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Nova revista quer mudar publicação científica

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 22 Jun 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Uma revista científica com acesso gratuito para o público, transparente quanto às condições de edição dos trabalhos e que cobra taxas de publicação até 90% menores que a concorrência pode sobreviver no bilionário mundo dos periódicos acadêmicos?

    Tem muita gente apostando que sim. Parte do entusiasmo se deve a Peter Binfield, que capitaneia a empreitada. Ex-editor da revista científica "PLoS One" e entusiasta do livre acesso à pesquisa, ele ajudou a consolidar o periódico como uma das mais importantes e inovadoras publicações de leitura gratuita.

    As novidades da revista, a "PeerJ", começam pelos custos. Em muitos periódicos, em especial nos de acesso livre, os pesquisadores precisam pagar por cada artigo que fazem, e pagam caro. A "PLoS One" cobra US$ 1.350 (cerca de R$ 2.730) Esse valor chega a US$ 2.900 (R$ 5.870) na "PLoS Biology".

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    Na "PeerJ", em vez da cobrança a cada novo artigo, basta pagar uma única taxa de publicação vitalícia. São três "planos" (veja gráfico). Quem desembolsa US$ 259 (R$ 524) pode publicar quantas vezes quiser. A primeira edição da revista sai em dezembro.

    Em entrevista à Folha, Binfield disse que, apesar do modelo de "baixo custo", seu projeto é sustentável.
    Ele também chama atenção para a transparência no processo de revisão por pares, no qual cientistas independentes avaliam a qualidade de cada trabalho.

    Na maioria dos periódicos, as etapas da publicação costumam ser fechadas, e os leitores não têm acesso às possíveis discussões e reavaliações dos artigos.

    afirma.

    avalia o professor da USP e especialista em publicações científicas Rogerio Mugnaini.

    O lançamento da publicação pega carona na crescente polêmica sobre os altos preços dos periódicos. A Elsevier, que publica cerca de 2.000 revistas, é alvo de um abaixo-assinado que já tem milhares de assinaturas.

    Só em 2011, o governo brasileiro gastou R$ 133 milhões para que 326 instituições de pesquisa tivessem acesso a mais de 31 mil periódicos.

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  2. Lew Morias

    Lew Morias Luck is highly overrated

    A iniciativa é interessante e eu espero que dê certo. Acho que faltam essas iniciativas de tentar algo diferente no mundo acadêmico. Lembro-me de que no início do ano passado os professores do departamento estiveram num congresso, simpósio ou algo do tipo para discutir como os órgãos financiadores de pesquisa avaliavam o pesquisador, aquela velha questão de priorizarem o número de artigos publicados em detrimento da qualidade dos mesmos. Segundo eles, os órgãos financiadores continuariam com a mesma política porque, apesar de todos concordarem que o modelo utilizado é falho sob diversos aspectos, não houve ninguém que sugerisse um modelo alternativo.

    Tomara que a "PeerJ" dê certo e mostre pra galera que é possível fazer um trabalho de qualidade de maneira diferente da que é feita atualmente.
     
  3. Menegroth

    Menegroth Bocó-de-Mola

    Bela iniciativa.
     
  4. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    O histórico da revisão é muito boa.

    Tirar o anonimato na relação entre revisor e pesquisador eu já não sei se é.
    Talvez só no final da aprovação ou reprovação seria interessante.
     
  5. Alassë

    Alassë Pasteleira

    Acho bem legal isso. Muito ruim você querer ler algo mais a respeito de um assunto e se deparar com preços altos por um único artigo. Vai ser bem interessante pra divulgar mais as pesquisas todas, para leigos ou não =]
     
  6. Lord Leonan

    Lord Leonan Usuário

    Muito legal a iniciativa.

    Apesar de ter acesso a todas as revistas famosas gratuitamente por conta da universidade, eu acho que o conhecimento deveria ser para todos e não para uma minoria.

    Quem sabe as outras revistas de renome não repensem a sua estratégia de mercado.
     

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