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Shakespeare tem muito a ensinar sobre medicina

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 12 Dez 2011.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    O autor de peças clássicas como "Hamlet" e "Romeu e Julieta" não foi apenas um dos mais importantes dramaturgos da história. William Shakespeare (1564-1616) também tem muito o que ensinar sobre medicina, segundo o médico britânico Kenneth Heaton, da Universidade de Bristol, no Reino Unido.

    Os sintomas e as sensações de muitos personagens indicam que Shakespeare tinha uma noção particularmente aguçada do relacionamento entre mente e corpo.

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    E essa característica parece ser quase única dele. Heaton analisou um número semelhante de peças e poemas contemporâneos de outros autores e notou que esse traço não era tão comum.

    escreveu Heaton na revista "Medical Humanities".

    Ele estudou 42 obras do "Bardo" e 46 de outros autores, como John Marston.

    MÉDICOS MELHORES

    Ele argumenta:
    disse Heaton à Folha.

    As mudanças sensoriais examinadas no comportamento e na descrição dos personagens de Shakespeare são induzidas por estresse, mas o texto nem sempre permite um diagnóstico preciso.

    Heaton descobriu cinco ou seis casos de vertigem ou tontura em obras de Shakespeare e só uma em outros autores; 11 ou 12 casos de falta de ar contra dois; três casos de surdez no britânico e nenhum nos seus contemporâneos; entre outros exemplos.

    Por exemplo, a heroína trágica Julieta sente "um fraco medo frio" passando por suas veias antes de tomar a poção que simularia sua morte.

    afirma.

    conclui o médico.

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