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O acervo digital dos Estados Unidos vem aí

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Sentinela, 17 Fev 2013.

  1. Sentinela

    Sentinela .............

    RESUMO Diretor do complexo de bibliotecas da Universidade Harvard comenta o lançamento da Biblioteca Pública Digital dos EUA, em abril, que vai pôr em rede o acervo em domínio público de dezenas de bibliotecas acadêmicas. Criado como antítese do Google Books, o projeto da DPLA é financiado por recursos privados.

    *

    O iluminismo é o principal tema de estudo do historiador americano Robert Darnton, 73, autor de vários títulos sobre como a difusão do conhecimento alimentou revoluções no século 18. É de certa forma inspirado nos ideais dos enciclopedistas que Darnton comanda ele também uma revolução.

    Como diretor do imenso complexo de bibliotecas da Universidade Harvard, ele encabeça a criação da DPLA (Digital Public Library of America, sigla para biblioteca pública digital americana), que a partir de abril vai reunir e compartilhar gratuitamente na internet o acervo e obras de milhares de bibliotecas e universidades do país.

    A DPLA é a resposta de Darnton e da academia à violação de direitos autorais representada pelo Google Books, que lucra com os livros repassados para a rede. "Vamos fazer diferente", diz Darnton, que vê a biblioteca digital como o seu projeto mais ambicioso, algo a ser feito "por séculos".

    O debate em torno do livro na era das tecnologias digitais foi tema de "A Questão dos Livros", coletânea de textos que lançou no Brasil em 2010, pela Companhia das Letras. Pela mesma editora, lançou no ano passado "O Diabo na Água Benta", no qual aborda outro assunto importante em sua produção intelectual, o jornalismo --em especial, a imprensa clandestina que veiculava insultos e difamações mas também denúncias políticas de um e outro lado do canal da Mancha no século 18.

    Irmão e filho de jornalistas, diz manter o encanto pelo ofício, que chegou a exercer nos anos 1960: foi repórter de polícia do "The New York Times" e teve como colega de editoria um dos maiores jornalistas americanos vivos, Gay Talese --de quem diz não ser muito fã.

    Em seu escritório na Wads- worth House, no campus de Harvard, onde recebeu a Folha para esta entrevista, Darnton comentou algumas obras que retratam a história do jornalismo nos Estados Unidos. Seu pai, Byron Darnton, é citado em várias delas. Ao cobrir para o "New York Times" a Segunda Guerra Mundial (1939-45) no Pacífico, Byron foi atingido num bombardeio e tornou-se um dos primeiros jornalistas americanos mortos no conflito.

    *

    Folha - Como estão os preparativos para o lançamento da DPLA, que o sr. anunciou para abril?

    Robert Darnton - Não queremos gerar falsas expectativas: de início não teremos todo o material digitalizado. Levará tempo. Teremos 2 milhões de livros liberados pelo domínio público. Vamos começar modestamente. Espero que cresça mais e mais. É um trabalho que deve ser feito por séculos.

    O início envolve a digitalização de coleções especiais, principalmente as de Harvard. Temos uma enorme quantidade delas nas 73 bibliotecas da universidade, são mais de 18 milhões de volumes. Estamos escaneando livros, manuscritos e fotografias de diferentes assuntos.

    Há acervos sobre mulheres, imigrações e obras sobre doenças epidêmicas, por exemplo; e há coleções históricas importantes, sobre a era medieval e sobre fotografia, com imagens da Lua e da escravidão, como fotos de escravos que nasceram na África e foram levados para os EUA.

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    Recentemente tenho procurado livros antigos na web e muitas vezes é difícil achar uma cópia boa, bem escaneada e formatada. Se fizerem um bom trabalho vai ser muito bem-vinda essa iniciativa.
     
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