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poeminhas

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por imported_Tangerine, 13 Jul 2008.

  1. bom, ñ sei se é o mesmo com vcs, mas, é como se em cada texto ou "poema" que eu escrevo, tem um pedaço de mim...mas aqui vão dois que eu fiz há pouco tempo atrás. ^^

    Je t'aime, Blandine:

    É, no mínimo vulgar, desmerecer os atributos de uma alma nobre...

    Estupefatos a mirar teus olhos viçosos;
    És mais do que uma simples alma de quimeras que,
    Jovem; não vê suas próprias correntes e, tenta partir, em vão...

    Vieste revestida por dolentes anjos;
    Nada de sublime se via em ti;
    Apenas não percebiam como eras uma flor mimosa;
    Florescendo entre os raminhos

    Tez altiva, vais bordando as palavras;
    Tira-as de teu coração;
    E as costura em panos de dor
    Amargo fel natural de criaturas mundanas;

    És uma poesia de glória
    És gesto de louvor
    O que seria feita desta voz enferma?
    Quando perto da tua, soa como um eco solitário e distante...

    Inefável ninho de doçura
    Oração fervorosa dos crentes
    És o próprio espelho onde;
    Saudade e amor se encontram aprisionados

    É desesperador ver-te fragilizada por falsas almas
    Quando derrama sobre todas estas fraudes
    A graça mais superior...O suspiro mais cósmico...
    És apenas pequena demais para ver
    A pura arte que carrega em teu santo regaço

    És fonte profunda, onde os sentimentos vão...
    Se depositam por entre espaços dolorosos e permanecem
    Até derramares rústicas lágrimas;
    Que te encerram o âmago em ermos calabouços
    Onde só habitam seres baldios e ocos...

    Não há, no mundo, símbolos que expressem,
    toda a dádiva graciosa que expiras,
    papéis vulgares não dirão quem tu és

    Então, apenas espere...
    Pois, digo-te, tua alma há de florescer sempre mais
    É uma poesia eterna que eleva
    Rudes almas...
    Tens o mundo em teu bolso e não o contrário, como pensas...
    Dorme...

    Je t'aime, Blandine...

    Inocência:
    Inocência...
    Desfaz-se como carrossel de almas à ventania
    Comparo-a às flores, tal qual sua alvura e beleza original
    Pena...são facilmente desfolhadas por mãos vis...
    Mãos de dedos longos e finos, que recordam corações ambiciosos
    Selvagens em emoções e que, por nada, poupariam o segredo da inocência.

    bom, eu posto quase tudo num blogzinho q eu tenho, pra quem quiser ver:
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  2. Liv

    Liv Visitante

    Que lindinhos! :grinlove:

    Parabéns, Daisy! :)
     
  3. ricardo campos

    ricardo campos Debochado!

    :)Um pouco de nós em cada verso,realmente precisamos dessa entrega á poesia...Ótimo!!!
     

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