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Porque a obra de Tolkien ainda não é propriedade da humanidade?

Tópico em 'De Fã Para Fã' iniciado por Tabris, 31 Ago 2005.

  1. Tabris

    Tabris Porta Chama do Ponente

    Eu perguntei isso meio iocentemente me um forum de RPG sobre SdA e a resposta que recebi e confirmei na net é aterradora, talvez nada que tenha sido criado próximo a data da criação da Disney e de Mickey Mouse e posteriormente venha durante muito tempo a ser propriedade da humanidade e tneha o copyright quebrado.

    A razão é simples, a Disney com sua influência faz com que a lei tenha o prazo aumentado cada vez mais para que não perca os direitos sobre seus personagens clássicos.

    Aqui vem a prova, do texto Copyright e Globalização, eu vou por um link para ele e a parte mais importante aqui já que eu não li o texto por xcompelto e ele parece se tratar de um texto ligado a famosa licensa GNU, usada para programas de computador com código aberto.

    Link:
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    Não quero parecer um revolucionário (embora me considere, esse post não tem o objetivo de fazer ninguem "lutar" contra ou outra politica, apenas de informar) mas se vcs se perguntam pq os trabalhos de Tolkien não são universais e pq os livros são tão caros (Só uma editora pode publicar, isso encaresse o preço por falta de competição), culpe a Disney.

    EDIT: Corrigindo, o texto fala sobre a licença GNU mas não é só sobre isso, embora esteja no subtitulo dele, o texto tem um conteudo muito bom e recomendo que todos que tiverem tmepo o leiam
     
    Última edição: 31 Ago 2005
  2. Ashb'Elven

    Ashb'Elven meio-elfo

    Isso é um absurdo! Tudo hoje em dia gira em torno do Capitalismo, só se quer lucrar, não se pensa em outra coisa... E quem perde com isso é a cultura e a sociedade de um modo geral...
     
  3. Shantideva

    Shantideva Adoro elfos ruivos!

    Mas hj em dia Peraldar, mesmo sem a Disney, ainda teríamos que pagar os direitos autorais dos livros de Tolkien, pois o livro só se torna "propiedade da humanidade" salvo engano, 70 anos após a morte do autor. E Tolkien não morreu a tanto tempo assim.

    E sinceramente, acho o direito do autor receber pelo seu trabalho e pago de bom grado o valor necessário, desde que justo, para ter a obra. Essa picaretagem aí de estender o prazo, coisa de editoras mesmo e espero que essa moda não pegue.
     
  4. Skywalker

    Skywalker Great Old One

    Bom, vocês estão falando das leis dos Estados Unidos e do Brasil, mas a questão é que o copyright da obra do Tolkien está regida sob as leis da Inglaterra...
     
  5. Shantideva

    Shantideva Adoro elfos ruivos!

    Percebi Skywalker. Quando apliquei o prazo acima, foi em relação ao Brasil mesmo, devia ter explicado :mrgreen:. E eu disse "mesmo sem a Disney", pq pareceu que o Peraldar tava culpando a Disney pelos preços que pagamos pelos livro(aqui)...o que não tem nada a ver :tsc:
     
    Última edição: 1 Set 2005
  6. Erulasto

    Erulasto Equipe Valinor

    Concordo com Shantideva e destaco que Stallman não atribui exclusivamente à Disney a questão das sucessivas dilações do copyright. Skywalker também tem plena razão ao observar que não podemos também nos basear em leis americanas, pois a obra é regida pelas legislação da Inglaterra. Geralmente, os países sempre respeitam a legislação da origem, para que não vire uma bagunça total.

    Entendo a indignação de Pereldar, mas não podemos tomar o sistema de proteção de propriedade intelectual americana (copyright, patentes, etc.) como um modelo, até mesmo por possuírem aberrações (patentes de coisas abstratas, como algoritmos, imagens, interfaces de programas de computador, etc.). Mas até mesmo Stallman não defende a abolição do copyright, mas uma gradação de liberdades e restrições de acordo com o tipo de obra e sua utilidade para o público. Essa palestra não deve ser analisada fora do contexto do movimento do Software Livre, que delineia muitas coisas defendidas rapidamente no texto.

    Quanto ao preço dos livros, CDs e demais artigos "protegidos" por esse tipo de legislação, acho justo que o autor receba um valor por sua obra. Isso estimula a produção, especialmente em artefatos artísticos (literatura, música, artes plásticas, ...). O que deve acabar é o monopólio exercido por editoras e gravadoras, que cobram um preço absurdo e repassam uma parcela ínfima para o autor/artista. Ou pelo menos, mesmo respeitando os contratos de exclusividade, cobrarem alguma coisa mais justa pelo trabalho feito e valorizar mais quem realmente fez o trabalho.

    Só para ilustrar, imagine que os descendentes de Tolkien não detivessem os direitos dele após sua morte, para negociar publicações, filmes e demais derivações, mesmo que seja por um prazo estipulado legalmente. Já pensou que aberrações que poderiam aparecer por aí? De certa forma, eles podem negociar como os trabalhos derivados serão realizados, mesmo não permanecendo completamente fiéis à obra original, há pelo menos algumas correções de "vislumbres" dos derivadores (lembro-me agora de uma proposta de desenho animado que abusava da participação das águias e que foi duramente rechaçado pelo professor :D). Nesse aspecto a proteção é benéfica, pois alguém responde pela obra e qualquer tipo de trabalho ligado a ela.

    Só concordo que livros estão abusivamente caros no Brasil, e os impostos sobre importação de livros (só o Brasil para ter uma idéia de asno dessas em pleno século XXI) dificultam ainda mais as coisas...
     
  7. Skywalker

    Skywalker Great Old One

    :ahn?: Importação de livros não é fato gerador de Imposto de Importação...
     
  8. Tabris

    Tabris Porta Chama do Ponente

    Eu n coloquei a culpa na disney, só a citei como lider do gurpo.

    E é claro, tais casos são internacionais, o copyright é inglês mas tudo age da mesma forma, a disney pode nem estar envolvida mas coisas parecidas ocorrem na Inglaterra com certeza (embora eu ache que as empresas do "bloco americano" com certeza ajudariam as do inglês em torca da memsa ajuda, como dizem auqi no Brasil: "Uma mão lava a outra)
     
  9. Erulasto

    Erulasto Equipe Valinor

    Er... errei... Em 2004 saiu um comentário na mídia que o PT havia proposto um imposto sobre a importação de livros e periódicos. [font=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif]Felizmente, a medida recuou. Lembro-me que houve um grande alarido no meio acadêmico na época, pois geralmente a maior importação de livros está nas mãos de pesquisadores, estudantes, etc. Felizmente, a idéia não vingou.

    Antes de postar eu devia ter analisado o desfecho da situação. Nada como citar Ancelmo Góis em sua coluna n'O Globo de 18/03/2004:

    [/font]


    Pelo menos a idéia não vingou, mas convenhamos: num país como o Brasil, um partido (não importa qual seja, nesse incidente foi o PT, amanhã pode ser outro) propor um imposto sobre importação de livros é, como eu disse antes, uma idéia de asno. O que me preocupa é que essas idéias de asno são recorrentes, quando menos se espera, estão de volta :disgusti:
     

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