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Realeza e Governo na Terceira Era da Terra-média

Tópico em 'Comunicados, Tutoriais e Demais Valinorices' iniciado por Artigos Valinor, 25 Jun 2005.

  1. Artigos Valinor

    Artigos Valinor Usuário

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    Introdução
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    Este estudo examina o poder e funções dos reis nos reinos de Gondor e Rohan, as regiões sobre as quais temos as evidências mais detalhadas. Deve ser notado que as tradições reais dos reinos Dunedain se originaram da lei Numenoriana, enquanto que a realeza de Rohan é em sua maior parte baseada nos costumes dos Homens do Norte. </P>
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    Em Endor [Terra-média] o poder real era a norma onde os povos eram fortes o suficiente. Dessa forma ele existiu, em vários momentos, coroas em Harad, Rhun, Rohan, Valle, Arnor e Gondor. Em sua ausência, seja porque a realeza falhou ou o povo não era forte o suficiente, existiram lideranças [como entre os Beornings e Woses] e povoações independentes [Bri e Esgaroth, por exemplo]. </P>
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    O rei era a pessoa mais importante na sociedade que governava: isto foi simbolizado de várias maneiras. Por exemplo, o direito exclusivo do Rei de Rohan de cavalagar os Mearas, as residências e túmulos reais em Edoras e Minas Anor, e a centralidade dos reis na história registrada [isto é, os Apêndice de Tolkien no O Senhor dos Anéis]. </P>
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    Autoridade Real e Deveres
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    A extensão da autoridade e poder de um rei Numenoriano é citada em um rascunho de carta do professor Tolkien para um fã: </P>
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    "Um rei Numenoriano era um monarca, como o poder de decisão inquestionável em debate; mas ele governava o reino com a estrutura de uma lei antiga, da qual ele era administrador [e intérprete] mas não criador." [Letters, No. 244] </P>
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    Os Reis de Gondor e Arnor era refreados, em vários graus, pela lei e pelo conselho de seus Conselhos; e mais significativo, o Rei não fazia as leis. Isto podia implicar em uma forma de governo bastante tradicional. </P>
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    As funções de um rei eram agir como um líder de guerra e conceder justiça. A ele eram devidas obediência e serviço por seu povo. Em troca ele fornecia recompensas, honrarias e proteção. Detalhes do reino de Aragorn demonstram as funções de um rei: </P>
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    "Nos dias que se seguiram à sua coroação o Rei sentava em seu trono no Salão dos Reis e pronunciava julgamentos... E muitos eram trazidos diante dele para receber seu elogio e recompensas por seu valor;" [SdA, Livro 6 Cap.V] </P>
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    Em uma dessas ocasiões Aragorn fez de Faramir o Príncipe de Ithilien e julgou Beregond de Minas Tirith por quebrar a lei. Rei Elessar também recompensou os Woses da Floresta de Firien por sua ajuda na Batalha dos Campos de Pelennor. Em dias posteriores ele conduziu os exércitos de Gondor em campanhas militares em Rhun e Harad. </P>
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    A falta de detalhes sobre reinos mais pacíficos nos traz um retrato desequilibrado do rei como um líder de guerra. Mas este era seu dever mais importante: defender o reino ou extender seu poder. A extensão ns quais o rei era pessoalmente involvido na guerra pode ser julgado pelo fato de que de trinta e três reis de Gondor antes de Elessar [incluindo Elendil e Anárien] dez morreram em batalha. O cálculo para Rohan é três de dezessete reis antes de Éomer [excluindo um morto pelos Orcs quando não estava em campanha]. </P>
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    Sucessão Real
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    As coroas de Gondor, Arnor e Rohan eram hereditárias, passando do pai para o filho mais velho, ou o descendente masculino mais próximo. Uma mulher poderia governar o reino? Em 1944, quando Arvedui de Arnor fez uma reinvindicação pelo trono de Gondor via sua esposa Firiel, a única filha sobrevivente do falecido Rei de Gondor, o Conselho de Gondor declarou: </P>
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    "Em Gondor, está herança [a Realeza] é contada através dos filhos apenas." [Apêndice A [iv]] </P>
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    Em resposta, Arvedui apontou que pela lei Numenoriana o filho mais velho do rei o sucedia no trono, fosse homem ou mulher. Contudo, ele também observou que esta lei não era seguida: </P>
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    "É verdade que a lei não tem sido observada nas terras de exílio sempre perturbadas pela guerra" [Apêndice A [iv]] </P>
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    O cargo do Rei como líder de guerra na sociedade Dunedain excluía as mulheres como governantes. </P>
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    Em Gondor, no caso de uma sucessão que não esteja clara, o Conselho parece ter o poder de decisão sobre quais das reinvindicações seria a mais válida. Qualquer requerente precisas de uma descendência Numenoriana pura, ascend6encia real e alto status, ajudados por valentia em combate; veja por exemplo as razões pelas quais Earnil recebeu a coroa em 1944 [Apêndice A [iv]]. Também é instrutivo ler a declaração de Faramir sobre a base do direito de Aragorn ao trono de Gondor: </P>
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    "Contemplem, alguém veio reclamar a Realeza de novo, finalmente. Aqui está Aragorn, filho de Arathorn, líder dos Dunedain de Arnor, Capitão do Exército do Oeste, portador da Estrela do Norte, aquele que empunha a Espada Reforjada, vitorioso em batalha, cuja mão traz cura, a Pedra Élfica, Elessa da linha de Valandil, filho de Isildur, filho de Elendil de Númenor." [SdA, Livro 6 Cap V] </P>
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    Faramir enfatiza a posição, valentia e linhagem de Aragorn e se refere a seus privilégios e habilidade de cura como evidência de sua linhagem real. Estas eram as qualidades de um rei. </P>
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    Vassalos Reais e Conselho
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    Abaixo do Rei em autoridade estavam os lordes do reino. Estes homens mantinham terras [feudos] da coroa. Em Gondor ao final da Terceira Era, os vassalos dos Regentes incluiam os Lordes de Lossarnach, Vale Ringlo, Morthond, lamedon e Anfalas, e o príncipe de Dol Amroth [SdA Livro 5 Cap I e Cap IX]. Estes lordes possuíam suas terras provavelmente através de sucessão hereditária, como a Coroa e a Regência. De suas linhagens saíam importantes oficiais reais, ou mesmo sucessores ao trono. Eles também tinham um cargo no Conselho de Gondor, cujo conselho os Reis ou Regentes eram obrigados a considerar: </P>
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    "Em todas as matérias discutíveis de importância doméstica, ou externa, contudo, mesmo Denethor tinha um Conselho e pelo menos ouvia o que os Lordes dos Feudos e Capitães das Forças tinham a dizer." [Letters, No. 244] </P>
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    Lendo isto parece [ao final da Terceira Era pelo menos] que existia um grupo permamente de pessoas que constituía o Conselho. Diferentes governantes através dos séculos podem ter dado importância diferenciada ao seus Conselhos dependendo de seu caráter e força de sua situação. O tradicionalismo dos Dunedain poderia sugerir que o Conselho era baseado no COnselho do Cetro em Númenor [Unfinishedt Tales 2 II] e não mudara muito em poder ou deveres através dos séculos. </P>
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    Os lordes presumivelmente mantinham o pdoer localmente, administrando a lei e organizando as forças e defesas de seus feudo. Seu principal dever para com a coroa ao que parece era militar: levando homens de seus feudos para agrupamentos reais e agindo como capitães dessas forças. [veja por exemplo SdA Livro 5 Cap I]. </P>
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    Em Rohan a situação era similar. O rei tinha sob ele vários lordes [por exemplo, o Senhor do HarrowDale]. Os Marechais dos Marcos eram os tenentes-chefe do rei; estes três postos eram preenchidos por pessoas relacionadas ao Rei ou por vassalos. As evidência dos reinos de Helm e Théoden mostram que os reis mantinham Conselhos, formado por seus marechais e principais capitães [SdA Apêndice A II] mas não fica claro se tinham membros ou reuniões regulares [Ver Unfinished Tales 3 Cap V para detalhes da estrutura militar e de poder em Rohan]. </P>
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    Existem uns poucos exemplos registrados de conflitos entre os lordes e seu rei: a Guerra Civil [1437 - 1448] foi uma rebelião em larga escala contra o Rei de Gondor por lordes protestando devido à perceptível diminuição da linha de sangue real que resultaria do casamenteo do Rei Eldacar com Vidumavi, uma não-Dunedain. E em 2754 o Rei Helm de Rohan amtou Freca do Marco Ocidental, um vassalo poderoso e ambicioso [SdA Apêndice A II]. É concebível que existiram outros momentos de tensão entre os reis e seus vassalos, ou entre diferentes lordes [por exemplo, sobre contribuições à campanahs reais ou rivalidade por influência com o rei]. Contudo, a raridade de rebeliões registradas contra os reis de Gondor e Rohan indicam que, normalmente, um rei exercia forte autoridade e obediência em sei reino.</P>
    Tradução de Fábio Bettega
     

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