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[NBC] Raines

Tópico em 'TV' iniciado por Ana Lovejoy, 7 Mai 2007.

  1. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    Não sei se já tiveram oportunidade de conferir esta série com o Jeff Goldblum (A Mosca :mrgreen: ), sei que até o momento tenho achado muito bacana (e até falei dela no meu blog, e como sou preguiçosa, vou só fazer um ctrlc ctrlv do meu post :uhu: )

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    Dia desses Fábio chegou falando que queria ver uma série nova comigo, e que não diria do que se tratava, eu teria que descobrir sobre o que era enquanto assistia. E veja bem: ele propôs isso sabendo do horror que eu tenho a assistir coisas sem ter a menor idéia do que se trata, portanto, resolvi topar e ver o tal do “
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    “.

    O primeiro episódio começa com aqueles elementos básicos de filmes policiais da década de 40, a começar pelo principal: voice over e um cadáver. A narração é de Raines (Jeff Goldblum), personagem que dá nome à série, um detetive da polícia de Los Angeles que começa justificando a escolha pela carreira. No caso, a fixação por histórias policiais.

    Logo de cara Raines tem um caso a resolver: o corpo de uma menina é encontrado em um estacionamento e não há qualquer pista sobre quem poderia ser o assassino. O detetive decide procurar pistas na casa da vítima e é aí que vem o “plus” da série: enquanto revirava o apartamento, ele encontra nada mais, nada menos do que… a vítima, que, para total surpresa, passa a conversar com ele.

    É a partir de conversas com o colega de trabalho que ficamos sabendo que Raines “ganhou” esse “dom” recentemente: ele tem alucinações com as vítimas que está investigando. Aqui é importante ressaltar: não é um dom sobrenatural nem nada. A todo momento Raines deixa claro que é uma alucinação.

    Tanto é que as vítimas só “falam” para ele o que ele já sabe, o que fica até bastante interessante como no caso desse primeiro episódio, no qual a menina vai mudando de acordo com as coisas que ele vai sabendo dela.

    Resumindo, com tantas séries policiais pipocando por aí, não dá para dizer que é exatamente a coisa mais criativa do mundo, mas é no mínimo, interessante. Especialmente porque o detetive em questão tem aquele tipão filho da mãe básico que só gostamos porque não temos que conviver com a pessoa.
     

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