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Notícias O novo Kindle e a leitura como ainda a conhecemos, por Raquel Cozer

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Zzeugma, 7 Out 2011.

  1. Zzeugma

    Zzeugma Usuário

    Deu aqui:
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    O novo Kindle e a leitura como ainda a conhecemos


    Na linha do tempo da Amazon, o Kindle tal como o conhecemos é coisa do passado. Estou falando do teaser do Kindle Fire, lançado hoje. No vídeo (acima), o "velho" Kindle surge como meio termo entre o livro de papel e o novo Kindle. O novo aparelho é "um Kindle para filmes, música, internet, jogos e leitura", diz o narrador, o que interpretei como "um Kindle para filmes, música, internet, jogos e para nunca mais você conseguir ler mais que três parágrafos de um livro sem parar para ver um e-mail."

    Não vejo drama em e-readers ou tablets. Se não tenho Kindle até hoje, a culpa é da taxa de importação, que dobra o valor do negócio. Até fiquei esperando algum amigo ir pros EUA, mas pelo jeito não foi a melhor temporada de turismo por lá. O caso é que a certa altura concluí que, se um aparelho me faria largar o papel, seria o Kindle, e não o iPad.

    Primeiro, para começar pelo menos óbvio, por causa do tamanho. Certa vez vi Paulo Coelho especular numa entrevista que o futuro da leitura está no celular. Até onde minha capacidade para a futurologia pôde alcançar, concordei. Cabe no bolso, não há o que discutir. O iPad seria o caminho para acostumar as pessoas a ler numa tela facilmente transportável. Mas ainda uma tela que não cabe no bolso.

    Acontece que a leitura via celular seria para gerações mais evoluídas. Posso ler, por exemplo, a Folha quase toda na tela arranhada do meu smartphone, porque leitura de jornal é fragmentada. Nunca tentei ler um livro inteiro ali, mas acho que isso me causaria descolamento de retina.

    Quando saiu o primeiro Galaxy Tab, no ano passado, vi nele o tamanho ideal, entre o iPhone e o iPad, como se fosse um livro pequeno. Quase comprei um, mas a falta de aplicativos me desanimou - a maioria das revistas e dos jornais bacanas só tinha versão para iPad.

    Até então, eu nunca tinha segurado um Kindle. Ao ter um nas mãos, vi o segundo motivo para preferi-lo ao tablet como leitor eletrônico. Além de ser só pouco maior que o Galaxy Tab e, obviamente, de leitura mais confortável, ele não dava acesso fácil às distrações digitais. Uma tecnologia já meio defasada, dura, linda. Com um deles, daria para guardar a desatenção para o celular e concentrar na leitura.

    O Kindle Fire anuncia que os defensores dos e-readers pré-tablet, como eu, perderam a batalha - a Amazon lançou hoje também dois outros modelos de Kindle à moda antiga, mas ninguém deu muita bola. Estamos por fora. A empresa de Jeff Bezos já sabe que a leitura do futuro será interrompida por avisos de mensagem no Gtalk, e não há nada que a concentração que nos resta possa fazer para evitar isso.

    ***

    Dito tudo isso, eu não seria nada infeliz com um iPad.
     
  2. Ramalokion

    Ramalokion Mecha-de-Folha

    Hummm... a argumentação seria válida se ao lermos um livro de papel não existisse a possibilidade de: a campanhia de casa tocar, o telefone (de casa, celular) tocar, televisores e rádios estivessem SEMPRE desligados, nenhuma pessoa falasse contigo, seu bichinho de estimação não quisesse sua atenção pulando na sua barriga e metendo a para e o focinho ni livro (sim, minha cachorra fazia isso todo dia!), etc...

    Ou seja: o Kindle Fire, iPad e outros tablets perdem por não usarem o e-ink na tela; mas esse papo de "causar distrações" só funciona pra quem se fecha numa caverna hermeticamente e sozinho....
     
  3. imported_Shiryu

    imported_Shiryu Yippie-ki-yay...

    Mas a leitura no papel é cortada por fatores exógenos, enquanto tablets e Kindle Fire são endógenos mesmo (como ler no PC: e a vontade de ver as últimas notícias, jogar, facebook, etc).

    Queria saber se a tela do Kindle Fire não vai cansar a leitura como a do normal, ou praticamente vai ser igual o iPad.
     
  4. Anica

    Anica Usuário

    eu entendo o que foi a distração que a raquel quis dizer. não é a mesma coisa como as que você citou, rama, que logo depois você volta para o livro. é a distração da internet mesmo. checar email, postar no twitter, dar uma olhada no fórum e... "que eu estava fazendo mesmo?". eu digo como usuária de computador, já até criei o hábito de selecionar o trecho do texto que estou lendo para quando finalmente voltasse para ele lembrasse onde estava.

    mas assim, só acho que é um novo tipo de leitura, não que seja ruim. até porque quando alguém precisa se concentrar de verdade no que está lendo, ela dá um jeito de fazer isso. mas honestamente, para mim o que mais pesa contra os tablets é justamente o que você comentou, a falta do e-ink. ainda acho que são ferramentas diferentes, o fire e o kindle normal. o fire eu vou justamente fazer essas outras coisas, ver filme, sei lá o que mais. o kindle normal eu vou única e exclusivamente ler.
     
  5. imported_Shiryu

    imported_Shiryu Yippie-ki-yay...

    Agora que li. Se o Fire é um tablet normal, sou mais ter um iPad de tablet e um Kindle básico de eReader. Só falta dinheiro...
     
  6. Anica

    Anica Usuário

    o tchans do fire é o conteúdo que a amazon vai disponibilizar pra ele. a dc comics, por exemplo, já fechou com a amazon para vender conteúdo exclusivamente para o fire.
     
  7. Diego-

    Diego- Usuário

    Humn... Feliz de quem tiver um Fire, Kindle e um iPad. Aí também fica algo meio inspetor bugiganga.

    Sei lá, mas o pior é que cada um deles tem prós e contras um tanto divergentes e por isso se tornam pouco excludentes.
    Acho que vai mais do dia-a-dia de cada um para ver o que lhe cabe melhor, levando em consideração isso aí que a Anica falou, para quem curtir HQ, por exemplo, talvez o Fire seja mais vantagem.
     
  8. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    Sabe o que fiquei pensando sobre esse Kindle novo (não só o Fire, mas os outros novos também)? Como funcionava aquela 'nuvem de armazenamento' (storage cloud)...como é que é isso? Sou uma toupeira nessas paradas...isso significa que o Kindle não vai ter HD tão potente, digamos assim? O usuário vai ter tudo na nuvem da Amazon? E se o sinal de rede não estiver bão, comofas?

    (foi mal se a pergunta é meio óbvia, mas é que não saquei :vergonha: )
     
  9. Anica

    Anica Usuário

    não, uma coisa não tem a ver com a outra. o fire vem com o dobro de espaço de armazenamento e o touch que o mesmo espaço de sempre (4gb). o único que tem espaço reduzido é aquela versão mais barata que lançaram, de 79 dólares, mas aí é aquela coisa, eles tiraram algumas coisas para reduzir custos mesmo. a nuvem de armazenamento é só para vc poder acessar seu conteúdo de qualquer lugar, incluindo seu computador. tem backup automático dos seus livros, assim é um jeito de tê-los sempre armazenados, mesmo que dê pau no seu kindle. o problema é que até onde sei isso só funciona para livros vendidos na amazon, aí teria que especular mais.
     
  10. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    Recurso interessante, mas a questão que fica é essa que você apontou mesmo Anica. Mas será que existe a opção 'quero deixar na nuvem' e 'não quero deixar na nuvem'?
     
  11. Anica

    Anica Usuário

    deve ter, né. aliás, no momento precisa instalar um aplicativo para isso, o que já é por si só um jeito de ativar ou não a opção.
     
  12. Anica

    Anica Usuário

    sobre o conteúdo exclusivo do fire, parece que já rolou treta.
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    :

    trocando em miúdos para quem não lê em inglês, gaiman conta que a barnes & noble retirou das prateleiras TODAS as hqs da DC que fazem parte desse acordo entre a DC e a Amazon, provavelmente num sinal para outras editoras do que eles farão se rolarem mais contratos exclusivos como esse. o gaiman continua comentando no post sobre como várias pessoas ficaram revoltadas ao saber que só haveria sandman para o kindle fire, e foram xingar muuuito ele e ele diz o óbvio, que os artistas não tomam qualquer parte nesse tipo de decisão.

    enfim, quero só ver no que isso vai dar.
     
  13. Zzeugma

    Zzeugma Usuário

    Só pra agregar ao raciocínio da Anica:

    Se vcs vieram de uma geração pré-controle remoto, sabem que a tendência era "trocar de canal" em último caso. Só qdo o programa era uma tortura, vc levantava e "tec tec" mexia no seletor pra trocar de canal. O "zapping" só surgiu depois do controle remoto. E, posso estar fazendo alguma confusão de memória, mas acho que houve até um movimento nas TVs norte-americanas "contra" o controle remoto. Afinal, o tutu da TV vem dos anúncios e se as pessoas pararem de assistir ao comercial, como eles ficam?

    Hoje, com relação à migração da imprensa de "papel" para o "meio eletrônico", a crítica é parecida: os jornais não viviam de sua venda nas bancas (uma "merreca") e sim dos anúncios e classificados. Estes anúncios e classificados migraram para a Internet.

    Recentemente li um artigo do Clovis Rossi (
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    ) comentando justamente isto: o "jornalismo" pode existir no formato eletrônico. O que não dá pra existir é um "jornalismo de qualidade" porque não dá pra bancar uma estrutura destas baseada nos "centavos" que isto renderá. "O problema do jornalismo não é exatamente o modo em que ele é difundido, mas o modelo de negócio digital. Ninguém inventou até agora uma maneira de fazer dinheiro com jornalismo digital, dinheiro suficiente para pagar uma estrutura ao menos parecida com a do jornal-papel. E, sem ela, a coleta de informações empobrece na mesma proporção do encolhimento da máquina informativa. "

    Coincidência ou não, hoje na Ilustríssima, há um artigo sobre a crise editorial dos livros e na entrevista de um autor francês bate-se numa tecla similar: "O fato é que a Amazon não cria obras. Ela vende o que os outros fazem, mas jogando os preços pra baixo. Isto, é claro, não é um modelo que possa ser bem-sucedido. Se as editoras quebrarem, de onde sairão os livros?".

    Posso ir mais longe com este palpite: eu tenho cada vez menos interesse em ter uma TV a cabo, se eu posso buscar tudo na rede de um jeito ou de outro. Mas sem a TV a cabo, será que teríamos um "Game of Thrones", por exemplo?


    Eu... não sei ainda se concordo com estas ideias. Há - lógico - interesses demais envolvidos nisso. Mas também acredito cada vez menos em gente surgindo do carnaval que é a Internet.

    Do jeito que a coisa vai, parece que o negócio dependerá de um autor que faça sua própria divulgação: daí o negócio vai ser mais lido porque é realmente bom... ou porque tem melhor campanha de marketing?

    hm... Será que hoje já não é assim?

    Enfim, o mundo cultural precisa de editores? Ou vale a popularidade?
     
  14. Anica

    Anica Usuário

    eu estava conversando com meu irmão sobre isso, mais especificamente sobre a chegada da amazon no brasil. diz que a amazon procurou a editora onde ele trabalha cobrando exclusividade e outras coisas que simplesmente não são jogo para as editoras daqui (a que ele trabalha não vai entrar no esquema, vai vender ebook por conta própria). talvez a amazon veja a tempo que lá não é como cá, justamente por causa disso: eles não fazem conteúdo, só vendem. se não conseguirem entrar em acordo com nenhuma editora, pelo menos não com as grandes, a chegada da amazon aqui já começa morta.

    por outro lado, ele falou de uma editora (e não loja) estrangeira que está comprando várias editoras menores aqui do brasil. vai montar um catálogo gigante comendo de bocadinho em bocadinho, seja lá qual o interesse deles nesse catálogo.

    o sumiço do papel do editor, segundo meu irmão, gera 90% de lucro para o autor, ao contrário dos típicos 20% que eles têm em contrato. o problema é: o autor consegue se lançar sem toda a máquina de divulgação montada pela editora? eu vejo autores patinando com spam por email e até mesmo aqui no fórum, no skoob, orkut, etc. tentando vender e-book ou livro físico, e não sendo muito felizes em nenhum dos dois casos. o que acho é que hoje a figura do editor é muito mais de divulgador do que qualquer outra coisa, e nesse sentido, se o autor sente que precisa disso, ele se faz necessário.
     
  15. Gigio

    Gigio Usuário

    Voltando à pergunta do Lucas sobre a nuvem no Kindle Fire, no dia do lançamento havia um link para um video da Amazon que dava a entender que seria algo mais do que a Anica já comentou. Além de armazenar algumas informações do usuário, a nuvem serviria para realmente acelerar o processamento do Kindle Fire, em relação a um outro tablet que tivesse as mesmas configurações de hardware. Tipo, o browser de Kindle seria capaz, por exemplo, de perceber certas tendências, como "sempre que alguém acessa o New York Times, costuma acessar o Financial Times em seguida", e assim ele já deixaria as páginas do segundo jornal engatilhadas.

    Achei uma matéria aqui em português resumindo esses aspectos:
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    Agora, só falta saber se realmente faz diferença...
     
  16. Zzeugma

    Zzeugma Usuário

    Já que a gente não é Nostradamus, acho que o negócio é tentar fazer analogias, com cuidado de comparar aquilo que dá pra ser comparado... Como no caso da música, do cinema... talvez na história.

    No caso da música, eu só vejo aqueles "bancados" e/ou "fabricados" com uma baita estrutura (tipo Rihanna, Lady Gaga) ou "acasos" inexplicáveis (como o pessoal daquela "Melhor Banda do Mundo" e a Mallu Magalhães)... Existem casos de superpopularidade que são solenemente ignorados pela mídia "oficial" (grupos de Axé, coisas populares). Existe espaço pra música clássica moderna ou jazz neste mundo? Existe espaço pra diversidade? Parece tudo muito livre, mas curiosamente um tanto "limitado". Eu penso no caso do "System of Down" sobre o qual vi um monte de elogios, de gente que os ignoravam quase totalmente... Eram conhecidos só entre os iniciados, mas de pouca penetração em outros "grupos"/"mídia oficial".

    Dá impressão que existe bem menos liberdade do que alegam. A Internet facilita as coisas, mas parece que o "troféu" continua na mídia tradicional: TV, livros, rádio, jornais...

    No caso da história, eu não sou especialista, mas lembrei da série "Roma", qdo as notícias e fofocas espalhavam-se pelos muros... Como será que os escritores, músicos e poetas viviam naquela época? Às custas dos nobres e ricaços, pra fazer um "clima" em festas e bacanais?

    Outros palpites?
     
  17. Anica

    Anica Usuário

    pensei em outra coisa também, a questão da peneira. tem muita coisa sendo escrita no brasil e no mundo, mas é tudo bom? talvez o título que passa pela peneira de uma editora já tenha lá um certo "selo de qualidade", digamos assim, é um caminho mais curto para quem não tem tempo de ficar garimpando entre 'n' obras. óbvio, editoras também dão tiro no pé e acabam recusando livros que depois são um sucesso (vide o caso da Companhia das Letras que recusou o Harry Potter, ou de uma reportagem famosa da Folha do final da década de 90 que mandou um manuscrito do Machado que foi recusado em 'n' editoras), mas de qualquer modo, me parece que esse caráter peneira das editoras também é válido.
     
  18. Zzeugma

    Zzeugma Usuário

    Parenteses

    (Lembrando que, pro cara que produz, tudo isto importa bem menos.

    ...a não ser que o cara tenha sonhos megalomaníacos de ser o novo Gaiman, ganhar o Nobel, o Jabuti, ser o Coelho, escrever o próximo Potter, viver sem patrão...

    ...a não ser que a arte em questão demande uma "superprodução", uma equipe, como é o caso de games, cinema, animação...

    Nisso, literatura, quadrinhos e talvez mais algumas outras têm lá a sua vantagem: são "baratas" de fazer...

    ...o que espero, não tira "valor" das obras realmente boas.)
     
  19. Ramalokion

    Ramalokion Mecha-de-Folha

    Voltando ao ponto do foco... na boa, mas pelo menso EU quando vou ler, eu vou LER! Vejo e-mail, jogos, ouço músicas... cada um de uma vez (claro, as vezes leio e-mails ouvindo músicas, e outras misturebas...), mas gente do céu: LER é atenção! É pensar, sentir... Se você está lendo e pensando nos e-mails, jogos, músicas, algo está errado! MUITO errado!

    Sobre a questão levantada acima: um autor ganhando mais vai acabar contratando profissionais para auxiliá-lo na divulgação/contratos/etc que envolvem sua obra. Esses caras contratados vão se unir e criar empresas... e pronto: Editoras século XXI surgem!

    Quanto a Amazon: eles querem fazer mais ou menos como fizeram nos EUA, ou seja, fazem as editoras liberarem suas obras por preços menores para com isso conquistar público e então ganhar a médio longo prazo. Americanos são os "donos do mundo" justamente por saberem pensar a longo prazo. Brasileiro ainda pensa no agora e no ontem. Vejo isso todo dia no banco! As editoras que aceitarem, estarão criando uma base de leitores enorme para seus livros daqui 5, 10, 15 anos.... e já com o preços mais adequados. Por que na boa... cobrar 32,90 por um e-book e 37,00 pelo mesmo livro fisico é uma ótiam forma de espantar consumir!
     
  20. imported_Shiryu

    imported_Shiryu Yippie-ki-yay...

    Ramalokion, quando vou ler um livro físico, leio por horas a fio. Mas quando estou no PC, ler ebook não é a mesma coisa, me distraio fácil, e com certeza isso não acontece só comigo.

    Agora quanto a esse negócio de ebook ser quase o mesmo preço do livro físico é muito foda, não tem sentido nenhum.
     

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