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Promessas - Monólogo

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Rurouni Silvia, 9 Jun 2011.

  1. Rurouni Silvia

    Rurouni Silvia Usuário

    PROMISSES (em 30/12/2005 – 6ª feira)

    Promessas...
    São palavras ditas em momentos de extrema impulsividade sentimental...
    Ou momentos de nenhum sentimento!
    Fazemos promessas para agradar ou mesmo, apenas, para nos livrarmos de alguém!
    Que coisa séria, não?
    Prometemos sem, ao menos, considerarmos o fluir da vida.
    Por isso, inúmeras vezes, acabamos por falhar com nossas promessas, tornando-as palavras sem honra, “vazias”.
    Isso não é bom...
    E o que podemos considerar como bom ou ruim?
    Hum... Assunto a se refletir, porém não agora!
    Mas, afinal, como podemos prever o que nos acontecerá futuramente?
    Sinceramente, imagino que nem podemos tal façanha, uma vez que somos seres tão instáveis, não é verdade?
    Então, como ficam as promessas?
    Serão nossas palavras sempre meras descargas sentimentais, algo momentâneo?
    E onde fica a infinitude do ser?
    Hum...
    Algo a se analisar profundamente...
    Porém, sem racionalidade, por favor!
    Sentimentos independem desta, por mais que teimemos em querer “controlá-los”.
    Regras e mais regras...
    E a humanidade nessa queda espiritual quase inevitável!
    Digo “quase” por acreditar – não sei até quando – num “despertar espiritual”,
    No qual as pessoas passarão a enxergar com os olhos do coração, ao invés de os olhos materiais;
    Quando o Espírito será mostrado em sua totalidade, sem os temores mesquinhos compositores da aura humana e, consequentemente, universal.
    Nesse instante, acredito que o Universo passará a um ritmo mais condizente com sua própria natureza, que é o Amor incondicional.
    Então, as palavras recuperarão sua plenitude e as promessas terão mais valor.
    Espere um pouco!
    Quer dizer que as promessas feitas até hoje não tiveram valor algum?
    E quanto aos sentimentos experimentados no instante de cada uma dessas promessas?
    Calma, calma!
    Não estou dizendo ser errado fazer promessas.
    Se fosse assim, todos, sem exceção, seriam “pecadores”...
    E quem não o é?
    Mas abstrai!
    No entanto, fazer uma promessa requer MUITO mais que apenas um sentimento “externo”; requer sentimento “interno”, que significa um sentimento para consigo mesmo, um autoconhecimento interior, um amor próprio suficiente a ponto de existir uma responsabilidade “extrema” para consigo mesmo e para com a vida como um todo!
    Pois, ao passo que não NOS tememos e NOS amamos, refletimos isso para o mundo, fazendo o mesmo com o próximo.
    Assim, se estivermos conscientes de nós mesmos, estaremos “seguros” para cumprir com nossa “Palavra”.
    Todavia, existe um porém...
    Essa “segurança interior” não é algo fácil de se alcançar!
    Meu Deus!
    Como viver é difícil!
    Que nada!
    É mais fácil do que a gente pensa sequer imaginar, acredite!
    No entanto temos a “mania” de fazer nossos dias pesarosos, deixando de enxergar detalhes tão importantes os quais, sem dúvida, tornariam nossa caminhada mais rendosa.
    E assim vão-se os anos...
    Ah, seres humanos...
    Desejos e promessas...
    Uma dupla sempre unida!
    Se desejar algo, por obséquio, não aja com impulsividade!
    Ela só te levará a uma trilha mais dolorosa e demorada, apesar de que toda experiência é válida.
    Que dificuldade!
    Mas todos têm liberdade de escolha, portanto ninguém é obrigado a me ouvir...
    Aja como bem entender!
    A escolha é EXCLUSIVAMENTE sua!
    Só um aviso:
    Toda escolha tem um porquê de ser feita;
    Toda responsabilidade tem seu preço, tanto a se pagar como a se obter...
    Responsabilize-se por suas escolhas, por suas ações!
    Não fique esperando que o Mundo lhe dê tudo de mãos beijadas!
    AJA!
    E não tema!
    Isso é MUITO importante!
    Siga em frente, mesmo quando o caminho parecer tortuoso!
    Às vezes é melhor um caminho desses que uma trilha reta, sem perigos aparentes;
    E, se sentir vontade, prometa algo, não faz mal!
    Mas...
    Se não cumprir, tente, ao menos, encontrar o porquê e deixar a outra parte ciente!
    Alguém pode precipitar-se por causa de sua promessa não cumprida...
    Se bem que isso é, também, responsabilidade de quem tomou a decisão...
    E o ciclo continua a existir!
    Pense nisso!
    VIVA!
    E Boa Sorte!
     

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