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Os filhos de Húrin e o destino

Maglor

Lacho calad! Drego morn!
É um assunto razoavelmente recorrente, por incrivel que pareça. Vou colocar alguns em que fala "free will" literalmente, ou seja, onde não tem muita necessidade de interpretar demais pra extrair essa ideia do texto:

Carta 153:
"Free Will is derivative, and is.'. only operative within provided circumstances; but in order that it may exist, it is necessary that the Author should guarantee it, whatever betides : sc. when it is 'against His Will', as we say, at any rate as it appears on a finite view."

Carta 154: esse trecho fala até de um assunto também muito bonito, mas que não é o do tópico:
"I have said nothing about it in this book, but the mythical idea underlying is that for mortals, since their 'kind' cannot be changed for ever, this is strictly only a temporary reward: a healing and redress of suffering. They cannot abide for ever, and though they cannot return to mortal earth, they can and will 'die' – of free will, and leave the world. (In this setting the return of Arthur would be quite impossible, a vain imagining.)"

Carta 211:
"That Sauron was not himself destroyed in the anger of the One is not my fault: the problem of evil, and its apparent toleration, is a permanent one for all who concern themselves with our world. The indestructibility of spirits with free wills, even by the Creator of them, is also an inevitable feature, if one either believes in their existence, or feigns it in a story."

Carta 325:
"As for Frodo or other mortals, they could only dwell in Aman for a limited time – whether brief or long. The Valar had neither the power nor the right to confer 'immortality' upon them. Their sojourn was a 'purgatory', but one of peace and healing and they would eventually pass away (die at their own desire and of free will) to destinations of which the Elves knew nothing."
 

Húrin

Amante da Calíope
Depois eu posto a tradução disso... :beam:

Edite:

Depois de buscar em "Cartas", eis os trechos acima, traduzidos:

Carta 153:

" O Livre-Arbítrio é derivativo, e é apenas operativo dentro de dadas circunstâncias; mas para que ele possa existir, é necessário que o Autor garanta-o, o que quer que aconteça: quer dizer, quando é “contra Sua Vontade”, como dizemos, de qualquer maneira como pareça em uma visão finita. "

Carta 154:

"Eu nada disse sobre isto neste livro, mas a idéia mítica subjacente é a de que para os mortais, uma vez que sua “espécie” não pode ser modificada/mudada para sempre, essa é, estritamente, apenas uma recompensa temporária: uma cura e reparação do sofrimento. Não podem permanecer lá(respeitar) para sempre, e embora não possam retornar para terras mortais, podem e irão “morrer” — de livre vontade, e deixarão o mundo. (Neste cenário, o retorno de Arthur seria bastante impossível, uma fantasia/imaginação vã.) "

Carta 211:

[ Nesta, a minha tradução estava completamente tosca e errada. Ainda bem que tenho o Livro!:beam: ]

" Que Sauron não foi ele próprio destruído na cólera do Único não é minha culpa: o problema do mal, e de sua aparente tolerância, é algo permanente para todos que se preocupam com nosso mundo. A indestrutibilidade dos espíritos com livres-arbítrios, mesmo pelo Criador deles, também é uma característica inevitável, caso se acredite em sua existência ou simule-a em uma história. "

Carta 325:

" Quanto a Frodo ou outros mortais, eles podiam viver em Aman apenas por um período limitado — fosse este breve ou longo. Os Valar não possuíam o poder nem o direito de conferir-lhes “imortalidade”. Sua estadia era um “purgatório”, mas de paz e cura, e eventualmente faleceriam (morreriam por seu próprio desejo e de livre vontade), para se dirigirem a destinos dos quais os Elfos nada sabiam. "

Acho que com isso ajudo um pouco aos que não conseguiram traduzir/adaptar-se ao texto.

:google::uhum::jornal:
 
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