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Saga “Os castros” (ebook gratuito)

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Teresa Durães, 9 Jul 2019.

  1. Teresa Durães

    Teresa Durães Escritora e Poeta

    “O encantamento do vento”, Saga “Os castros”, #1, Teresa Durães

    Literatura fantástica que vai buscar a mitologia portuguesa e decorre na época dos lusitanos.

    Gratuito em:

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    “- Conheces a lenda do Corredor? – perguntou Gutio, de repente.
    Olhei-o admirada.
    - Não.
    - Dizem os antigos que quando uma família tem sete filhos ou sete filhas, o mais velho tem de correr o seu fado.”


    Vídeo promoção:

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  2. Teresa Durães

    Teresa Durães Escritora e Poeta

    “O cetro do Guardião”, Saga “Os castros”, #2,Teresa Durães

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    “Subitamente ouvi um grito, virei-me e fiquei petrificada, ao longe, a invadir o carreiro que dava acesso ao castro, o mar lambia furioso o caminho, ondas violentas vinham, uma e outra e outra destruindo o que apanhavam pela frente. Comecei a vê-las na minha direção e a fugir vinha Telgio a gritar para mim.

    O corvo anão lançou-se no ar e começou a grasnar, Perdida desatou a ladrar e começou a correr em direção do Guardião. Foi nessa altura que consegui reagir e segui a minha cadela o mais depressa que consegui, sem olhar para trás, sem querer ver aquelas ondas gigantes que se aproximavam vindas do outro extremo da praia, do lado errado, sem razão aparente, fugir de uma morte certa, eu que nem sabia nadar. “


    Este é o segundo livro da saga "Os castros" tendo sido o primeiro "O encantamento do vento" em
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  3. Teresa Durães

    Teresa Durães Escritora e Poeta

    Gratuito
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    "Olhei na direção onde devia estar o Guardião, não estava lá nada, Telgio tinha razão, não conseguia perceber o que estava a acontecer quando vi um guerreiro enorme a aproximar-se.

    Telgio, de imediato, desembainhou a espada apontando para o colossal guerreiro que se pusera à nossa frente.

    - Guarda essa espada, rapaz, desfaço-te num instante se quiser. Além disso, não estou aqui para lutar. – Resmungou o guerreiro.

    - Não sei se o conseguirias, mas o queres então? – Perguntou Telgio sem nunca descer a guarda.

    - Já te disse, guarda a espada. – disse de maus modos.

    - Posso ao menos saber com quem estou a falar? - Telgio não se mexeu.

    - Estás a falar com o Guardião, – o guerreiro fez um ar furioso – e estão nos meus domínios por isso guarda já essa espada antes que te desfaça."
     
  4. Teresa Durães

    Teresa Durães Escritora e Poeta

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    Vídeo de promoção
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    Subitamente ouvi um grito, virei-me e fiquei petrificada, ao longe, a invadir o carreiro que dava acesso ao castro, o mar lambia furioso o caminho, ondas violentas vinham, uma e outra e outra destruindo o que apanhavam pela frente. Comecei a vê-las na minha direção e a fugir vinha Telgio a gritar para mim.
    O corvo anão lançou-se no ar e começou a grasnar, Perdida desatou a ladrar e começou a correr em direção do Guardião. Foi nessa altura que consegui reagir e segui a minha cadela o mais depressa que consegui, sem olhar para trás, sem querer ver aquelas ondas gigantes que se aproximavam vindas do outro extremo da praia, do lado errado, sem razão aparente, fugir de uma morte certa, eu que nem sabia nadar.

    Este é o segundo livro da saga "Os castros" tendo sido o primeiro "O encantamento do vento" também gratuito em
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  5. Teresa Durães

    Teresa Durães Escritora e Poeta

    “O encantamento do vento”, Teresa Durães

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    “Não era fácil ver a passagem à pouca luz da lua, precisei de apalpar as rochas com as minhas mãos para a encontrar e, assim que a vi, atravessei o mais rapidamente possível. Do outro lado, mais descansada, atirei-me para o chão, largando descuidadamente a trouxa. Estava ofegante pelo medo de ser descoberta, as minhas mãos tremiam ligeiramente, via-se mesmo que não tinha qualquer tipo de treino de guerreira. Naquele momento seria incapaz de manejar uma arma, quanto mais acertar em alguém.

    Acalmar, respirar como ensinara o Taci. E ir ao encontro dele apesar de ter querido que prometesse que nunca o faria. Bom, a altura era uma exceção, esperava que compreendesse. Ou não e a minha nova vida ia começar mal. O que iria fazer a partir dali? Ia ter com um guerreiro que não sabia quem era, num local estranho em que parecia que o sol não avançava ou fazia-o, mas a um ritmo muito próprio?”

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  6. Teresa Durães

    Teresa Durães Escritora e Poeta

    “O cetro do guardião”

    Gratuito
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    “Não percebia porque a velha estava a torturar-me daquela maneira e não consegui impedir que as lágrimas escorressem.

    - A minha mãe nunca me obrigaria! – Gritei furiosa.

    - Então não tinhas dito que tinha morrido? – Perguntou a velha divertida – Quem te vai defender sem teres a tua mãe? Sabes o que acontece às raparigas bem-nascidas, são produto de troca e, convenientemente, esse guerreiro ao teu lado é chefe de castro, para além de outras habilidades que tem.

    - Não a ouças, Elora. – Voltou Telgio a repetir mansamente.

    Quis secar as lágrimas, responder malcriadamente à velha, mas não consegui.

    - Hei de trazer o cetro e não casarei com quem não quero. – Murmurei mais para mim do que para ela.

    - Mesmo que o destino entre os dois esteja traçado desde sempre? – A velha riu e os cabelos pareceram largar labaredas.

    - Não acredito em tal coisa, – disse o mais firmemente que consegui – a vida é minha e faço dela o que quero.

    - Pobre criança, nem sabe do que fala. O teu pai não foi um corredor? Tu é que sabes, Elora, filha de Taci e de Lana. Vai de encontro ao teu trasgo, salva o Guardião e não cases com Telgio. Quebra o teu elo e terás a vida que escolhestes, depois não te arrependas.”
     
  7. Teresa Durães

    Teresa Durães Escritora e Poeta

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    Os meus avós fizeram mais de cinquenta anos de casados e foram apaixonados até ao fim das suas vidas, nunca vi um amor assim
    Não consigo deixar de ver a vida moderna, mal ou bem, como algo que esmigalhada tudo em volta, incluindo o amor. Há muitos tipos de amor, os que vencem, os que perdem. O dos meus avós, outros tão intensos que vão além da paixão, mas vivem num espaço curto tempo. Outros, aqueles que foram abandonados porque sim, sem uma palavra. Ou simplesmente espíritos que não se tocam.
     
  8. Teresa Durães

    Teresa Durães Escritora e Poeta

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    “Sei que te esperarei na próxima noite quando o mundo adormecer suavemente. Então, poderemos viver umas horas na confidência das estrelas, no segredo dos animais noturnos escondidos sob o luar, ténue luz guardadora das confidências dos amantes. Tenho tanto para te dizer e tão pouco tempo para partilhar. Queria-te comigo nos raios solares onde poderíamos correr descalços sobre a terra sentido o passado para além da História. Talvez nos encontrássemos num tempo anterior a todos os tempos, antes de todas as coisas, no tempo das espadas forjadas pelos Deuses, 7 espadas acima das colinas, 7 espadas acima dos vales. Agarraríamos as mãos numa dança louca, eu que não gosto de dançar, dançaríamos a dança estonteante das flores cantantes, dos sobreiros e castanheiros. E descansaríamos no cair da noite quando as corujas brancas se preparam para a caçada e lançam os seus gritos de predadores. Seríamos felizes”
     

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