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PLEONASMO DO POEMA-POESIA

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por jessebarbosa182727, 14 Ago 2009.

  1. O Poema é uma centelha
    Concomitantemente
    Conclamada e errática.


    O Poema é a equação
    Que habita o cérebro
    Da nossa dualidade:
    Pavimenta a alameda da emoção e da racionalidade.


    O Poema é uma enigmática areia movediça:
    Rebenta prenhe ou órfão de um intento
    E trilha vias do alcácer das viroses dos abstratos, concretos tormentos
    (sejam os frívolos dissabores, seja a dantesca
    luminescência da bruma do quase aniquilamento),
    Antes de se transmudar em monumento
    Á Lógica, ao tornado dos vulcânicos sentimentos
    Ou ao maremoto dos libertários devaneios.


    O Poema é a aquarela
    De um premeditado
    Ou inesperado Estalo:


    Nasce no córtex,
    Navegando pelo
    Oceano de teias e correntes da mente


    Para, em seguida, desaguar sobre
    O espaço vazio como palavra:
    Quer Verso insalubre, amarelo, hospitalar, alegria flagelada;
    Quer jucunda ventania, Poesia em estado de Graça!

    JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
     

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