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Qual o armamento dos elfos?

Tópico em 'J.R.R. Tolkien e suas Obras (Diga Amigo e Entre!)' iniciado por Macruger, 11 Abr 2015.

  1. Macruger

    Macruger Usuário

    Gostaria de saber o tipo de armas que os Elfos usam (espadas, arcos, facas etc) e qual as mais famosas (tanto no livro quanto no filme)
     
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  2. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Penso que uma das melhores formas de se começar a conhecer as armas dos elfos seja através do Silmarillion. Assim que depois de uma busca no conteúdo você poderá fazer uma lista com as armas citadas mais famosas desde a criação de Ëa.

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    Particularmente entendo que as armas élficas (bem como qualquer objeto élfico) possuíam qualidades que não eram encontradas nas armas dos homens nem dos anões. Por causa disso os elfos eram comedidos e tinham zelo e atenção para com todos os pequenos adereços, acessórios e coisas que não podiam ser simplesmente entregues a qualquer um pelo mundo.

    A depender do poder e origem do construtor do artefato a arma traria com ela algum poder subcriativo carregando consigo não apenas a história mas uma parte viva do destino do povo que a concebeu.

    Por exemplo, existem passagens em que se disputa a presença de metáfora ou magia como a espada usada por Túrin e a qual conversava com ele.

    Pessoalmente não duvido que exista em armas élficas sempre o elemento poético apresentando uma imagem do ato de conversar, porém é também verdade que os elfos conversavam com plantas e animais em um nível direto que homens detinham capacidade reduzida e habitavam num mundo aonde a transição entre os reinos animal, vegetal e mineral eram ainda mais cinzentas que no nosso (o nosso também é), com seres meio arvorescos (Ents) ou objetos com intenções vivas...

    Tem até um filme de fantasia divertido sobre o assunto que é O Cristal Encantado (Dark Crystal) em que o mundo dos Gelflings é cheio de criaturas híbridas, de plantas com atributos animalescos, etc... Nesse filme os personagens se deslocam por uma paisagem que alguns consideram como um dos ambientes mais letais e mortíferos do universo.

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    No que a cultura e natureza élfica percebia a distância aquilo que os separava do resto do mundo de forma muito mais acurada que os povos temporários. E que o próprio Túrin não chegou a perceber pela primeira vez a distância e proximidade que o separava das coisas morrendo bem antes disso.

    Por esta razão costumo abordar as armas élficas com tratamento diferente da abordagem usada para armas dos homens.
     
    Última edição: 13 Abr 2015
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  3. Macruger

    Macruger Usuário

    Existia algum padrão pra um elfo usar tal arma ou ele escolhia qual queria se especializar? Por exêmpo, um elfo querer usar espada leve de uma mão só ou de duas mãos, ou adagas, arcos, lanças etc.
     
  4. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Sobre o comportamento deles tem algumas passagens no Silma sobre hábitos e preferências das 3 famílias em que é possível apenas pescar alguma coisa uma vez que o foco do livro não é bem nas armas mas na história dos acontecimentos... Por exemplo:

    Somo se conta no Silma, os elfos foram projetados para um mundo ainda mais perigoso do que o habitado pelos homens. Eles vieram primeiro e são mais resistentes demonstrando no comportamento das batalhas se refletiria nas armas que fabricam.

    De uma forma parecida com a confecção da espada japonesa antiga (Katana) em que o ferreiro tende a colocar tudo de si em um objeto de arte, as primeiras gerações de elfos (Ingwe, Finwe, etc...) tem tendência a realizar combates diretos e honestos por meio de espadas ou no máximo lanças.

    Entretanto, depois de traições, e a medida que os elfos foram sofrendo com a maldade, o nível de bravura e nobreza decaiu forçando o aparecimento de armas e estratégias ocultas, de longa maturação, feitas a distância visando a vitória desesperada a qualquer custo.

    Em torno desse fato o valor do combate caiu e os elfos passaram a usar arcos e a fazerem emboscadas para se contraporem ao avanço de maldades cada vez mais sutis.
     
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  5. Thor

    Thor ἀλήθεια

    Espada Longa (de uma mão)
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    Espada Curta
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    Facão
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    Arco Curto
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    Arco Cosmposto Recurvado
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    Os Noldor quando foram para a guerra contra Morgoth deviam estar entupidos de armaduras de placas de metal, que deviam ser feitas com uma técnica impecável para deixá-las mais leves. As melhores, dos príncipes e generais com certeza eram de Mithril.

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    Os guerreiros da linha de frente deviam usar armas de uma mão, como espadas longas, espadas curtas e lanças, para terem um escudo na outra mão.

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    Elfos Sindar, que não chegaram a ter contato com Valinor, provavelmente não tinham à disposição uma tecnologia militar tão avançada, com acesso a técnicas absurdas para fazer armaduras de placas de metal formidáveis, de última geração.

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    Ainda assim certamente sabiam moldar o metal o suficiente para fazer facões, espadas e pontas de flechas letais.

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    Última edição: 15 Abr 2015
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  6. iago brum

    iago brum Até tu Sieg fried?

    Os noldor em valinor não conheciam a malha de aço , que foi uma invenção dos Naugrim em beleriand , e os sindar foram os primeiros elfos a desfrutarem dessa invenção!
    Ou seja , os noldor ,em meio a fuga para a terra media deviam estar utilizando armaduras de placas , que deviam ser pesadas , porem eles como elfos , deviam saber técnicas para diminuir um pouco este peso , para aumentarem o desempenho!
    Já os sindar devem ter tido muita influencia anã(naugrim) e deviam utilizar muito os machados (como diz o silma) e elmos pesados e grandes , vestindo cotas de malha com fabricação anã!
    Creio que quando os noldor chegaram na terra média , eles aderiram muito da cultura sindar , e dos métodos "Sindar" de batalha , incluindo o armamento , pois beleriand era bem mais geograficamente "selvagem " que aman ! Ou seja , a situação que cada povo passou influenciou no tipo de armamento que cada um utilizava !
    Já os elfos verdes de ossiriand , pelo local onde moravam , geograficamente seria mais vantajoso a utilização de arco e flecha!
    E também ha a questão de que arma cada guerreiro escolhia , e porque , certo? Pois bem , eu acho que logo quando decidiam serem guerreiros e irem para a guerra , eles já escolhiam com que armamento iam mais treinar! Mas não significa que somente iam treinar com aquele! Como turin! Sim eu sei ... Turin era um Edain , porem ele viveu muito tempo da vida em Doriath , e deve ter adquirido muitos costumes dos elfos , e um deles , o modo de lutar!
    Abordagens furtivas eram as únicas soluções para exércitos pequenos , por exemplo quando turin se reuniu com um bocado de sobreviventes em brethil , por estarem em numero pequeno, utilizaram se de técnicas furtivas e do elemento surpresa para vencerem as grandes hostes de morgoth! JÁ os noldor de fingolfin por exemplo , pouco precisariam disto pois estavam em grandes números(ao minimo no começo) e de acordo com as táticas de batalha os armamentos também iam mudando!
    Espero ter ajudado!
     
    Última edição: 17 Abr 2015
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  7. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Com relação ao estado de natural (selvageria) de Aman muito se especula.

    Na época da destruição das árvores Melkor recrutou um monstro na região sul do continente, Ungoliant.

    Conta-se que os Noldor gostavam da caçar nas florestas e que os Valar trouxeram muitos seres que foram recolhidos na época da queda das luminárias levando-os para Aman, seres estes nunca vistos depois nas partes das terras mortais porque foram extintos por aqui.

    Outro adendo digno de nota era a que a habitação de Oromë também ficava em Aman e ele sempre saía pelo mundo afora para caçar seres ruins.

    As representações há uma área efetivamente civilizada de Aman limitada ao norte deste continente, em torno de Manwe e Varda.
     
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  8. Ragnaros.

    Ragnaros. Usuário

    Esse tópico poderia ser a base da análise militar de vários períodos e guerras em Arda. A exemplo de um post que eu tinha feito sobre o aspecto militar de Númenor (baseada, creio, em conceitos de guerra dos primogênitos):

    1 - Logística e Mobilidade dos Númenorianos:

    Gostaria desde já trazer um destaque a uma capacidade inata (bom uso da disciplina e treino são elementos chaves para essa força) dos soldados Númenorianos, uma vez que a versão da queda de Isildur, apresentada nos Contos Inacabados, informa que os Dúnedain podiam marchar cerca de 8 léguas ao dia e com facilidade. O valor em si pode parecer baixo ante a distância que eles iriam percorrer naquele momento (cerca de 308 léguas).

    Destarte, numa conversão dos valores atribuídos à légua terrestres percorridas, somado ao definido nas medidas lineares de Númenor, um soldado de infantaria marchava 1 légua por etapa (uma vez que faziam uma parada), sendo que cada légua correspondia à 5000 rangar (passos completos), que perfaziam 1 Lár que é aproximadamente 3 milhas, ou seja, em um dia eles faziam em média 24 milhas, o que correspondiam à 38,4 km com "facilidade" (lembrando que essa marcha teria que superar obstáculos naturais e um terreno possivelmente instável, bem como ainda estavam plenamente armados). Ora, mesmo os poderosos e sofisticados exércitos da antiguidade como os de Alexandre, o Grande, se deslocavam cerca de 32 Km por dia.

    Mas vale a comparação com o exército romano:
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    Ademais, quando forçados, seus soldados podiam se locomover 12 Lár, ou seja, 36 milhas ou o equivalente à 57,6 km. Impressiona é que mesmo os exércitos modernos (salvo me engano) não conseguem superar tal marca (a exemplo da Grande Armée de Napoleão). Destarte, a existência de uma força rápida e "manobrável", é o corolário da aplicação de um conceito primordial para o sucesso de um exército: Logística.

    Isso fora decisivo na 1ª guerra entre os Númenorianos e Sauron, bem como na grandiosa guerra da última aliança, com sua batalha de meses e meses e o brutal cerco de 7 anos numa terra maldita).

    Nas campanhas terrestres, tal prerrogativa fora essencial para a mantença do Reino de Gondor. Exemplo disso é a marcha dos colossais exércitos da Última Aliança que saíram de Eriador e chegaram à Dagorlad em um tempo hábil para aliviar a pressão exercida pelas forças de Mordor contra o Reino recém-fundado. A importância dessa capacidade de marcha, foi um dos fatores decisivos (além dos equipamentos e táticas dos integrantes desses exércitos) para a vitória dos elfos, homens e anões na Planície da Batalha. Ora, temos então dois grandes exércitos, o 1º composto pelos colonos instalados no Noroeste da Terra Média, junto com seus aliados, que compunha boa parte de sua cavalaria, ou seja, me parece uma organização semelhante as forças romanas dos primeiros séculos da Era Comum:
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    Não obstante a força, os equipamentos, as táticas e estratégias empregadas (sim, há uma indicação explícita de algum "plano"-comando por parte de Gil-Galad, vide pag. 290 dos C.I) junto com os elfos e anões, temos um inimigo composto por uma força possivelmente mais numerosa, composta por Orcs (aos montes, se multiplicam que nem moscas), Númenorianos Negros (o exército de "elite" de Sauron), os Bárbaros do Leste (acho que os de Khand, dentre outros orientais, que vieram em peso), as forças de Harad, Trolls, Lobisomens (Gandalf fala que Sauron tinha esses servos) e alguns anões.

    Num cenário como esse, sempre imaginei as forças (inicialmente) dispostas mais ou menos assim como na Batalha de Gaugamela:

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    Ou seja, se pensarmos na possibilidade de Sauron tentar "compensar" a superioridade em armas, equipamentos e força inata de seus inimigos, ele poderia tentar dispor suas forças como Dario fez contra Alexandre, ou seja, usando a esmagadora vantagem numérica somada a um terreno aparentemente plano e tentar flanquear a Aliança, razão pela qual a mobilidade e flexibilidade dos Númenorinos seria essencial para essa contenda, a exemplo do que Isildur fez com sua tropa contra os orcs, pois a formação militar adotada (lembrando em muito a parede de escudos muito usada na Idade Média) oferecia uma contra-formação neste caso, a ponto de uma tropa cercada (lembrar o que ocorreu com os Romanos em Canae) poder contra-atacar:

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    Em termos táticos numa batalha campal, essa tática seria mais ou menos assim:

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    --- Mensagem Dupla Unificada, 24 Abr 2015, Data da Mensagem Original: 24 Abr 2015 ---


    2 - Tradição Militar dos Dúnedains:


    Dando prosseguimento com a análise das realizações dos Dúnedains, gostaria de elencar e analisar certos pontos quanto aos equipamentos e a tradição militar que constituiu um dos alicerces para o "prolongamento da existência" dos reinos de Arnor e Gondor. Uma das base do sucesso militar de Númenor estava na (possível) organização de seus soldados em coortes; tomo como base esse conceito, uma vez que os C.I informam que os arqueiros dos reis se organizavam desta forma, podemos inferir a aplicação desta formação militar também à infantaria, de forma que num exército completo de Gondor nos "tempos de sua força" (é uma suposição, quase um "chute") com uma Vanguarda com 7000 soldados (O Retorno do Rei - O Último Debate - pag. 934), somado a uma "possível" tropa de apoio (2² linha de batalha) com 7000 homens que poderiam agir, se necessário, para os espaços da primeira linha, formando um longo e coeso Front contra o inimigo (para mim esse conceito fora empregado na guerra da última aliança e nos conflitos que perduraram na 3ª era), e por fim, deveria/teríamos a aplicação de uma 3ª linha de combate, que normalmente agiria nos flancos, empregada como reserva, tanto para reforçar um ataque como para dar cobertura a uma retirada. Sem contar a cavalaria:

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    Supondo que em seu auge os exércitos de Gondor/Arnor seguissem o modelo (análogo) romano de formação e historiografia militar, é possível que estes reinos tenham começado a sofrer de um "Mal" decorrente dessa possível "Homogeneização da infantaria", pois qual seja: a perda gradual da mobilidade em campo, mas como resultado, a infantaria, se bem treinada e com a mantença dos conhecimentos trazidos por Númenor, ficaria mais resistente a grandes ataques, e as forças mais ágeis como as de cavalaria decidiriam a batalha contra o inimigo, a exemplo do que Gondor fez em ocasiões como a batalha na planície que fica entre Nenuial e as Colinas do Norte (a derrocada de Angmar no norte); a batalha em Dagorlad contra os Carroceiros (liderada por Calimehtar, filho de Narmacil II); e possivelmente nas batalhas em Lebennin e nas Travessias do Erui (contenda das famílias), o que evidenciou um fato interessante:

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    I - Uma vez que Eldacar deve de ter sido apoiado por forças de Rhovanion, ele deve ter empregado uma cavalaria bastante experiente e profissional contras as forças do Usurpador (constituídas majoritariamente, ao meu ver, de infantaria) e este fator deve de ter sido um dos principais para o êxito de sua causa, o que demonstrou a crescente importância da cavalaria num cenário que se seguiria pelos próximos séculos. Os primeiros sinais já vinham desde a campanha contra os Carroceiros, que expuseram a "fraqueza" de Gondor contra forças mais ágeis e móveis num campo de batalha propício a tal uso. Vide os Wainriders ou os Carroceiros:

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    II - O desenvolvimento e a consolidação do uso e melhoria estratégica da cavalaria por Númenor fora por deveras "atrasada", haja vista que seu uso não era prioritário pelos exércitos da ilha, a despeito do uso de cavaleiros arqueiros constituídos na maior parte por aliados (lembrando que Fingon e seus cavaleiros foram os primeiros na utilização tática desta novidades, vide o que eles fizeram à Glaurung em sua juventude):
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    Estes deveriam de ser realmente fantásticos, pois combinavam a rapidez da cavalaria com a destreza e alcance dos arqueiros. Havendo, neste caso, a utilização dos mesmos como linha de frente de seu exército por abrirem espaço na formação do esquadrão inimigo. Mas, todas as classes de arqueiros levavam desvantagem contra guerreiros de ataque corpo-a-corpo.

    3 - Sistema defensivo:

    O que poderia ter servido como fator primordial à Gondor na mantença de suas fronteiras que atingiam até o Mar de Rhûn, uma vez que, mesmo diante de uma grande distância que esta zona militarizada tinha em relação ao seu centro, os senhores de Gondor poderiam combinar o uso do conceito das Themes (me parece que as guarnições à oeste dos Meandros seguiam parcialmente o conceito, e as regiões de Ithilien seguem mais um conceito das Lindes romanas) como elemento para a política de defesa que se seguiria posteriormente, a exemplo do modelo bizantino que segue (parcialmente) o equivalente romano:
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  9. Ragnaros.

    Ragnaros. Usuário

    O post acima tratou de alguns aspectos pertinentes ao "WARFARE" de Númenor e dos reinos do exílio. Mas sobre os inimigos, temos alguns aspectos militares bem interessantes. Comecemos então sobre a Queda de Gondolin é um dos eventos mais dramáticos e decisivos da 1ª era e, porque não dizer, da própria história de Arda. Como corolário do primeiro post que eu abri recentemente, gostaria de analisar o que seriam os Dragões de Metal usados pelos Orcs no assalto a cidade. Sim, pois a cidade possuía fortes muralhas e uma defesa extraordinária (vide o fato de que supostamente mais inimigos dos Eldar foram destruídos ali do que em todas as contendas e batalhas que marcaram Beleriand).

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    1 - Os Monstros de Metais e os Tanques dos Orcs: É impossível não relembrar que Maeglin não só revelou a localização de Gondolin, mas também instruiu Morgoth na feitura de autômatos/máquinas semelhantes à serpentes, movidas à combustão, com a capacidade superarem obstáculos naturais, bem como lançarem rajadas de chamas nas poderosas estruturas da cidade. Particularmente vejo isso como uma analogia ao que Tolkien vivenciou na Primeira Guerra, haja vista o horror que os soldados sofreram numa Guerra Estática (simbolicamente representada nos eventos que marcam a queda da cidade oculta), o uso desenfreado e catastrófico de maquinários (aqui se entenda os tanques da Guerra - com pouca velocidade, algo parecidíssimo com os monstros metálicos utilizados no cerco).

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    John Garth, no seu livro "
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    ", considera que esses monstros de metal seriam uma referência (ou porque não uma alegoria) à tanques de guerra. Ademais, Christopher Tolkien parece apoiar tal visão, pois em um comentário seu no texto do
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    ,
    ele alega:
    Lembremos que Tolkien detestava os ditos avanços dos monstros de metais nascidos da indústria pesada e da Revolução Industrial que a precedeu.

    2 - Diabruras químicas e máquinas: Vemos no Senhor dos Anéis várias reminiscências do Silmarillion. Se na era antiga tinha-se tecnologias análogas aos tanques/autômatos, o universo da 3ª era nos mostra que a maldita tradição fora continuada.

    Quanto a passagem do Hobbit em, os Orcs ali descritos se assemelham em muito ao conceito dos Goblins-"tecnocratas", bem populares no meio do RPG (os do Warcraft são o exemplo basilar, ou seja, aparentemente Tolkien deve ter influenciado esse conceito), no sentido de possuírem um "gênio" militarista-industrial, no uso da ciência para fins destrutivos. Imaginemos este conceito moderno com isso:

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    Mas no contexto do Legendarium, podemos remontar a uma história pouco estudada aqui no fórum: A história dos Drúedain:

    Aqui vemos uma ideia de que os Orcs tinham conhecimentos químicos (ou foram os Noldor aprisionados ou algum Sauron da vida que desenvolveu a fórmula) para produzir a pólvora (enxofre é um dos ingredientes, salvo me engano), mas essa passagem sugere que esse "coquetel molotov - Napalm" tem as mesmas propriedades do fogo-grego usado pelos bizantinos (e parece que é um conhecimento perdido até hoje, pois a fórmula completa se perdeu).

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    3 - Ensinamentos órquicos aos Númenorianos: Há algumas passagens nos History of Middle Earth que demonstra a catástrofe tecnocrata dos ensinamentos de Sauron a nível militar em favor de Ar-pharazon. No Silma Elendil descreve que não havia vento levando a Grande Armada à Valinor, mas que havia muitos escravos e grandes remos para navegar os "castelos dos mares". Eu particularmente discordo dessa descrição do Silma, o que para Elendil seriam remos e muitos braços de escravos (a invasão demoraria muito e ainda havia o cinturão de névoas e sombras), eu vejo isso:

    Nas versões abandonadas, a fumaça das torres da ímpia armada era tão tóxica e imbuída de "elemento morgoth" que os elfos ficam doentes, e os ataques da armada são comparadas às raios e trovões que geraram rubras chamas abaixo de Taniquetil:

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    Some-se a isso que os sábios queriam chegar à um elixir da vida, e assim o conceito/fórmula utilizada para criação desse utensílio partiu de escritos e estudos ("perdidos") realizados pelos Númenorianos, no sentido de que eles já (ou também) tinham descoberto a pólvora e (quem sabe) o seu uso ofensivo. E que, no caso, constitui um paralelo genial com a historiografia humana e a criação da pólvora, quando em verdade os sábios chineses queriam chegar à "fórmula"-elixir da imortalidade ou o "postergar a chegada morte", e acabaram criando justamente o contrário:
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    Ademais:

    Lembrar dos "missiles that pass with a noise like thunder to strike their targets many miles away" façam referência a uma linguagem poética a alguma tecnologia destrutiva, seja o embrião dos canhões e do uso ofensivo da pólvora (que o diga Saruman) ou a referência dos arcos de aço oco utilizados por Númenor:

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    Vale citar, por oportuno o desenvolvimento (tardio e não presente no Silma) que os Númenorianos desenvolveram uma "proto-força" aérea sem fins militares, aparentemente, mas que gerou intencionalmente/ou não um cunho religioso/arquétipo que compuseram os mitos e lendas dos "deuses" que desciam dos céus em suas carruagens de fogo, nas suas barcas divinas e traziam conhecimento, adoração ou civilização aos povos incultos:

    O projeto "original":

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    Mas aos homens da Terra-Média:

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    Arquivos Anexados:

    Última edição: 2 Mai 2015
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  10. Ragnaros.

    Ragnaros. Usuário

    No que tange as guerras épicas de Beleriand, interessante notar alguns aspectos militares, sócio - econômicos e históricos que muito inspiraram Tolkien na concepção desse conflito de mais de 500 anos. Ora, imperioso ressaltar, por oportuno, que antes da invasão/migração das Hostes dos Noldor lideradas por Fëanor e Fingolfin, o conflito se inicia com a invasão maciça de exércitos armados, organizados e com formações cerradas dos Orcs contra as comunidades dispersas e despreparadas dos elfos, com a exceção do recém-fundado reino de Doriath que adquiriu conhecimentos de natureza bélica com os anões, o que evidencia contendas entre os filhos de Aulë e os monstros e bestas Melkorianas:

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    Os pontos elencados acima denotam 2 paralelos geniais à evolução humana em termos organizacionais desde a pré-história à formação das primeiras civilizações. Mas como? No que tange ao conhecimento de armas, armaduras e versões melhoradas de equipamentos dos anões, isso se deveu a competição com seres selvagens e monstros - sendo que na historiografia humana, a evolução de equipamentos, armas rústicas para armas mais avançadas passaram pela competição dos hominídeos e suas comunidades contra predadores e animais selvagens que competiam na sobrevivência com o homem. Quando passamos disso:

    1 - Transição élfica de sociedades da "Era Paleolítica": caçadores (semi) nômades para a "Era Mesolítica - Neolítica": sociedades sedentárias e evolução para era do bronze/ferro:

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    Para isso:

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    Vide o que o Silma pontilha com esses conceitos:

    Ademais:

    Interessante notar a primeira citação faz referência a lobos ou seres que adotavam suas formas, sendo uma reminiscência a natureza mítica que a humanidade atribuíra ao lobo. Entretanto, é imperioso destacar que tais seres se convertem num possível corolário dos medos e repúdios que os homens tinham (e têm) com estes que sempre os ameaçaram na corrida da sobrevivência:
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    E não é por menos a mitificação a tal ser, uma vez que o lobo sempre fora perseguido, poucas vezes compreendido e muito menos respeitado, sendo este um sério concorrente do homem no domínio e vivência na natureza. Considerado por muitos um símbolo de crueldade, selvageria "sanguinolente" e ícone indômito por sua quase inviabilidade doméstica, e, principalmente, pelos estragos sócio-econômicos advindos da morte dos gados dos camponeses e nômades. Tomando o lobo como corolário, vê-se que as primeiras competições tiveram início nesta corrida da sobrevivência com seres/bestas selvagens, fato este que tornou possível diversos avanços bélicos, no que para Tolkien já passa do pulo de arco e flecha para companhias organizadas com armaduras, espadas e armas de metal - na história do homem, vê-se os primeiros indícios de evolução, quando passamos disso:


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    para isso:

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    2 - Sedentarismo, civilização e choque/competição de grupos - criação das primeiras táticas, formações militares e luta por recursos: Adoção de formação de falange Orquica?


    Quando a competição cessa entre bestas x seres racionais e passa de grupos x grupos, vemos que o impacto sócio - econômico de grandes ajuntamentos, de grupos para clãs, de clãs para comunidades e o aumento significativo da densidade populacional somada à disputa brutal de recursos limitados vão gerar inevitáveis conflitos. Interessante notar que não havia até então a existência de hostes que possibilitassem o contato e, por conseguinte, os conflitos armados vindos da evolução dos grupos predominantemente caçadores - coletores (semi) nômades dos elfos cinzentos e dos Orcs para o (excepcional) sedentarismo de Doriath, dos Portos (Brithonbar e Esglarest):

    e

    Vejamos então quando o adensamento/crescimento populacional gera:

    As supracitadas "evoluções" citadas no legendarium são o que os antropólogos e etnógrafos definem como "Paleolithic warlessness" - ou seja, a passagens do período paleolítico para mesolítico, com o término no neolítico e a origem das sociedades da era do bronze sobrepondo as menos evoluídas no domínios nas artes dos metais:

    Sem dissentir:

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    Veja o que Tolkien fala sobre esse aspecto:

    Em Linhas gerais:

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    Última edição: 10 Mai 2015
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  11. Ragnaros.

    Ragnaros. Usuário

    1 - Grandes migrações, choque cultural e político dos Noldor em Beleriand:

    Com as noções gerais dos primeiros aspectos militaristas, ou seja, quando as sociedades da T.M passam de um sistema tribal (semi) nômade para o sedentarismo militarista, é interessante analisar o impacto da chegada dos Noldor em Beleriand. A inspiração mitológica para a grande migração ao continente até então desconhecido:
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    Vide:

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    É interessante notar que a chegada dos Noldor trouxera não somente impacto no sentido militar, ou seja, não somente para trazer derrotas acachapantes aos exércitos avançados e com noções táticas apresentadas pelos Orcs, que munidos de armas de ferro suplantaram os clãs dispersos de elfos (semi) nômades predominantemente arqueiros - caçadores, mas a chegada mudou toda a panorâmica política e social do continente. Onde já vimos isso na história? Temos inúmeros paralelos, cite-se, por exemplo:
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    e

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    Sem dissentir:

    Antes da chegada dos muitos príncipes e hostes dos Noldor, Beleriand vivia um núcleo de proto-unificação política em seus territórios, isso muito em razão predominância "racial" - cultural dos elfos cinzentos, isso sendo consequência do isolamento geográfico com os "orgulhosos" de Valinor que chegam ávidos de novos territórios, a ideia já estava germinando e dando frutos em Amam, não nascera do nada:

    Desse modo, por ser um reino novo, com instituições ainda em formação, Thingol e Mélian não conseguiram manter a unidade política até então imperante. A fraqueza institucional fora decisiva para a criação dos reinos em Beleriand, mas também essa "concessão" do Rei de Beleriand era inócua e desprovida de força política, como bem salientado por Maedhros no Silma, o que não impediu a assimilação das populações Sindar e Noldorin, mas também havia conflitos de ordem política e racial (lembrar da história de Eol).

    Beleriand sob a tutela de Thingol:

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    Ademais:

    Por fim:

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    2 - Super - elfos (energizados pela luz de Aman) vs Orcs (organizados, armados e com histeria guerreira)

    Interessante notar que na primeira batalha entre os Noldor e os Orcs, os elfos encontravam-se em menor número, sem conhecimento nenhum do terreno, sem acampamento montado ou fortificado e o pior (é uma suposição/hipótese) sem noções básicas de táticas ou estratégias bélicas, sendo que até então o que eles aprenderam fora sob a tutela de Melkor na forja de armas, mas o combate, se analisarmos o Massacre em Aqualonde, pareceu ser muito mais individual - man x man - do que formações militares básicas. Então pergunta-se, como a hoste de Fëanor em desvantagens tão grandes conseguira tal vitória? Resposta:

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    Aí entram conceitos teológicos que tratam da relação Alma-poder-corpo, por assim dizer:

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    e

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    e:

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    e

     
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