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Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (Big Fish, 2003)

Gildor

Usuário
Um detalhe pra quem viu Deliverance: o homem que ele vê assim que chega em Espectro tá tocando um banjo, exatamente a mesma música que o garoto toca no clássico "Duelo de Banjos". :mrgreen:
 
eu gostei do filme. mas uma coisa me irritou bastante: o filme poderia deixar o espectador mais em duvida sobre o q eh real ou naum. Mas naum, sempre tinha o filho chato dele estragando tudo , mostrando q nada dakilo podia ser real. No enterro se acaba de vez com qq chance de querer acreditar nas historias.

visualmente o filme eh mto interessante mesmo.
 

Unedë

Usuário
bom, o filho dele era curioso, afinal, o pai nunca contou oq acontecera de verdade, oq vc sentiria do seu pai se ele fizesse isso com vc? :| eu ia ficar mto chateada rbm XD ele eh meio realista demais tbm, pé no chao, e sem imaginaçao XP
 
-------ORO:::Ë--------84: disse:
eu gostei do filme. mas uma coisa me irritou bastante: o filme poderia deixar o espectador mais em duvida sobre o q eh real ou naum. Mas naum, sempre tinha o filho chato dele estragando tudo , mostrando q nada dakilo podia ser real.
Nhé, esse negócio de sempre querer deixar alguma coisa em aberto é coisa de cinéfilo pseudo-intelectuóide. :obiggraz: (just kidding :mrgreen: )

Claro que muitas vezes é interessantíssimo, mas convenhamos, o final do jeito que ficou é mil vezes melhor. É impossível ver aquela cena do cemitério sem deixar que os olhos fiquem rasos d'água. :grinlove:

No enterro se acaba de vez com qq chance de querer acreditar nas historias
Acaba não, já que isso seria impossível, em vista que o filme deixa bem claro o tempo inteiro (e não só no final) que realidade é realidade e histórias são histórias. Todo mundo saberia que aquelas histórias contadas pelo pai são pura fantasia, e seria bastante sem graça se o filme terminasse deixando a gente só com essa visão, sem a menor noção do que pode ter acontecido de fato.

De qualquer maneira, a gente não sabe exatamente como aconteceram as coisas, a não ser que os destinos (tanto da realidade quanto das histórias) aos quais elas leveram foram os mesmos, e que aquelas pessoas existiram, de forma diferente. E, portanto, cabe a gente imaginar como essas pessoas das histórias se comportaram nos acontecimentos da realidade. Isso o filme não mostra, mas não é legal ficar imaginando? :grinlove:
 

Lukaz Drakon

Souls. I Eets Them.
Vamos lá, assim como Mestre dos Mares, parece que eu sou o último a ver esse filme. :clap:

Mas não se engane, não foi nem um pouco menos empolgante ver as fantásticas histórias de Edward Bloom. Aliás, foi o contrário. Eu fui mais empolgado para ver o filme, mas sem grande expectativas. Sabia que quase todos estavam falando bem desde a sua estreia mas não me preocupei com isso, apenas queria ver como seria um filme de histórias fantasiosas feito por Tim "Gênio" Burton.

O que foi mostrado a mim, em um espaço de tempo que eu não simplesmente não me interesso em saber, foi a demostração de como um pai pode mudar a visão de um filho, apenas demonstrando como a vida é e como ela pode ser. Com uma história maravilhosa, Burton segura a sua expectativa até o fim, deixando escapar por entre os dedos pequenos detalhes que engrandecem tudo a sua volta e que acabam deixando você ainda mais ansioso e entusiasmado com tudo.

Tudo no filme cumpre a sua parte. McGregor consegue demonstrar sentimentos essenciais a vida do personagem e Finney os completa, fazendo a arte final daquele personagem que, na própria voz do filho, "todos gostam dele".

O filme é basicamente isso, um obra-prima. Deixando o espectador daquele espetaculo entorpecido pelos acontecimentos de uma vida se desfraldando a sua frente e acompanhando cada detakhe com intensa emoção que faz com que tudo seja apagado, que tudo não importa mais, verdade ou mito.

Nota: 9,5 / 10,0
 
Unedë disse:
ok, me xinguem neh, mas eu chorei no final (o fantasioso) é tao lindo!

nhai... eu não cheguei a chorar... mas admito que fiquei com os olhos cheios de lágrimas... aquele final realmente da um aperto no coração.. aiai... amei :grinlove: :grinlove: :grinlove:

o mais estranho é que saiu de circuito no rio :disgusti: ... pelo menos não to encontrando mais em nenhum lugar :osigh:

Bom, tava lembrando de frases legais de pessoas famosas e encontrei um de J. Kenedy (nhai...sei lá como se escreve) que define BEM o filme: "as pessoas vêem o mundo como ele É e perguntam: 'por que?' Eu vejo o mundo como ele DEVERIA SER e pergunto: 'por que não?' "

:grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove: :grinlove:
 
Ah Tipo de começo eu não conseguia gostar muito das historias q estavam sendo contadas, mas visualmente o filme é maravilhoso do começo ao fim.
O filme se tornou delicioso a partir do momento em q o filho começa a descobrir sobre as historias do pai. Como ele descobre q tudo é baseado em um verdade, logo o filme se torna apaixonante, quando eu assiti pela segunda vez ai sim eu gostei extremamente de cada minuto.

Agora eu quero chamar atenção para um detalhe. Que tipo de filho passa tres anos longe do pai e quando este está cama morrendo, senta na beira e vai logo dizendo " quero saber toda a verdade" isso é a mesma coisa q dizer olha ja q vc ta morrendo me deve explicar tudo pq tudo o q vc disse eu joguei no lixo????

Isso me afetou!!!!!!!!
 

Paraíba Hi-Tech

Cabra Arretado
Acabei de ver Big Fish...

Eu prefiro usar o título original nesse caso porque a expressão Peixe Grande em português não carrega consigo o mesmo significado que Big Fish tem para o inglês. Foi um erro grotesco do tradutor, mas que não tirou nem um pouco o meu prazer de assistir ao filme.

Vindo pra casa eu me perguntava se eu estou atravessando um momento muito sensível da minha vida e, por isso, tenho me comovido facilmente ou se realmente tenho escolhido filmes que conseguem - de forma maestral - deixar as pessoas emocionadas!

Enfim, Big Fish realmente conseguiu me cativar... Ou melhor, quem me cativou foi Edward Bloom, o pescador obcecado pelo lendário peixe grande que habitava o rio, mas que não se deixava pescar com iscas comuns; a criança levada que não tinha medo da bruxa que contou como ele morreria, o menino que cresceu muito rápido e ficou 3 anos de cama; o rapaz exemplo de cidadão, corajoso, atlético, perseverante, confiante, carismático, orgulho de sua cidade natal; o jovem curioso, ambicioso e corajoso que prefere enfrentar os perigos de uma estrada "mal-assombrada" à comodidade da auto-via asfaltada; aquele que não se ilude com os bons momentos de alegria que a vida nos oferece; aquele homem apaixonado que faz de tudo para ter a seu lado a mulher que ama; aquele que mesmo na guerra não deixou de pensar em sua companheira; aquele pai de família que sentia por estar distante do filho por causa do trabalho, mas que tentava compensá-lo, mostrando-lhe o melhor modo de enxergar a vida; o homem amigo que não abandona um velho companheiro nem na maior das dificuldades; o bem sucedido homem de negócios que não esquece do passado, nem das pessoas que precisam dele; o marido apaixonado, mesmo na velhice, que tenta fazer de sua esposa a mulher mais feliz desse mundo; o homem que conseguiu mostrar ao filho que a vida não é só o que vemos realmente, mas também aquilo que está em nossas fantasias, mesmo as mais insanas; o homem que conseguiu reunir em seu enterro todos os amigos com os quais compartilhou suas aventuras e os quais só guardam boas recordações dele!

Esta personagem me prendeu ao filme! As suas fascinantes histórias me faziam sorrir e chorar... Me imaginei sentado ao lado dele, ouvindo histórias a tarde inteira, imaginando cada detalhe que o Burton conseguiu reproduzir na tela com genialidade. A riqueza da direção de arte é notória, mas com uma personagem sensasional assim, quem presta atenção em detalhes técnicos?

Cotação:
stars4.gif
 

Lukaz Drakon

Souls. I Eets Them.
Eu acho que se não fosse pelo Burton, o filme não teria ficado metade do que ele é. O estilo de direção do Burton, valorizando a fotografia, se fez necessária mais do que nunca. :)
 

Tisf

Delivery Boy
Stanzi Bessie disse:
Agora eu quero chamar atenção para um detalhe. Que tipo de filho passa tres anos longe do pai e quando este está cama morrendo, senta na beira e vai logo dizendo " quero saber toda a verdade" isso é a mesma coisa q dizer olha ja q vc ta morrendo me deve explicar tudo pq tudo o q vc disse eu joguei no lixo????

Isso me afetou!!!!!!!!

Acho que era o momento deles. O filho sabia que o pai fantasiava e foi um meio de reaproxiamção, já que quase não tinha diálogo entre eles...
 
Sei não, Tisf ( :grinlove: )... acho q, pelo menos no começo, não foi bem uma reaproximação...o filho estava realmente indignado com as fantasias do pai... será q meus filhos vão ficar assim comigo tb por eu ser um pouquinho ( :roll: ) nefelibática???
 

Tauron

Usuário
Me arrependi de não ter visto esse filme no cinema. Foi por falta de tempo mesmo. O filme é muito bom, já gosto muito do Ewan McGregor, um dos motivo spra assistir o filme, o outro é Tim Burton, gosto bastante dele.
O filme é ótimo, as histórias fluem muito bem e o final é emocionante mesmo. Não ficou nada exagerado como eu li em algumas críticas (se bem que eu não acredito mais em crítica). Albert Finney está mto bem tbm. Sem dúvida um belo filme!
 

Athus

Usuário
gostei muito do filme, a históris como o próprio título diz é maravilhosa, a fotografia do filme tb é muito boa e os atores estiveram bem em seus respectivos papéis, sempre gostei dos filmes do Tim burton( menos planeta dos macacos), e esse filme me fez gostar ainda mais do estilo do diretor
 

Ana Lovejoy

Administrador
Tauron disse:
Me arrependi de não ter visto esse filme no cinema.

Idem.

Tem momentos ali que fiquei imaginando como seriam lindos na telona. Bom eu perdi a oportunidade, fazer o quê?

O que eu acho interessante é que mesmo com momentos de encher os olhos (coisa típica de filmes do Tim Burton), não é bem isso que fala mais alto: os personagens são carismáticos e a história é realmente envolvente.

Tão envolvente que chorei no fim, coisa que eu não faço... hmm... desde hoje à tarde quando eu vi uma cadelinha andando de cadeira de rodas. Anywway, é um filme tocante. :)
 

Dirhil

Olha, Schroeder...
É... eu vi hoje =P

Ficou dentro das minhas expectativas, que já eram enormes pelo menos.


O final é bem interessante, lindíssimo a história que ele conta pro pai dele..... foi exatamente no momento em que ele percebe que as histórias do pai dele são muito mais interessantes que os acontecimentos reais, mas nem por isso são tão fantasiosas.

O Finney tá excelente, e a Jessica Lange também!

Gostei muito, tá em 10º no Top 10 do ano =P

Nota: 69/100
 

Abroba

Usuário
Opa... revivendo o tópico...

Soh fui assistir esse filme ontem, e como as minhas expectativas estavam bem altas acabei me decepcionando um pouco. Com certeza não é o melhor do Tim Burton...

É um conto de fadas e tal, mas mesmo assim, que graça tem ver as histórias que sempre dão certo de um cara? Desde o começo vc jah sabe que não tem como algo dar errado com ele, e ai acaba ficando meio repetitivo. Eu gostei mais das cenas em que o Edward, já velho, se relacionava com o filho. Mas ai ele começa a contar as histórias e vira uma chatisse, pelo menos pra mim... Claro, tem umas q são legais, como a da cidade de Espectro, que alias, há algo para se pensar: Uma comunidade isolada, vivendo em harmonia, e até que chega o dinheiro e a divida e destroi tudo.

Ah... sei lá... esperava bem mais. Me emocionei muito mais com Campos dos Sonhos... que não é fantasia(não exageradamente) mas trata do assunto pais e filhos de um jeito melhor.
 

Ana Lovejoy

Administrador
Caqui disse:
É um conto de fadas e tal, mas mesmo assim, que graça tem ver as histórias que sempre dão certo de um cara? Desde o começo vc jah sabe que não tem como algo dar errado com ele, e ai acaba ficando meio repetitivo.

Realmente, saber que ele sempre vai se dar bem não tem graça nenhuma. Por isso mesmo, a graça está em saber *como* ele vai se dar bem, dentro daquele universo surreal de suas histórias.
 

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