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O Natimorto (Lourenço Mutarelli)

Tópico em 'Literatura Brasileira' iniciado por Pips, 7 Dez 2010.

  1. Pips

    Pips Old School.

    Há pouco tempo
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    Lourenço Mutarelli sobre seu livro recém-lançado “Nada me Faltará” e perguntei qual era o livro favorito de sua autoria - eu tinha lido “O Cheiro do Ralo” e o último já citado acima -, ele me respondeu sem pensar: “O Natimorto”. Mutarelli replicou se eu teria interesse em ler e que se a resposta fosse positiva, mandaria o exemplar autografado. E foi assim que esse livro, reimpresso pela Companhia das Letras em 2009, aumentou meu interesse já existente.

    Analiso a frente do maço.
    Com receio, viro.
    Estampado,
    o Natimorto.

    O livro abre com uma estrutura quase construtivista, a citação da palavra natimorto e em seguida a citação sobre uma rainha e seu rei ignorado. A partir daí, Mutarelli nos bombardeia com diálogos poéticos, crus e intempestivos através de suas personagens: O Agente, A Voz, A Esposa e o sempre citado O Maestro.

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  2. Tuca.

    Tuca. Usuário

    LOOOOOVE THIS BOOK!
     
  3. Luciano R. M.

    Luciano R. M. vira-latas

    Foi com o Natimorto que eu conheci o Mutarelli. Meus amigos já eram fãs dos quadrinhos e tal, aí me convenceram a ir assistir uma montagem d'o Natimorto no Festival de Teatro de Curitiba, em 2008.
    A peça, dirigida pelo grande Mário Bortolotto, era ótima. Algum tempo depois disso, o autor veio aqui para Curitiba, numa sessão perguntas e respostas na Itiban, e eu comprei o meu Natimorto autografado. :D
    De lá pra cá li tudo que ele lançou depois, uns melhores outros piores. E comprei para o meu irmão o 'Mundo Pet', o último quadrinho que ele fez antes de se dedicar à literatura.
    O Mutarelli, sem dúvida, é um dos melhores nomes da literatura brasileira contemporânea.
     
  4. Pips

    Pips Old School.

    Estou com dois autográfados dele: O Natimorto e A arte de produzir efeito sem causa.

    Mutarelli não quer ser convencional nos romances dele, ele usa a estrutura que quer e elas sempre causam um efeito dominante. Ainda mais que você sabe que o personagem dele é um anti-herói mas a prova chega apenas nas últimas páginas.
     
  5. Meia Palavra

    Meia Palavra Usuário

    Um homem solitário e que só se dá mal na vida. Ele é um agente. Deve trabalhar com uma cantora de ópera, cuja voz, para ele, é a síntese de toda a pureza e de toda a beleza. E, dessa forma insuspeita, começa O Natimorto, drama (difícil dizer com certeza, digo isso pela forma do texto e pela versão teatral que vi há alguns anos) de Lourenço Mutarelli.

    Mutarelli sagrou-se como autor de quadrinhos, para abandoná-los em prol da literatura e, agora, ao que parece, voltar a se dedicar à arte de Eisner (coisas que se ouviu pela Gibicon…). Sua obra literária, porém, é bastante prolífica, tendo, inclusive, originado adaptações cinematográficas e teatrais. Apesar de derivar entre diferentes mídias, Mutarelli mantém uma constante em suas obras: um universo um tanto perturbador, distorcido.

    Em O Natimorto isso está escondido, porém, em meio a uma poesia incessante. O agente, que é denominado somente como ‘Agente’, apaixona-se pela cantora- a quem ele chama de ‘Voz da Pureza’- e enxerga nela uma fuga para seu chefe abusivo, para seu casamento entediante, e para todas as suas frustrações e desilusões.

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  6. Nadz

    Nadz Usuário

    Quero conhecer todos esses autores que voces falam. E este livro parece mesmo muito legal para entrar no mundo de Mutarelli. Ja esta na minha lista!
     

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