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Os Belos e Malditos (F. Scott Fitzgerald)

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Lucas_Deschain, 12 Jun 2011.

  1. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [size=medium][align=center]Os Belos e Malditos (F. Scott Fitzgerald, 1922)[/align][/size]

    [align=justify]Sinopse:

    Os belos e malditos, segundo romance de F. Scott Fitzgerald (1896-1940), é um devastador panorama dos excessos e loucuras da Era do Jazz, e uma representação autobiográfica de um glamoroso e irresponsável casal de Manhattan e seu espetacular e trágico declínio. Publicada logo após Este lado do paraíso (romance de estréia do autor), a história de Anthony Patch, herdeiro milionário formado pela Universidade de Harvard, e Gloria, sua mulher, reflete toda a força da intensa e romântica imaginação de Fitzgerald e atesta sua maturidade técnica e emocional.

    Este livro é, a um só tempo, um conto moral, uma comovente meditação sobre amor, casamento e dinheiro, além de um acurado documento social, escrito por uma das principais vozes da ficção norte-americana do século XX.

    Fonte:
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    Estou quase acabando de ler e queria saber se alguém mais já teve a oportunidade de ler essa obra do Fitzgerald. Apesar das críticas e da falta de entusiasmo com que costumo me referir ao Fitzgerald, um mergulho mais profundo em sua vida, sua obra e seu contexto histórico me mostraram que ele representa muito mais para sua geração do que eu imaginava, e Os Belos e Malditos é outro daqueles livros que se tornaram a "Bíblia da juventude da Era do Jazz", uma espécie de documento honorário dos "loucos anos 20".

    Há muitas questões a serem discutidas nesse livro, uma ótima sugestão para um Clube da Leitura.[/align]
     
  2. imported_Rafaela

    imported_Rafaela Usuário

    Parece muito bom Lucas. Gostei da forma que o autor conta as histórias ao ler Gatsby, falando nisso terei de reler pra um curso de prosa que to fazendo.
     
  3. Meia Palavra

    Meia Palavra Usuário

    Francis Scott Fitzgerald é o nome mais conhecido da literatura norte-americana dos “loucos anos 20”. Gertrude Stein, a responsável por cunhar a expressão “geração perdida” para designar essa geração de escritores encantados pela vida boêmia, descrentes em relação ao que sobrara da civilização ocidental do pós-Primeira Guerra Mundial e preocupados com a estreiteza cultural da filosofia utilitarista dos Estados Unidos da década de 20; também disse que Fitzgerald escreveu a bíblia da juventude flamejante da época.

    Depois de alcançado relativo sucesso com Este Lado do Paraíso, seu primeiro romance; Fitzgerald partiu para sua nova empreitada literária e buscou desenvolver os temas que são recorrentes nas obras que se seguem à publicação de Os Belos e Malditos, de 1922: jovens aproveitando hedonisticamente a vida, burlando as restrições da Lei Seca, flanando por bailes e salões de festas ao som de jazzes e fox-trots etc. Há também a preocupação insistente do autor em traduzir uma nova moralidade que vinha se instalar na juventude norte-americana da década.

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