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[P] [Alcarinollo] [Balada do Peregrino Cinzento]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Alcarinollo, 7 Out 2006.

  1. Alcarinollo

    Alcarinollo Usuário

    Balada do Peregrino Cinzento


    Já se vai muito
    no conto do tempo
    que por aqui caminhou
    O Cinzento

    Alto, profundo olhar
    claro e sereno,
    para o inimigo
    o mais mortal veneno.

    Mas, entre amigos
    um sorriso largo
    sempre vencia o humor mais aziago;
    do rei que caminhou entre mendigos.

    Foi tão zeloso guardião do fogo
    da chama justa e imperecível,
    que desta chama, fez-se homem de novo
    mesmo tombado voltou, invencível!

    Fez-se senhor do último Meara,
    e em suas mãos “martelo do inimigo”
    mais golpeou que quando foi brandido,
    por belo noldo, último Rei caído!

    Em guerras sempre viveu
    porém teve
    e levou paz, por onde quer que esteve,
    e a qualquer homem que o conheceu.

    Herói no Pellenor, muralhas defendeu
    frente á ruína dos homens, não os abandonou;
    fez-se Vilnya uma luz que corações fendeu
    queimando treva e pavor, a coragem despertou;

    Mithrandir, Mithrandir, peregrino cinzento,
    inda hoje cantam as folhas, o vento,
    tanto a louva, tanto a lembrar, e tanto
    que agradecer-te, oh Cavaleiro Branco!




    Alcarinollo *** * *** 23-09-06:cerva:
     
  2. Eriadan

    Eriadan Usuário Usuário Premium

    :clap: Muito bom, rei!
     
  3. Cavaleira Negra

    Cavaleira Negra Usuário


    Muito giro!!!:yep: Gostei imenso!!! Posso por isto aqui?!

    Num bai amor sin pena,
    Pena sin dolor,
    Dolor tan aguda,
    Como el de la mor...

    Traduzindo:

    Não há amor sem pena,
    Pena sem dor,
    Dor tão aguda
    Como a do amor...

    Isto é galaico. Era a língua que se falava em Portugal antes do Português... na Idade-Média... mais-ou-menos no sec. XIII.

    Cavaleira Negra
     

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