1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Pecados Íntimos (Little Children, 2006)

Tópico em 'Cinema' iniciado por Almië, 16 Jul 2007.

  1. Almië

    Almië cute as a button

    Achei esse filme tããão phoda. As estórias, o roteiro, as atuações, principalmente a da Kate Winslet, fazem desse filme o melhor que eu vi esse ano, até agora.

    Sinopse:
    Sarah Pierce (Kate Winslet) é casada com Richard (Gregg Edelman) e vive em uma cidade suburbana dos Estados Unidos. Ela leva regularmente sua filha Lucy (Sadie Goldstein) a um pequeno parque perto de sua casa. Lá Sarah observa e conversa com outras mulheres, que também levam seus filhos para brincar e praticamente dedicam suas vidas a eles. Até que um dia surge Brad Adamson (Patrick Wilson) e seu filho Aaron (Ty Simpkins). Brad já esteve no parque anteriormente e foi apelidado pelas mulheres como "rei do baile", mas Sarah nunca o tinha visto. Elas jamais tiveram coragem de falar com ele e nem mesmo sabem seu nome, mas sonham todos os dias com sua aparição. Brad empurra Aaron no balanço, sem dar atenção às mulheres, até que Lucy pede à mãe que também a empurre. Sarah passa a brincar com a filha e começa a conversar com Brad. É o início de uma amizade entre eles, que envolve um homem frustrado por estar desempregado e uma mulher infeliz com seu casamento e sua própria vida. Logo esta amizade torna-se um caso extra-conjugal, pois Brad também é casado, com Kathy (Jennifer Connelly).


    Em resumo, ele mostra como cada um procura uma saída quando suas vidas se tornam insuportavelmente medíocres.. seja em um relacionamento extra conjugal ou optando pelo conforto de colocar a culpa em outra pessoa, por não conseguir conviver com as próprias falhas. A estória é sensacional justamente por abordar esse abismo existencial, que alguns acham que a companhia de outra pessoa pode resolver. No entanto, quando se deparam consigo mesmo, suas dúvidas e a infelicidade não-resolvida passam a usar suas frustrações pra criticar qualquer pessoa/coisa que seja mais bem sucedida no campo pessoal ou tenha lidado melhor com suas escolhas.

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
     

    Arquivos Anexados:

  2. Hugo

    Hugo Hail to the Thief

    Bom, eu achei este filme bem razoável. As atuações não são das melhores, o roteiro é mal desenvolvido e do tipo clichêzão e sentimentalóide. Enfim, e a cena da Winslet tomando uma centrifugada poderia ter mostrado melhor os seus dotes...hehehe
     
  3. Fausto

    Fausto Lovely head

    Não vi o tópico e acabei comentando no "2007, etc". Mal aí Almië, vou quotar.

    Acabei realmente diminuindo a nota de **** (meu máximo) para ***½ (filme ótimo).

    Por coincidência À Procura da Felicidade, que eu vi antes, tem muito ou nada a ver. Lá são pessoas na precariedade atrás de conquistas. Aqui são pessoas na monotonia procurando novidade.

    Por coincidência Beleza Americana, cujo final eu estava revendo no TC Pipoca (reprisa amanhã 17h25, tentem, dublado é hilário), é outra recusa contra a mediocridade e a afetação da alta classe-média. Os filmes compartilham um quê de ironia que me atrai muito. Exemplo disso é o clube da leitura da terceira idade com senhoras atrás de "caçulas", velhinhas experientes ("sexo anal, alguém concorda?" :lol:) contestando a vizinha chata e moralista, com quem normalmente concordariam, e assentindo com a opinião da Lucy. A analogia com a Madame Bovary explicita totalmente o conteúdo do filme, e a narração onipresente mais ainda. E eu não me incomodei. Mesmo aquele fim com o "não podem mudar o passado e desse jeito o futuro começa blabla" não me incomodou.

    O que vocês acharam de como terminou?
     

Compartilhar