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Naguib Mahfouz

Tópico em 'Autores Estrangeiros' iniciado por Lucas_Deschain, 8 Mar 2010.

  1. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [size=medium][align=center]Naguib Mahfouz (1911-2006)[/align][/size]

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    [align=justify]Naguib Mahfouz (língua árabe: ???? ?????, também Nagib Machfus ou Naguib Mahfuz) (Cairo, 11 de Dezembro de 1911 — Cairo, 30 de Agosto de 2006) foi um escritor egípcio, autor de relatos, romances e roteiros de cinema.

    Recebeu o Nobel de Literatura de 1988. Seus romances mais conhecidos são Miramar (1967) e os que compõem "A Trilogia do Cairo" (1956-1957) [1] onde cada um dos livros é batizado com o nome de um bairro da capital egípcia. É autor, também, de "A Taberna do Gato Preto". As suas obras encontram-se traduzidas em várias línguas como o inglês, francês, alemão, russo e italiano.

    Naguib Mahfouz nasceu no distrito de al-Jamaliyya, no Cairo, o mais novo de uma família de classe média de sete irmãos. Começou a escrever aos dezassete anos. Em 1934 concluiu o curso de Filosofia na Universidade Farouk I (hoje conhecida como Universidade do Cairo), tendo começado a trabalhar como funcionário público no Ministério dos Assuntos Religiosos. Entre 1939 e 1944 publicou as suas primeiras três novelas, todas ambientadas no Antigo Egipto.

    A partir de 1956 Mahfouz passou a abordar a sociedade árabe contemporânea, com Al-Thulathiyya (A Trilogia do Cairo), que retrata a vida de três gerações de famílias do Cairo entre a Primeira Guerra Mundial e o golpe que terminou com a monarquia no Egipto em 1952.

    Em 1959 o romance Awlad haratina (Os filhos do nosso bairro), traduzido em inglês como Children of Gebelawi, foi banido no Egipto devido à controvérsia levantada pelo recurso a personagens alrgóricas, representando Alá, personagens bíblicas (Caim e Abel) e profetas do Islão, entre os quais Muhammad (Maomé), Moisés e Jesus. [2][3].

    Devido ao facto de ter declarado o seu apoio ao presidente Sadat no tratado de paz assinado entre o Egipto e Israel em 1979 os seus livros seriam banidos em vários países árabes. Cerca de metade das novelas de Mahfouz foram adaptadas ao cinema, tendo os filmes sendo exibidos um pouco por todo o mundo árabe.

    Em 1988 tornou-se o primeiro escritor de língua árabe a receber o Nobel de Literatura. O presidente da Liga Jordaniana de Escritores chamou o escritor de "delinqüente". No Egito, o presidente Hosni Mubarak recusou-se a cumprimentá-lo. Porém, na Europa e nos Estados unidos seus livros foram sucesso de venda.[3]

    Durante a controvérsia dos "Versículos Satânicos" de Salman Rushdie expressou publicamente o seu apoio a Rushdie.

    Em 1994, enquanto saia da sua casa no Cairo, foi esfaqueado no pescoço por um fundamentalista islâmico, cuja acção foi inspirada na declaração emitida pelo clérigo radical Omar Abdel-Rahman segundo a qual os livros de Mahfouz constituiam blasfémia e que o escritor merecia morrer.

    Em Julho de 2006 foi internado num hospital do Cairo devido a problemas pulmonares e renais. Faleceu a 30 de Agosto de 2006, tendo as exéquias do escritor se realizado na mesquita de Al-Rashdan, na capital egípcia.

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Naguib_Mahfouz

    Pretendo começar a ler alguma coisa dele esse ano, e gostaria de saber a opinião de alguém que leu alguma obra dele, enfim, vamos tentar mostrar alguns pontos de vista sobre a literatura "mahfouziana".[/align]
     

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