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Nick Hornby

Tópico em 'Autores Estrangeiros' iniciado por Diego-, 27 Fev 2010.

  1. Diego-

    Diego- Usuário

    Bem já discutimos aqui várias obras do Hornby, mas como não havia ainda um espacinho para falar sobre o autor, eis o tópico.

    Algumas obras do Hornby já discutidas aqui no Meia:
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  2. Marcileia

    Marcileia Usuário

    Eu só li Alta Fidelidade. Gostei, mas confesso que esperava mais....
    Quero muito ler Febre de Bola, que pela temática (futebol) acho que vou gostar!
     
  3. .Penny Lane.

    .Penny Lane. Usuário

    Só li Alta Fidelidade.
    Eu sabia que seria uma leitura leve, não esperava uma obra-prima absoluta que mudaria minha vida, apesar de ter muita gente que AMA o livro, por isso não me decepcionei. Achei uma leitura bem divertida e interessante.
    E dá vontade de ficar fazendo top 5's pra qualquer coisa depois de ler o livro, hehehe.
     
  4. Phantom Lord

    Phantom Lord London Calling

    Entrevista recente do Hornby,concedida ao Jerônimo Teixeira da
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    .

     
  5. Anica

    Anica Usuário

    Eu ainda acho que essa entrevista foi fraquinha, não sei, acabou batendo nas mesmas teclas. Acho que por tentar ser agressiva (trazendo o assunto do filho autista e das críticas negativas que ele recebe), o Hornby acabou se fechando. E ó, me decepcionou o Hornby não ter lido The Curious Incident of the Dog in the Night-Time do Mark Haddon e dizer que não é possível fazer um livro sobre autismo que interesse as pessoas. Ok que o molequinho do livro não é exatamente autista, ele tem síndrome de asperger, mas os "sintomas" (por consequência, o que se deve lidar) são quase os mesmos, tanto que tem muita gente que confunde. E poutz, The Curious Incident of the Dog in the Night-Time e genial. É provavelmente o melhor livro infanto-juvenil que já li depois de velha. E o que me decepcionou sobre o Hornby é saber que ele poderia fazer algo ainda melhor com uma história assim, mas ele simplesmente não acha que vale a pena escrever sobre isso. =/
     
  6. Nesse aspecto eu concordo com a Anica, descartar um tema como o autismo é ignorar um potencial best seller ou mesmo a possibilidade de escrever sua melhor obra. Mas interpretei a recusa da seguinte forma: as obras do Hornby (pelo menos as que tive contato com críticas, sinopses e leitura) são mais leves, mais fluidas e um tanto bem humoradas, talvez ele não esteja preparado para tratar o autismo dessa mesma maneira.

    Esse livro é um em que a história é narrada pelo próprio pai do menino, que utiliza um humor meio negro e tal? (acho que li por aí a respeito de um livro mais ou menos assim e me interessei bastante)
     
  7. Ramalokion

    Ramalokion Mecha-de-Folha

    Anica

    vc não está levando em conta o fator-humano/pai: pra ELE deve ser difícil de fazer um livro sobre autismo.

    Tenho um irmão deficiente mental, confie em mim: não é tão simples. Por mais que exista aceitação e amor é complicado de expor isso; seja em música, livro, pintura...

    Claro que tem momentos de alegria mais gloriosa que vc possa imaginar, qdo por exemplo meu irmão deu o primerio passo sozinho! Ele tinha 9 anos.

    Ou qdo ele RIU assistindo o Chaves. Eu chorei esse dia, pq meu irmão estava ENTENDENDO que aquilo era engraçado. Eu tinah 15 anos.

    Mas pra cada historinha assim, tenho 4 ou 5 que vc não gostaria de ler.


    É complicado.

    deixa o Hornby nos encantar com seus personagens tão próximos, quyems abe um dia ele não passa tudo isso pro papel?
     
  8. Anica

    Anica Usuário

    não é narrado pelo pai do menino, mas pelo menino. é simplesmente genial.

    Não acho que isso seja fácil, mas se fosse impossível Tezza não teria publicado O Filho Eterno, por exemplo.
     
  9. Ramalokion

    Ramalokion Mecha-de-Folha

    Por isso que falei "PRA ELE". É algo individual demais. Além disso ele tem um estilo de leitura voltado pra outras coisas, um livro com esse tema foge do que ele tá acostumado a escrever.
     
  10. Anica

    Anica Usuário

    não acho que fuja do que ele está acostumado a escrever. os livros dele não são só sobre música, livros e futebol, embora adoremos esses livros. mas ele aborda assuntos mais "pesados" como o suicídio em Uma Longa Queda. não penso que fugiria de tema, e acho que daria um livro bom se pensar no estilo dele em falar disso. E é por isso que lamento (ou, como disse antes, fico decepcionada com) a decisão dele de não querer escrever sobre isso.
     
  11. Ramalokion

    Ramalokion Mecha-de-Folha

    Em Uma Longa Queda o suicidio permeia tudo, mas não se realiza. Além disso é o mote da série de situações contadas após a decisao de NÃO-suicidio, o livro não fala sobre suicidio em si, ams das consequencias e situações que convergem em uma - não realizada - decisão final tão drástica..

    Além disso, e mais importante ainda, ele não teve um filho suicida.
     
  12. Anica

    Anica Usuário

    Como você disse, o suicídio permeia tudo. O tema é, portanto, suicídio, por mais que não se realize. O que levaram as pessoas ao topo do prédio e o que as fizeram desistir. De qualquer forma, o que quis dizer ao citar Uma Longa Queda é que ele trata sobre relações humanas, sobre o humano em si - e não só lista de livros e discos favoritos. Então ele poderia sim, tocar nesse assunto. O Rob de Alta Fidelidade é tão legal não por causa da relação dele com os discos, mas do que observa sobre a vida que está levando, seus relacionamentos e suas escolhas. Ou como Will acaba aprendendo uma centena de valores com um pirralho que considera um perdedor em Um Grande Garoto. (etc.) São personagens palpáveis, não são maquiavélicas e caricatas, são simplesmente humanos. E é isso que eu admiro tanto no trabalho do Hornby, de como ele retrata tão bem esses pequenos detalhes que nos caracterizam.

    E volto a insistir (antes que você continue com o blablabla de que é difícil para ele): não me importa se ele acha difícil ou não pq não foram essas as palavras dele na entrevista, ele diz que não gostaria de escrever um livro que fosse um peso para o leitor e acredita que não consegue "pensar em um modo leve de escrever sobre isso."

    Então, eu não estou considerando o fator dificuldade ou facilidade quando digo que fico chateada por ele rejeitar a possibilidade de escrever um livro assim. As pessoas operam de maneiras diferentes, e não é isso que estou levando em conta, só que tenho certeza que um livro com esse tema escrito por ele teria tudo para ser tão genial quanto o do Mark Haddon, até pela forma como ele costuma retratar as pessoas em seus livros. Não estou criticando ou dizendo "Nick é um otário por não fazer isso" só que como fã eu lamento que ele não vá fazer um livro com esse tema, pelo menos não tão em breve.
     

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