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Serial killer mais famoso da Suécia pode não ter matado ninguém

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 1 Dez 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

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    Calvo e de barba branca aos 62 anos, Thomas Quick se tornou conhecido como o mais renomado serial killer da Suécia. Mas isso pode estar prestes a mudar. Nos anos 1990 ele confessou mais de 30 assassinatos, com direito a mutilações, estupros e canibalismo. As vítimas incluíam homens, mulheres e crianças, com perfis variados. Os crimes haviam sido cometidos em vários locais diferentes da Suécia e da Noruega.

    Mas após ser condenado por oito dos crimes, Quick assumiu sua identidade verdadeira, Stüre Bergwall, e passou a negá-los. Uma investigação realizada por um jornalista local questionando as condenações sem provas levou a novos julgamentos, com a absolvição por cinco deles.

    Ele ainda espera a revisão das últimas três condenações, e poderá se ver livre após 21 anos confinado em uma clínica psiquiátrica forense de Säter, a 170 km de Estocolmo.

    O caso vem ganhando as manchetes dos jornais suecos nos últimos meses. De "Hanibal Lecter sueco", como foi apelidado na época de suas confissões, Quick/Bergwall passou a ser descrito como "o serial killer que nunca o foi".

    disse à BBC Brasil, com convicção, o advogado Thomas Olsson, que assumiu a defesa de Bergwall após a retratação das confissões.

    Papai Noel

    Bergwall foi preso pela primeira vez em 1990, após roubar um banco fantasiado de Papai Noel, supostamente para conseguir dinheiro para comprar drogas. Ele já havia sido anteriormente acusado de molestar meninos e de tentar esfaquear um amante.

    Segundo Olsson, ao ser levado à clínica psiquiátrica de Säter, em 1991, Bergwall
    relata o advogado.

    Segundo ele,
    diz.

    Bergwall confessou seu primeiro "assassinato" em 1992. A suposta vítima era Johan Asplund, um menino de 11 anos que havia desaparecido em novembro de 1980 no caminho para a escola. O caso de Asplund era um dos mais famosos mistérios criminais da Suécia.

    Ele disse ter estuprado o garoto e o asfixiado acidentalmente, antes de desmembrar o corpo e escondê-lo para que ninguém o encontrasse. De fato, o corpo nunca foi encontrado, mesmo com as descrições dos locais feitas por Bergwall, mas ele foi condenado pelo crime em 2001.

    Segundo seus defensores, tudo o que Bergwall buscava era atenção. Com a confissão do assassinato de Asplund e os holofotes da mídia local sobre si, ele passou a confessar seguidos assassinatos, com detalhes.

    Sem provas

    comenta à BBC Brasil o repórter policial Eric Tagesson, que vem cobrindo o caso para o jornal Aftonbladet, o mais lido da Suécia.
    afirma.

    Segundo o jornalista,
    diz.
    O atual advogado de Bergwall também critica o papel do defensor público do réu à época das condenações, Claes Borgström, que ficou famoso posteriormente como o advogado das duas mulheres que acusam o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, de estupro na Suécia.

    diz Olsson.

    A BBC Brasil tentou entrar em contato com Borgström para que ele comentasse o caso, mas não obteve resposta. Em declarações recentes à Sveriges Radio, a rádio pública sueca, o defensor público disse ter sido vítima de calúnia e negou ter sido negligente no caso.

    disse.

    afirmou.

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    Última edição: 1 Dez 2012
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  2. abylos

    abylos Usuário Usuário Premium

    Bizarro...

    Por essas e outroa que não sou a favor dessas tentativas de regressão pra recuperar lembranças...

    Esse tipo de viagem, faço sozinho e sem auxilio de drogas... Cedo ou tarde, o que interessa vem a tona, sem riscos...
     
  3. Calib

    Calib Visitante

    Prefiro continuar sem lembranças da infância. Hehe.

    Mas a lógica da coisa é mais ou menos assim: ninguém quer ir para a cadeira, então em tese ninguém confessaria um crime que não cometeu.
    Mas né. Tem louco pra tudo. E tem gente que pode confessar crimes de outros para ganhar dinheiro ou favores.
    Não deveriam condenar ninguém somente com base em confissão.
     

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