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Pelo direito de broxar, falir e ser sensível, campanha pede que homens libertem-se do machismo

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Siker, 29 Set 2014.

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O que acha da campanha?

  1. Apoio totalmente.

  2. Acho desnecessário.

  3. Não apoio.

  4. Acho idiota.

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  1. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

    "Homens libertem-se" luta pelo fim do patriarcalismo e machismo

    Pela não obrigatoriedade ao Serviço Militar e por não gostar de brigas ou futebol. Pelo direito de broxar (e não ter o pênis grande), ser sensível e de não ser bem sucedido.

    Por um mundo em que os homens podem usar saia, chorar e cuidar das crianças. Possam ser artistas, decoradores, cabeleireiros, cuidar da aparência como bem entender e fazer exame de próstata sem ser julgados.

    Um mundo na qual a frase “seja homem!” não faça mais sentido - ou ganhe um novo significado.

    Essas são algumas das bandeiras levantadas pelo movimento
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    , do coletivo movimento MG/RJ em parceria com o grupo de teatro The Living Theatre, de Nova York.

    Libertar os homens sem oprimir as mulheres

    A ideia da campanha é questionar os valores patriarcais para promover maior respeito entre homens e mulheres. Mostrando como o machismo pode prejudicar e oprimir não só as mulheres, mas os homens também.

    Vale lembrar que a campanha pede a libertação dos homens, não para oprimir as mulheres, mas para que ambos possam desfrutar juntos de maiores liberdades.

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    Adesão

    De caráter artístico e social, o movimento já ganhou adesão do músico Paulinho Moska, dos cartunistas Laerte e Miguel Paiva, dos atores Lucio Mauro Filho, Marcos Breda, Larissa Bracher, Flávia Monteiro, Igor Rickli, Aline Wirley, Álamo Facó, Nico Puig, Marcos Damigo, do produtor Nelson Motta, deputado Marcelo Freixo, entre outras personalidades.

    Manifesto Homens Libertem-se!!
    - Quero o fim da obrigatoriedade ao Serviço Militar.
    - Posso broxar. O tamanho do meu pau também não importa.
    - Posso falir. Quero ser amado por quem eu sou e não pelo que eu tenho.
    - Posso ser frágil, sentir medo, pedir socorro, chorar e gritar quando a situação for difícil.
    - Posso me cuidar, fazer o que eu quiser com a minha aparência e minha postura, cuidar da minha saúde, do meu bem estar e fazer exame de próstata.
    - Posso ser sensível e expressar minha sensibilidade como quiser.
    - Posso ser cabeleireiro, decorador, artista, ator, bailarino; posso me maravilhar diante da beleza de uma flor ou do voo dos pássaros.
    - Posso recusar me embebedar e me drogar.
    - Posso recusar brigar, ser violento, fazer parte de gangues ou de qualquer grupo segregador.
    - Posso não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
    - Posso manifestar carinho e dizer que amo meu amigo. Quero viver em uma sociedade em que homens se amem sem que isso seja um tabu.
    - Posso ser levado a sério sem ter que usar uma gravata; posso usar saia se eu me sentir mais confortável.
    - Posso trocar fraldas, dar a mamadeira e ficar em casa cuidando das crianças.
    - Posso deixar meu filho se vestir e se expressar ludicamente como quiser e farei tudo para incentivá-lo a demonstrar seus sentimentos, permitindo que ele chore quando sentir vontade.
    - Posso tratar minha filha com o mesmo grau de respeito, liberdade e incentivo com que apoio meu filho.
    - Posso admirar uma mulher que eu ache bela com respeito, sem gritaria na rua e me aproximar dela com gentileza, sem forçá-la a nada.
    - Eu sei que uma mulher está de saia – ou qualquer outra roupa – porque ela quer e não porque está me convidando para nada.
    - Eu sei que uma mulher que transa com quem quiser ou transa no primeiro encontro não é uma vadia, bem como o homem que o faz não é um garanhão; são só pessoas que sentiram desejo.
    - Eu nunca comi uma mulher; todas as vezes nós nos comemos.
    - Eu não tenho medo de que tanto homens como mulheres tenham poder e ajo de modo que nenhum poder anule o outro.
    - Eu sei que o feminismo é uma luta pela igualdade entre todos os indivíduos.
    - Eu nunca vou bater numa mulher, não aceito que nenhuma mulher me bata e me posiciono para que nenhum homem ou mulher ache que tem o direito de fazer isso.
    - Eu vou me libertar, não para oprimir mais as mulheres, mas para que todos possamos ser livres juntos.
    - Eu fui ensinado pela sociedade a ser machista e preciso de ajuda para enxergar caso eu esteja oprimindo alguém com as minhas atitudes.
    - Eu não quero mais ouvir a frase “seja homem!”, como se houvesse um modelo fechado de homem a ser seguido. Não sou um rótulo qualquer.
    - Quero poder ser eu mesmo, masculino, feminino, louco, são, frágil, forte, tudo e nada disso. E me amarem e aceitarem, não por quem acham que eu deva ser, mas por quem eu sou. E por tudo isso, não sou mais ou menos homem.
    - Quero ser mais que um homem, quero ser humano!
    - O machismo também me oprime e quero ser um homem livre!

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  2. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Muito bom.
    É o que eu disse em outro tópico em humanizar essas discussões direitistas e esquerdistas de período de eleições que me dão nos nervos.

    Não é porque a pessoa é homem/branco/ocidental/cabelo curto/classe média/etc, que é correto fazer como no início de dizer que essa pessoa não tem o direito de sofrer, de se sentir oprimida em qualquer situação, só porque ela faz parte de um grupo que historicamente é o lado opressor.
    Individualize, humanize, não rotule e fique com a argumentação fácil e genérica.

    Claro que as dimensões das ações precisam ser proporcionais a quantidade de pessoas que sofrem. Ações a favor de negros, mulheres, gays, etc, precisam ser sim numericamente maiores e mais contundentes. Mas nunca podemos chegar no ponto de negar assistência e principalmente empatia a quem não faz parte da minoria oprimida, mas que individualmente se encontra em situação de opressão (como naqueles gifs de facebook com dizeres do tipo "fulano é rico e branco, e se diz oprimido. Que coxinha imbecil!").

    Sem contar que na questão específica do machismo é muito comum esse comportamento aparecer porque o tratamento passa a ser o da guerra dos sexos. Não se ataca a cultura do machismo, se ataca o macho, o homem. Talvez seja uma diferença sutil, mas diria que perfeitamente separável.
     
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  3. Éomer

    Éomer Well-Known Member

    Eu acho que, como a maioria das coisas, só se acaba com problemas como a cultura do machismo através de educação. Criando os meninos para não serem machistas e não criando filhas oprimidas por serem mulheres. Não acredito que esse tipo de iniciativa vá mudar a cabeça de pessoas que já tem essas ideias arraigadas.
     
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  4. Calib

    Calib Visitante

    E agora para algo completamente diferente
    ou Momento Omykron de Hoje:
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    Agora a sério: votei em "Acho desnecessário".
    O "manifesto" é de uma pieguice exacerbada.

    E no fim das contas o tópico vai acabar virando mais-do-mesmo que já vimos naquele outro sobre encoxadores... XD
     
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  5. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

    Ainda nem tinha visto a confusão que rolou nesse tópico, mas ainda acho melhor que essas tretas se desenvolvam em um tópico específico do que em off-topic por tópicos diversos.

    E sobre o movimento, acho válido por levantar um lado do machismo que muitos ignoram e/ou se conformam.
     
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  6. LuizWsp

    LuizWsp A torch in the dark In Memoriam

    Pra mim é uma campanha idiota. Pura choradeira isso aí. Todo mundo já nasce com o direito de ser broxa, pobre, feio e gordo. Não tem o direito de é ser um perdedor desses e exigir ser tratado como um vencedor.

    Exemplos:
    - O aluno tem todo direito de não estudar, mas se vc tiver uma empresa não pode ter o dever de contratar o aluno ruim.
    - O jogador tem todo o direito de ter uma lesão, mas vc como torcedor não tem o dever de aturar o cara no seu time jogando mal.
    - A mulher ou homem tem todo o direito de não se cuidar, andar mal vestida (o), gorda (o), pobre e com mau hálito, mas não peça pra ter o privilégio de arrumar o cara mais fodão ou a gostosona da turminha.

    Por isso a campanha não faz o menor sentido. No fundo, ela quer exigir que tratem como iguais pessoas que não são iguais. Se, por exemplo, a mulher prefere o outro cara porque ele é mais rico, ou porque o pau é maior, eu vou ficar chorando e pondo a culpa no machismo? Chamar ela de vadia? Contar pra mamãe? Você acha que uma campanha vai me tornar genuinamente tão desejado quanto alguém rico e famoso pra essa mulher?

    É a mesma coisa de mulher chorando porque é oprimida pelos "padrões de beleza da sociedade..." Como se isso fosse algo mutável ou controlável. "Ah é a Globo, ou agências de modelo mimimimi." Aí choram rios e oceanos. Toda mulher tem o direito de ser gorda e destrambelhada, só não peçam a ninguém que tenham o mesmo tesão por você quanto por uma gostosa de boa genética que malha desde os 13 anos de idade e se alimenta puramente de alface, simplesmente porque você acha injusto.

    Putz, é povo chorando pra todo lado que não acaba mais. Esse povo tem que parar de chorar por coisa imbecil. Hoje em dia todo mundo é oprimido, todo mundo é injustiçado.
     
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  7. Grimnir

    Grimnir Usuário

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  8. Neithan

    Neithan Ele não sabe brincar. Ele é Mito

    Mito.

    __________

    Eu postei sobre essa campanha no face um tempo atrás. Achei de uma inutilidade sem tamanho. Algumas partes são tão imbecis que pensei que era algo fake, mas pior é que não é.

    Abaixo segue o manifesto completo:

    - Quero o fim da obrigatoriedade ao Serviço Militar.
    - Posso broxar. O tamanho do meu pau também não importa.
    - Posso falir. Quero ser amado por quem eu sou e não pelo que eu tenho.
    - Posso ser frágil, sentir medo, pedir socorro, chorar e gritar quando a situação for difícil.
    - Posso me cuidar, fazer o que eu quiser com a minha aparência e minha postura, cuidar da minha saúde, do meu bem estar e fazer exame de próstata.
    - Posso ser sensível e expressar minha sensibilidade como quiser.
    - Posso ser cabeleireiro, decorador, artista, ator, bailarino; posso me maravilhar diante da beleza de uma flor ou do voo dos pássaros.
    - Posso recusar me embebedar e me drogar.
    - Posso recusar brigar, ser violento, fazer parte de gangues ou de qualquer grupo segregador.
    - Posso não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
    - Posso manifestar carinho e dizer que amo meu amigo. Quero viver em uma sociedade em que homens se amem sem que isso seja um tabu.
    - Posso ser levado a sério sem ter que usar uma gravata; posso usar saia se eu me sentir mais confortável.
    - Posso trocar fraldas, dar a mamadeira e ficar em casa cuidando das crianças.
    - Posso deixar meu filho se vestir e se expressar ludicamente como quiser e farei tudo para incentivá-lo a demonstrar seus sentimentos, permitindo que ele chore quando sentir vontade.
    - Posso tratar minha filha com o mesmo grau de respeito, liberdade e incentivo com que apoio meu filho.
    - Posso admirar uma mulher que eu ache bela com respeito, sem gritaria na rua e me aproximar dela com gentileza, sem forçá-la a nada.
    - Eu sei que uma mulher está de saia – ou qualquer outra roupa – porque ela quer e não porque está me convidando para nada.
    - Eu sei que uma mulher que transa com quem quiser ou transa no primeiro encontro não é uma vadia, bem como o homem que o faz não é um garanhão; são só pessoas que sentiram desejo.
    - Eu nunca comi uma mulher; todas as vezes nós nos comemos.
    - Eu não tenho medo de que tanto homens como mulheres tenham poder e ajo de modo que nenhum poder anule o outro.
    - Eu sei que o feminismo é uma luta pela igualdade entre todos os indivíduos.
    - Eu nunca vou bater numa mulher, não aceito que nenhuma mulher me bata e me posiciono para que nenhum homem ou mulher ache que tem o direito de fazer isso.
    - Eu vou me libertar, não para oprimir mais as mulheres, mas para que todos possamos ser livres juntos.
    - Eu fui ensinado pela sociedade a ser machista e preciso de ajuda para enxergar caso eu esteja oprimindo alguém com as minhas atitudes.
    - Eu não quero mais ouvir a frase “seja homem!”, como se houvesse um modelo fechado de homem a ser seguido. Não sou um rótulo qualquer.
    - Quero poder ser eu mesmo, masculino, feminino, louco, são, frágil, forte, tudo e nada disso. E me amarem e aceitarem, não por quem acham que eu deva ser, mas por quem eu sou. E por tudo isso, não sou mais ou menos homem.
    - Quero ser mais que um homem, quero ser humano!
    - O machismo também me oprime e quero ser um homem livre!

    :rofl:

    Dessa lista toda, ou são itens óbvios ou imbecis. Ou são itens sobre ser simplesmente a porra de um homem civilizado e um bom pai/marido, ou coisas sem noção do tipo: "Eu nunca comi uma mulher; todas as vezes nós nos comemos." Vei....QUEM LIGA O TERMO CERTO? É tudo fodelância! Quem para pra pensar nesse tipo de coisa é o tipo de gente que não transa, não come/é comido, então tem tempo pra pensar em termos de fodelância. Coisinha inútil, algo tão raso de se discutir, que não vale nem a pena falar disso. Então chega, falei demais.: lol:

    Dá pra citar 3 ou 4 itens que tem algo de útil, sendo bonzinho com o autor.

    E véi, William Wallace e Jackie Stewart colocam saias. Fim da discussão sobre saias, calças. Só Croc que é algo indigno.
     
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  9. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

    Esse é um ponto de vista válido, realmente não se pode se aproveitar do preconceito para usar como desculpa e ficar de mimimi, porém esse movimento, ao meu ver pelo menos, não trata de direitos dos oprimidos, mas do simples comportamento social. Quando você cita que perdedores estão exigindo isso e aquilo, você só está olhando por um lado da moeda, quando a pessoa com tal estilo de vida está infeliz e quer se sentir melhor, porém o preconceito (neste caso o machismo) afeta as pessoas que estão de boa com o que são e o que fazem.

    Por exemplo, a mulher que usa roupa curta ou qualquer outro tipo de roupa, ela está de boa, porém o preconceito de outros atingem ela achando que podem impor seus conceitos pessoais de moral na vida dela. Da mesma forma, se o homem está de boa cuidando da casa e dos filhos, ninguém tem o direito de dizer que ele deve ter uma vida diferente, pois isso seria impor seus conceitos pessoais de sucesso.

    É uma conscientização para que haja mais entendimento e aceitação quanto a vida alheia (por mais óbvio que isso já deveria ser), pois em qualquer relacionamento pessoal (que foram os exemplos que você usou) é óbvio que entrarão em prática os seus conceitos pessoais, afinal essa vida é sua.
     
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  10. Elring

    Elring Depending on what you said, I might kick your ass!

    Se for pra valer, deviam mandar uma cópia para os autores de novela da Globo. É bem o inverso do que está escrito neste manifesto. Manual do Metrossexual 2.0.

    O problema desse negócio é que tem muito EU, EU, EU, EU, EU e mais EU. E todo mundo sabe que dois EU reivindicando a mesma coisa dá merda.
     
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  11. Calib

    Calib Visitante

    Nunca pensei que eu daria um Ótimo pro Neitha E pro LuizWsp no mesmo tópico. Ficam aí minhas singelas palmas, ainda que com alguma ressalva ao que o Luiz falou, ou do modo com o fez.

    Eu achei o manifesto babaca porque mistura coisas diversas e faz uma salada de frutas: tem reclamações dignas como o cara querer ser sensível, delicado etc sem a pecha de veado. Ok isso eh ruim pro cara e acontece. Fruto do machismo. Agora tem outros itens em que o manifesto parece estar se desculpando por antecipação pela atitute escrota que alguns homens tem para com as mulheres, só que não há pressão por parte dos machistoides para que todo homem se comporte assim (mas há pressão para que todos sejam insensíveis, brutos,etc.).
    Ou seja: apenas contra aquelas atitudes impostas aos demais homens pelos machistinhas eh que o manifesto deveria brigar para "libertar-se". Muito melindre pro meu gosto.
     
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  12. Siker

    Siker Artista Comercial / Projetista Gráfico

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  13. LuizWsp

    LuizWsp A torch in the dark In Memoriam

    O vídeo acima é uma prova do mundo machista em que vivemos. Pelo menos é o que eu fui adestrado a pensar.
     
  14. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Não era você que disse que nós homens sofremos muito mais do que as mulheres? E bem, é fácil reclamar de alguém reclamar de ser oprimido quando você não é nem sabe como é passar por isso.
    --- Mensagem Dupla Unificada, 30 Set 2014, Data da Mensagem Original: 30 Set 2014 ---
    E eu apoio totalmente. Se estamos discutindo a utilidade do tópico então a discussão por óbvio não é desnecessária.
     
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  15. Omykron

    Omykron far above

    é tão idiota que eu ainda não entendi o não ao serviço militar no meio de tanta insatisfação fálica numa reivindicação só.l
     
  16. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Eu acho que o seu post meio que morreu aqui, né?
    Não é questão de querer reconhecimento, respeito, prêmios, etc.
    É justamente não ser chamado de "perdedor" como o seu preconceito (nosso, na verdade) já julga essas pessoas que tem atitudes diferentes da sua (nossa, de novo). O fato de você já rotular de "perdedor" prova que esse pré-julgamento existe e está ali martelado, cimentado na tua (nossa) cabeça.

    Claro que nessas situações que o manifesto se propõe a explicitar no post do Neithan. Situações que deveriam ser pura opção individual, mas que são considerados "perdedores" sem nenhuma racionalidade nessa conclusão.

    Ou racionalize.
    Por que as pessoas que tem as atitudes defendidas pelo manifesto deveriam ser consideradas perdedoras que buscam serem consideradas vencedoras?
     
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  17. LuizWsp

    LuizWsp A torch in the dark In Memoriam

    Vejo duas coisas diferentes aqui, que a campanha mistura:

    Situações de escolha individual como "escolho ser artista, ou escolho ser sensível e não quero ser taxado de perdedor por isso" é uma coisa, "quero ser pobre feio e broxa e não quero ser taxado de perdedor" é a outra.

    Na primeira eu até concordo que pode ser algum preconceito. A segunda não é, e é dessa segunda parte que meu post falava.

    Não sou eu que considero, é a própria vida. A vida é cheia de padrões de comparação e são eles que definem se a pessoa é “perdedora” ou “vencedora” em determinado assunto. Se o cara é pobre, ele é um perdedor na questão financeira da vida, e não é preconceito dizer isso. Se o cara é broxa, ele é um perdedor na cama, não é preconceito isso. Se o time fica em último no campeonato, rebaixá-lo não é preconceito. A vida é uma constante competição, na escola, no trabalho, na balada, na família, no esporte... não vai ser uma campanha que vai tornar o perdedor num vencedor simplesmente porque ele chorou o suficiente. Injustiças existem e devem ser combatidas, é o caso da pessoa se dar bem em relação à outra por algum fator injusto, como cor, sexo, berço ou opção sexual, mas não é o caso de muitos itens nessa campanha.

    Pense numa analogia: você acha que é injustiça a pavoa escolher o pavão que tem o rabo mais colorido? Preconceito? Machismo, talvez? Pra mim é puramente natural. O pavão depenado chorar nas redes sociais que é injustiça as fêmeas o considerarem um perdedor é um absurdo.
     
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  18. Calib

    Calib Visitante

    Eu ri. #Somostodospavoes
     
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  19. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Estou aqui só pra me divertir com posts que recebem ótimos e péssimos ao mesmo tempo. Esses são os melhores. Ou piores.
     
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  20. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Hã... Pavão? Mesmo?
     
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