1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

[NOVO ARTIGO]Os conceitos de leitor-modelo e alegoria aplicados à Tolkien

Tópico em 'Comunicados, Tutoriais e Demais Valinorices' iniciado por Administração Valinor, 14 Abr 2007.

  1. Administração Valinor

    Administração Valinor Administrador Colaborador

    <p align="justify"><img src="http://www.valinor.com.br/images/stories/categorias_noticias/textos.jpg" border="0" alt="filmes" title="filmes" hspace="5" vspace="5" width="80" height="100" align="left" /><p style="text-align: justify" class="MsoNormal">
    F&atilde;s de Tolkien n&atilde;o discutem sobre
    a qualidade da obra, ou sobre a complexidade do mundo criado pelo autor &ndash; &eacute;
    fato, para todos, que <em>O Senhor dos An&eacute;is</em>
    &eacute; possivelmente um dos melhores livros de fantasia de todos os tempos. Mas
    quando entramos no campo da interpreta&ccedil;&atilde;o da obra... A&iacute; chovem discuss&otilde;es. De
    asas de balrog at&eacute; a natureza de Tom Bombadil, n&atilde;o h&aacute; leitor que em algum
    momento n&atilde;o tenha debatido sobre algum t&oacute;pico da obra mais famosa do Professor.&nbsp;
    </p>
    </ br>
    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)

     
  2. Kasuga-san

    Kasuga-san Sou apenas um

    Muito bom esse artigo e na hora certa!
    Estou lendo atualmente "Seis passeios pelos bosques da ficção" e foi há poucos dias que tive o primeiro contato com esse conceito do Eco de leitor-modelo e autor-modelo. Desde então eu vinha pensando em ler o SdA de novo, dessa vez com o cuidado de tentar descobrir quem seria o leitor-modelo que o Tolkien tinha em mente.
    Apesar de que agora não vai ter tanta graça tentar descobrir o leitor-modelo que o Tolkien tinha em mente (porque a Lovejoy já comentou isso no artigo e estudar e 'descobrir' sozinha é mais legal) gostei do artigo.

    Mas quanto às alegorias, desde que eu li o que o Tolkien fala delas (que não gosta delas) fiquei mais tranquila, porque eu tamém não gostaria de ver o SdA como um alegoria da I Guerra. Prefiro entrar na Terra-média e esquecer o meu mundo real enquanto eu estiver lá.
     
  3. Maglor

    Maglor Lacho calad! Drego morn!

    Textos feitos por quem sabe do assunto são outra coisa. Um profissional de Literatura, falando de literatura, só pode criar uma leitura mais substancial.

    O problema do texto é o mesmo do livro, é curto. Merece uma "parte 2".
     
    Última edição: 20 Abr 2007
  4. Fëanor

    Fëanor Fnord Usuário Premium

    Ótimo artigo.

    Eu nunca vi a obra do professor como uma alegoria a qualquer coisa. Claro que existem relações que podem ser feitas, mas, como ficou bem claro, esse não era o objetivo de Tolkien.

    Porém, não é o que muitas pessoas acham depois de lerem a obra. E esse artigo está aí para desmistificar essa visão.
     
  5. Olórin

    Olórin ai que uó

    Texto foda. Eu também nunca vi o livro como uma alegoria, mas acho que dá pra tirar algumas "comparações", de algumas passagens, com o mundo real. Enfim.. gostei bastante do texto.
    Ditto!
     
  6. Tilion

    Tilion Administrador

    Ótimo texto. =]

    Quanto a este trecho:

    Faço minhas as palavras de Tom Shippey em The Author of the Century (aliás, livro obrigatório ao lado de The Road to Middle-earth, do mesmo autor, para entender mais profundamente esse e outros processos criativos de Tolkien):

    Ou seja, o que a Ana disse naquele trecho tanto é verdade que Tolkien, em determinado nível, realmente acreditava que o que ele estava fazendo não era uma criação, e sim uma reconstrução de uma "verdade maior" que se encontrava espalhada, imbuída e que era refletida em diversos textos de diversas culturas - daí a importância do trabalho filológico (o resgate desses "pedaços da verdade" através da análise de determinados textos, línguas, palavras e o remodelamento de tudo isso em uma nova forma) que, de fato, como o próprio Tolkien sempre enfatizou, era a base de tudo que ele escrevia; em sua próprias palavras, para usar um dos seus termos mais consagrados, ele estava "apenas" subcriando a Terra-média.
     
    Última edição: 20 Abr 2007

Compartilhar