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Racismo, higienismo, e outras porcarias aflorando em resposta a série ou eu estou achando pelo em ovo?

Acho que cabe a discução aqui. Dada as imagens da série, vi comentários com um pé racista do tipo: Elfo negro? Dada a zona que o Brasil se encontra no momento, eu sempre me preocupo se isso é sinal de racismo ou tem um profundo conhecimento do universo por trás. Há um história que quem estuda um pouco de estatística deve conhecer. Dois colegas viajavam de trem para um outro país e observam uma ovelha negra. Um diz: 'olhe! As ovelhas aqui são negras'. O outro responde, 'não. Pelo menos um lado de uma ovelha é negro aqui. As outras não temos conhecimento'. Pra mim essa história é pra dizer que deve-se ter uma amostra representativa da população pra poder dizer qualquer coisa sobre a população. Dado que não sou um conhecedor profundo do universo pergunto: Quais são as bases reais que fazem certamente ser impossível ter um elfo negro? Ou uma anã sem barba? Necessariamente todas as anãs tem que ter barba? Pq Elrond não pode ter dado uns pega na Galadriel quando eles eram adolescentes?

Outro ponto. Sabemos que a série vai ser otimisada pra dar lucro, tudo é. Não sei o quanto do cinema de hoje em dia cabe na categoria sétima arte. É o negócio do entreterimento. Se não der dinheiro, não importa se é arte. Eu achei a série Cowboy Bebop sensacional e sou super fã do anime.
O quanto isso vai afetar a série é a pergunta, não se isso vai ou não afetar a série. O que vcs acha?
 
Acho que cabe a discução aqui. Dada as imagens da série, vi comentários com um pé racista do tipo: Elfo negro? Dada a zona que o Brasil se encontra no momento, eu sempre me preocupo se isso é sinal de racismo ou tem um profundo conhecimento do universo por trás. Há um história que quem estuda um pouco de estatística deve conhecer. Dois colegas viajavam de trem para um outro país e observam uma ovelha negra. Um diz: 'olhe! As ovelhas aqui são negras'. O outro responde, 'não. Pelo menos um lado de uma ovelha é negro aqui. As outras não temos conhecimento'. Pra mim essa história é pra dizer que deve-se ter uma amostra representativa da população pra poder dizer qualquer coisa sobre a população. Dado que não sou um conhecedor profundo do universo pergunto: Quais são as bases reais que fazem certamente ser impossível ter um elfo negro? Ou uma anã sem barba? Necessariamente todas as anãs tem que ter barba? Pq Elrond não pode ter dado uns pega na Galadriel quando eles eram adolescentes?

Outro ponto. Sabemos que a série vai ser otimisada pra dar lucro, tudo é. Não sei o quanto do cinema de hoje em dia cabe na categoria sétima arte. É o negócio do entreterimento. Se não der dinheiro, não importa se é arte. Eu achei a série Cowboy Bebop sensacional e sou super fã do anime.
O quanto isso vai afetar a série é a pergunta, não se isso vai ou não afetar a série. O que vcs acha?
Sempre terão os canalhas racistas que vão falar e reclamar pelas questões de preconceito que você citou.

Mas, existe sim uma reclamação pertinente ao que tem ocorrido no entretenimento atual: panfletagem e lacração que substituem bons roteiros, personagens bem escritos, Lore, etc. É tipo uma inclusão e diversidade apenas por tabela. Para agradar uma cartilha ou grupo que se diz defensor dos oprimidos.

Em outro post eu falei que deve ter muito fã com uma espécie de "Síndrome de Star Wars". Cito a diferença da característica inclusiva atual - a "Mulher Forte" da Antiga x Nova Trilogia :

A Leia que aparece no episódio IV é uma princesa que participa de uma rebelião contra um império monstruoso e se utiliza da autoridade do senado imperial para peitar os militares e o Darth Vader. Mas sabe o quê mais ela tem para ser tão legal? Ela é corajosa, tem espírito de liderança, ela comete falhas, tem defeitos, tem virtudes, é carismática, é resiliente. É uma baixinha mais alta do que muitos homens nesse mundo militar predominantemente masculino. E ela é muito foda. E foge do clichê da princesa indefesa. Ou seja, a personagem flui naturalmente.

Já essa trilogia se pautou na Rey: ela é poderosa e consegue fazer tudo perfeitamente, uma Mary Sue. O Luke precisou da ajuda do Obi Wan, do Han Solo, do R2, da Leia. Ele apanha, falha, erra, hesita, perde o duelo com o Vader. Ele cresce.

Aí vc pergunta: qual a personalidade da Rey? Os defeitos, as virtudes. Ela tem carisma? Como ela é tão poderosa sem treinamento? Ela erra, tropeça, comete erros, se desenvolve como personagem?

Infelizmente transformaram essa nova protagonista apenas numa extensão dos pais dela: de Zé ninguém para neta do Palpatine. Mais uma vez, panfletagem: "Vamos fazer uma personagem feminina forte". Ok, mas me fale sobre ela. "Ah, é uma mulher empoderada". OK, mas me fale dessa pessoa. "Ah, ela é poderosa."

Personagem não é isso.

- Fã: "Legal, vc colocou um ator negro para interpretar um elfo. Poderia construir a sociedade, política e cultura de Harad (onde estão os povos morenos) como uma homenagem aos mitos e a história da África e mostrar como o mundo é realmente diverso?" -

- Produtores: "Deixa de ser um ista ou fóbico. Já basta a diversidade da série com um elfo ou Hobbit negro. Deixa de reclamar".

- Fãs: "Mas os reis, rainhas e guerreiros de Harad podiam ser os atores e atrizes morenos/negros para construir essa sociedade inexplorada da Terra Média. Ou, pq não mostram um ator asiático recebendo um dos anéis para se tornar um grande conquistador do leste, tipo um Gengis Khan? Historicamente, ele (Temujin) também começou do nada até virar o Senhor de um dos maiores impérios da história - podia ser Khamul, o oriental. Olha o potencial de histórias, cultura, homenagem aos mitos orientais para fugir da visão "orientalista" que ainda é padrão em Hollywood (e tô falando sim dos Dothrakis)."

- Produtores: "Já basta um elfo ou um Hobbit negro. Deixa de reclamar. São dois ícones da saga. Estamos apenas corrigindo um problema de diversidade de Tolkien."

O mundo é tão diverso, mas é uma pena os atores negros ou asiáticos emularem apenas os mitos, personagens e a cultura europeia. Nunca vemos nada dos outros continentes. É mais fácil um Aquiles negro do que Memnon (que quase ninguém ouviu falar).
 
Última edição:
Quem mais fica exaltando racismo em obras são justamente autores bem branquinhos que adoram mostrar virtuosismo com personagens que não existem na obra. São estes que apontam e dizem: “ Uma ovelha negra! ” ou “ Recebemos com grande alegria o escritor NEGRO” ou o “cantor NEGRO”.

Sabe o que me irrita em personagens NEGROS em obras de autores brancos? Estereótipos. O tipo mais recente é o negro de óculos, cabelo black power, cara de chorão e gola abotoada. Tipo aquele visual do filho preto que é convidado pra festa de brancos e se veste como eles pra passar a mensagem de que é limpinho. Tem várias e várias séries com esse tipo caricato, que senpre faz par cômico de uma mulher empoderada.

Nem ligo mais se vão inserir todo o tipo de panfletagem identitária no seriado. Já era fato consumado quando a Amazon adquiriu os direitos. O padrão é sempre o mesmo, hype, passada de pano, acusações de racismo caso alguém discorde e textão sobre racismo estrutural numa série que deveria ser de fantasia. Nada mais. Mas não, a sanha dos defensores dos negros oprimidos segue a todo vapor. Acham que, por mostrarem um elfo preto, vou ficar feliz ou aplaudir isso? Falam tanto de cultura afro mas são incapazes de deslocar toda a infraestrutura milionária para um país da África e fazer um filme de reis ashanti, núbios ou de qualquer outra tribo. É mais fácil e mais lucrativo inserir um pretinho numa obra consolidada que tem suas raízes nórdicas.
 
O racismo individual é restrito a determinados grupos e indivíduos. A sua detecção é evidente e é muito fácil de ser criticado e rechaçado. Isso pode causar uma ilusão de que quem não é individualmente racista não é racista em absoluto. O que é um equívoco.
Pouca gente tem coragem de ser abertamente racista hoje em dia, em parte porque é crime, em parte porque a imoralidade disso é difícil de ser disfarçada. As pessoas podem até ser racistas no âmbito privado e em determinados grupos, mas sabem que não podem sustentar tal posição publicamente.

Ainda assim, o racismo está presente e é fortíssimo. Se não vem desses indivíduos, vem de onde?

Vou dar o exemplo da universidade pública. Passei anos da minha vida lá como estudante, pesquisador e docente. Por muito tempo dava pra contar nos dedos de uma mão as pessoas negras que conheci entre alunos e professores. Já entre funcionários da limpeza e da segurança, os negros eram a maioria.
Eu não ouvia comentários racistas, as pessoas não eram, ao menos não publicamente, individualmente racistas. Ainda assim, a universidade era racista porque deixava bem claro qual era o lugar dos brancos e qual era o lugar dos negros. Isso é racismo estrutural. Ninguém precisa agir de forma abertamente racista porque o sistema já faz o serviço sujo.
Vieram então as políticas compensatórias, que há quem goste de chamar de lacração, pra tentar amenizar essas distorções graves da nossa sociedade. Entre elas as cotas etnico-raciais.
No mundo em que aparentemente não havia racismo individual, de repente, começou a chover comentários dos mais absurdos tentando deslegitimar as cotas. Alguns já abertamente racistas, mas a maioria não. Tentavam usar argumentos pra falar: olha eu não sou racista, mas isso não pode. O mais comum deles era que a presença de alunos cotistas diminuiria a qualidade das aulas. Eu dei aula pra turmas com cotistas e, pasmem, não diminui porra nenhuma. E não é um caso anedótico, é estatístico, não há queda de desempenho.

O indivíduo não é racista quando a separação entre casa grande e senzala é muito bem definida, ele não precisa ser racista. O negro enquanto estiver ocupando os espaços destinados a ele, exótico à branquitude, é ótimo, mas ai dele se quiser ocupar a casa grande. Aí começam os protestos e chororôs dos indivíduos que aprenderam que não podem ser racistas, mas que sempre viveram com as benesses de uma sociedade racista.

Então essa pessoa que sabe que não pode ser racista, que é errado ser racista, mas que vê seu lugar sendo invadido por quem não devia estar ali, começa a procurar justificativas pra que as coisas permaneçam como sempre foram. Isso é racismo estrutural, e não é feito de forma consciente individualmente. As pessoas acreditam piamente que não são racistas, porque de fato não o são do ponto de vista individual, mas reproduzem e muitas vezes trabalham ativamente pra manter a estrutura tal qual ela é.

Eu vejo exatamente a mesma coisa no caso do elfo negro. As justificativas são várias: não tem nos livros, eles são brancos porque deram origem aos europeus, é um mito com base escandinava, etc.
No fundo o elfo branco representa a casa grande. Tudo bem se o negro for um povo da África, lá é o lugar dele. Posso até aceitar que um anão seja negro, afinal, eles são cópias mal feitas dos verdadeiros filhos. Mas um elfo, o supra sumo da criação, o ser perfeito, esse eu não admito, aqui não há lugar pra negros. Claro, o discurso raramente vai ser explícito assim, mesmo porque, raramente vai ser consciente assim. O discurso vem na forma de, tal como as cotas, "vai perder qualidade". Tem gente já garantindo que o roteiro vai ser ruim por causa disso.

Pouca gente quer ser racista, mas pouca gente também percebe ou admite que não adianta não querer, a gente nasce em uma sociedade racista que nos ensina a ser estruturalmente racistas desde o berço.
 
Tive que banir mais de uma pessoa de grupos que administro no fandom por memes "inofensivos" tipo Pelégolas, que começaram parecendo só uma zoadinha, até que mais de uma pessoa também usou o termo "niggolas". Fora MUITO chorume do tipo "ter negros em algo de Tolkien é tudo menos Tolkien", "vou passar bem longe porque não existe elfo negro" (tamanha aversão à UM personagem negro divulgado em caracterização no meio de mais de 10 outros personagens brancos é o quê?), "Tolkien está se revirando no túmulo com personagens negros" (amo os fiscais de túmulo)... Pessoal estava esperando reboot dos filmes, com a mesma estética dos filmes, de preferência os mesmos atores dos filmes... Não sabem superar nada. E aproveitam para argumentar destilando bastante preconceito, sim.
 
Eu nem entro nessas discussões, pois já não basta o que rola em cima do pouco de material oficial que a Amazon divulgou até agora, quanto mais o que é pura especulação.
 
Eu não tenho muito tato para falar sobre racismo e assuntos desse tipo, e se o fizesse sem dúvida alguma iria acabar falando abobrinha.
Por tanto vou me abster a falar sobre as questões acerca da Terra-Média que você levantou:

Sobre os elfos negros:
Acredito que não haja base alguma que justifique a inexistência desses. Talvez os elfos tenham sido todos brancos quando vieram ao mundo, mas nada impede que uma estirpe de pele mais escura tenha surgido mais tarde através do casamento entre elfos e homens.
São descritos vários relacionamentos entre essas espécies na literatura de Tolkien. Os, provavelmente, mais famosos sendo o casamento de Beren e Lhutien e o de Aragorn e Arwen. Mas existem outros, como o suposto casamento entre Imrazor e Mithrellas (ou Ninrodel em outras versões do relato) e o amor platônico entre Aegnor e Andreth; tendo isso em mente, pode-se afirmar que o casamento entre mortais e elfos não eram ocasiões tão raras.

Sobre as anã barbadas: Sim, Tokien foi categórico: anãs tinham barba; e mais, os anões já nasciam com barba. As vozes, vestimentas e comportamento de anões e anãs eram idênticos, sendo a única diferença que as anãs não iam à guerra e que só na mais extrema necessidade saiam de suas casa.

Sobre um suposto relacionamento entre Elrond e Galadriel:
Impossível. Elfas jamais se relacionavam com elfos mais novos (motivo? Apenas um elemento mitológico relacionado com o despertar dos elfos na Terra-Média).
Se nós converter-mos as idades de Elrond e Galabriel para idades mortais, poderia-mos dizer que Elrond tem uns 50 anos enquanto Galadriel tem uns 90 (que fique claro que essa conversão é puramente especulativa e eu devo ter errado feio; mas de fato Tolkien elaborou um cálculo para converter idades elficas e numenoreanas para idades mortais normais).
Não há realatos sobre a união de uma Elfa mais velha com um Elfo mais novo. Um exemplo para ilustrar a inflexibilidade dessa regra é o caso de Maeglin e Idril; Maeglin (se não me engano) era apenas dois anos (em conversão de idade elfica para mortal) mais novo que Idril, e isso bastava para ela rejeita-lo (sem contar que eles eram primos em primeiro grau).
No caso de Aragorn e Arwen, eles só assumiram o relacionamento quando (se não me engano) Aragorn atingiu 33 anos de idade e assim "ficou mais velho" que Arwen.
E me esqueci do mais importante: quando Elrond nasceu, Galadriel já era comprometida com Celeborn.

As informações sobre os anões eu peguei aqui do fórum (https://www.valinor.com.br/6263)
Já as demais foram retiradas dos livros Contos Inacabados e a Natureza da Terra-Média.
 
Última edição:
O curioso é ver uma galera louvando personagens negros que reproduzem os mais odiosos estereótipos: uma mulher negra, anã e de barba que em nada difere das antigas atrações que atraiam a elite socialista vitoriana de outro século
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É a mesmíssima representação, só que travestida do virtuosismo moral e hipócrita que não enxergam ou fazem de conta que não estão reforçando estereótipos. Se eu mostrar essa imagem a todas as mulheres da minha família, negras, nenhuma delas vai aprovar ou se identificar com isso.

Triste, a pessoa quando entra na grade de sociologia e começa a ler Adorno e Horkheimer, já era. Começa a ver racismo estrutural em todos os níveis sociais e que todos lutam contra todos.
 
Acho muito estranho porque até agora ninguém disse:
- Curti! Tá linda(o)!
Fica uma discussão bem suspeita, ataques à iniciativa da Amazon e outras choradeiras.
Esquisito pra caramba...
:(
 
Acho muito estranho porque até agora ninguém disse:
- Curti! Tá linda(o)!
Fica uma discussão bem suspeita, ataques à iniciativa da Amazon e outras choradeiras.
Esquisito pra caramba...
:(

Eu não entendo seus comentários @Gandalf The Black, parece que na metade você está contra algo e na outra metade a favor, como aqui:

É um exercício de empatia. Basta colocar-se na época e entenderá o contexto da obra. Infelizmente, ninguém exercita mais. Fazem umas conexões bem superficiais com alguma lógica. Sem verdade ou aplicação prática, mas essa lógica ganha força porque a maioria não pensa ou usa o critério de desconstrução pra justificar essa loucura.

Sem contar uma turma que cria a polêmica só pela exposição e pelo barulho. Lamentável...

Outra coisa, Blade Runner é considerada uma das adaptações mais fiéis. Ainda assim tem várias divergências. Diante da vastidão e complexidade das obras do Professor, porque seria diferente?

Estou achando tudo ótimo. Que venha e logo!

Pode me explicar seu pensamento? Não compreendi bem.
 
Eu não entendo seus comentários @Gandalf The Black, parece que na metade você está contra algo e na outra metade a favor, como aqui:



Pode me explicar seu pensamento? Não compreendi bem.
Sinceramente, vi até crime em alguns comentários, mas vamos deixar isso de lado já que ninguém optou por essa via até então. Que seja erro de tipo da pessoa ou interpretação equivocada minha. Independente, fico chocado de ver algo assim por aqui.

Por esse motivo, desabafei.

Sobre o show, não vou entrar no mérito "série x obras" porque não vai dar certo. É uma adaptação, só isso. Por outro lado, é algo grandioso. Duvido que mesmo o crítico mais "enjoado" não sinta um frio na barriga assim que o primeiro capítulo for ao ar em setembro.

Um pouco de otimismo não faz mal. Ou faz? ;)

A galera tá pegando pesado demais...

E outra coisa, a Microsoft comprou um estúdio por 60 bilhões. Direitos de O Senhor dos Anéis estão sendo negociados por 2 bilhões. Pra mim, o negócio já foi fechado. Ou seja, vem muito mais conteúdo em um futuro próximo. Que venha!
 
Sinceramente, vi até crime em alguns comentários, mas vamos deixar isso de lado já que ninguém optou por essa via até então. Que seja erro de tipo da pessoa ou interpretação equivocada minha. Independente, fico chocado de ver algo assim por aqui.

Por esse motivo, desabafei.

Sobre o show, não vou entrar no mérito "série x obras" porque não vai dar certo. É uma adaptação, só isso. Por outro lado, é algo grandioso. Duvido que mesmo o crítico mais "enjoado" não sinta um frio na barriga assim que o primeiro capítulo for ao ar em setembro.

Um pouco de otimismo não faz mal. Ou faz? ;)

A galera tá pegando pesado demais...
Agora entendi seu pensamento, obrigada pela resposta.
 
Agora entendi seu pensamento, obrigada pela resposta.
Queria que a galera estivesse na minha vibe, só isso. Respeito a opinião de todo mundo, mas nessa questão racial o pessoal tá derrapando. Segura na mão da obra e vai porque na série a abordagem é outra... Todo mundo sabe disso. É grana, vaidade e poder, infelizmente, mas vai dar certo.
 
Eu fui bastante claro sobre o que penso desta série desde seu anúncio e até aqui tudo seguiu conforme o roteiro, até as respostas indignadas sobre as críticas à produção da Amazon seriam classificafas como ataques de trolls, racistas, fobicos e outros rótulos possíveis e óbvios que seriam empregados. Nada diferente do que ocorreu com Star Wars e Star Trek. Mesmo modus operandi.

Aí eu pergunto: porque a rainha anã dos elfos é negra? Sendo que há negros na T-m? Se a intenção era fazer um agrado aos militantes, usaram a representação errada. Poderiam ter feito isso com Erendis, com Celebrian e Celegorn. Fizeram? Não. Meteram essa de uma versão naugrin da rainha Dido com barba.

Os próprios produtores tão cagando pra fã. Se fecharam na salinha para imaginar como inserir todas pautas progressistas e todos os victim cards possíveis. Se sobrar, mostram alguma referência ao SdA ou uma passagem bem rápida de algum trecho dos anais da T-m.
 
Aí eu pergunto: porque a rainha anã dos elfos é negra? Sendo que há negros na T-m? Se a intenção era fazer um agrado aos militantes, usaram a representação errada. Poderiam ter feito isso com Erendis, com Celebrian e Celegorn. Fizeram? Não. Meteram essa de uma versão naugrin da rainha Dido com barba.
A Amazon já está recebendo TONELADAS de lixo racista com personagens originais da série JUSTAMENTE numa tentativa de aliviar (que não deu certo, pois racistas serão racistas). Fora os insuportáveis (porém não necessariamente racistas, apenas hipócritas) fãs preciosistas cobrando fidelidade ao livro, sendo que os personagens NEM SÃO do livro. Se tivessem mudado a etnia de Erendis ou de Celebrian... o mundo ia acabar de vez.
 
Então, é mais louvável ao seu paladar uma negra representando uma anã pra não incorrer numa ideal de elfos black is beautiful com atrizes e atores belos. Nada de Michel B. Jordan com orelhas pontudas. Legal é uma representação de carne e osso da mulher boterizada... te entendo. Negros não podem admirar o que consideramos belo.
 
Então, é mais louvável ao seu paladar uma negra representando uma anã pra não incorrer numa ideal de elfos black is beautiful com atrizes e atores belos. Nada de Michel B. Jordan com orelhas pontudas. Legal é uma representação de carne e osso da mulher boterizada... te entendo. Negros não podem admirar o que consideramos belo.
Já vai ter um elfo negro. Um ator MUITO lindo, diga-se de passagem. E olha a MERDA que isso tá gerando. Não sei por que você tá insistindo tanto num estereótipo que nem era atribuído aos negros, num período histórico relativamente longínquo, e com apenas UMA personagem (que nem negra é, a atriz é britânica de ascendência iraniana).
 
Acho muito estranho porque até agora ninguém disse:
- Curti! Tá linda(o)!
Fica uma discussão bem suspeita, ataques à iniciativa da Amazon e outras choradeiras.
Esquisito pra caramba...
:(

Eu curti! Tá lindo!

O visual me comprou - meu real receio é como a história vai ser contada. E qual história vai ser contada.

Elfos pretos, Anãs de Olhos Âmbar (barba elas já tem), Mães Solteiras.... gente, não sabemos nem a cor do cabelo do Legolas e muitos aí discutindo quem existia ou não na Terra-média da Segunda Era
 

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