espalhadas pelo mundo inteiro, as Reliquias da Morte todos muito próximos, etc). Que Voldemort era um vilão pela Inglaterra mas que o mundo não conhecia. Aí depois escreve que as coisas são mais globais, sabemos que ele pode viajar além mar com facilidade, persuadir professor hungaro a ser seu servo.
Eu fico confuso.

Que ela concentre muita coisa em Hogwarts e Inglaterra é natural, pois ela é inglesa e a história se passa na Inglaterra.
Concorda que seria muito complicado colocar um estudante de internato menor de idade viajando pelo mundo para resolver as coisas??? Só para ir da Escócia [Hogwarts] até Londres [Ministério] em Ordem da Fênix já foi uma complicação dos diabos...

Quanto à Pedra Filosofal, Nicholas Flamel é uma pessoa real... ele realmente existiu - embora não fosse bruxo, nem vivesse 600 anos. E ele não era inglês, ele era francês: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Flamel
Isso significa que Voldemort poderia sim, ir até lá para pegá-la.
Mas como autora, a JK tinha que por a pedra perto de Harry para que a história funcionasse.
Assim, Nicholas prevendo o perigo pede ao Dumbledore para guardá-la já que, dentro do universo de HP, ele era um bruxo de 600 anos e os 2 eram amigos! E tanto Dumbledore quanto Voldemort eram ingleses e Dumbledore era o único a quem ele temia, portanto, a melhor pessoa para guardar a Pedra em segurança.

Sobre o Torneio Tribruxo, cada edição acontece numa escola diferente. E à época de Harry caiu na vez de Hogwarts.
É o mesmo problema: a JK tem que trazer o Torneio para perto de Harry para que toda a fraude e o plano de Voldemort possam acontecer. Porque se fossem em Beauxbatons [França], por exemplo, Harry não faria parte da delegação de Hogwarts por ainda ser menor do que a idade limite [e só os acima de 16 anos podiam participar].
Mas fica bem claro que nos anos anteriores em que houve o Torneio e nos anos posteriores - se voltassem a acontecer - poderiam ser e seriam ou na França ou na Bulgária [provável localização de Durmstrang].

Quanto ao Voldemort. Em vários livros diferentes foi dito que até retomar seu corpo, desde que Harry o derroutou da 1ª vez ainda bebê, ele se escondeu nas florestas da Albânia.
E depois que não consegue a Pedra ele volta para lá de novo... e lá que Rabicho o encontra e é lá que eles raptam Berta Jorkins, pois ela também foi tirar férias lá.

As Horcruxes, Dumbledore explica bem, foram feitas com objetos significativos para Voldemort e deixadas em locais igualmente significativos e / ou muito seguros [como o Gringotes]. Por isso não faria sentido ele espalhá-las para fora da Inglaterra. Ele tinha que começar seu plano de dominação em casa, não é?
De qualquer forma, o bruxo das trevas anterior a ele não era inglês... não se diz a nacionalidade de Grindelwald, mas sabe-se que ele estudou em Durmstrang e foi derrotado por Dumbledore e depois preso em uma prisão também fora da Inglaterra, a Nurmengard.

Já o Igor Karkaroff, diz quando chega a Hogwarts, em Cálice de Fogo, que estudou na escola escocesa. Deve ter sido então onde foi recrutado por Voldemort, assim como os demais Comensais.

As Relíquias da Morte também pertenceram a 3 irmãos Peverell que não se sabe se eram ingleses, mas podiam ser, sendo que o Harry descende de 1 deles. E as Relíquias estavam próximas porque Dumbledore foi ambiciosamente atrás delas e as colecionou. Mas a Varinha, por exemplo, antes estava com o Grindelwald, bem longe do Reino Unido.

Desde o primeiro livro o mundo bruxo fora da Inglaterra é citado: a cobra brasileira, Nicholas Flamel é um personagem francês... ainda no 1º Ron diz que Charlie está estudando dragões na Romenia e Bill está no Egito a serviço do banco Gringottes.
Depois Ron diz que um de seus irmão chegou a se corresponder com uma estudante bruxa brasileira... no 3º a família Weasley vai para o Egito nas férias... Hermione diz várias vezes que já tirou férias na França... há os personagens Húngaros e Búlgaros como Igor e Victor, os franceses como Fleur Delacour. Há alguns estudantes de Hogwarts também: as irmãs Patil são de origem indiana e a Cho Chang, claro, de origem chinesa.
No 4º livro mesmo Harry recebe cartas de Sirius entregues por "enormes aves coloridas que fazem lembrar palmeiras e areia branca", indicando que ele está em algum lugar do Sul.
O ghoul no sótão dos Weasley é uma criatura de origem do folclore árabe e o Prof. Lupin apresenta vários espécimes de origens diversas, incluindo um bichinho japonês.

O problema é que mesmo tendo indicações de bruxos fora da Inglaterra desde o início, o Harry só se toca quando vai à Copa Mundial de Quadribol. Onde, diga-se de passagem, a final foi entre Bulgária e Irlanda... a Inglaterra não jogou, apesar de ter hospedado os jogos.

Que Voldemort era um vilão pela Inglaterra mas que o mundo não conhecia.

Isso não foi dito em parte nenhuma dos livros [que ele não era conhecido em outros países]
Mas se não conheciam, ficaram conhecendo na Copa Mundial de Quadribol com o ataque ao acampamento dos Comensais da Morte.




A única coisa que realmente me deixa confusa às vezes é em relação às leis.
Fleur comenta vagamente no 6º livro que há diferenças na França... mas em geral parece que a mesma lei que vigora na Inglaterra vigora nos outros países e às vezes até fica parecendo que o Ministério da Magia é o governo de todos os bruxos, e não apenas da Inglaterra. Mas isso foi só uma má impressão, eu duvido muito que seria assim...
Até porque existe a Confederação Internacional dos Bruxos, da qual Dumbledore faz parte!
O mais estranho de tudo é essa Confederação não intervir quando Voldemort começa a causar danos sérios até o ponto de tomar o Ministério.
Quero dizer... no mundo trouxa, a ONU interviria. Não entendo porque a CIB não interviu na guerra contra Voldemort. Não veio reforços de fora, nem nada [exceto pelos gigantes que ajudaram os Comensais].
 
Última edição:
Madeira para Varinhas
Parte 01

Como esse texto é muito grande vou por aos poucos, ok?!

OLHA QUE SACANAGEM!!! Fui colocar na versão em inglês pra tirar uma dúvida e vi que na versão em espanhol faltava um parágrafo inteiro 8-O

A seguir temos a descrição dos poderes e das propriedades das madeiras usadas em varinhas, sendo que vários são tomadas a partir de anotações feitas, ao longo de uma longa carreira, pelo Sr. Garrick Ollivander, considerado o melhor artesão de varinhas do mundo. Como será visto, o Sr. Ollivander acredita que a madeira da varinha tem poderes quase humanos de percepção e preferências.

O Sr. Ollivander introduz suas notas sobre madeiras para varinhas assim:

Cada varinha é única e suas características dependerão da árvore e da criatura mágica das quais vieram os materiais com que foi feita. Além disso, cada varinha, a partir do momento que encontra seu dono ideal, vai começar a aprender e a ensinar o seu parceiro humano.

Assim, as seguintes notas devem ser vistas como linhas gerais sobre cada um dos tipos de madeira que prefiro trabalhar e não deveriam ser tomadas como descrições de nenhuma varinha em particular.

Somente algumas poucas árvores podem produzir madeira que se pode usar para fazer varinhas (assim como só há um número limitado de humanos que podem fazer magia). Leva anos de experiência para saber decidir quais tem o dom, embora o trabalho seja facilitado se forem encontrados Bowtruckles (Tronquilhos) em época de reprodução ou seus ninhos, já que eles nunca vivem em árvores comuns. As seguintes notas sobre os vários tipos de madeira para varinhas deveriam ser tomadas como um ponto de partida, já são resultado de toda uma vida dedicada a seu estudo e ainda continuo aprendendo com cada varinha que faço e a qual encontro um dono.



Acacia

Uma madeira para varinhas bastante incomum. Foi descoberto que produz varinhas que muitas vezes se negam a produzir magia exceto para seu dono e também guardam seus melhores efeitos somente para os magos mais talentosos. Essa sensibilidade faz com que seja muito difícil encontrar-lhes um dono e apenas mantenho um pequeno estoque para magos e bruxas com suficiente dom e sutileza, visto que não se dão bem com magias conhecidas como de "ruído e odores" (magias comuns, cotidianas). Quando se encontra um dono compatível para uma varinha de acacia, pode competir com qualquer um em termos de poderes, porém muitas vezes essa madeira não é apreciada o suficiente por suas peculiaridades de temperamento.



Amieiro

(Alder em inglês, Aliso em espanhol)

A madeira de amieiro é flexível, contudo foi descoberto que seu dono ideal não é teimoso ou obstinado, sendo que muitas vezes gosta de ajudar, é considerado e uma pessoa das mais agradáveis. Enquanto a maioria das varinhas buscam semelhanças no caráter naqueles a quem serviriam com mais aptidão, o amieiro é incomum já que parece desejar uma natureza que é, se não totalmente oposta a sua, certamente bastante diferente. Quando uma varinha de amieiro encontra seu dono se torna uma ajudante magnífica e leal. De todos os tipos de varinha, o amieiro é o que funciona melhor com os encantamentos não-verbais, e daí vem sua reputação de ser a varinha mais adequada para magos e bruxas mais avançados.
 
Última edição:
Madeira para Varinhas
Parte 02

Macieira

(Apple em inglês, Manzano em espanhol)

As varinhas de macieira não se fabricam em grande quantidade. São poderosas e se dão melhor com um dono com grandes metas e ideais, e esta madeira não funciona bem com Magia das Trevas. Se diz que o possuidor de uma varinha mágica desta será uma pessoa querida e de vida longa, e com frequência nota-se que os clientes de grande encanto pessoal são os que encontram sua varinha ideal em uma de madeira de macieira. Frequentemente os donos de uma varinha de macieira tem a incomum habilidade de conversar com outros seres mágicos em suas línguas nativas, como o celebrado autor de Gente da Água: Um Completo Guia de Sua Língua e Costumes, Dylan Marwood.


Cinza (?)

(Ash em inglês, Fresno em espanhol)

A varinha de fresno pertence a seu dono original e não deveria emprestá-la ou dá-la a outras pessoas, visto que perderia seu poder e suas habilidades. Essa tendência é extrema se o núcleo for de unicórnio. As velhas superstições sobre as varinhas não se ajustam à realidade, entretanto no que diz respeito as varinhas de serbal, castanheira, fresno e aveleiro [o serbal é fofoqueiro¹ (?), o castanheiro fala sem parar (??), o fresno é teimoso e o aveleiro geme / lamenta (???) ] contêm um 'quê' de verdade. As bruxas e magos que se dão melhor com as varinhas de fresno, em minha experiência, não se deixam convencer facilmente a abandonar suas crenças e propósitos. Porém, o mago ou bruxa descarado ou confiante demais que frequentemente quer provas varinhas desta prestigiosa madeira se decepcionará com seus efeitos. O dono ideal pode ser teimoso, mas será certamente valente e nunca grosseiro, nem arrogante.


Álamo

(Aspen em inglês)



A madeira de álamo de suficiente qualidade para fazer varinhas é branca e de grão fino, e é muito apreciada por todos os fabricantes de varinhas pelo seu elegante estilo parecido com o marfim e seu excelente trabalho com encantamentos. O verdadeiro dono de uma varinha de álamo costuma ser ou será um duelista consagrado, já que a varinha de álamo funciona particularmente bem com magia marcial. Um infame clube de duelos secreto do século XVIII chamado Lanças de Prata ², era conhecido por admitir somente quem possuía varinhas de álamo. Segundo minha experiência, os proprietários de varinhas de álamo são geralmente de espírito forte e determinados e sendo mais provável que se sintam atraídos por novas aventuras e novas ordens, é uma varinha para revolucionários.




¹ Fofoqueiro: Está gossips em inglês e chismoso em espanhol, sendo a tradução literal "fofoqueiro" mesmo. Só não sei explicar como isso se aplica a uma varinha :eh:

² Lanças de Prata: em inglês The Silver Spears e em espanhol Las Lanzas de Plata.
 
Não paro de atualizar o e-mail!!
Essa semana será de surtos e ansiedade... espero sobreviver até dia 11.
 
Um adendo ao do Meneldur: procurei aqui, e "serbal" é a nossa "sorveira".
Aproveita, quando puder, pra editar os posts com as palavras traduzidas certinho, porque há de ter pessoas que só vão ler os seus posts, sem ver as correções que outros acabam fazendo.

E sobre os posts: sempre gostei de saber mais sobre as varinhas *_*
Agora, a respeito daquela parte sobre as diferentes madeiras que ficou confusa, de repente se você copia e cola só esse trecho em inglês e em espanhol, o pessoal todo dá uma olhada e pode ser feita uma tradução mais acurada.
 
Última edição:
O Salão da Lufa-Lufa até que é bonitinho, mas prefiro o da Sonserina hahah @_@
Traduzi a introdução que recebi ao ser enviado para lá..

Parabéns! Sou a monitora Gemma Farley e tenho o prazer de recebê-lo na Sonserina! Nosso emblema é a serpente: a mais sábia das criaturas. As cores de nossa casa são a esmeralda e a prata, e nosso Salão Comunal se esconde nas masmorras. Como verá, suas janelas dão para as profundezas do lago de Hogwarts. Gostamos de sentir que o nosso ponto de encontro tem a aura de um misterioso naufrágio subaquático.
Agora, existem algumas coisas que você deve saber sobre a Sonserina - e algumas que você deve esquecer.

Em primeiro lugar, vamos desfazer alguns mitos. Você pode ter ouvido rumores sobre a Sonserina - que somos todos interessados nas Artes das Trevas, que só iremos falar com você se o seu tataravô for um bruxo famoso, e lixos como estes. Bom, você não deve acreditar em tudo o que dizem as casas concorrentes. Não nego que temos produzido uma boa quantidade de bruxos das trevas, mas eles também existem nas outras três casas − elas apenas não gostam de admitir isto. E sim, tradicionamente recebemos muitos estudantes que venham de grandes linhagens de bruxas e bruxos, mas hoje em dia há muita gente na Sonserina que tem pelo menos um dos pais trouxa.

Aqui está um fato pouco conhecido que as outras casas não gostam de comentar: Merlin pertenceu à Sonserina. Sim, Merlin, o bruxo mais famoso da história. Ele aprendeu tudo o que sabia nesta casa! Você quer seguir os passos de Merlin? Ou prefere se sentar no antigo escritório do ilustre Eglantine Puffett, ex Lufa-Lufa, inventor dos panos de cozinha que se ensaboam sozinhos?

Acredito que não.

Mas isto já são informações suficientes sobre o que não somos. Vamos agora falar sobre o que nós somos. Somos a casa mais legal e mais fantástica desta escola. Nós jogamos para ganhar, porque nos preocupamos com a honra e as tradições da Sonserina.

Também contamos com o respeito de nossos companheiros. Sim, um pouco deste respeito pode estar um pouco misturado com medo, por esta nossa reputação sombria, mas, quer saber?, também pode ser divertido ter esta reputação um tanto quanto selvagem. Basta soltar algumas pistas sobre o seu acesso a uma ampla coleção de maldições e ver se alguém ousa roubar-lhe o estojo...

Mas não somos pessoas más. Somos como nosso emblema, a serpente: elegantes, poderosos e frequentemente incompreendidos.

Por exemplo, sonserinos sempre cuidam de sonserinos – o que já é mais do que se pode dizer da Corvinal. Além de ser o maior número de nerds que jamais conheci, os corvinais são famosos por subir uns sobre os outros a fim de conseguir as melhores notas, enquanto nós, sonserinos, somos como irmãos. Os corredores de Hogwarts podem esconder muitas surpresas para os que não estão preparados; se alegrará por ter serpentes ao seu lado enquanto anda pela escola. Uma vez que tenha se convertido para uma serpente, é um de nós, pertence à elite.

Sabe o que Salazar buscava em seus alunos? A semente da grandeza. Você foi escolhido para esta casa porque você tem o potencial para ser grande, no verdadeiro sentido da palavra. Tudo bem, você pode ver um par de alunos no Salão Comunal que não aparenta ter nada de especial. Bem, mantenha isto apenas para você. Se o Chapéu Seletor os colocou ali, há algo de grande neles, nunca se esqueça disto.

E por falar em pessoas que não estão destinadas à grandeza, ainda não mencionei os grifinórios. Muitas pessoas dizem que os sonserinos e grifinórios são duas faces da mesma moeda. Pessoalmente, acredito que grifinórios são apenas alunos que gostariam de ser sonserinos. Mas, por outro lado, algumas pessoas dizem que Salazar Slytherin e Godric Griffyndor gostavam do mesmo tipo de estudante e, talvez, por isto somos mais parecidos do que gostariamos de pensar. Mas não quero dizer que somos bons amigos deles. Eles gostam de bater-nos apenas um pouco menos do que nós gostamos de bater-los.

Mais algumas coisas que deveria saber sobre nós: o fantasma de nossa casa é o Barão Sangrento. Se ele gostar de você, concordará em assustar pessoas para divertí-lo. Só não lhe pergunte como ele se manchou de sangue... ele não gosta.

A senha para o Salão Comunal muda a cada duas semanas. Dê uma olhada no quadro de avisos de vez em quando. Jamais traga alguem de outra casa para nosso Salão e nunca divulgue nossa senha. Nenhum estranho entrou lá em mais de sete séculos.

Bom, creio que é tudo. Estou segura de que gostará de nossos dormitórios. Dormimos em antigas camas de dosel com cortinas verdes, e as colchas estão borbadas com fio de prata. Tapeçarias medievais reprensentando as aventuras de famosos sonserinos cobrem as paredes e lampadas de prata pendem do teto. Você irá dormir bem: é muito reconfortante ouvir a água do lago batendo as janelas à noite.

E o Salão Comunal:

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Eu adorei a forma como a JK escreveu sobre a Sonserina de um ponto de vista Sonserino! kkkkkk Genial!
E Merlin hein? Quem diria?! \õ

Elriowiel Aranel disse:
CLARO que isso não impede o povo de postar, principalmente os prints das telas que já caíram quase todos na net [por isso eles não vão liberar os outros livros antes de Outubro, creio!].

Também acho, mas a Camara Secreta só será liberada em Janeiro de 2012. Acredito que será um livro por ano D=
 
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