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Que Horas Ela Volta? (Brasil, 2015)

Tópico em 'Cinema' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 17 Set 2015.

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Sua nota para o filme:

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  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

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    Sinopse: A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.

    Direção: Anna Muylaert

    Elenco: Regina Casé, Camila Márdila, Michel Joelsas

    Trailer
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  2. Erendis

    Erendis I'm a motherfucking woman

    Nem tava a fim de assistir esse filme porque detesto a Regina Casé.
    Mas depois de ler esse texto, eu vou ter que assistir.
     
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  3. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Assisti ontem. Muito bom. O estranho é o cinema estar cheio de senhoras da classe média natalense, todas gargalhando como se o filme fosse um besteirol americano (ou estavam achando engraçado por estarem se vendo na tela, vai saber).

    Recomendo.
     
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  4. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Li a sinopse do roteiro e achei legal, mas Regina Cazé pra mim, nem tomando 1 litro de Estomazil desce! Fazer o quê? O "Ixxxxquentaaa" congelou qualquer possível vontade de eu ver algo estrelado por ela.
     
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  5. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Ela é uma boa atriz, Fúria. Deixe de preconceito. Ser péssima apresentadora não interfere na carreira dela de atriz.
     
    • Ótimo Ótimo x 1
  6. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Não é preconceito, não gosto mesmo e isso vem bem antes desse programa. Já vi várias participações dela em novelas e filmes.

    "Cambalacho" dos anos 80 por exemplo foi uma novela que curti bastante onde ela aparece razoavelmente bem, mas já naquela época já achava ela fraca como atriz. E se ela fosse boa pelo tempo de carreira que tem, deveria ter hoje no mínimo 20 ou mais novelas da Globo no currículo e não apenas 5 e dentro dessas 5 apenas em Cambalacho ela teve um visibilidade minimamente destacável.

    Mas tudo bem, não é porque acho ela fraca que quer dizer que eu torço contra. Se se esse filme puder colaborar pra uma grande mudança positiva na carreira dela, eu sinceramente vou torcer muito que esse filme faça muito sucesso.
     
    Última edição: 22 Set 2015
  7. Dany-L

    Dany-L Só...

    Parti do princípio já citado: assistir filme com a Regina Cazé, pqp!
    Mas após a leitura dessa crítica, achei que seria interessante e tive minha expectativa superada por essa produção nacional, que eu diria ser uma das melhores dos últimos tempos. O drama central, a vida da empregada doméstica Val na casa dos patrões e a chegada da filha Jéssica que ela praticamente não conheceu não se separa dos dramas secundários; A briga do jovem de classe média que não precisa de dedicar a nada além dos estudos para o vestibular, a "novariquez" da mãe - presente em sequencias incontáveis, o descontento do pai com o que se fez da vida e é claro, a servidão desmedida da Val que cumpre com força os requisitos da boa empregada que faz parte da família. Na receita, uma Val apaixonada pelo que faz, cria o filho dos patrões como seu próprio sem ver as necessidades chegando até a filha que não viu crescer e quando essa, já crescida chega a São Paulo para o concorrido vestibular tira da casa o aspecto de paz em que a família caminha desde sempre, fazendo com que a película protetora de cada um escorra de sua cara sem piedade. Nas sequencias em que o abuso* da patroa a personagem da Jéssica fica evidente, recordava as lições que aqui são ensinadas as domésticas: "Menina bonita em casa de patroa não presta." Abre concorrência e o machismo desenfreado que ainda habita as casas grandes se aproveita disso. "Filho de empregada é jardineiro" E como pode pensar em prestar vestibular ao invés de ajudar a mãe no serviço que rende o pão? A questão que o filme trás a tona, é que a "sensação" da escravidão ainda passa desapercebida e a gente, esperto, se finge de morto pra ficar melhor, pois quem não tem empregada doméstica que é quase da família não tem que dizer nada...
    Em alguns pontos o filme faz jus a pequena grandeza do cinema nacional e o público obediente a esse conceito, ri as gargalhadas de cenas onde a doméstica tenta a custo tornar apresentável o jogo de chá que ela mesma escolheu para presentear a patroa sem se dar conta que talvez a sua Val, também tenha os mesmos anseios quando lhes compra um presente modesto. Na sequencia final, esse mesmo jogo furtado pela Val em sua despedida devolve com um tapa nada sutil as risadas que a custa dele foram arrancadas, pois só ele representa tão mais para a Val empoderada da necessidade de criar no neto a imagem a da filha que lhe foi negada pela busca e manutenção do emprego do que representaria uma fala sem cortes sobre a necessidade de ver o outro não como a si próprio, mas, como ele almeja ser visto .


    * Abuso aqui é nojo, intojo, é aff.
    Ex."Tenho abuso de gente chata, mas sou chata pacarai."
     
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  8. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Quando a Jéssica diz que pretende entrar na FAL (ou FAU) acara da patroa é bem aquilo: "uma nordestina filha de empregada pensando em entrar na faculdade?"

    Pura ficção. Isso não existe.
     
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  9. Bel

    Bel Moderador Usuário Premium

    FAU, Arquitetura e Urbanismo, não?
     
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  10. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

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    que eu acompanho já há uns 10 anos que faz previsões para o oscar, primeiro os que serão indicados, depois os que possivelmente ganharão. costuma acertar (como qualquer site especializado), o que pode ser uma boa notícia para o brasil. acabei de ver lá e que horas ela volta por enquanto aparece na lista de prováveis indicados a filme estrangeiro:

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    claro, ainda é cedo e muita tendência dessa época simplesmente se evapora lá para o período das indicações (a votação vai de 30 de dezembro até 8 de janeiro na edição desse ano), até porque vários países ainda não escolheram o filme para enviar. mas já é algo, tem anos que o brasil nem aparecia nessas listas de previsões.

    ah, sim. indiewire também está colocando o filme entre os que podem ser indicados >>
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    (será que com essa possibilidade de oscar a globo passa a cerimônia inteira ao invés de ficar passando flashes ao vivo enquanto transmite o big brother? :disgusti: )

    ps: ainda não vi o filme :rofl:
     
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  11. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

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  12. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

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  13. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

    Ela viu o filme do ponto de vista da patroa.
    A “vítima” era a patroa aguantando “até onde deu” a filha folgada da personagem da Regina Casé, uma empregada que “sabia o seu lugar”.
    Seria até engraçado não fosse tão insensato e, o que é pior, comum, esse tipo de pensamento.
    Nojo dessas pessoas, viu.
     
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  14. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Truffaut estava certo. :tsc:
     
  15. G.

    G. Ai, que preguiça!

    Ce quer que a gente pergunte, ne? Ta bom, venceu. Sobre o que ele estava certo? (porque mesmo que eu coloque: "citações de Truffaut" no Google, dificilmente saberei distinguir qual delas é a que se encaixa aqui - isso se a achar =P)
     
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  16. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Durante uma entrevista com Gene Siskel, crítico de cinema americano, ele declara que fazer filmes pacifistas, anti-guerra, é impossível, sempre resvala para uma apreciação da guerra - pensando em estética e apresentação.

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    No caso da representante dos patrões, a posição antagonista do filme, apesar de não ser um maniqueísta, complexo, é visto como algo normal, sem problemas.
     
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  17. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

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  18. aces4r

    aces4r Usuário

    Regina Casé carregou o filme "nas costas", apesar de Camila Márdila convencer e Michel Joelsas jogar um pouco de carisma o filme sofreu com atores medianos. A história é MUITO boa, mas a condução de Anna Muylaert faltou coragem.
     
  19. Neithan

    Neithan Ele não sabe brincar. Ele é Mito

    O filme terminou comigo e com a Amanda chorando horrores. :lol:

    Achei a história incrivelmente real. Em tudo. E uma crítica muito boa a atual (e velha) relação entre patroa-empregada no Brasil. Um dos melhores filmes que eu mais gostei de ver em 2015.
     
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  20. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

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