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Não encontrei a seção "Idiomas"

Tópico em 'Idiomas Tolkienianos' iniciado por Lingwilóke, 25 Ago 2003.

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  1. Lingwilóke

    Lingwilóke Usuário

    Olá, de novo! Bom, eu não sei o que foi feito do meu último tópico, no qual também falava sobre esta língua que estou criando, à qual não dei ainda sequer um nome... mas a mim seria interessante ouvir alguns pareceres, por isto gostaria de saber o que vocês acham dela, bonita, feia, áspera, doce, humana, élfica... A base de tudo é o latim clássico, por exemplo, “génd” (vento) criei a partir de uentum (raiz went-) > gwyenn > génd, e mesmo palavras “estranhas”, como “gyvun” (adeus) tem uma formação racional, gy (< gwü < uiam, raiz wī-, ou seja caminho, estrada) + vun (< vón < bonum, raiz bon-, ou seja bom), que significaria mais ou menos “bom caminho!". A tradução seguinte é do famoso “Namárie”, o cântico de despedida em quenya de Galadriel.

    Quanto à pronúncia:
    þ = th inglês (think)
    ð = th inglês (the)
    ſ = x português (bruxa)
    á = -er inglês britânico (father), e francês (cheval), e português de Portugal (morte)
    é = e português (pé)
    ó = o português (roda)
    As demais letras são pronunciadas como em sindarin ou latim clássico.
    Em palavras com duas sílabas, o acento tônico racai sobre a primeira; em palavras com três ou mais sílabas, o acento recai sobre a antepenúltima, a não ser que na penúltima haja um encontro de consoantes.

    Ai! Þu or chaðan vóili ni géndon,
    Ai, como ouro caem as folhas ao vento,
    Lungu anu þu áli abbis!
    Os longos anos como as asas das árvores!
    Lungu anu þu raðun chólun fasavan
    Os longos se passaram como goles rápidos
    ðe ðólcon gynebon ni altin zalin
    do doce hidromel em salões altos
    þrass Uðandon, Vardas enylun accun
    além do Oeste, sob as abóbadas azuis de Varda
    pein zuv þriman sti
    onde as estrelas tremem
    ni guces éðes chanſen zánþen pe rihen.
    Na canção de sua voz, de santa e rainha.

    Nync pe chufen éhev riflinarat?
    Quem agora há-de encher-me a taça outra vez?

    Nemp nync Scynniand Varda Zémpelbos
    Pois agora a Inflamadora, Varda, a Rainha das Estrelas,
    þu nyvi máni éðes Strihe alſahat
    do Monte Semprebranco ergueu suas mãos como nuvens,
    pe chemynu þutu miggan vóndiþ ni þéniven
    e todos os caminhos mergulham fundo nas trevas;
    pe se chineuren þéren dacan scyrþát
    e de uma terra cinzenta a escuridão se deita
    zuf spymand óndin int nun, pe név
    sobre as ondas espumantes entre nós, e a névoa
    chufat Calaciryas dóilin iðiþirriþ.
    cobre as jóias de Calacirya para sempre.
    Nync fiddát sit, Uirandov fiddát, Valimar!
    Agora perdida, perdida para aqueles do Leste, está Valimar!

    Gyvun! Pescy þrufeas Valimar.
    Adeus! Talvez hajas-de encontrar Valimar.
    Pescy þy þrufeas. Gyvun!
    Talvez tu mesmo hajas-de encontrá-la. Adeus.

    Depois, esta é uma versão que eu fiz em latim do poema, a quem lhe interessar esta língua.

    Ai! laurie lantar lassi súrinen,
    Ai! aurata cadunt fólia in uento,
    Yéni únótime ve rámar aldaron!
    Aeua innumerabília ut alae árborum!
    Yéni ve linte yuldar avánier
    Aeua ut rápidi poti cucurrerunt
    mi oromardi lisse-mirovóreva
    dulcis hidromellis in altis templis
    Andune pella, Vardo tellumar
    ultra Occidentem, Vardae arci caelúreis
    nu luini yassen tintilar i eleni
    sub quibus scintillant stellae
    ómaryo airetári-lírinen.
    In sancta regínaque cantione uocis suae.

    Sí man i yulma nin enquantuva?
    Nunc quis cálicem mihi reimplebit?

    An sí Tintalle Varda Oiolosseo
    Namque nunc Scintillans Varda Sempercándidi
    ve fanyar máryat Elentári ortane
    Stellarum Regina ut nubes manus suas sustulit
    ar ilye tier unduláve lumbule
    et omnes uiae profunde mergunt in ténebris
    ar sindanóriello caita mornie
    et e cinérea terra iacit obscúritas
    i falmalinnar imbe met, ar hísie
    super spumantes undas inter nos, et nébula
    untúpa Calaciryo míri oiale.
    Coóperit Calaciryae aura in aeuum.
    Sí vanwa ná, Rómello vanwa, Valimar.
    Nunc occulta est, Orienti occulta, Valimar.

    Namárie! Nai hiruvalye Valimar.
    Vale! Fórsitan inuénias Valimar.
    Nai elye hiruva. Namárie.
    Fórsitan tumet eam inuénias. Vale!
     
  2. Tilion

    Tilion Administrador

    É interessante, mas não é uma língua tolkieniana, de modo que o tópico não ficará aberto.

    Tu não achou a o fórum de Idiomas simplesmente pq ele foi apagado. :roll:
    Não existe mais e pelo jeito não vai existir algo parecido.

    Logo, aqui no Fórum Valinor, vamos nos ater às línguas criadas pelo Professor. :wink:
     
  3. Tauraherion

    Tauraherion The eyes of truth

    entretanto, como o fórum está passando por um periodo de adaptação é possível que uma área mais propícia a esse tipo de post venha a ser criada...
    no momento eu sugiro que vc use o geral como local de posts desse tipo.
     
  4. Tilion

    Tilion Administrador

    Realmente, é possível que aconteça algo assim... :think:

    Mas, devido à atual conjuntura, eu não teria muitas esperanças... :|

    Enquanto isso, o Geral quebra (mal e porcamente) o galho.
     
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