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O Universo vai acabar?!?!?

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Alucard, 9 Mai 2005.

  1. Alucard

    Alucard Um completamente aleatório

    O universo vai acabar?

    Uma teoria tenta comprovar que uma civilização avançda poderia passar para uma outra dimensão quando o universo estivesse em seu fim.

    "O universo está descontrolado, expandindo-se aceleradamente. Um dia, toda a vida inteligente enfrentará o destino derradeiro — o grande congelamento e uma civilização avançada teria que embarcar na viagem final — a fuga para um universo paralelo. Na mitologia norueguesa, o Ragnarok — ou crepúsculo dos deuses —, começa quando a Terra é vítima de uma terrível onda de frio. O próprio céu congela e os deuses perecem em grandes batalhas travadas contra serpentes malignas e lobos assassinos. A escuridão eterna cai sobre a Terra exposta e congelada, enquanto o Sol e a Lua são devorados. Odin, o pai de todos os deuses, finalmente cai moribundo e o próprio tempo pára.

    Será que essa antiga lenda prevê o nosso futuro? Desde o trabalho de Edwin Hubble na Década de 20, os cientistas sabem que o universo se expande, mas a maior parte deles acreditava que o processo de expansão se desacelerava a medida em que o universo envelhecia. No ano de 1998, astrônomos do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley e da Universidade Nacional Australiana calcularam o ritmo da expansão, estudando dezenas de poderosas explosões de supernovas em galáxias distantes — eventos capazes de iluminar o universo inteiro. Eles não acreditaram nos seus próprios dados.

    Alguma força desconhecida fazia com que as galáxias se distanciassem umas das outras, o que implicava na aceleração da expansão do universo. Brian Schmidt, um dos líderes do grupo, conta: "Eu fiquei balançando a cabeça, sem acreditar, mas havíamos checado tudo. Relutei em dar a notícia a outras pessoas, porque acreditei sinceramente que seríamos massacrados". Os físicos correram aos seus quadros-negros e perceberam que alguma energia escura de origem desconhecida, similar à Constante Cosmológica de Einstein, estava agindo como uma força antigravitacional.

    Aparentemente, o próprio espaço vazio contém energia escura em quantidade suficiente para explodir o universo. Quanto mais o universo se expande, mais energia existe para fazer com que ele se expanda ainda mais rapidamente, levando a um modelo exponencial de escape. Em 2003, esse resultado surpreendente foi confirmado pelo satélite WMAP — sigla em inglês de Sonda Wilkinson de Medida da Anisotropia em Microondas. Girando em uma órbita localizada a cerca de 1,6 milhão de quilômetros da Terra, esse satélite é equipado com dois telescópios capazes de detectar a débil radiação de microondas que permeia o universo.

    O aparelho é capaz de fotografar detalhadamente o brilho residual da radiação de microondas deixada pelo Big Bang, que ainda circula pelo universo. O satélite WMAP, de fato, nos forneceu fotos de uma época na qual o universo tinha apenas 380 mil anos de idade. O satélite resolveu a antiga questão referente à idade do universo que tem oficialmente 13,7 bilhões de anos — a margem de erro da estimativa é de 1%. Mas o mais notável é que os dados mostraram que a energia escura não é uma ocorrência fortuita, mas que compõe 73% da matéria e da energia de todo o universo.

    Para tornar o mistério ainda mais profundo, os dados revelaram que 23% do universo consistem de matéria escura, uma forma bizarra que é invisível mas que ainda possui peso. Hidrogênio e hélio correspondem a 4%, do universo e os elementos mais pesados, você e eu incluídos, a apenas 0,03%. A energia escura e a maior parte da matéria escura não consistem de átomos, o que significa que, ao contrário daquilo no qual os antigos gregos acreditavam e àquilo que é ensinado em todo curso de Química, a maior parte do universo não é composta de átomos. À medida que o universo se expande, o seu conteúdo de energia se dilui e sua temperatura despenca para valores próximos ao zero absoluto, quando os átomos deixam de se mover."


    A teoria das cordas seria a salvação?

    "Embora a termodinâmica e a cosmologia apontem para a morte inevitável de todas as formas de vida no universo, ainda existe uma esperança. Trata-se de uma lei da evolução que preconiza que quando o ambiente muda radicalmente a vida tem que se adaptar, fugir ou morrer. A primeira alternativa parece ser impossível. A última é indesejável. Isso nos deixa com apenas uma escolha — fugir do universo.

    Embora o conceito de abandonar o nosso universo moribundo para adentrar um outro pareça ser uma loucura total, não existe nenhuma lei da física que impeça a entrada em um universo paralelo. A Teoria da Relatividade de Einstein dá margem à existência de buracos de minhoca, ou portais que conectam universos paralelos, por vezes chamados de pontes de Eintein-Rosen. Mas ainda não se sabe se as correções quânticas permitiriam a realização de tal jornada.

    Embora no passado tenha sido considerado uma idéia absurda, o conceito do multiverso — ou seja, que o nosso universo coexiste com um número infinito de universos paralelos — gerou recentemente grande interesse em meio a físicos de várias tendências. Primeiro, a principal teoria consistente com os dados do WMAP é a teoria inflacionária, proposta por Alan Guth, do Massachusetts Institute of Technology [MIT], em 1979.

    Ela postula uma expansão turbinada do universo no início dos tempos. A idéia do universo inflacionário explica elegantemente vários mistérios cosmológicos persistentes, incluindo o achatamento e a uniformidade do universo. Mas, considerando que os físicos ainda não sabem o que motivou esse processo inflacionário rápido, ainda existe a possibilidade de que isso possa ocorrer novamente, em um ciclo interminável. Essa é a idéia inflacionária caótica de Andrei Linde, da Universidade Stanford, segundo a qual de "universos pais" brotam "universos bebês", em um ciclo contínuo e eterno. Assim como bolhas de sabão que se dividem em duas bolhas menores, os universos podem brotar constantemente de outros universos.

    Mas o que causou o Big Bang e motivou tal inflação? Essa pergunta continua sem resposta. Considerando que esse foi um fenômeno tão intenso, temos que abandonar a Teoria da Relatividade de Einstein, que forma a estrutura subjacente de toda a cosmologia. Já a Teoria da Gravidade surge no instante do Big Bang e portanto não é capaz de responder às profundas questões filosóficas ou teológicas geradas por aquele evento. Em se tratando dessas temperaturas incríveis, precisamos incorporar a Teoria Quântica — a outra grande teoria que emergiu no século 20—, que governa a física do átomo.

    A Teoria Quântica e da Relatividade de Einstein são opostas. A primeira governa o mundo do muito pequeno, o peculiar reino subatômico dos elétrons e quarks. Já a segunda governa o mundo do muito grande — dos buracos negros e dos universos em expansão. Portanto, a relatividade não é apropriada para explicar o instante no qual o universo era menor do que uma partícula subatômica. Naquele momento seria de se esperar que os efeitos da radiação suplantassem os da gravidade, e, sendo assim, precisamos de uma descrição quântica da gravidade. De fato, um dos maiores desafios para os físicos é unificar essas teorias em uma única e coerente de todas as forças do universo."


    Hiperspace Productions, Inc. (mkaku.org)
     
  2. Shantideva

    Shantideva Adoro elfos ruivos!

    :eek: :doido:
    De onde vc tirou isso???? Foi a coisa mais louca que já li....posta o link aqui, quro ver onde isso vai dar....
     
  3. Alucard

    Alucard Um completamente aleatório

    Quando eu lí, também achei incrível!!! Tem muito mais coisa no link aki:

    --->
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    Querendo discutir sobre as teorias, é só postar!!!
     
  4. Sercelda

    Sercelda Usuário

    O universo inflacionário não é novidade, como bem citado no artigo tá aí desde 1998. Saiu um artigo interessante na Super a muitos anos atrás.
     
  5. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    é verdade.....
    tem mtas ideias da Fisica mais moderna q fogem completamente da intuição sendo q mtas já tem quase 1 século.....algumas noções desse tipo já tinham q ser adiantadas em colégios, neh naum? (pelo menos no colegio onde estudei, das melhores do Rio, naum se toca nem um pokinhuzinhuticotiquitozinho disso).....se naum me engano, nos EUA, relatividade e alguma coisa de quantica já faz parte (rudimentarmente) da vida de um bando de estudantes.....
     
  6. Beriadar

    Beriadar And I will see it all before

    Melhor não dar muitos palpites, pois confesso q há muita coisa sobre o universo das quais eu ainda não entendo (e sinceramente acho q poucos entendem). Essas regras físicas estão muito distantes e não são muito palatáveis, então .. fica complicado compreender como estas coisas podem se concretizar.

    Ae vc viajou ... qual é a mitologia q não prevê o fim dos tempos? E sinceramente, ñ entendi como vc associou uma coisa à outra.
     
  7. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    axo q a analogia foi q no mito o fim do mundo seria numa imensa onda gélida q seria capaz de matar até os deuses.....
    e no fato q a expansão cada vez maior diluísse cada vez mais a energia, diminuindo a temperatura em cada ponto especifico.....
    pelo menos foi isso q entendi dessa comparação.....
     
  8. Beriadar

    Beriadar And I will see it all before

    Forçassão. Isso é uma mitologia nórdica, nada mais natural que tudo acabasse em frio ....
     
  9. Alucard

    Alucard Um completamente aleatório

    A analogia ao ragnarok é como o KåMµ§ falô... a questão não é a morte dos deuses, ou o frio intenso, por ser uma mitologia nórdica,mas no apenas como um evento que destruiria o planeta; sendo assim, haveria a necessidade de "fugir" do planeta e, como o universo estaria em total cataclisma, a "única" saída (ou uma das mais prováveis, pois outros planetas no universo poderiam sofrer o mesmo ocorrente), seria ir para outras dimensões paralelas existentes.

    A questão é a seguinte: o universo existe, com muitos planetas com possibilidades de moradia para os humanos, mas não é impossível que ele venha existir para sempre e, no caso de uma saída desesperada do planeta Terra, talvez seja mais fácil tentar ir para uma dimensão paralela, mesmo que essa seja "menor" que o universo, do que sair a procura de um planeta com condições climáticas que possa permitir a vida humana...
    De qualquer maneira, isso chega a ser paradoxal para nós, que estamos livres de qualquer ocorrência disso, mas nunca é cedo para imaginar no que a física pode fazer por nós em tempos futuros... principalmente a quântica...
     
  10. Alucard

    Alucard Um completamente aleatório

    realmente é verdade e cruel a falta de interesse que os orgãos estudantís no Brasil têm pela física. Eu mesmo, quando estava no 2o ano do EM, só tinha uma aula de física por semana... só sei alguma coisa por correr atraz das informações.
    pouco à pouco esse quadro vai mudando, acho que a física quântica já está começando à ser reconhecida no Brasil(mesmo sendo por meio de filmes americanos que falam de nanomáquinas), mas quem sabe tenhamos um dia esse interesse nas escolas? não é provável, mas não é impossível....
     
  11. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    bom.....eu num disse q era boa analogia ou naum.....
    mas das histórias religiosas/mitológicas de apocalipses e fim do mundo.....essa nórdica deve ser a mais conhecida a usar um fim gélico (pelo menos o q eu sei de catolicismo, ela naum se utiliza disso).....



    verdade.....o Brasil tinha q tentar começar a inceitva e motivar a peskisa pelo conhecimento puro.....como algumas áreas da Física e a Matemática.....
    como vc disse, só se começou a ficar um pokinhu mais pública a noção de quantica qdo se começou a aparecer um futuro próximo de nanotecnologias e computadores quanticos.....
     
  12. Alucard

    Alucard Um completamente aleatório

    Bem, vendo que existiram comentários, estou colocando o resto da reportagem no ar...
    _____________________________________________________________
    Teoria de tudo

    Atualmente os físicos estão procurando por essa "teoria de tudo". Várias propostas foram feitas no decorrer dos últimos 50 anos, mas todas se revelaram inconsistentes ou incompletas. Até o momento, a principal candidata (na verdade, a única) é a teoria das cordas. A mais recente encarnação da teoria das cordas, a Teoria-M, pode responder a uma questão que há séculos confunde os defensores das dimensões superiores: “Onde estão essas dimensões? A fumaça é capaz de se expandir e de preencher uma sala inteira, sem entretanto se desvanecer no hiperespaço?”.

    Sendo assim, as dimensões superiores, se é que existem, devem ser menores do que um átomo. Se o espaço de dimensões superiores fosse maior do que um átomo, deveríamos ver os átomos penetrando e desaparecendo misteriosamente em uma dimensão mais elevada, algo que não observamos no laboratório. Na velha concepção de teoria das cordas, era necessário enrolar ou dobrar seis de dez dimensões originais, para que sobrasse o atual universo tetradimensional. Essas dimensões indesejáveis eram compactadas em uma minúscula bola — denominado espaço Calabi-Yau —, demasiadamente pequena para ser observada.

    Mas a Teoria-M acrescenta uma novidade a esse quadro, que é o tamanho de algumas dessas dimensões superiores pode ser grande, ou mesmo infinito. Imagine duas folhas paralelas de papel. Se uma formiga vivesse em cada uma das folhas, cada um dos insetos veria a sua folha como sendo todo o universo, sem saber da existência de um outro universo vizinho. De fato, o outro universo seria invisível.

    A formiga levaria a sua vida sem saber da existência de um outro universo a apenas alguns centímetros de distância. De maneira similar, o nosso universo pode ser uma membrana flutuando em um hiperespaço de 11 dimensões, e pode ser que desconheçamos a existência dos universos paralelos que flutuam nas nossas vizinhanças. Uma versão interessante da cosmologia da teoria-M é o universo ekpirótico —derivado da palavra grega para conflagração —, proposto por Paul Steinhardt, Burt Ovrut e Neil Turok.

    Segundo essa concepção um universo é uma membrana achatada e infinita flutuando em um espaço multidimensional. Mas, ocasionalmente, a gravidade atrai uma membrana vizinha. Cada um desses universos paralelos se desloca velozmente na direção do outro até colidirem, liberando uma quantidade colossal de energia. Essa explosão cria o nosso universo conhecido e faz com que os dois universos paralelos sejam arremessados em direções opostas do hiperespaço.



    Procurando dimensões superiores

    O interesse intenso pelas dimensões superiores, gerado pela teoria das cordas, se infiltrou lentamente no mundo da física experimental. Conversas mantidas durante jantares acabaram por se traduzir em experiências multimilionárias de física. Na Universidade do Colorado em Denver, foi realizada a primeira experiência para a procura de um universo paralelo, talvez localizado a apenas milímetros de distância. Os físicos procuraram por minúsculos desvios da lei de Newton do inverso do quadrado da distância para a gravidade.

    A luz de uma vela se dilui à medida que se dispersa, diminuindo segundo o inverso do quadrado da distância da sua fonte. De forma similar, segundo a lei de Newton, a gravidade também se dispersa pelo espaço e diminui da mesma maneira. Mas em um universo tetradimensional é maior o campo no qual a luz e a gravidade se disseminam, de forma que os valores decrescem segundo o cubo da distância. Assim, ao procurar por desvios ínfimos da lei do inverso do quadrado, é necessário determinar a presença da quarta dimensão.

    A lei de Newton do inverso do quadrado é tão precisa que é capaz de guiar as nossas sondas espaciais através do sistema solar. Mas ninguém sabe se ela funciona em uma escala milimétrica. Até o momento, tais experiências não deram nenhum resultado. Outros grupos estão buscando desvios ainda menores. Físicos da Universidade Purdue, em Indiana, procuram testar a lei no nível atômico, utilizando a nanotecnologia. Outras possibilidades também são exploradas. Em 2007, o acelerador de partículas de alta energia LHC — Large Hadron Collider —, capaz de bombardear partículas subatômicas com uma energia colossal de 14 trilhões de elétron-volts — uma energia 10 trilhões de vezes maior do que a de uma reação química típica—, será ativado próximo a Genebra, na Suíça.

    Essa máquina enorme, que é o maior fragmentador de átomos do mundo,com uma circunferência de 27 quilômetros, localizada na fronteira entre França e Suíça, trabalhará com dimensões dez mil vezes menores do que a de um próton. Os físicos esperam descobrir todo um grupo novo de partículas subatômicas que não aparecem desde o Big Bang. Eles prevêem que o LHC poderá criar partículas exóticas como mini buracos negros e partículas supersimétricas, apelidadas de "spartículas", que fornecerão evidências indiretas para apoiar a teoria das cordas. Segundo essa teoria, toda partícula possui uma super-parceira. O parceiro de um elétron é um "selétron", o de um quark um "squark", e assim por diante.

    Além do mais, por volta de 2012, o detector de ondas gravitacionais Lisa — sigla em inglês de Antena Espacial de Inteferômetro a Laser — será colocado em órbita. O Lisa será capaz de detectar as ondas gravitacionais de choque emitidas menos de um trilionésimo de segundo após o Big Bang. Ele consistirá de três satélites orbitando o Sol, conectados por feixes de laser, formando um grande triângulo espacial no qual cada lado terá cinco milhões de quilômetros. Qualquer onda gravitacional que atingir o Lisa perturbará os lasers, e essa pequena distorção será captada por instrumentos, assinalando a colisão de dois buracos negros ou a própria onda de choque do Big Bang. O Lisa é capaz de medir distorções da ordem de um décimo do diâmetro de um átomo, que poderá testar vários dos cenários propostos para o universo pré-big-bang, incluindo a teoria das cordas.
     
  13. Aurus

    Aurus Neon God

    Completamente discordo de você, sinceramente achei essa comparação muito boa, não saco muito de física, por isso sei que não entendi tudo do texto, mas eu entendi a parte de que existem pontos do universo que se aproximam do zero absoluto e bla bla, e que isso tem relação com a vida inteira acabar, a parte do tempo parar quando isso acontece também e extremamente interessante uma vez que o tempo só existe porque as coisas acontecem, porque se não acontecesse nada o tempo não existiria.
    Humm tem muitas coisas interessantes pra falar disso, mas nao quero falar besteira, então depois eu leio os textos e comento direito.
     
  14. Beriadar

    Beriadar And I will see it all before

    ok, a analogia já havia sido explicada ...
     
  15. O fim do mundo será dia 23 de dezembro de 2012.
     
  16. Beriadar

    Beriadar And I will see it all before

    Baseado em qual lenda?
     
  17. Erúnamo Kalring ¥

    Erúnamo Kalring ¥ Templo do Conhecimento

    Fim do mundo? Ou fim do mundo como o vemos, tocamos e conhecemos? É besteira esse tipo de afirmações... ha uns 4 anos, o dia em que o Nostradamus previu o "fim do mundo" não aconteceu. Alem do que, eu tambem gostaria de saber d eonde veio a afirmação....é sobre os meteoros? ou a do aquecimento global, que a caros amigos publicou?
    A proposito Alucard, matéria muito interessante... não sei muito de fisica, mas acompenho essas teorias, ams nunca entendi bem a das cordas (na cara dura: poderia me explicar?)
     
  18. aquele que veio do oeste

    aquele que veio do oeste Aquele que veio do Oeste

    ...e eu fiquei sabendo que ia ser em uma quarta feira

    qualquer duvida, entra no site do submarino, tem um livro do Nostradamos afirmando, onde conta trechos do furuto de como será, o livro custa uns 250 reais, não me lembro a editora
     
  19. ei, isso q eu falei de 2012 num tem nada a ver com Nostradamus. ele já errou em várias coisas, o q tira credibilidade das previsões dele. é do calendário Maia.
    tudo q eu vo falar agora eu num tenho certeza, TALVEZ eu dê uma pesquisada e poste aqui se tiver falado alguma coisa errada.
    o calendário Maia é dividido em 3 ciclos, e o fim do último ciclo representa o "fim da existência". adaptado ao nosso calendário, o último ciclo termina acho q dia 23 de Dezembro de 2012.
    se alguém ae souber alguma coisa sobre isso, poste aqui. eu tenho muita curiosidade sobre essa afirmação dos astrólogos maias, mas tenho preguiça de pesquisar sobre ela, e se eu tiver errado, alguém corrige ae

    PS.: sabe-se q os astrólogos Maias eram muito bons em suas previsões, sem recursos avançados e sem tecnologia nenhuma, eles faziam previsões de eclipses e muitos fenômenos com uma margem de erro incrivelmente pequena.
     
  20. 23 de Dezembro? Que droga, vou perder o Natal! :/

    Os Maias acreditavam em tempo cíclico, e não linear. Nós agora estaríamos no Quarto Mundo, onde os Deuses finalmente decidiram colocar os homens, porquê os outros três mundos acabaram 'dando errado'. Mas é importante notar que esse mesmo calendário que acaba em 23 de Dezembro de 2012 (ou 21, há mais de uma interpretação) começa em 13 (ou 11) de Agosto no ano 3114 AC. Técnicamente, homens teriam aparecido nessa data, colocados na Terra pelos Deuses, e já é comprovado que a raça humana existe, no seu estado atual (homo sapiens sapiens), há mais de 100,000 anos, quando saímos da África.

    Ah, outra coisa é que o calendário Maia ainda tem mais um mundo pela frente. No dia fatídico de Dezembro de 2012, a raça humana se extinguiria, mas não o mundo, de acordo com o Popol Vuh, um livro sagrado Maia que fala sobre isso, entre outras coisas. A criação do Quinto (e último) mundo marcaria o final da raça humana, que estaria 'marcada' pra 2012, em Dezembro. Enfim, vamos ter que esperar, mesmo. :uhum:

    Mas eu ainda preferiria que acabasse depois do Natal, assim eu ia poder curtir (ou não) mais um feriado. :dance:
     

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