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[Quadras] Quadras.

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Mavericco, 5 Ago 2011.

  1. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    (XVI)
    O gato tem sete vidas,
    Devo ter metade disto.
    Seu amor não cura feridas,
    Mas sem ele não existo.

    (XVII)
    Tu dançaste tão bem ontem,
    Rodando o teu vestido!...
    Sei lá o que meu peito tem,
    Mas é bom tê-lo por tido.

    (XVIII)
    Pão-de-leite bolorento
    Tu mo vendeste apressada...
    Seu amor é acalento
    Mesmo quando não faz nada.

    (XX)
    Disseram que sou intenso
    E que não sei calmo amar.
    Nada pode ser extenso
    Se extenso não se sonhar.

    (XXIII)
    Fali-me de ir ao florista,
    Fali-me de não te ver.
    A falência do artista
    É a de jamais querer.
     
  2. Rodovalho

    Rodovalho Usuário

    "Pão-de-leite bolorento"
    Não sei quem está mais distraído: seu eu lírico ou essa vendedora.

    Quanto a falência dos artistas, é foda. Desse jeito aí, artista só ganha dinheiro depois de morto!
     
  3. Umav Ozatroz

    Umav Ozatroz Usuário

    Acho que por falência ele quis dizer falta de inspiração de quem não mais deseja, apesar do primeiro verso sobre falência monetária.

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  4. ricardo campos

    ricardo campos Debochado!

    O moinho de café
    Mói grãos e faz deles pó.
    O pó que a minh'alma é
    Moeu quem me deixa só.

    Fernando Pessoa.
     
  5. Calib

    Calib Visitante

    É como o pão um poema:
    tem cor, casca e tem recheio.
    Mas no outro dia é o problema:
    que endureço eu, se o não leio.


    Calib.:timido:
     

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