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Música Clássica

Tópico em 'Música' iniciado por Sesshou-Maru, 1 Ago 2003.

  1. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Se fosse pra eu escolher um único favorito seria Chopin, com certeza.
     
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  2. Daniel Hume

    Daniel Hume Usuário

    Há a questão da maturidade do ouvinte também. Quando eu era jovem eu idolatrava Mozart, que foi a minha porta de entrada para o mundo da música clássica. É um compositor mais "fácil" de apreciar, mais digerível, por assim dizer. Mais tarde passei a gostar de outros compositores e Bach se tornou o meu predileto, sem rivais. Hoje eu acho que, no fim das contas, Beethoven é o meu compositor favorito. Não só por sua obra, que é maravilhosa, mas por sua própria biografia e por tudo o que ele representa para a história da música. Esses três, não por acaso, são considerados a Santíssima Trindade da música clássica.

    Mas claro, músicos geniais como Haendel, Haydn, Schubert, Mendelssohn, Chopin, Brahms, Saint-Saëns, Bartók, Sibelius, Mahler, Schönberg, Stravinsky, Villa-Lobos, Shostakovich, Prokofiev (entre outros) têm a minha profunda admiração.
     
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  3. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Esqueci do Rossini na hora que falei dos italianos, mas realmente não dá pra lembrar de todos.
     
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  4. Spartaco

    Spartaco Entre a genialidade e a loucura

    @Giuseppe, você também gosta de ópera?
     
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  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Na música erudita tenho meus preferidos, mas entre os nomes mais consagrados nunca cheguei a idolatrar isoladamente alguém. Nesse universo não há como pensar em rivalidade e sim grandiosidade, talento e genialidade, pois quanto mais nomes apreciamos, mais rica é a experiência.

    Nostalgicamente apenas não posso deixar de mencionar que As quatro estações de Vivaldi, executada pela Sinfônica de Santo André-SP foi o meu primeiro contato com esse segmento musical.
     
  6. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Claro! Tenho um apreço especial pelos compositores italianos pois há um lirismo e uma beleza que me tocam de uma forma toda especial.
     
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  7. Spartaco

    Spartaco Entre a genialidade e a loucura

    Penso igual. Não há que falar em idolatria isolada mesmo.
     
  8. Spartaco

    Spartaco Entre a genialidade e a loucura

    Caros amigos, para quem tiver interessado em saber um pouquinho sobre compositores de música clássica, indico um tópico que criei que trata dos
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    de cada dia.

    Vale a pena conferir.
     
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  9. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Vale demais! Tópico top!
     
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  10. Spartaco

    Spartaco Entre a genialidade e a loucura

    Neste próximo sábado estarei na OSESP para assistir as duas primeiras sinfonias de Schumann. A Sinfonia nº1, em si bemol, "Primavera", opus 38, foi composta em 1841. Diz-se que foi esboçada em quatro dias! Trata-se da expressão de felicidade do compositor que acabara de casar com a sua amada Clara.

    Já a Sinfonia nº2, em dó maior, opus 61, é cronologicamente a terceira sinfonia composta por Schumann, tendo sido iniciada no final de 1845 e terminada no ano seguinte. Esta sinfonia é da época em que se manifestaram os primeiros sintomas da doença que seria fatal para o compositor.
     
  11. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    O Schumann teve várias doenças, não foi?
     
  12. Spartaco

    Spartaco Entre a genialidade e a loucura

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    Robert Schumann teve um longo histórico de transtorno mental, com suas primeiras manifestações em 1833, como um episódio depressivo grave, que se repetiu inúmeras vezes. Depois de uma tentativa de suicídio no início de 1854, quando atirou-se ao Rio Reno, Schumann foi internado em um asilo para doentes mentais em Endenich, Alemanha. Ele morreu em 29 de julho de 1856 sem ter se recuperado de sua doença mental.

    Diagnósticos hipotéticos das doenças de Schumann variam de paralisia geral progressiva a encefalopatia hipertensiva, com evidências mais convincentes de ter sido esquizofrenia ou transtorno bipolar. Ideias delirantes, ideias de referência, bem como alucinações auditivas (ele estaria escutando a nota Lá em todos os lugares, o que o perturbou profundamente) apoiam um diagnóstico no espectro esquizofrênico. No entanto, a noção de que Schumann tinha um transtorno bipolar, possivelmente com características psicóticas, é fundamentada pelo curso ondulante de sua doença com fases depressiva e hipomaníacas distintas, bem como sua recuperação desses episódios individuais com restauração plena de suas habilidades musicais e de composição.
     
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  13. Eriadan

    Eriadan Usuário Usuário Premium

    Só de imaginar isso fiquei agoniado.
     

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