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NBA

Tópico em 'Esportes' iniciado por Armitage, 19 Jan 2008.

  1. fcm

    fcm Visitante

    Além de tudo o que você disse teve o problema de lesão, acho que no joelho.
    Ele tava jogando no sacrifício, tanto que não vai pro Rio pq iria operar.
    Pra mim a vitória do CLE foi linda, mas em grande parte pela controversa suspensão do Green no jogo 5.. ali o GSW estava com toda a moral e tinha tudo pra ganhar. Tirando o Green deu uma sobrevida que acabou sendo vital para a conquista do CLE. E aquele ponto de 3 no finalzinho do jogo 7 do Irving foi sensacional!
     
  2. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Eu também não estava acreditando muito no Cleveland na final, mas a virada da forma como aconteceu e tudo que envolveu seus jogadores só tornou a conquista deles ainda mais grandiosa.
     
  3. Sentinela

    Sentinela .............

    Esse episódio aí mostra bem a diferença entre Lebron e Curry. O Lebron é um cara habilidoso, mas também competitivo. Aquela briguinha que ele teve com o Green é algo que poderia ter passado batido sem problema nenhum, mas ele aproveitou e rendeu o bastante para os dois receberem o flagrante, que somando aos dois que o Green já tinha, fez o Green ser suspenso. Ou seja, para ele não basta só se divertir jogando, ele quer ganhar, usando todos os recursos legais. Posso estar sendo ingênuo aqui, mas essa conduta não é algo que eu esperaria de um cara como o Curry.
     
  4. fcm

    fcm Visitante

    Concordo, tb não esperaria. O Curry além de 3 anos mais novo que o Lebron tem bem menos rodagem em jogos importantes, até o ano passado muita gente nem conhecia o GSW, já o Lebron tá disputando finais há vários anos né?
     
  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Curry é bom, mas o Lebron tá bem mais habituado a jogos decisivos. A maior experiência fez a diferença.
     
  6. Ecthelion

    Ecthelion Mad

    A expulsão do Green nas finais foi absurdo, influenciou totalmente no jogo 5 e poderia ter dado o título ao Warriors. O fato do Lebron (que é o maior craque) ter ganho o título não torna a atitude dele correta. Green não é flor q se cheire (inclusive poderia ter sido expulso nas finais do oeste, contra o OCT) mas aquela expulsão dele nas finais foi bastante esquisita.
     
    Última edição: 9 Jul 2016
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  7. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

  8. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Em meio a expectativa da copa do mundo, até esqueci de comentar as finais que encerraram a temporada 2017-2018 no mês passado.

    Novamente foi um passeio do GSW em cima do Cavaliers do LeBron que é como se equivalesse a Portugal de Cristiano Ronaldo, que mesmo tendo o que considero o melhor jogador de basquete do mundo, sozinho não pôde fazer diferença diante do ótimo time do Warriors.

    @Giuseppe já que mencionou em outro tópico que gosta de basquete, você curte a NBA?
     
  9. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Você sabe que está ficando velho quando percebe que no "pequeno" gap que você deixou de acompanhar um esporte (tipo eu desde o iniciozinho dos anos 2000) um jogador que você só viu sendo draftado, mas tendo uma temporada inicial pior que o Carmelo Anthony, agora é um mito com mais de 30 anos.
     
  10. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Meu saudosismo se torna enorme quando sinto falta de atuações monstruosas do Jordan em finais.
     
  11. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    De todos os eventos e campeonatos de todos os esportes a NBA é um dos mais impressionantes e divertidos de se assistir. O ritmo dos jogos é fantástico e o nível dos jogadores é inacreditável. Mas infelizmente faz tempo que não vejo basquete. Faz algum tempo que não tenho acompanhado esportes por uma série de motivos. Quando eu tinha TV a cabo eu adorava a ESPN, mas faz muitos anos que não tenho mais. TV aberta eu também não vejo, minha TV pifou faz anos. Às vezes vejo alguma notícia na internet, mas me dá uma nostalgia, já que nem tenho onde ver os esportes. Mas basquete é um dos meus esportes favoritos, com certeza. Quem me dera se na TV aberta fossem exibidos jogos da NBB (da NBA estaria fora de questão, eu sei) pelo menos uma ou duas vezes por semana. De vez em nunca o Esporte Espetacular passava um jogo (ou geralmente um trecho de um jogo :gotinha:) mas nem sei se ainda fazem isso. De um jeito ou de outro tenho uma certa aversão pela Globo. Minha nossa foi só eu começar a falar de NBA que lembrei da MLB e da NHL e da NFL e me deu uma baita saudade haha.
     
  12. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Na TV aberta nessas horas faz falta Luciano do Valle na melhor fase da Band tinha sempre toda semana jogos de basquete nacional e da NBA, pois quando a emissora estava bem de finanças nos anos 90 ele fez dela o "Canal do Esporte" como ele mesmo dizia, mas o mais próximo disso atualmente é TV aberta Esporte Interativo, que vez ou outra mostra alguns jogos, mas ainda abaixo do que a Band no auge fazia.
     
  13. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Nem me fale, saudades do Luciano do Valle. Narrava todos os esportes com a mesma paixão e excelência.
     
  14. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Mais da metade das modalidades esportivas que eu mais gosto e acompanho eu aprendi a gostar vendo as narrações dele. Falta muita falta.
     
  15. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Divulgação / Spurs

    Se foi Manu Ginóbili. Aos 41 anos, o ala-armador argentino anunciou ontem a sua despedida das quadras. A comoção em torno de sua saída de cena dá bem o tom do que essa cara representa. Pro San Antonio Spurs, a franquia pela qual jogou por 16 longos e vitoriosos anos, que perde seu último bastião do time campeão de 2014. Pro basquete sul-americano, a realidade é uma só: Manu é o jogador do continente com a melhor carreira de todos os tempos.

    E aqui, obviamente, cabe uma explicação sobre a razão pela qual o blogueiro afirma isso. Não pelo motivo que eu não vi Amaury Pasos e Wlamir Marques, gênios do basquete brasileiro, bicampeões mundiais, duas vezes medalhista olímpicos e com mais um punhado de conquistas, nem pelo fato de Oscar Schmidt, Hall da Fama e outro monstro do esporte, ter marcas individuais magníficas mas poucas conquistas coletivas. O fato, pra mim e respeitando a opinião contrária, é que ninguém conjugou melhor o duo seleção + time como Ginóbili, brilhante e vencedor ao extremo nas duas esferas.

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    O garoto que saiu cedo, cedinho, de Bahia Blanca, na Argentina, sua cidade-natal, rumou para o Reggio Calabria. De cara, promoção da segunda para a primeira divisão na Liga Italiana em 1999. Em seguida, transferência para o gigante Bologna. No tempo em que atuou por lá, Manu, que jogava com a 6, foi campeão da Euroliga em 2001, MVP das finais da Euro e 2X MVP da Liga Italiana.

    Isso tudo com 23, 24 anos. Sempre com sua canhota matadora. Sempre com seu instinto decisivo. Sempre sem temer a nada e nem a ninguém. Jogava por um timaço, comandado por Ettore Messina, o mesmo cara que depois tornou-se assistente dele no San Antonio Spurs, e parecia não se incomodar com o fato de os veteranos terem a alcunha de decidir as partidas. A bola parava em sua mão, o mundo congelava, Manu só parava na cesta ou para uma bandeja límpida ou para uma enterrada feroz (na época ele enterrava – época que a Euroliga passava por aqui aliás…).

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    No meio desse período italiano, seu nome começou a chamar atenção da NBA. O San Antonio Spurs foi pra Austrália ver um Mundial Juvenil disposto a escolher Lucas Victoriano, também ala-armador argentino. Se apaixonou por Manu Ginóbili, o selecionando na posição 57 do Draft de 1999 (a antepenúltima aliás). Até jogar na liga norte-americana, Manu daria seu cartão de visitas aos norte-americanos antes. E sem jogar exatamente na liga.
    No Mundial de 2002, em Indianápolis, ele guiou a Argentina à decisão, vencendo os EUA com profissionais da NBA pela primeira vez na história (um fiasco colossal dos norte-americanos, derrotados por 87-80 com 15 de Manu), e só não foi campeão porque uma arbitragem desastrosa tirou o ouro dos hermanos contra a Iugoslávia. Na final, aliás, Manu não jogou porque havia se lesionado na semi contra uma Alemanha que tinha Dirk Nowitzki, eterno rival do Dallas Mavs na NBA por longos anos (pouca gente lembra disso).

    O troco aos rivais da final perdida em Indianápolis viria 2 anos depois. E com requintes maravilhosos. Manu fez isso aqui, ó:
    Foi na estreia de uma Olimpíada que teve roteiro perfeito. Vingança contra os (desde então) sérvios em uma bola contra o estouro do cronômetro de chorar mil vezes, derrota na fase de classificação, semifinal incrível contra os norte-americanos, de novo derrotados pelos platenses (29 pontos em uma das melhores atuações de Ginóbili) e ouro olímpico contra uma Itália que tentou de tudo, mas não conseguiu deter os comandados de Rubén Magnano.

    Manu, o líder máximo, no auge em termos técnicos, psicológicos, físicos e táticos. Ele levitava, jogava como um cara acima dos outros. Era absurdo o que ele fazia com a bola nas mãos mesmo sem espaço, mesmo marcado, mesmo com defendido por dois, três.

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    Quatro anos depois, em Pequim, o bronze do ala-armador com uma das melhores gerações que o mundo FIBA, de seleções, pode presenciar. A despedida dele da equipe nacional, aqui no Rio de Janeiro e diante de MUITOS torcedores de seu país, também teve um sabor especial, mas ao mesmo tempo recolocando a ordem nas coisas – os EUA simplesmente destruíram a Argentina por 105-78 nas quartas-de-final. O 17 de agosto daquele ano marcou o último dia em que Manu, o gênio, vestiu a camisa platenses.

    Ou seja, falei do período dele na Itália (MVP e campeão da Euroliga), da seleção (ouro olímpico, bronze olímpico e vice mundial em 2002) e nem sequer abri o capítulo Spurs em sua vida. Ao lado de Bill Bradley, é o único a conseguir troféu da NBA, Europa e ouro olímpico.
    No Texas, Ginóbili chegou cheio de desconfiança (como quase sempre quando começou), mas mostrou uma evolução assustadora a cada ano. Com o apoio do técnico Gregg Popovich, o argentino foi quatro vezes campeão da NBA (2003, 2005, 2007 e 2014), duas vezes All-Star (2005 e 2011), melhor sexto homem (2008) e duas vezes entrou pro terceiro melhor quinteto da liga (2008 e 2011).

    Não há ninguém nos EUA que não reverencie o cara como um dos melhores que já passou pela liga norte-americana. Como titular, como reserva, pouco importa. Sempre como protagonista de um dos melhores trios da história do esporte (ele, Tony Parker e Tim Duncan).

    No final, dá pra dizer sem medo de errar que Manu foi além. Foi além da expectativa. Além da rivalidade entre países (brasileiros com um mínimo de senso amam o cara). Além do preconceito que, sim, ainda há na NBA contra estrangeiros. Mostrou que não é (só) o físico que conta, mas sobretudo a cabeça para comandar o corpo. Com uma inteligência de outro mundo. Jogando com graça. Jogando com técnica. Jogando com coração. Com alma.
    Gostem ou não por aqui, a realidade é que nenhum sul-americano teve uma carreira tão vitoriosa, tão gigantesca, tão alucinante, tão maravilhosa quanto Manu Ginóbili, fantástico até os últimos momentos de sua vida profissional.

    Criativo, inventivo, latino, raçudo até a última gota de sangue e suor. O cara era um de nós, humano, fazendo do impossível o possível com uma bola de basquete nas mãos. Como assim um argentino ousa ser tão importante assim para uma franquia que se tornou lendária como o San Antonio Spurs?
    Na escala de ídolos, Manu está junto com Duncan, Parker e Gregg Popovich, mitos texanos.

    O basquete perde um pouco de sua graça a partir de 26 de agosto de 2018, quando o eterno camisa 20 do Spurs e o 5 da Argentina se aposenta. Deste canto, a gente só pode agradecer por tê-lo visto jogar por tanto tempo – e sempre no mais alto nível. Todos que assistiram podemos dizer orgulhosamente que, sim, foi um prazer absurdo viver o Geniobili do começo ao fim.
    Valeu, Manu. Foi ótimo enquanto durou.

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    Mais um gigante do basquete que se despede. E sendo de fora dos EUA, não é fácil ser gigante lá.
     
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  16. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Esse time conseguiu um feito invejável na história da liga e novamente tem boas condições de fatura-la mais uma vez.
     
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  17. Loveless

    Loveless Usuário

    Torcendo pelos Raptors. Se ainda assim os Bucks passarem, que sejam eles a quebrarem a dinastia.
     
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  18. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Se os Raptors passarem e ganharem a final seria uma quebra de hegemonia perfeita pra liga.
     
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  19. fcm

    fcm Usuário

    dificil algum deles bater o GSW.
    Vi os dois ultimos quartos ontem. O grego do bucks que é impossível escrever o nome pipocou :(
    Tá faltando experiência pro Bucks, que deveria ter feito o 3 x 0 no terceiro jogo após grande vantagem mas não tiverem o mental necessário.
    Acredito que amanhã o Toronto já feche a série por 4 x 2 e teremos uma final sem graça.. 4 x 0 , 4 x 1 GSW..
    Mas o bom de dar palpites no esporte é que podemos cair do cavalo e quem sabe teremos um jogo 7 no Canadá com aquela torcida maluca!! Acho que a campanha dos raptors foi melhor, não foi?
     

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