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O leitor moderno é o mais incompleto da história

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Haleth, 16 Jul 2011.

  1. Haleth

    Haleth There's no such a thing as a mere mortal

    To postando aqui antes de ler o artigo. É que o título é tão chamativo que o resto deve valer a pena. Ou não, rs.

     
  2. kika_FIL

    kika_FIL Usuário

    Me surpreendi positivamente com a reportagem.... só discordo do aprendizado de novos idiomas.... hehe
     
  3. Clara

    Clara Que bosta... Usuário Premium

    Meu Deus!
    Quem escreveu isso?

    Alguém aqui do forum, mais sabido, traduz pra mim, por favor.
    De verdade. Não entendi nada.

    Melhor eu ir dormir, quem sabe amanhã...

    :vergonha:
     
  4. Jupiesco

    Jupiesco Usuário

    Nossa, o texto é muito surpreendente mesmo! Porque a constatação final não é exatamente o que esperamos...

    Manu, não tinha o nome do autor?

    Beijos!
     
  5. Clara

    Clara Que bosta... Usuário Premium

    Me parece que a constatação final dele é aquela óbvia: tem muita coisa pra se ler, e a cada dia se descobrem mais textos "importantes", de maneira que fica humanamente impossível dar conta de ler tudo em uma vida, assim o estudante (ou o leitor) acaba "pulando" de um conhecimento a outro e não chega ao final de caminho nenhum. Termina incompleto.

    Só não entendi o motivo de tanto blablabla pra essa conclusão.

    Afinal, o que se pode fazer quanto a isso? Pra evitar que um aluno de letras, por exemplo, chegue à faculdade "prematuramente podre"? (e entendi por "podre" como carregado de informações, mas incompletas, incongruentes).
    O que fazer, então? Começar a educação literária, o mais cedo possível?
    Tipo seis ou sete anos de idade?
    Tem como alguém tão jovem (mesmo com treze ou quatorze anos) estar apto para entender (e não ler, simplesmente) grandes obras literárias?
    "Literatura não se aprende na escola".
    Se aprende onde, então?
    Não faz sentido.
     
  6. Haleth

    Haleth There's no such a thing as a mere mortal

    Não. Tudo o que havia na página do site está controlvezado aqui.

    Clara, sobre isso que vc disse:

    O que entendi sobre o aluno chegar prematuramente podre à universidade se relaciona com o q está escrito mais adiante: ele já chega catequizado a reconhecer padrões, mecanizado, em vez de estar aberto à vivacidade das letras em si e a toda significação que está embaçada pelo ensino de regras et al. Isso, em tese, criaria uma disfunção na literatura e a acorrentaria mais à sua forma que a seu conteúdo. O que seria um aluno maduro? Penso que seria aquele que, por familiaridade, intui os padrões e regras e essas coisas todas, sem necessariamente saber categorizá-las. Daí a faculdade forneceria a ele os mecanismos. (Se é esta a função da faculdade de letras não sei, se deveria ser esta, sei menos ainda). É, acho que é essa a ideia inicial do texto mesmo.

    Sim, começar a educação literária o mais cedo possível!
    É claro que um adolescente não tem maturidade ainda pra compreender a grande maioria das grandes obras literárias, até porque a maioria delas não é infanto-juvenil, rs. Mas educar literariamente, ao menos no meu ver, não significa dar maestria no cânone (apesar do texto indicar isso) - saber por alto quem são os grandes autores já é válido pra quem ainda não sabe nem o que quer da própria vida. O que importa na verdade é que o leitor saído da escola tenha familiaridade suficiente com a literatura a ponto de identificar o que é um bom e o que é um mau texto. Se ele fizer isso fluentemente, já terá maturidade suficiente para receber a "mecanização" (que, per se, é uma coisa boa) sem se deixar engessar por ela, porque ele não vai usar isso como fôrma, mas como ferramenta. Isso faz e é toda a diferença. Bom, eu penso assim por enquanto, mas estou aberta a mudar de ideia se houver quem me mostre que funciona de outra forma. =)

    Me parece que a constatação final desandou, na verdade, a partir do antepenúltimo parágrafo.
    Ao falar do cânone, ele entrou por um caminho bom, mas nele se perdeu. Quando ele diz que "o verdadeiro leitor moderno está proibido de se esquivar do interesse por tudo que já foi ou está sendo escrito.", já foi por um caminho errado porque a modernidade rejeita cânones e divisões como sagrado/profano e correlatos, mas não é esse o ponto :P . Se fosse pra seguir a coerência do texto, talvez fosse mais apropriado concluir que essa incompletude se deve à sua sistematização como leitor, e a literatura é viva, não um "complete as lacunas" de escolas literárias e regras gramaticais e recursos de estilo, o q causaria sua deficiência.
    Bom, foi assim que eu entendi. :think:
     

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