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Passageiro do fim do dia (Rubens Figueiredo)

Tópico em 'Literatura Brasileira' iniciado por Meia Palavra, 8 Dez 2010.

  1. Meia Palavra

    Meia Palavra Usuário

    Não é para qualquer um. Essa é a primeira frase que me vem à cabeça quando penso em comentar sobre esse livro. Digo isso por vários motivos: A temática voltada ao lado feio das cidades, a falta de linearidade da história, a falta de uma história per se, com início meio e fim.

    O Passageiro do fim do dia é um momento da vida de Pedro, um rapaz que possui uma loja de livros de segunda mão com seu amigo Júlio. Todo o texto se desenrola no trajeto do ônibus que o levará à casa de sua namorada, Rosane, num bairro chamado Tirol. O nome da cidade não é citado, e pode ser o subúrbio de qualquer grande cidade

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  2. -Jorge-

    -Jorge- mississippi queen

    Não senti o livro como particularmente difícil, depois de algumas páginas você se acostuma a seguir as divagações de Pedro. A única coisa que me incomodava mais durante a leitura era a falta dos capítulos, porque em geral costumo pausar a leitura no começo de um capítulo. Mas nem isso talvez faça falta, já que você pode usar os momentos em que Pedro "volta" para o ônibus como marcação de capítulos, que foi o que fiz. Daí dá para marcar a divagação "sobre o Tirol", a "sobre o acidente com o cavalo"...

    Também não senti "insensibilidade e frieza" nas narrações dos personagens, o que há, para mim, é resignação quanto ao que eles não podem mudar (e às vezes nem entendem, como a degradação sofrida pelo bairro e por seus amigos de infância, que Rosane não sabe explicar como aconteceu).

    É um livro muito bonito em algumas partes e muito bom também (ainda que o final tenha sido meio frustrante para mim, embora reconheça que congruente com o enredo do livro). E é bom que tenha ganho o Portugal Telecom, embora não o Jabuti, para chamar mais atenção (e leitores) para ele.
     

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