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NASA anuncia espaçonave para o "espaço profundo"

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por Conan, 11 Jul 2011.

  1. Conan

    Conan Cavaleiro Pendragon

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    A MPCV pode ficar no espaço por 21 dias, levando 4 astronautas. O espaço útil é de 20 metros cúbicos, dos quais 9 metros cúbicos de "espaço habitável". [Imagem: NASA]

    Nova nave

    A NASA havia criado grande expectativa com o agendamento de uma coletiva de imprensa, durante a qual seria anunciada "uma decisão chave para o transporte espacial para o espaço profundo".

    A revelação, um tanto decepcionante, foi feita na tarde de ontem pelo administrador geral da agência espacial, Charles Bolden.

    Segundo Bolden, o transporte de astronautas para a Estação Espacial Internacional será transferido inteiramente para a iniciativa privada, "de forma que poderemos nos concentrar na exploração do espaço profundo."

    A grande expectativa foi criada sobretudo porque, há poucas semanas, a NASA havia divulgado o projeto de um novo conceito de nave espacial, chamado Nautilus.

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    Cápsula espacial

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    Na verdade, a MPCV já está em construção, em um contrato com a empresa Lockheed Martin. [Imagem: Lockheed Martin]

    Em vez de uma nova nave, porém, a "nova nave espacial para o espaço profundo" será na verdade um reaproveitamento da cápsula Órion, projetada para o abandonado Programa Constelação.

    "O projeto original será agora utilizado para desenvolver uma nova nave espacial chamada Veículo Tripulado de Múltiplos Propósitos (MPCV: Orion Crew Exploration Vehicle)," disse Bolden.

    Na verdade, a MPCV já está em construção, em um contrato com a empresa Lockheed Martin.

    A nave retornável, contudo, parece ter características distantes de qualquer coisa voltada para o "espaço profundo", o que só fará sentido se ela for unida como um módulo de uma estrutura maior.

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    A MPCV pode ficar no espaço por apenas 21 dias, levando 4 astronautas. O espaço útil é de 20 metros cúbicos, dos quais 9 metros cúbicos de "espaço habitável".

    O retorno à Terra utiliza pára-quedas, com pouso no mar. O sistema de reentrada foi projetado para suportar as velocidades alcançadas em um retorno à Terra além da órbita baixa - da Lua, por exemplo.

    Espaço não tão profundo

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    A nave retornável tem características distantes de qualquer coisa voltada para o "espaço profundo", o que só fará sentido se ela for unida como um módulo de uma estrutura maior, como nesta simulação de uma chegada a Marte. [Imagem: NASA]

    Segundo Bolden, a nova nave ser 10 vezes mais segura do que os ônibus espaciais - ainda não está claro se ela usará a cápsula de escape MLAS.

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    A nave servirá como veículo tripulado primário para missões além da órbita baixa da Terra, o que deverá incluir a Lua e, provavelmente, asteroides, mas dificilmente a Marte, como havia anunciado o presidente Obama em 2010.

    A MPCV terá a capacidade normal de uma nave tripulada, como capacidade de aproximação, atracação e atividade extraveicular, as caminhadas espaciais.


    Fonte:
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  2. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Nussa... Pela foto já dá para ver os cortes orçamentários da Nasa. o_O! Enquanto as empresas privadas procuram associar design com segurança temos a impressão de que os projetistas tiraram as inovações dos anos 50 e 60 XDD.
     
  3. Oakenshield

    Oakenshield Usuário

    9 metros cúbicos de espaço habitável :S Isso deve ser de enlouquecer!
     
  4. annon

    annon Usuário

    "NASA quer enviar parte da Estação Espacial para explorar asteroide"

    Aposto que a nasa quer pegar algum asteróide de diamante ou de ouro...
     
    • LOL LOL x 1
  5. Conan

    Conan Cavaleiro Pendragon

    Bem, como a verba da Nasa vem de orçamento governamental, ela não precisa se preucupar tanto com markenting de produtos que lhe serão meramente ferramentas(nem precisa convencer ninguem a utilizar os produtos :P).

    O marketing atual dela ficaria muito mais por conta de uma grande descoberta, coisa que hoje em dia esta dificil ser exclusivo sem investir em missões mais ousadas e mais distantes...

    No mais, ela com certeza da prioridade a engenheiros, que estão quase sempre praticamente voltados pra funcionalidade do que estetica(ainda mais no espaõ, onde parametros os quais estamos acostumados como aerodinamica são irrelevantes, pelo menos aos estagios efetuados por lá)

    e q q coisa ela faz que nem comentei no outro topico, da uma copiada basica no desing e tá safo! rsrsrsrsrs

    Situação terrivel mesmo, mas esta parte do treinamento é muito intensiva, são poucos os que são aceitos depois dos testes de confinamento em ambientes minimos por longos periodos... Assim como nos submarinos(embora o tempo seja menor, tem uns hoje em dia que passam meses submersos).
     
  6. BeorZenni

    BeorZenni Usuário

    Ônibus espaciais fizeram impossível virar realidade, diz astronauta
    Dave Wolf viajou nas naves quatro vezes e passou 168 dias no espaço.
    Ele disse que as cápsulas são mais robustas e que a troca faz sentido.

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    “O programa dos ônibus espaciais vai ficar para a história como uma das experiências mais incríveis da exploração espacial humana”. A definição é de David Wolf, astronauta que participou de quatro missões diferentes, com um total de 168 dias, 12 horas 56 minutos e 4 segundos no espaço.

    O programa, que durou 30 anos e se encerra com o pouso do Atlantis, “foi muito ambicioso e fez o impossível virar realidade”, nas palavras de Wolf.

    Ele destaca que a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) não seria o que é hoje se não fosse pela capacidade de transporte de cargas dos ônibus espaciais.

    Porém, o astronauta reconhece que a substituição dos veículos por cápsulas – naves como a russa Soyuz, que não tem asas – é a melhor opção para o momento.

    “A cápsula é mais robusta. Por isso, não há por que não usar. O simples é o melhor e serve aos propósitos”, afirmou Wolf ao G1, com uma ressalva: “cápsulas não teriam feito uma estação”.

    “Estamos num processo de transição. No futuro precisaremos de capacidade de lançar muito peso, mas isso não quer dizer que precisamos de ônibus espaciais”, prosseguiu.

    Segundo ele, novos objetivos levarão a novos tipos de naves. “Marte é um destino sim, é um dos alvos dos próximos programas, e vai impulsionar a criação de novas tecnologias em várias áreas, como geração de eletricidade, suporte à vida e capacidade de encontro no espaço”, explicou.

    Saudades?
    Wolf teve grande participação nos projetos de intercâmbio entre Estados Unidos e Rússia, tanto que aprendeu a língua eslava. Numa de suas missões, passou quatro meses na Mir, antiga estação russa, e chegou a fazer treinamento para voar na Soyuz. Contudo, todas as suas viagens ao espaço foram em ônibus espaciais.

    Uma dessas viagens foi a bordo do Columbia, antes do acidente de 2003. “Nós, astronautas, compreendemos os riscos e as dificuldades da viagem especial e entendemos também que os benefícios são maiores. Vê-los [os sete colegas que estavam na nave] morrer foi triste, mas aumentou o heroísmo deles”, contou, sobre o que sentiu ao ver o desastre.

    O astronauta disse ainda que seu filme predileto sobre exploração espacial é “Apollo 13”, que conta a história de uma missão bastante tensa à Lua, que quase terminou em tragédia. Por coincidência, ele estava no espaço – na Mir – quando viu o filme pela primeira vez, e admitiu que a sensação foi estranha.

    Aos 54 anos, Wolf ainda trabalha na Nasa, mas já não pretende mais voltar ao espaço, e considera que o maior ganho que teve nas viagens foi o contato humano.

    “A vista da Terra é marcante para todos os astronautas. Mas as conversas com os colegas astronautas e cosmonautas são as melhores memórias”, afirmou.

    Médico e engenheiro eletricista por formação, Wolf explicou que o programa espacial possibilitou experiências únicas, que não seriam possíveis na Terra, que podem trazer avanços em algumas áreas da biologia. Ainda não houve nenhum grande avanço confirmado, pois “ciência não é mágica e exige trabalho”, segundo ele, mas a possibilidade ainda existe.

    Mas essas experiências não são a principal contribuição do programa para a ciência. “Talvez o mais importante é o senso de inspiração das viagens espaciais. Ela motiva os jovens a pensar na carreira científica”, argumentou.

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  7. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Meu consolo é que muitos cérebros estão indo para o setor privado para inovar de forma independente (pelo que se vê na Flórida e no programa), já o lado ruim é que pelo jeito aqueles materiais futuristas e resistentes continuam muito caros para uma agência pública usar e quem vai acabar usando serão as iniciativas comerciais para poder dar vazão ao espírito criativo. Pelo que ando lendo no site spacedaily os paliativos decorrentes do estrangulamento do programa espacial americano anda sufocante. Obama não sabe se corta nas despesas de guerra ou se resolve os déficts internos. Eles estão contando com a Europa, mas se as crises econômicas deles não se resolverem há risco de que os cortes cheguem nos programas europeus. O negócio é torcer para que pelo menos as universidades sejam poupadas (do velho e novo continente).
     

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