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Planeta Mercúrio

Fúria da cidade

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Europeus e japoneses lançam espaçonave para missão de 7 anos ao planeta Mercúrio

Os últimos preparativos para o lançamento de uma missão conjunta de agências espaciais europeias e japonesas para enviar duas sondas a Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, estão sendo realizados nesta sexta-feira, dia 19.

Um foguete modelo Ariane 5 está programado para colocar a nave BepiColombo em órbita ainda nesta sexta, partindo da Guiana Francesa. Depois disso, a nave iniciará sua jornada de sete anos até o planeta mais misterioso do Sistema Solar.

A Agência Espacial Europeia disse que a missão da BepiColombo, avaliada em cerca de US$ 1,5 bilhão, é uma das mais desafiadoras da História. As temperaturas extremas de Mercúrio, a intensa atração gravitacional do Sol e a radiação solar contribuem para condições infernais.

A espaçonave terá de seguir um caminho elíptico que envolve um sobrevoo da Terra, dois de Vênus e seis do próprio Mercúrio, de modo que ela possa desacelerar o suficiente antes de chegar ao seu destino em dezembro de 2025.

Os propulsores de íons elétricos recentemente desenvolvidos ajudarão a empurrar a espaçonave, que recebeu o nome em homenagem ao cientista italiano Giuseppe "Bepi" Colombo, para a órbita certa.
Quando chegar, a BepiColombo lançará duas sondas - Bepi e Mio - que investigarão de maneira independente a superfície e o campo magnético de Mercúrio. Elas estão equipadas com isolamento especial para lidar com as variações de temperatura - de 430ºC no lado de frente para o Sol e de -180ºC na sombra do planeta.

Cientistas esperam aprimorar as informações obtidas pela sonda Messenger da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa), que encerrou sua missão em 2015 depois de ficar quatro anos na órbita de Mercúrio. A primeira espaçonave a visitar o planeta foi a Mariner 10, da Nasa, que voou pelo planeta em meados da década de 1970.

Mercúrio, que é ligeiramente maior que a Lua da Terra, tem um núcleo de ferro maciço sobre o qual pouco se conhece. Pesquisadores esperam também aprender mais sobre a formação do Sistema Solar a partir dos dados obtidos pela BepiColombo.

Esta é a segunda cooperação mais recente entre europeus e a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa). Recentemente, a sonda Hayabusa2, da Jaxa, lançou um robô alemão-francês sobre o asteroide Ryugu. Fonte: Associated Press.

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Mais uma missão a um planeta que até hoje ainda é muito pouco explorado.
 

Fúria da cidade

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Uma coisa importante é que por estar mais próximo do Sol, muitos ainda acham que Mercúrio é o planeta mais quente do sistema solar, quando na verdade é Vênus que tem um efeito estufa infernal que retém calor mesmo quando é noite na face oposta ao Sol, enquanto em Mercúrio incrivelmente tem temperaturas negativas na face oposta.

Fico imaginando que diabos eles utilizaram na sonda pra resistir a 430º de temperatura, mais a radiação.

Não sendo chumbo ou estanho, felizmente ainda tem vários metais que suportam bem esta temperatura e bons isolantes térmicos para manter a temperatura interna dos circuitos internos suportável.
 
Uma coisa importante é que por estar mais próximo do Sol, muitos ainda acham que Mercúrio é o planeta mais quente do sistema solar, quando na verdade é Vênus que tem um efeito estufa infernal que retém calor mesmo quando é noite na face oposta ao Sol, enquanto em Mercúrio incrivelmente tem temperaturas negativas na face oposta.



Não sendo chumbo ou estanho, felizmente ainda tem vários metais que suportam bem esta temperatura e bons isolantes térmicos para manter a temperatura interna dos circuitos internos suportável.


Nesse assunto eu sou completamente leigo, a única coisa que sei é que tem umas paradas com cerâmica pra reentrada na atmosfera, mas não pesquisei mais a fundo.
 

Fúria da cidade

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Trânsito de Mercúrio acontece na segunda-feira, mas tome cuidado ao tentar observar

Quem gosta de astronomia terá um evento para acompanhar na segunda-feira (11), entre 9h e 15h, no horário de Brasília. É o trânsito de Mercúrio, quando o planeta mais próximo do Sol ficará “na frente” da estrela sob a perspectiva de quem está na Terra. O evento, porém, requer muito cuidado para ser observado.

Como explica o blog do Cassio Barbosa, no G1, trânsito planetário é o nome dado quando um planeta passa em frente de um observador que está olhando para a estrela de seu sistema. Ele também é chamado de “minieclipse”, pois é o mesmo princípio de um eclipse, mas, dadas as distâncias e os tamanhos dos envolvidos, não é o suficiente para encobrir o Sol. Tudo que aparece, no caso de Mercúrio, é um pontinho preto bem pequeno, como você pode ver nestas imagens.


O trânsito de Mercúrio não chega a ser muito raro. Ele acontece 13 ou 14 vezes a cada cem anos. Faz, inclusive, pouco tempo que aconteceu pela última vez — foi em maio de 2016. A próxima vez, no entanto, vai levar um bom tempo: só acontece em 2032.

Da perspectiva de quem está na Terra, só Mercúrio e Vênus têm trânsitos, já que são planetas mais próximos ao Sol do que o nosso. O Trânsito de Vênus é bem mais raro, com intervalos de mais de cem anos. O último aconteceu em 2012, e o próximo só vai rolar em 2117.

Assista ao belo timelapse feito pela NASA de Mercúrio cruzando o Sol em 2016

Como observar o trânsito de Mercúrio


E para testemunhar esse acontecimento? Como você deve saber, olhar diretamente para o sol é uma péssima ideia, pois é grande o risco de provocar danos irreversíveis à visão. Óculos escuros ou chapas de raio-x também não servem para proteger os olhos.

O G1 recomenda usar uma lente de solda número 14, a mais escura disponível, para evitar esses problemas. Ela pode ser encontrada em lojas de materiais e custa cerca de R$ 10.

Uma alternativa melhor, no entanto, é ver o trânsito de Mercúrio com o acompanhamento de profissionais. Nós encontramos alguns eventos organizados por cientistas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Obviamente, fica meio difícil sendo no fim da manhã e no começo da tarde de uma segunda-feira, um horário em que quase todo mundo está estudando ou trabalhando. Se você estiver de folga, porém, vale a ida.

Na capital paulista, o Planetário do Ibirapuera e o Planetário do Carmo farão observações, respectivamente, no Parque do Ibirapuera e no Parque do Carmo. Não é preciso realizar inscrição prévia e o controle de fila é feito pela ordem de chegada. O G1 também menciona que o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP) vai acompanhar o evento.

No Rio, astrônomos do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) e da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro na Praia Vermelha, próximo ao Restaurante Terra Brasilis, no Círculo Militar. A atividade é gratuita. Astrônomos do MAST e do Observatório Nacional (ON) também estarão no Morro da Urca — nesse caso, é preciso comprar ingresso com o Bondinho Pão de Açúcar. O G1 também diz que o Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), também realizará uma atividade.

Vale lembrar que todas as observações dependem de boas condições meteorológicas. Se o tempo estiver ruim, não dá para fazer nada.
Clubes de astronomia e universidades também devem realizar seus eventos em outras cidades brasileiras — se você souber de algo, dê a dica nos comentários desse post!

Você também poderá dar uma olhadinha pela internet. O Virtual Telescope Project fará uma transmissão ao vivo do fenômeno.

Importância científica


Os trânsitos de Mercúrio têm sido ferramentas úteis para os cientistas.

No século 17, os astrônomos observaram esses fenômenos para tentar determinar a distância entre a Terra e o Sol usando paralaxe — observando o trânsito de dois lugares diferentes na Terra, como escreveu o astrônomo Brian Koberlein do Observatório Nacional de Radioastronomia da Forbes. Outra equipe usou os trânsitos para calcular indiretamente o efeito das forças das marés da Lua na Terra.

Mais recentemente, cientistas usaram um trânsito para verificar se isso produziria uma diminuição discernível na quantidade de luz solar (isso não aconteceu). Esse conhecimento é valioso para os astrônomos que desejam usar trânsitos como método para localizar exoplanetas que orbitam estrelas distantes.
 

Fúria da cidade

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Como aproveitar a chance rara de ver Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol


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Mercúrio não costuma ser visível a partir da Terra Imagem: Getty Images


O menor planeta do Sistema Solar quase nunca nos fica visível, mas fará uma breve aparição na próxima quinzena. Veja como localizá-lo.
Costuma-se dizer que Mercúrio é o planeta mais fugidio, porque é difícil vê-lo no céu à noite. Mas, durante a próxima quinzena, ele fará uma breve aparição.

Mercúrio é o menor planeta do nosso Sistema Solar e o mais próximo do Sol.

É difícil vê-lo porque ele orbita em um plano muito similar ao da Terra e ao Sol.

Por isso, diferentemente de outros planetas, ele só aparece próximo ao horizonte. E, tanto ao amanhecer quanto ao entardecer, fica ocultado pelo brilho solar.

Nos próximos dias, no entanto, Mercúrio transitará pela parte mais externa de sua órbita, o que fará com que permaneça um pouco mais de tempo no céu noturno antes de sumir.

Será mais fácil vê-lo do hemisfério norte, mas ele também estará visível no hemisfério sul.

Como ver Mercúrio

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A silhueta de Mercúrio diante do Sol
Imagem: BBC

Os especialistas dizem que, nas próximas duas semanas, Mercúrio ficará visível à noite por até 40 minutos após o pôr do sol.
A boa notícia é que não será necessário um telescópio. Deverá ser possível vê-lo a olho nu, ainda que, no hemisfério sul, talvez seja necessário usar binóculos.

Para encontrá-lo, a dica é olhar perto do horizonte na direção oeste.

Uma recomendação é primeiro localizar o planeta Vênus, o corpo celeste mais brilhante no céu depois do Sol e da Lua. Mercúrio estará um pouco abaixo e à direita de Vênus.

É possível reconhecê-lo por sua cor laranja-amarelada.

Um detalhe auxiliará a busca: no horário em que os planetas estiverem visíveis, outros corpos celestes estarão escondidos.

Mas Mercúrio só ficará à vista por pouco tempo.

Segundo o site EarthSky, ele permanecerá visível no norte por 40 minutos, na zona do Equador por 20 minutos, e entre cinco e dez minutos no sul.
Se perder a chance, a próxima oportunidade surgirá em setembro e outubro.
 

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