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Loveless

J'ai une âme solitaire
Usuário Premium
Assisti Mank há algumas semanas.

Pareceu-me demasiadamente pretensioso. É curioso que essa é sensação exatamente oposta que tenho dos demais filmes do David Fincher: são filmes excelentes sem serem pretensiosos.

Fotografia em p&b, bastidores da era de ouro do cinema, trilha sonora em jazz, discussões políticas, diálogos rebuscados recheados de ironias, frases de efeito e referências... tudo colabora para que o filme tenha essa aura de filme feito para premiações. Até aquelas marcas na tela para marcar as trocas de rolos de filme no cinema (as famosas bolinhas pretas do canto da tela) foram adicionadas.

Uma pena que tudo seja tão pouco cativante. É lindo, mas falta alma. Talvez fosse melhor se fosse um filme mais convencional. Mas daí talvez não ganharia prêmios.
 

Melian

Período composto por insubordinação.
Vou começar a maratona, hoje (será que tô querendo recuperar a minha carteirinha de cinéfila?). O primeiro da lista será Nomadland, porque a indicação da Chloé Zhao para melhor diretora me deixou empolgada. Depois, acho que vou criar coragem para ver Soul (se eu começar a chorar, largo e deixo pra lá hahaha). Mank e Os 7 de Chicago tá fácil, porque tem na Netflix. Depois, dou um jeito de ver Bela Vingança. Se eu conseguir ver os filmes citados, tá bom. Se eu não conseguir, também tá bom.
Ainda não vi nada. Desisto, gente. Minha carteirinha de cinéfila já era. :cry:
 

Níra

Usuário
Assisti Mank, e concordo com o @Loveless no que diz respeito a alguns aspectos do longa parecerem sob medida para ganhar indicações. Quanto a fotografia, achei, a despeito disso, uma boa forma de homenagear o longa do Welles, inclusive aqui ou acolá na cenografia alguma coisa da mansão de Kane também funcione como um ode ao longa...

Mas, no todo, não achei pretensioso: na primeira metade o filme ate se conduz de forma razoável, as "deixas" (rs) são boas e parece que os acontecimentos da vida do Mankiewicz ali retratados estão bem conexos uns com as outros. No entanto, a partir da segunda metade, a coisa parece ficar maçante demais, além daqueles saltos temporais a cada 5 minutos...O filme quer explicar tantos eventos que no fim não acaba explicando nenhum.

Ah, e a Amanda tá esplêndida, mesmo, mas é uma pena que tenha pouco tempo de tela e fala :hxhx:
 
Última edição:

Fúria da cidade

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Jazz, Blues e Soul (esse até no nome do filme). Gêneros musicais que de alguma forma estão concorrendo razoavelmente bem nessa edição.
 

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