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SigiloGate, Serra expôs 60 milhões de brasileiros.

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Lordpas, 11 Set 2010.

  1. Lordpas

    Lordpas Le Pastie de la Bourgeoisie

    E agora José? Depois de patinar com as acusações do receitagate brasileiro (depois de um ano de descoberto), Leandro Fortes publica um texto que no mínimo coloca Veronica contra a parede.

    Confiram:

    10 de setembro de 2010 às 19:31
    Leandro Fortes: Verônica Serra expôs 60 milhões de brasileiros

    Sinais Trocados
    por Leandro Fortes, na
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    Extinta empresa de Verônica Serra expôs os dados bancários de 60 milhões de brasileiros obtidos em acordo questionável com o governo FHC

    Em 30 de janeiro de 2001, o peemedebista Michel Temer, então presidente da Câmara dos Deputados, enviou um ofício ao Banco Central, comandado à época pelo economista Armínio Fraga. Queria explicações sobre um caso escabroso. Naquele mesmo mês, por cerca de 20 dias, os dados de quase 60 milhões de correntistas brasileiros haviam ficado expostos à visitação pública na internet, no que é, provavelmente uma das maiores quebras de sigilo bancário da história do País. O site responsável pelo crime, filial brasileira de uma empresa argentina, se chamava Decidir.com e, curiosamente, tinha registro em Miami, nos Estados Unidos, em nome de seis sócios. Dois deles eram empresárias brasileiras: Verônica Allende Serra e Verônica Dantas Rodenburg.

    Ironia do destino, a advogada Verônica Serra, 41 anos, é hoje a principal estrela da campanha política do pai, José Serra, justamente por ser vítima de uma ainda mal explicada quebra de sigilo fiscal cometida por funcionários da Receita Federal. A violação dos dados de Verônica tem sido extensamente explorada na campanha eleitoral. Serra acusou diretamente Dilma Rousseff de responsabilidade pelo crime, embora tenha abrandado o discurso nos últimos dias.

    Naquele começo de 2001, ainda durante o segundo mandato do presidente FHC, Temer não haveria de receber uma reposta de Fraga. Esta, se enviada algum dia, nunca foi registrada no protocolo da presidência da Casa. O deputado deixou o cargo menos de um mês depois de enviar o ofício ao Banco Central e foi sucedido pelo tucano Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, hoje candidato ao Senado. Passados nove anos, o hoje candidato a vice na chapa de Dilma Rousseff garante que nunca mais teve qualquer informação sobre o assunto, nem do Banco Central nem de autoridade federal alguma. Nem ele nem ninguém.
    Graças à leniência do governo FHC e à então boa vontade da mídia, que não enxergou, como agora, nenhum indício de um grave atentado contra os direitos dos cidadãos, a história ficou reduzida a um escândalo de emissão de cheques sem fundos por parte de deputados federais.
    Temer decidiu chamar o Banco Central às falas no mesmo dia em que uma matéria da Folha de São Paulo informava que, graças ao passe livre do Decidir.com, era possível a qualquer um acessar não só os dados bancários de todos os brasileiros com conta corrente ativa, mas também o Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF), a chamada “lista negra”do BC. Com base nessa facilidade, o jornal paulistano acessou os dados bancários de 692 autoridades brasileiras e se concentrou na existência de 18 deputados enrolados com cheques sem fundos, posteriormente constrangidos pela exposição pública de suas mazelas financeiras.

    Entre esses parlamentares despontava o deputado Severino Cavalcanti, então do PPB (atual PP) de Pernambuco, que acabaria por se tornar presidente da Câmara dos Deputados, em 2005, com o apoio da oposição comandada pelo PSDB e pelo ex-PFL (atual DEM). Os congressistas expostos pela reportagem pertenciam a partidos diversos: um do PL, um do PPB, dois do PT, três do PFL, cinco do PSDB e seis do PMDB. Desses, apenas três permanecem com mandato na Câmara, Paulo Rocha (PT-PA), Gervásio Silva (DEM-SC) e Aníbal Gomes (PMDB-CE). Por conta da campanha eleitoral, CartaCapital conseguiu contato com apenas um deles, Paulo Rocha. Via assessoria de imprensa, ele informou apenas não se lembrar de ter entrado ou não com alguma ação judicial contra a Decidir.com por causa da quebra de sigilo bancário.

    Na época do ocorrido, a reportagem da Folha ignorou a presença societária na Decidir.com tanto de Verônica Serra, filha do candidato tucano, como de Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity. Verônica D. e o irmão Dantas foram indiciados, em 2008, pela Operação Satiagraha, da Polícia Federal, por crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, sonegação fiscal, formação de quadrilha, gestão fraudulenta de instituição financeira e empréstimo vedado. Verônica também é investigada por participação no suborno a um delegado federal que resultou na condenação do irmão a dez anos de cadeia. E também por irregularidades cometidas pelo Opportunity Fund: nos anos 90, à revelia das leis brasileiras, o fundo operava dinheiro de nacionais no exterior por meio de uma facilidade criada pelo BC chamada Anexo IV e dirigida apenas a estrangeiros.

    A forma como a empresa das duas Verônicas conseguiu acesso aos dados de milhões de correntistas brasileiros, feita a partir de um convênio com o Banco do Brasil, sob a presidência do tucano Paolo Zaghen, é fruto de uma negociação nebulosa. A Decidir.com não existe mais no Brasil desde março de 2002, quando foi tornada inativa em Miami, e a dupla tem se recusado, sistematicamente, a sequer admitir que fossem sócias, apesar das evidências documentais a respeito. À época, uma funcionária do site, Cíntia Yamamoto, disse ao jornal que a Decidir.com dedicava-se a orientar o comércio sobre a inadimplência de pessoas físicas e jurídicas, nos moldes da Serasa, empresa criada por bancos em 1968. Uma “falha”no sistema teria deixado os dados abertos ao público. Para acessá-los, bastava digitar o nome completo dos correntistas.

    A informação dada por Yamamoto não era, porém, verdadeira. O site da Decidir.com, da forma como foi criado em Miami, tinha o seguinte aviso para potenciais clientes interessados em participar de negócios no Brasil: “encontre em nossa base de licitações a oportunidade certa para se tornar um fornecedor do Estado”. Era, por assim dizer, um balcão facilitador montado nos Estados Unidos que tinha como sócias a filha do então ministro da Saúde, titular de uma pasta recheada de pesadas licitações, e a irmã de um banqueiro que havia participado ativamente das privatizações do governo FHC.

    A ação do Decidir.com é crime de quebra de sigilo fiscal. O uso do CCF do Banco Central é disciplinado pela Resolução 1.682 do Conselho Monetário Nacional, de 31 de janeiro de 1990, que proíbe divulgação de dados a terceiros. A divulgação das informações também é caracterizada como quebra de sigilo bancário pela Lei n˚ 4.595, de 1964. O Banco Central deveria ter instaurado um processo administrativo para averiguar os termos do convênio feito entre a Decidir.com e o Banco do Brasil, pois a empresa não era uma entidade de defesa do crédito, mas de promoção de concorrência. As duas também deveriam ter sido alvo de uma investigação da polícia federal, mas nada disso ocorreu. O ministro da Justiça de então era José Gregori, atual tesoureiro da campanha de Serra.

    A inércia do Ministério da Justiça, no caso, pode ser explicada pelas circunstâncias políticas do período. A Polícia Federal era comandada por um tucano de carteirinha, o delgado Agílio Monteiro Filho, que chegou a se candidatar, sem sucesso, à Câmara dos Deputados em 2002, pelo PSDB. A vida de Serra e de outros integrantes do partido, entre os quais o presidente Fernando Henrique, estava razoavelmente bagunçada por conta de outra investigação, relativa ao caso do chamado Dossiê Cayman, uma papelada falsa, forjada por uma quadrilha de brasileiros em Miami, que insinuava a existência de uma conta tucana clandestina no Caribe para guardar dinheiro supostamente desviado das privatizações. Portanto, uma nova investigação a envolver Serra, ainda mais com a família de Dantas a reboque, seria politicamente um desastre para quem pretendia, no ano seguinte, se candidatar à Presidência. A morte súbita do caso, sem que nenhuma autoridade federal tivesse se animado a investigar a monumental quebra de sigilo bancário não chega a ser, por isso, um mistério insondável.

    Além de Temer, apenas outro parlamentar, o ex-deputado bispo Wanderval, que pertencia ao PL de São Paulo, se interessou pelo assunto. Em fevereiro de 2001, ele encaminhou um requerimento de informações ao então ministro da Fazenda, Pedro Malan, no qual solicitava providências a respeito do vazamento de informações bancárias promovido pela Decidir.com. Fora da política desde 2006, o bispo não foi encontrado por CartaCapital para informar se houve resposta. Também procurada, a assessoria do Banco Central não deu qualquer informação oficial sobre as razões de o órgão não ter tomado medidas administrativas e judiciais quando soube da quebra de sigilo bancário.

    Fundada em 5 de março de 2000, a Decidir.com foi registrada na Divisão de Corporações do estado da Flórida, com endereço em um prédio comercial da elegante Brickell Avenue, em Miami. Tratava-se da subsidiária americana de uma empresa de mesmo nome criada na Argentina, mas também com filiais no Chile (onde Verônica Serra nasceu, em 1969, quando o pai estava exilado), México, Venezuela e Brasil. A diretoria-executiva registrada em Miami era composta, além de Verônica Serra, por Verônica Dantas, do Oportunity, Brian Kim, do Citibank, e por mais três sócios da Decidir.com da Argentina, Guy Nevo, Esteban Nofal e Esteban Brenman. À época, o Citi era o grande fiador dos negócios de Dantas mundo afora. Segundo informação das autoridades dos Estados Unidos, a empresa fechou dois anos depois, em 5 de março de 2002. Manteve-se apenas em Buenos Aires, mas com um novo slogan: “com os nossos serviços você poderá concretizar negócios seguros, evitando riscos desnecessários”.

    Quando se associou a Verônica D. Na Decidir.com, em 2000, Verônica S. era diretora para a América Latina da companhia de investimentos International Real Returns (IRR), de Nova York, que administrava uma carteira de negócios de 660 bilhões de dólares. Advogada formada pela Universidade de São Paulo, com pós-graduação em Harvard, nos EUA, Verônica S. Também se tornou conselheira de uma série de companhias dedicadas ao comércio digital na América Latina, entre elas a Patagon.com, Chinook.com, TokenZone.com, Gemelo.com, Edgix, BB2W, Latinarte.com, Movilogic e Endeavor Brasil. Entre 1997 e 1998, havia sido vice-presidente da Leucadia National Corporation, uma companhia de investimentos de 3 bilhões de dólares especializada nos mercados da América Latina, Ásia e Europa. Também foi funcionária do Goldman Sachs, em Nova York.

    Verônica S. ainda era sócia do pai na ACP – Análise da Conjuntura Econômica e Perspectivas Ltda, fundada em 1993. A empresa funcionava em um escritório no bairro da Vila Madalena, em São Paulo, cujo proprietário era o cunhado do candidato tucano, Gregório Marin Preciado, ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), nomeado quando Serra era secretário de Planejamento do governo de São Paulo, em 1993. Preciado obteve uma redução de dívida no Banco do Brasil de 448 milhões de reais para irrisórios 4,1 milhões de reais no governo FHC, quando Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-arrecadador de campanha de Serra, era diretor da área internacional do BB e articulava as privatizações.

    Por coincidência, as relações de Verônica S. com a Decidir.com e a ACP fazem parte do livro Os Porões da Privataria, a ser lançado pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr. Em 2011.

    De acordo com o texto de Ribeiro Jr., a Decidir.com foi basicamente financiada, no Brasil, pelo Banco Opportunity com um capital de 5 milhões de dólares. Em seguida, transferiu-se, com o nome de Decidir International Limited, para o escritório do Ctco Building, em Road Town, Ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas, famoso paraíso fiscal no Caribe. De lá, afirma o jornalista, a Decidir.com internalizou 10 milhões de reais em ações da empresa no Brasil, que funcionava no escritório da própria Verônica S. A essas empresas deslocadas para vários lugares, mas sempre com o mesmo nome, o repórter apelida, no livro, de “empresas-camaleão”.
    Oficialmente, Verônica S. e Verônica D. abandonaram a Decidir.com em março de 2001 por conta do chamado “estouro da bolha” da internet – iniciado um ano antes, em 2000, quando elas se associaram em Miami. A saída de ambas da sociedade coincide, porém, com a operação abafa que se seguiu à notícia sobre a quebra de sigilo bancário dos brasileiros pela companhia. Em julho de 2008, logo depois da Operação Satiagraha, a filha de Serra chegou a divulgar uma nota oficial para tentar descolar o seu nome da irmã de Dantas. “Não conheço Verônica Dantas, nem pessoalmente, nem de vista, nem por telefone, nem por e-mail”, anunciou.
    Segundo ela, a irmã do banqueiro nunca participou de nenhuma reunião de conselho da Decidir.com. Os encontros mensais ocorriam, em geral, em Buenos Aires. Verônica Serra garantiu que a xará foi apenas “indicada”pelo Consórcio Citibank Venture Capital (CVC)/Opportunity como representante no conselho de administração da empresa fundada em Miami. Ela também negou ter sido sócia da Decidir.com, mas apenas “representante”da IRR na empresa. Mas os documentos oficiais a desmentem.
     
  2. ExtraTerrestre

    ExtraTerrestre Usuário

    Como era de se esperar, esse caso da quebra de sigilo fiscal parece não ter rendido absolutamente nada para Serra, do ponto de vista fiscal. O que o povo pensa, numa hora dessas, não é sobre a flagrante violação de privacidade de se abrir a vida econômica de alguém, mas na lógica do "quem não deve, não teme". E assim com todo tipo de dossiês.
     
  3. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Serra sabia da quebra de sigilo antes, mas como estava na frente nas pesquisas não falou nada, agora que está perdendo sem ir para o segundo turno ele soltou.
     
  4. Edrahil

    Edrahil Usuário

    Se o mensalão não derrubou o governo do Lula, não é esse esquema aí que vai derrubar. INFELIZMENTE!!!!

    E uso este termo sem fazer juízo de valor quanto ao Lula e seu governo, mas é um absurdo em um país que quer ser grande, ter todo um esquema revelado e o governo não cair.

    Pouquíssimos foram punidos, e nem mesmo foram pelo motivo correto. Zé Dirceu foi cassado porque NINGUÉM gostava dele (foi uma vingança coletiva). O Bob Jeferson foi cassado por ser dedo duro.

    É uma VERGONHA que tenha ficado assim.
     
  5. Lordpas

    Lordpas Le Pastie de la Bourgeoisie

    E qual foi extamente a culpa do Zé Dirceu? O que ele fez de errado? O que ele roubou? De quem ele roubou? Que provas existem contra ele? Etc?

    E se fosse o caso.... absurdo é o que a parceria entre as famílias Serra e Dantas fizeram nos anos de governo FHC e nada foi feito... isso sim documentado e com provas... conforme o livro do Amaury "Nos porões da privataria".
     
  6. Lordpas

    Lordpas Le Pastie de la Bourgeoisie

    Tava matando o ócio na internet e achei uma pérola da Mônica Serra:

    :lol:

    Dilma é divorciada, recebi uma corrente esses dias falando que ela não tinha parada fixa que tava abalando geral com tudo que é macho... Lula dizem que a Marisa é uma taipa que só sabe cuidar de jardim (coisa que nem eu discuto muito já que nunca escutei muita coisa "profunda" vindo da boca da nossa primeira dama)... agora o Serra tá lascado com uma primeira-dama dessas... acho que a próxima medida vai ser tirar ela da campanha...

    até porque não é a primeira que ela solta...
     
  7. Éomer

    Éomer Well-Known Member

    Esses ataques à Dilma são o que a gente chama aqui no RS de "manotaço de afogado". Só servem pra levar o candidato de oposição mais rápido pro buraco.

    P.S Se a Dilma tá tocando o horror na macharada mais uma razão pra acreditar na competência dela. Por que a pobre é feeeeiaaaa...
     
  8. Lordpas

    Lordpas Le Pastie de la Bourgeoisie

    feia, corcunda e com os dente pra frente.

    Fora o fato de que toda vez que olho pra ela lembro do cauby peixoto.
     
  9. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Mas essa não é razão para ser votada ou deixar de ser.
     
  10. Edrahil

    Edrahil Usuário

    Lordeco, o Zé Dirceu coordenava um esquema, e isso é fato. Poderia não ser um esquema conforme foi noticiado, mas ele existia.

    Como eu disse, ele só foi cassado porque o povo não gostava dele. Não tinha prova forte o bastante para isso, e ISSO TAMBÉM É FATO!!!! O cara era um mala, e quando todo mundo teve a chance de chutar o cachorro morto, fizeram isso.

    O que você não pode negar é a existência de um esquema, pois os valores existiam e foram repassados. Qual a justificativa plausível??? Isso NINGUÉM apresentou.

    Eu não estou dizendo que o governo FHC, Collor, Sarney, Figueiredo, etc., foram melhores. Não fiz juízo de valor (ainda que tenha minha opinião sobre cada um dos governos), mas em qualquer país em que se leve a sério a política, um escândalo como o do Mensalão deveria no mínimo derrubar muito mais gente.

    O que ocorreu foi ridículo, com a absolvição de gente que claramente se tinha mais provas de envolvimento com o Mensalão, e se cassar apenas 2.

    Se ocorresse um escândalo desse nos EUA, por exemplo (ainda que não seja um grande modelo político), os envolvidos não se reelegeriam.
     
  11. Lordpas

    Lordpas Le Pastie de la Bourgeoisie

    Edrahil, tu vai ter que me convencer com mais argumento que isso.

    "coordenava um esquema e isso é fato" não me faz nem cócegas. e o "todo mundo sabe" não é de longe justificativa.


    e não estou justificando um erro com um erro do governo passado... corrupção é corrupção em todos os casos e merece punitivos. O que eu estou te provocando é dizer que esquemão era esse que todo mundo sabe que aconteceu. Ninguém aqui é chicó pra ficar no "só sei que foi assim".

    Outra confusão que não se pode fazer... cassamento é julgamento político e não anula o julgamento judiciário. Todos indiciados pelo esquema pelo promotor aquele estão respondendo processo no STF.
     
  12. Edrahil

    Edrahil Usuário

    Tá, depois eu te respondo. É que tenho que sair agora para o aeroporto. MASSSSSSSSSSSSSS, não pude deixar de registrar:

    CASSAMENTO?????????? Isso seria o casamento do Gollum com o Precioussssss????

    :mrgreen:
     
  13. Lordpas

    Lordpas Le Pastie de la Bourgeoisie

    :obiggraz:

    sabe comé.

    é aquela coisa que o fúria vive falando e tal... semi-analfa... o negócio pega.
     
  14. Éomer

    Éomer Well-Known Member

    Ai meu Deus, será que ninguém percebeu que era uma ironia?
     
  15. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Eu entendi, mas sempre há os que usam de maneiras de escolher esquisitas com o cargo pretendido.
     

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