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Se o Diabo veste Prada, o Demônio veste C&A

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por imported_Ariane, 6 Jun 2009.

  1. imported_Ariane

    imported_Ariane Usuário

    [align=justify]Bem, eu não acredito que eu precise explicar o meu título, acho que ele se faz entender por si mesmo. O meu nome é irrelevante, o motivo pelo qual eu desabafo assim, no meio de estranhos, é desimportante. A única coisa que realmente faz a diferença nesse relato é o que me aconteceu.

    Não sei exatamente o que estou fazendo. Seria isso um diário?... Um desabafo? Ou simplesmente uma vontade enorme de soltar todas as cobras e lagartos que estiveram presos na minha garganta durante todos esses meses? Sejá lá o que for. Aqui vamos nós.


    Ontem eu me encontrei com as meninas pela primeira vez depois que duas de nós anunciaram a saída da revista. Eu nunca fui do tipo que comenta sobre a vida alheia, sempre fui muito ocupada e tenho uma vida própria interessante o suficiente para falar só sobre ela, mas eu acredito que se eu não tivesse “fofocado” não saíria viva dessa história.
    Nós jantamos e bebemos. Logo eu, aquela que jamais leva uma gota de álcool a boca, logo eu que detesto as caras idiotas dos bêbados. Mas lá estávamos nós com a nossa garrafa de cintra e engolíamos felizes o líquido misturado a um “xarope” de morango. Até que estava bem agradável. Enquanto conversávamos veio à minha memória todas as lembranças irritantes do meu tempo naquele escritório de crocodilos.

    O anúncio que oferecia a vaga eu vi na internet. Ele soava tão incrivelmente interessante que foi impossível não mandar o curriculum. Eu esperei ansiosamente pela ligação que me daria o estágio esperado com tanto frisson. E ela chegou.

    Fui para a entrevista. A sede da revista ficava no centro da cidade. Nossa, que lindo. E quem é que não gostaria de trabalhar ali? Eu entrei e fui bem recebida. O escritório era bonito, amplo, com várias salas, as pessoas me receberam bem e eu vi que aquela era a minha chance de embarcar em uma carreira profissional bem-sucedida.
    Logo de início eu percebi que o meu sexto sentido queria me avisar alguma coisa, mas eu me fiz de surda e não ouvi. Ai, se eu simplesmente tivesse dado atenção a ele... Mas agora é tarde demais.

    Quando comecei ficava muito sozinha na minha sala escura, tendo como companhia o meu MAC superpoderoso e todos aqueles mapas de imprensa que vinham das agências de Relações Públicas. E não é esse o sonho de toda menina? Estar em meio à Dior, Ives Saint Laurent e Lancaster? Definitivamente não era o meu.

    Apesar da futilidade que o ambiente exalava eu fiquei ali, bravamente. Observada detalhadamente tudo ao meu redor. A mesa extensa que trazia três computadores moderníssimos, o quartinho de fumantes logo ao meu lado, duas janelas grandes, carpete, telefones. Tudo parecia muito professional e organizado, mas só parecia.
    Eu escrevia os meus textos tentando não me irritar com as coisas que eu era obrigada a escrever. Afinal, aquilo era uma revista ou uma empresa de Marketing? Eu não entendia porque eu tinha que elogiar coisas que eu considerava como feias. E a coisa só piorou.

    Me lembro ainda que passei uma semana inteira coletando fotos dos sites de móveis para fazer a bendita da página “Moradia”.

    “É muito importante que esses móveis sejam os mesmos que estavam na amostra da ImmCologne. Nós escreveremos sobre essa bienal”. disse a editora umas trezentas vezes.

    A página nunca existiu. Depois de uma cansativa semana, sozinha naquela sala imensa, ela me diz que os planos mudaram. Mas tudo bem, eu era uma menina com um ideal. E essas coisas acontecem, não é mesmo? Assim eu pensava.

    Eu não queria reparar nas pessoas a ponto de fazer uma análise, queria me concentrar no que estava fazendo e ser agradecida de ter conseguido aquela vaga disputada por tantas. Não queria ser ingrata, porque ‘cavalo dado não se olha os dentes’, não é assim? Mas chega uma hora que o “cavalo” ri tanto, que é impossivel não fitar a sua arcada dentária.

    Aqueles seres que trabalhavam lá eram completamente estranhos. Havia a venderora de artigos, Kátia. Não sei exatamente qual o nome que se dá para a função dela. Ela vendia os espaços na revista para clientes, pessoas que fariam propaganda de seus produtos, sobre o qual nós da redação escreveríamos um texto, dizendo o quão lindo tudo era, obviamente.

    A pobre vivia reclamando da bendita da Crise Econômica, que ninguém queria comprar nada, fechar negócio, estava tudo morto e paralí paralá. Eu respirava fundo e ouvia de maneira compreensiva. Ela era bem legal, mas falava pelos cotovelos, ou melhor dizendo, pelos poros! E soltava um rajado de mil palavras por minuto; e no final das contas eu ficava era tonta.

    Vocês devem estar se perguntando: Mas espera aí, e a editora, o Demônio? Bom, ela é o motivo pelo qual eu não estou mais lá. É muito difícil explicar a personalidade dela, se é que ela tem uma. Não me entendam mal, mas é que eu nunca vi uma pessoa como aquela em toda a minha vida. A sua constante mudança de humor pode ser comparada a uma viagem numa Montanha Russa.

    Logo eu percebi que ela não sabia como lidar com pessoas, seres humanos, ou qualquer coisa que respira, anda e come. Eu a descreveria como um bicho selvagem, mas não tigres e leões, porque eu gosto de felinos. Mas como um jacaré. Exatamente isso. Grande, estranho, e você nunca sabe quando você pode chegar perto ou quando ele está com fome. Assim era ela, um jacaré.

    As semanas se arrastaram. Eu chegava lá todos os dias pontualmente às 9:00 e ela às 11:30, sem aviso prévio. Eu ficava contando carneirinhos, vaquinhas, coelhinhos e surfando na internet. Tudo muito educadamente, dando uma de que estava fazendo algo importante.

    Depois de três semanas chegou uma outra estagiária, Mariana, um amor de pessoa. Nós nos entendemos imediatamente e eu fiquei feliz por não estar mais sozinha naquele lugar frio. Uma semana depois de Mariana, entrou Patrícia, e aí estava feito o nosso time de “Mosqueteiras”.

    Ter alguém com quem conversar era ótimo, nós falávamos bastante, ríamos, descobríamos coisas em comum, isso tudo principalmente de manhã, quando ficávamos lá sentadas sem ter o que fazer por horas a fio.

    Nós estávamos ficando íntimas, mas demorou para discutir sobre o comportamente estranhíssimo da nossa editora-jararaca. Eu achava que a mulher me odiava. Ela vinha com horas de atraso e depois fechava a sua porta, ninguém entrava e se nós tivéssemos alguma dúvida, não tínhamos coragem de poerguntá-la. Que coisa mais idiota! E qual é o sentido de se fazer um estágio então? Aí vinha ela com a cara mais deslavada do mundo, como se nada tivesse acontecido, distribuia tarefas e conversava sobre coisas imbecís.

    Quando eu realmente achei que o problema era pessoal, descobri que as outras meninas achavam o mesmo. E não só elas. Kátia também contava as coisas mais absurdas e o cerco entre as duas começou a fechar. O escritório virou um campo de batalha. As duas chegaram a ponto de gritarem uma com a outra dentro da sala das estagiárias.

    “Dora, eu falei pra você que nós precisamos dos textos. Os clientes estão esperando. A revista só sobrevive de clientes!" – gritava Kátia, quase implorando.

    “Eu sei, mas agora não tenho tempo.” – disse o Demônio em sua voz fria.

    “Mas, Dora, qual é o seu problema? Se eu não mandar os textos, a gente perde o cliente!”“Eu já disse que eu não tenho tempo, Kátia. Quando eu tiver tempo eu faço.”

    “Então deixa as meninas escreverem o texto!”

    “Será que você está me ouvindo? Eu já falei que agora não!”

    “Mas acontece...”

    “Mas que merda! Você quer acabar comigo, Katia?”

    Kátia saiu da sala batendo pé. A frase ‘Você quer acabar comigo’ ficou ecoando nas nossas cabeças o dia inteiro, principalmente na minha, porque a gritaria aconteceu envolta de mim, literalmente. Uma à minha esquerda, outra à minha direita, numa disputa de poderes e razões tão absruda quando aquela falta de senso de trabalho em equipe.

    Eu fiquei gelada, não sabia o que dizer, ou se eu deveria dizer alguma coisa. E foi assim que eu aprendi a fazer fofoca. O clima lá dentro era tão carregado que tinha de ser comentado na hora do almoço.

    Com o tempo eu aprendi a ver que Kátia tinha razão no que dizia e Dora não tinha a menor noção do que fazia. Todas as suas idéias eram ridículas, parecia que a revista inteira dependia de seu (mau) gosto.

    Uma vez tive que fazer uma página sobre moradia e ela escolheu as cores dos móveis que deveríamos apresentar, isso mesmo, a gente só apresentava coisas, como um catálogo de supermercado. E os móveis deveriam ser rosa-choque, cinza, prateado ou branco. Eu fiquei tentando imaginar como ficaria a página de uma revista, que se dizia ser melhor do que as outras, com móveis cor-de-rosa. Foi a coisa mais embaraçante que eu já ouvi, mas as coisas só eram feitas mesmo com o consentimento dela.

    A página ficou o fim da picada, uma piada, mais feia impossível. Aí ela veio reclamar. Aquela maluca.

    “A última página “Moradia” ficou horrível”.

    “Claro que ficou. Mas quem é que teve a idéia de apresentar móveis cor-de-rosa? Eu não fui. Agora me diga: Quem, nesse mundo de meu Deus, teria móveis assim, com exceção da Barbie e da Paris Hilton?”

    A minha voz soou irônica, mas infelizmente eu não disse isso quando ela estava presente. Covardia pura.

    O ritimo só piorava, eu não escrevia mais nada, embora os meus textos houvessem sido muito elogiados. Pensei em reclamar, mas o que adiantaria? O nosso editor-chefe, também conhecido como Eu-Olho-Só-
    Para-O-Meu-Umbigo, jamais se preocupou em nos perguntar se estávamos aprendendo alguma coisa. Sempre fez de tudo para nos convencer a termos paciência com a Dora, pois ela era uma pessoa “difícil”. Depois eu descobri o motivo. Ele deixava ela pintar o sete porque nenhum outro editor trabalharia o tanto que ela trabalhava pela miséria que ela recebia; e ele queria mesmo era ver seus negócios andando. Foi quando eu tive pena dela.

    Eu descobri muitas coisas erradas na revista, incluindo erros ortográficos; e até mesmo o nome de um dos ator famoso eles escreveram errado. Isso mesmo. Ao lado da foto do Selton Mello (exemplo) estava escrito Fernando Mello, e todo mundo sabe que o nome do cara é outro. Assim eu percebi que ninguém se dava o trabalho de corrigir os textos antes da impressão.

    Essas e outras me fizeram enxergar o quão despreparados eles eram. Quiseram me mostrar que comiam caviar, mas depois eu fui ver que eles comiam era sardinha.

    Eu fui deixada de lado muitas vezes, e os meus bons artigos nunca mais saíram na revista, eu só recolhia fotos para a apresentação de produtos. O clima estava ficando cada vez mais tenso, a Crocodilo Dora entrava na nossa sala para dizer que algum CD, com alguma foto importante tinha sumido, virava a cara para todo mundo, se fechava em sua sala e lá ia mais um dia embora.

    Me recordo de uma vez, um dos raros momentos em que tínhamos o que fazer, nós estávamos trabalhando em nossos respectivos lugares e ela entra, do nada, de uma hora para outra. Agora imaginem essa cena, mas de verdade. Cerrem os olhos e vejam isso.

    Uma jovem mulher, de uns 28 anos, não bonita, com um rabo de cavalo mal feito segurando seus escuros e longos cabelos, usando uma túnica azul de chifón bem larga para esconder os pneus, calças jeans e uma bolsa lilás gigantesca na mão direita, objeto esse que ela balançava como uma garotinha de cinco anos. E disse com a sua voz que sempre soava como uma flauta descompassada:

    “Eu recebi um e-mail da minha antiga escola. Eles vão promover um encontro de classe e o meu ex-namorado vai estar lá. Será que eu deveria levar um amigo para fingir ser meu namorado?”

    Ali o meu mundo deu um giro de 360°. Qual era o problema dela? Para mim ficou clara a sua insegurança, e mais clara ainda ela ficou quando eu descobri que nós não escrevíamos mais textos porque ela tinha medo de perder o emprego para uma de nós. E após muita humilhação eu resolvi sair, disse ao chefe que eu não agüentava mais trabalhar com ela, e ele me disse que a maioria dos estagiários antes de nós tinha ido embora sem dizer nada.

    Eu me mandei. Patrícia saiu no mesmo dia, depois de uma briga horrorosa com a Lady-Crocodilo. Nós eramos “obrigadas” a trabalhar fins de semana e ainda tinhamos o direito de ouvir reclamações sobre o que fazíamos, sem ajuda, sem Feedback, sem nada. E isso não agrada ninguém, não é mesmo?

    A arrogância e falta de profissionalismo de Dora me causaram fobia de redações, mas eu aprendi a ser mais forte e que desistir nem sempre é um caminho ruim. Conquistei novas e boas amigas e hoje estou pronta para recomeçar com a certeza de que sou boa no que faço e que eles não mereceram nenhuma de nós.

    É claro que eu poderia escrever um livro inteiro sobre essas pessoas e o que se passou comigo, mas acho desnecessário. Coisas ruins são importantes para o crescimento da alma, mas não há quem sinta prazer em lembrá-las...



    Nós terminamos a noite falando mal da revista, porque a Mariana trouxera a última edição que ainda continha os nossos nomes. Agora tudo parecia ainda pior do que no começo. Textos errados, sem graça e com objetivo de agradar seus clientes que pagam para que a revista exista. Tudo muito superficial e desinteressante. Eu voltei para casa com a sensação de que não poderia ter feito uma escolha melhor.
    Se eu ainda penso no Demônio mal vestido? Sim, toda vez que eu vejo o céu.



    [/align]
     
  2. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    RE: Se o Diabo veste Prada, o Demônio veste C&A - I

    ariane, se, nas comparações vc saisse do comum, talvez soasse melhor. exemplo: se em

    "A sua constante mudança de humor pode ser comparada a uma viagem numa Montanha Russa."

    vc optasse por algo como

    "A sua constante mudança de humor era como uma viagem numa Montanha Russa."

    isso ñ é um erro, mas como leitor achei q soaria melhor. tente sair do óbvio, desafiar o leitor, q o texto melhora bastante.

    detalhe: "intrevista" e "póros" ñ existem.
     
  3. imported_Ariane

    imported_Ariane Usuário

    RE: Se o Diabo veste Prada, o Demônio veste C&A - I

    Obrigada pela crítica.
    Bem, quanto a "intrevista" e "póros" é verdade sim, eu raramente leio as coisas que posto por ser muito impaciente, sempre sai alguma coisa errada. Já mudei.:rofl:

    Quanto a: vc optasse por algo como

    "A sua constante mudança de humor era como uma viagem numa Montanha Russa."


    Eu não concordo com você. Eu não faria isso. Ou eu escreveria: "Poderia ser comparada a uma Montanha Russa", ou da maneira que eu fiz, mas isso é questão de gosto e não é problema nenhum. :timido:
    Além do mais a comparação foi proposital, eu queria que soasse assim. Como eu falaria em uma conversa sem importância.

    Mas eu gosto muito de críticas construtivas. Muito legal você ter dado um feedback. ;)

    Abraços. :tchauzim:
     
  4. Fernie

    Fernie Usuário

    Você tem a "manha". Escreve bem para caramba! Texto agradabilíssimo, pode fazer o que quiser com a imaginação - quando quiser transplantá-la para o papel -, porque leva jeito, de verdade!

    Em meio a sentenças bem "tiradas", com o emprego de palavras bem escolhidas, sem ser solene ou pomposa, o que é muito importante... (exemplo): ...

    "o motivo pelo qual eu desabafo assim, no meio de estranhos, é desimportante."

    ... você cometeu alguns pequenos e tremendamente comuns enganos (enganos dos quais sou vítima frequente), que sujiro (não, tô brincando, sugiro), modificar:

    "Eu esperei anciosamente pela ligação" = ansiosamente

    "Quando comecei ficava muito sozinha na minha sala escura, tenho como companhia o meu MAC superpoderoso" = tendo como companhia.

    Agora, vem cá: Mesmo o Diabo, pô, mandar o cara para a C & A seria muita, mas muiiita sacanagem! Excelente o título, rsrsrsrs

    No más, nada! Como diria Virgílio, em suas écoglas. Somente elogios sinceros!

    Toca escrever, porque escreve bem!

    Abrçs!
     
  5. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    se bem q se vc analisar, diabo e demônio ñ seriam sinônimos? na verdd ela tá mandando o mesmo pros 2 lugares... se bem q aquele negão da c&a tem uma carinha diabólica, ah isso tem!
     
  6. Fernie

    Fernie Usuário

    JLM, eu nem tinha dado conta da inversão que fiz... hahahaha

    Dizem que os dois são irmãos... Daí, aquela coisa: "Você usou meu jeans C&A, nojento! Tá que é enxofre purinho..." "E daí, brôu, tu não saiu com o meu collant Prada, e voltou com ele imundo...?!" Pior é o Capeta, que é primo e, dizem, se veste nas Lojas Magal...

    Abrçs!
     
  7. imported_Ariane

    imported_Ariane Usuário

    Pois é, eu não percebo essas coisas mesmo não. Ainda bem que eu tenho você aqui! :rofl:
    Obrigada pelos elogios!:tchauzim:

    Quanto ao meu título, eu usei os dois como sinônimos sim, mas não como o mesmo "ser". Usei o "Diabo" como o velho "Lúcifer" e o demônio, como alguma coisa secundária. Foi isso que eu quis dizer. ;)
     

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