1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Polêmico, 'Um homem bom' revela lado humano do nazismo

Tópico em 'Cinema' iniciado por imported_Raphael, 23 Dez 2008.

  1. imported_Raphael

    imported_Raphael Usuário

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    [align=justify]O filme "Um homem bom" ("Good", no original), que estréia nesta quinta-feira (25) nos cinemas brasileiros, pode parecer mais um drama de época hollywoodiano. Mas não é. A produção britânica, protagonizada por Viggo Mortensen (o Aragorn da série "Senhor dos anéis"), lança um olhar diferenciado e polêmico sobre o nazismo, revelando o lado humano desse fenômeno histórico.

    Dirigido pelo brasileiro Vicente Amorim, o filme conta a história de John Halder, um intelectual alemão dos anos 1930 que cai nas graças do partido nazista quase acidentalmente. Ele é um homem correto, de boa índole, que se divide entre a literatura e as diversas demandas familiares - uma esposa neurótica, uma mãe doente e dois filhos pequenos.

    Sua vida é dura, mas sua rotina muda depois que Halder lança um livro que chama a atenção dos nazistas. Os valores humanos evocados na obra conquistam a simpatia do grupo, que atrai para o partido nazista.

    Seja por medo ou por vaidade, o protagonista escolhe o caminho da euforia nazista, que aqui, possivelmente pela primeira vez na história do cinema, é tratada de forma humanizada.

    Assim, "Um homem bom" faz uma releitura da História (com "H" maiúsculo) a partir da perspectiva da história de um homem comum e propõe um debate sobre como desejos individuais podem refletir no destino da coletividade.

    A atuação de Mortensen mereceria uma indicação ao Oscar, mas, certamente, a comunidade judaica da Academia não tem motivos para ver "Um homem bom" com bons olhos.[/align]
    http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL931216-7086,00-POLEMICO+UM+HOMEM+BOM+REVELA+LADO+HUMANO+DO+NAZISMO.html
     
  2. Excluído01

    Excluído01 Banned

    É certeza que vou assistir esse filme . Adoro tipos de filme como esse . Mas quem vai assistir , tem que ir já com um olhar bem crítico .




    :tchauzim:
     
  3. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Dei uma pequena editada no tópico
    Nem sei se podia, mas se não poder to ferrado...
     
  4. Devotchka

    Devotchka Usuário

    Faz o meu tipo.
    Com certeza verei, por mais polêmico que pareça ser.
    Não sei, mas acho interessante esse outro lado. Por exemplo, assim como li coisas sob o ponto de vista judeu, é importante ler algo sob o ponto de vista nazista como o Mein Kampf. Não sigo essa política, mas é algo que desperta a minha atenção. Então, o filme já está na minha lista "must see".
     
  5. Excluído01

    Excluído01 Banned

    Hehee eu gosto de filme polêmico !





    :tchauzim:
     
  6. Alisson P.

    Alisson P. Usuário

    Posso estar friamente enganado, mas não acho que ler um livro escrito pelo Hitler me trará algo de construtivo. Acredito que não se trata de pontos de vista diferentes de um mesmo fato: o Holocausto foi uma mancha na história da humanidade, e quem o promoveu foram os nazistas, utilizando uma 'ideologia política' ridícula. É meio impossível tentar analisar o massacre aos judeus sob uma ótica imparcial: é mais do que evidente quem foram os injustos e os injustiçados nessa história. Isso é fato.
    Mas esse filme parece ser interessante... Talvez eu mude um pouco minha visão a respeito dessas questões depois de assisti-lo.
    :lendo:
     
  7. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Sem querer começar uma discussão sem futuro sobre o nazismo s e tals, mas tipo... dos anos 30 aos 80 não existe essa de fato. O que sabemos sobre o mundo nessa época foi totalmente manipulado e todas aquela baboseiras de teorias conspiratórias. Só depois do nascimento da internet é que você pode dizer que alguma coisa é fato, porque pode confrontar vários pontos de vista de uma mesma questão (e isso porque eu estou sendo legal em falar essas coisas).
    A verdade é que muita coisa sobre o nazismo é falsa informação, como por exemplo, que o grupo mais afetado pelo movimento foram os judeus, mas como já disse: não vou começar uma discussão sem futuro.

    Podemos apenas dizer que é FATO que esse filme vai de encontro a maré, e ainda sim só dizemos porque ainda não vimos. (pelo menos eu não vi)
     
  8. Alisson P.

    Alisson P. Usuário

    Bem, polêmicas à parte, também colocarei esse filme em minha lista para assistir em 2009 (nem que seja em DVD). Tenho uma visão meio maniqueísta sobre esse assunto, e talvez ao conhecer esse 'lado humano do nazismo' que a matéria fala eu assuma uma postura diferente.
    :think:
     
  9. imported_Raphael

    imported_Raphael Usuário

    Claro que não, ficou bacana. Gostei da imagem.
     
  10. Devotchka

    Devotchka Usuário

    Mas no fim das contas o livro acaba sendo um conteúdo histórico e eu acho sim importante. Eu não concordo com o nazismo, mas me interesso sobre o assunto. Mas bem, é claro que isso vai da cabeça de cada um.
     
  11. imported_Raphael

    imported_Raphael Usuário


    Ler Mein Kampf provavelmente não traz nada de construtivo moralmente, Alisson. Nós lemos o livro – e é importante fazê-lo- pelo valor histórico. Esse tipo de literatura ajuda a entender as motivações, as mentes e ideologias de alguns grandes personagens da história por suas próprias visões e contextos.
     
  12. imported_Raphael

    imported_Raphael Usuário

    Breno, creio que os judeus foram quase que incontestavelmente os mais afetados. Em todo caso, isso não significa que, como algumas aventam, os judeus do pré-guerra não prejudicaram a Alemanha e os alemães. Nesse caso entra-se na história dos vários prismas e fontes.

    Sobre o filme, a idéia, se entendi bem a sinopse, não é endossar o Nacional Socialismo, mas tentar transmitir os acontecimentos da perspectiva de um dos envolvidos, possivelmente iludido ou não. Caricaturas não acrescentam nada, por isso são bacanas esses filmes que “humanizam”.

    A propósito, preciso aprender a fazer mais de uma citação na mesma resposta.
     
  13. Excluído01

    Excluído01 Banned

    Concordo com você . Não é preciso apoiar o Nazismo pra poder ter interesse no assunto .



    :tchauzim:
     
  14. Devotchka

    Devotchka Usuário

    Raphael, é só utilizar o botão "editar".
     
  15. Alisson P.

    Alisson P. Usuário

    Well, pessoal, obrigado pelos esclarecimentos!
    Tinha intepretado mal o comentário da N., por isso o tom de intolerância no meu post.
    XD
     
  16. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Na verdade o grupo mais afetado com o nazismo foi o dos testemunhas de Jeová. Não posso disponibilizar material e pesquisa agora, mas vou fazer assim que tiver tempo.

    Como já disse: a idéia do filme é bem legal por inovar...
     
  17. imported_Raphael

    imported_Raphael Usuário

    Improvável, Breno, mas ainda que fosse assim, não superaria em número de mortos. Em todo caso, há uma diferença crucial. Não é possivel deixar de ser judeu (em termos étnicos). Aqueles que eram perseguidos pelas crenças ou comportamento ao menos tinham mais chances de escapar.
     
  18. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Bem como eu já disse, se continuarmos com isso, vamos sair do tema principal do tópico. Mas...
    Agora não estou achando as minhas fontes de pesquisa, mas posso dizer que eles são bem confiáveis e estão apresenta dos dois lados da história. Pesquisadores e as pessoas responsáveis pelos livros de registros da SS, deixaram uns registros e consta neles os "espólios de guerra", não lembro exatamente de números, mas as etnias ciganas e o grupo religioso dos Testemunhas de Jeová são top no quesito "perdas".
    E outro detalhe: quando uma Testemunha de Jeová assinava o termo alegando que ele deixaria suas crenças religiosas de lado em prol do estado Ariano, era assassinado logo em seguida sob a alegação de que se ele traia seu Deus, trairia sua pátria.

    Mas sério: qualquer outra informação sobre esse assunto, agente abre um novo tópico no Generalidades.
     
  19. imported_Raphael

    imported_Raphael Usuário

    Breno, desconheço essas informações. Se encontrar as fontes, manda para mim. De qualquer forma, não se trata de uma competição entre esses povos (apesar do esforço de alguns ultimamente, vide “A Industria do Holocausto”)para ver quem sofreu mais. Trata-se de números que causam assombro. A estimativa de judeus mortos e a forma como o foram supera qualquer espécie de perseguição religiosa.

    Enfim, também desconheço que os ciganos sejam os que mais sofreram com espólios. Mesmo porque, como nômades que são, os bens de valor que carregavam não poderiam ser dos maiores. Se você abrir outro tópico sobre o assunto, dou uma olhada.
     
  20. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Agora que a parada descambou, vou continuar a conversa nesse tópico mesmo, afinal estou vendo que não saímos do tema principal.

    Bem...Como eu falei mais acima: as informações sobre a 2º GM são bem manipuladas. Existe a história dos espelhos nas fotos dos corpos dos Judeus e as contagens erradas, além da propaganda anti-ariana que os Aliados fizeram.

    E a maior perseguição religiosa que aconteceu foram as cruzadas católicas, que duraram aproximadamente 300 anos e até hoje não se sabe o estrago que causou a outros povo, mas já se sabe que algumas nações foram dizimadas pelos cavaleiros templários em nome da igreja e do deus cristão.

    A verdade é que o homem está sempre travando uma Jihad (usando o sentido menos nobre da palavra).
     

Compartilhar