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O FILHO DA GUERRA DE TODOS OS DIAS

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por jessebarbosadeoliveira, 30 Set 2010.

  1. O homem joga-se no abismo...
    O homem transforma-se no abismo...
    O homem foge agonicamente do abismo...
    O homem é essencialmente o abismo...
    O homem singra caminhos longos, oblíquos, doridos...
    O homem, habitando a selva de pedra do mundo iníquo,
    É ventania, alegria, caixão, senzala, poesia, fuzil,
    Escravos chibatados sobre o pelourinho...
    O homem, em facundo desafio,
    Posta-se frontalmente ao feral tanque assassino...
    O homem: sulcos, dédalos, pedras, espinhos...
    O homem pugna contra os doze signos do abismo...
    O homem cai e se soergue assertivo, altivo...
    O homem, favelas, utopias, trampos, caatingas, Sonoras, Savanas, redemoinhos...
    O homem sonha com o sol da dignidade e do altruísmo...
    O homem fica preso no templo da vilania e do egoísmo...
    O homem trafega pela rodovia da vida-morte em período contínuo....
    O homem perde-se entre amores, saudades, vórtices, descaminhos...
    O homem floresce como laranjeira, esmeralda, pendão, criptográfico pergaminho:
    A certeza jazendo na vivenda do eternal exílio!

    JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
     
  2. Felipe Sanches

    Felipe Sanches Usuário

    Só não entedi a ligação da poesia com o título.Mas ficou legal.
     

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