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Psicografia

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por morphir, 2 Mai 2010.

  1. morphir

    morphir Usuário

    Redigi esse poema quando tinha uns 15~16 anos. Ele é pobre, mas gosto pela intensidade de sentimentos contida.

    Óh doce mestiça,
    mescla a Lua com a água.
    És tão bela, possui tanta formosura.
    Donde de seus mares naveguei ?

    Óh vida como és cruel,
    Enquanto muitos a clamam,
    Outros a possuem em demasia
    Mas, quando que viraste pecado encarar a realidade ?

    Óh meu querido Morpheus,
    Como me daste sonhos belos.
    Possuo excesso de sonhos e emoções.
    Porém, pouco de razão e crelos.

    Trago meu cigarro,
    Companheiro de tantas noites e pitangas;
    Peço-te perdão, pequena. Mas o meu coração,
    não pode possuir a quem já possui dono.

    Espero que aceite este protótipo
    de poesia
    Como uma bela canção de ninar:
    Sublime, fantástica.

    Nunca deixes de sonhar por quão cruel é a vida...
    A vida não é cruel. Nós é que somos.
    Não possuo o desejo de ser,
    Não. Não com você.

    O meu coração pertence a outrém.
    Não é por escolha, confiaste em mim.
    Porém, pertence, e como sofrides por isso.
    A nossa amizade é nosso ouro,
    Não deixemos recairmos à prata.

    Como o cromo que colore nossa vida,
    Tento redigir essa canção.
    Não desistas do seu sonho,
    assim como não desistirás da razão.

    Cresçai, apareçai! Muito me apetece o crescimento,
    pois com o amadurecimento, o fruto cai e cria a vida.
    Encerro ao luar cheio e opulente/brilhante, enigmático, assim como tu,
    Uma rosa, um cigarro, um lap top.
     

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