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Eleições 2006 Movimento dos Sem-Terra

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Eönwë, 23 Mai 2003.

  1. Eönwë

    Eönwë Usuário

    Editorial de hoje do Estadão:


    MST já virou guerrilha

    "Uns 30 homens entraram na casa e mandaram eu sair. Pedi para tirar os móveis, mas eles disseram que não, senão eu também iria ser queimado."

    Seria isso a descrição de uma cena da "Noite dos Cristais", uma das primeiras manifestações ostensivas da sanha nazista, que chegou aonde bem sabemos? Ou seria uma operação típica das Farc, que há anos tentam tomar de assalto o Poder na Colômbia, por métodos violentos e terroristas? Nem uma coisa nem outra, embora guarde notórias semelhanças com ambas. Trata-se de uma operação do Movimento dos Sem-Terra (MST). Em sua revolta armada contra o "latifúndio", além de destruírem 4 casas, 1 galpão, 13 máquinas e demais pertences do Engenho Prado, em Tracunhaém (PE), os militantes emessetistas também atacaram os trabalhadores da Usina Santa Teresa - proprietária do engenho -, como o caseiro, que por 18 anos ocupava uma de suas casas, Manuel José da Silva. Os invasores queimaram sua cama, seu colchão, seu fogão, seu som e todas as suas roupas, quase chegando a queimá-lo vivo. Como se explica tanto ódio?

    Atirando com armas de fogo - portanto, não armados apenas de enxadas, foices e pedaços de pau -, os sem-terra de Pernambuco perseguiram e prenderam os seguranças do engenho, queimaram suas motos e os entregaram à polícia.

    Ameaçaram fazer refém o ouvidor-geral do Incra, Gersino Silva. E, apesar de a Polícia Militar não ter esboçado a menor reação, ante a desenfreada violência, teve um de seus veículos também apedrejado e impedido de passar, por um bloqueio do MST. Em Alagoas, os sem-terra invadiram uma agência bancária e, em Pedra Branca (MT), invadiram a prefeitura. O que mais seria preciso para colocar esse movimento no rol das guerrilhas latino-americanas?

    Observe-se que todos os órgãos do governo federal, direta ou indiretamente relacionados com a reforma agrária, foram preenchidos pelos chamados movimentos "sociais", encabeçados pelo MST e a Comissão Pastoral da Terra (CPT). E, para se ter uma idéia de como anda a disposição do governo Lula, de dar combate a esse brutal desrespeito à lei e à ordem pública, basta mencionar o que disse o próprio ouvidor do Incra, que quase se tornou refém e sofreu a ameaça de ser amarrado: "Há desrespeito aos direitos humanos e às pessoas; é o poderio econômico se sobrepondo aos excluídos da sociedade."

    Quer dizer, os direitos humanos desrespeitados, no caso, seria por parte do dono da usina que não oferece sua terra, benevolamente, aos invasores! Na mesma linha reagiu o superintendente-regional do Incra, João Farias, quando afirmou: "É uma situação difícil, que só se resolve quando se der a terra."

    Pelo que se percebe por tais opiniões, de gente do governo, somente a capitulação, provocada pela ameaça e a violência - e que resulte na expropriação -, resolverá as situações de conflito criadas pelo Movimento dos Sem-Terra. Aqui já dissemos que, em muitas áreas de seu governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma intervenção direta para corrigir rumos ou acabar com crises - mas não no ministério encarregado da reforma agrária que em má hora ele entregou a um "militante" do MST.

    Novamente, esta semana, em seu discurso de Balsas, no Maranhão, Lula repetiu o que vem falando desde o primeiro dia do seu governo sobre "uma reforma agrária tranqüila e pacífica". O problema é que a "reforma pacífica" não interessa ao MST. Em outras palavras, ao contrário do que diz o ditado, neste caso "quando um não quer" o outro agride. E, se nem assim o que "não quer" brigar reage, apanha quieto e mete o rabo entre as pernas.

    Quando nomeou Miguel Rossetto para o Ministério da Reforma Agrária Lula semeou os ventos. Agora colhe a tempestade. Nessa escalada pode-se não se saber, com precisão, até onde o MST irá ou quando assumirá, formalmente, sua qualificação de guerrilha. Certo é, no entanto, que nada indica a mais leve intenção de contenção, por parte de seus líderes, e que seu comportamento vai depender da reação do governo à agressão declarada.

    Talvez o presidente Lula e seu partido estejam preocupados demais com suas dissidências internas, com os efeitos das posições de seus radicais nas votações do Congresso ou na ampliação de sua base partidária parlamentar, para enxergar o ovo que já saiu da serpente. Se não corrigir o erro inicial que foi a nomeação de Rossetto, a tempestade não vai amainar. Pelo contrário. Infelizmente, em certas regiões do mundo - e este é, precisamente, o caso da América Latina - não se pode se dar ao luxo de contemporizar com projetos, que se vão tornando notórios, de desmantelamento da Democracia.


    O que vocês acham do MST? O que acham da posição do governo Lula frente a ele?

    Eu, pessoalmente, concordo com o artigo aí em cima. Obviamente, o MST não tá mais nem aí pros sem-terra. Seu objetivo claro é, começando pelo campo, criar um clima de instabilidade que culminaria, segundo os ideais dos líderes do MST, no fim da democracia e na revolução socialista. Basicamente, eles querem fazer uma revolução socialista através do campo. Mais ou menos como as Farc, na Colômbia (mas as Farc são ainda pior, pois são narcotraficantes).
     
  2. Hal

    Hal Usuário

    O problema é que tem sem-terra que ganha a terra e vende.
     
  3. Coiote

    Coiote Fallin´

    o ideal inicial dos sem-terra era otimo:tirar terra dos grandes latifundiarios para dar pra quem naum as tinha,de um modo pacifico...soh q desse jeito jah virou guerrilha!!!!se tudo fosse feito sem violencia eu aplaudiria ,mas naum eh assim entaum :puke:
    o Lula tah fazendo o q devia ser feito....o problema eh q ele jah foi amiguinho do MST entaum a situação vai ficar bem constrangedora pra ele
     
  4. Orion

    Orion Jonas

    MST não quer fazer uma revolução socialista coisa nenhuma. Eles querem terras para plantio, e isso culmina em terras inativas de grandes proprietários ou em terras produtivas, o que não concordo. Agora, não vejo problema nenhum, e apoio a entrada de sem-terra em terras improdutivas.

    O MST não tem visão de uma revolução socialista, eles são muito mais humildes e mentecaptos que isso. Eles querem sobreviver. Acredito que mais ou menos como o sistema de Canudos.
     
  5. PanterA

    PanterA Usuário

    Existem latifundiarios q possuem fazendas maiores q os paises baixos,isso no estado do Para,eh obvio ululante q se faz necessario a reforma agraria nesse pais,foram um dos unicos paises q não ocorreu.
    Mas eh necessario o supervisionamento por parte do governo,gerenciando e ajudando essas pessoas a plantarem se sustentarem atraves de cooperativas,somente dessa forma a coisa vai pra frente...

    Uma pergunta fica no ar...

    Vcs não acham q a midia mostra tudo de uma forma muito pejorativa???
    Eu tenho a impressão q sim,so evidenciam um lado da moeda...
     
  6. Eönwë

    Eönwë Usuário

    A maioria dos membros do MST são mesmo trabalhadores honetos e humildes, que querem apenas uma terra sua para cultivar. Mas, os líderes do MST, que tem o poder na organização, querem apenas aquilo que eu disse: fazer a revolução socialista através do campo.

    Ou alguém acha que invadir, espancar, destruir e ameaçar é o melhor modo de se fazer uma reforma agrária justa? Óbvio que não é. É, isso sim, o melhor modo de fazer guerrilha.

    Você não vê problema nenhum nisso? Você apóia isso tudo? Pois é esse que está se tornando o padrão das ações do MST...
     
  7. Orion

    Orion Jonas

    Eu apoio a invasão a terras improdutivas sim. Agora, invadirem terras que estão com produtividade eu sou totalmente contra.

    Não tem sentido manter milhares de hectares com cercas e a terra sem nada sendo cultivado enquando muitos morrem de fome.
     
  8. PanterA

    PanterA Usuário

    Sou a favor da ocupação sem invasão....pq se não vira baderna,eh necessario fazer as coisas dentro da lei justamente pra evitar q se torne uma coisa ilegal.Por isso q volto a frizar q eh necessario o aval do governo pra essas coisas...
     
  9. Ecthelion

    Ecthelion Mad

    eu sou contra qualquer invasao, sendo a terra improdutiva ou nao e tenho apenas um argumento: A terra não é deles, e ponto final. Eles não tem nenhum direito de se apossar de nenhuma terra q tenha dono. Dizer q o Brasil precisa de uma reforma agrária é complicado, precisar não precisa, mas PODE (o q é bem diferente) ser feita, digo "pode" pq entre as terras ficarem com grandes latifundiários e ficarem com os sem-terra (o q é pouco tempo, já q provavelmente venderãao para ocupar novas terras), eu prefiro com os grandes latifundiários pq apesar de não produzirem na terra (o q é complicado de se dizer, visto o tamanho da agricultura nacional), estes pagam impostos e geram empregos diretos e indiretamente, coisa q sem-terra não faz....
     
  10. bechara

    bechara Usuário

    Se eu pudesse, metralhava cada um deles até nao sobrar um f.dp para contar historia ou fazer besteira como fazem
     
  11. Eönwë

    Eönwë Usuário

    Invasão é injustifícavel, e ponto final. Existe uma coisa chamada propriedade. Invadir terras (mesmo improdutivas) é violar a propriedade. É crime. E que legitimidade tem um bando de criminosos para reivindicar qualquer coisa, mesmo que tenham razão? Nenhuma.

    Os líderes dos sem-terra tem que ser tratados como criminosos que são, e jogados na cadeia.

    Já os trabalhadores honestos, que apenas vão atrás do que falam os José Rainhas da vida por que são humildes e ingênuos, esses sim tem direito de pedir seus direitos. Mas civilizadamente, respeitosamente, e dentro da lei. Com certeza daria muito mais resultado do que o MST tem obtido.

    Bem... mas o MST não quer resultados. Eles querem apenas baderna e desestabilização, para levar a seus propósitos revolucionários. Por isso eles não mudam seu modo de ação.

    Se eles quisessem resultado, seria muito mais proveitoso transformar o MST em uma espécie de ONG, que fizesse pressão pela reforma agrária, mas dentro da lei. Poderiam fazer lobby no governo, fazer campanhas de apelo popular, arrecadar dinheiro para sua causa. Seria muito melhor, para todos.
     
  12. Vou ignorar a mensagem acima... EDITANDO: não exatamente acima... a anterior à acima... EDITANDO NOVAMENTE: depois de ler a tal mensagem acima, acho que eu a ignoro tb... "baderna", ao meu ver, não combina com "prpositos revolucionarios"....
    Continuando:
    Eu tb sou muito a favor do MST. E eu gostaria muito q as coisas pudessem ser resolvidas da maneira certa e legal, mas os membros do MST ou qquer pessoa q reinvidicace terras nunca ganhariam nada dos poderosos donos delas.
    E dizer q o MST não sabe o que é socialismo eu não concordo mesmo. Quem ja viu qquer coisa pessoalmente do MST sabe que não é assim. Na tenda deles no FSM eles vendiam coisas com Che Guevara impresso e muitos deles abordavam as pessoas que iam visitar a tenda (pra motivar as pessoas a comprar e colaborar com esses projetos) e comprar os produtos pra falar sobre as formações politicas que eles tem, aulas e tudo mais nos acampamentos e assentamentos pelo pais.
    Mas eu os apoio mesmo assim.
    Pacificos ou guerrilheiros... :roll:
    Ta certo que tem gente la dentro q não segue os ideais e tudo mais, mas isso é normal e perdoavel. E às vezes eles perderem a razão com a violencia tb é compreensivel, pq deve ser um pouco revoltante não ter absolutamente nada e ver o outro q tem muito matando seus companheiros e vc ainda aparecendo nos jornais sempre como vilão...
     
  13. Eönwë

    Eönwë Usuário

    Combina sim. Primeiro se faz baderna para desetabilizar o país. Depois, nesse clima de instabilidade, fica muito mais fácil dar um golpe, tomar o poder, fazer uma revolução. Mas eu acho que no Brasil já passamos do ponto em que é tão fácil desestabilizar o país dessa maneira.
     
  14. Eru- o Ilúvatar

    Eru- o Ilúvatar Usuário

    O MST é um movimento que se contradiz na raiz...

    1- Se diz de esquerda e socialista mas defende a distribuição do que é muitas vezes da União, público, em pequenas propriedades privadas...

    2- Essa forma de pensamento acaba por dividir a terra em pequenos minifúndios para subsistência incapazes de manter e melhorar a vida das pessoas, além de impedir que o estado dê atenção pra tanta gente...

    3- Tem muito malandro usando o MST pra pegar terra e vender, e outros pra fazer carreira política.


    Se algumas pessoas lá dentro estivessem menos preocupadas em ganhar coisas de graça, olhariam pra experiência das Kulaks soviéticas e dos kibutz israelenses pra concluir que a solução está em manter a propriedade com o estado, permitir o uso licitado por um longo tempo e com investimento de maquinaria pesada em cooperativas de trabalhadores investindo especificamente na agricultura especializada para exportação, por exemplo... As propriedades, pensadas e planejadas pelo estado, permitiriam uma divisão melhor da produção agrícula de acordo com as qualidades de cada terra e as demandas do mercado e da sociedade... Ninguém ia sair perdendo...
     
  15. bechara

    bechara Usuário

    Ei! você! É! você mesmo, que é a favor..
    Vc precisa de TODO o espaço onde vc mora?
    Vc mora em casa?
    Se mora em casa, precisa do jardim? Afinal, lá daria para plantar mandioca..
    Se vc mora em apartamento, seu predio tem quadra de esporte? Se tem, pra que?
    Tem gente que nao tem nada ué. Dexa eles morarem lá.

    Vou repetir.
    Se eu tivesse uma metralhadora com municao infinita, eu entraria no acampamento do MST e nao deixava NINGUEM para contar historia.


    Desde quando VIOLENCIA contra quem NAO TEM NADA A VER é perdoavel?!
    Só na sua cabeça, obviamente limitada, já que raciocina de forma tao.. banal :roll:
     
  16. Ecthelion

    Ecthelion Mad

    :clap: concordo com boa parte do q o bechara disse (discordo obviamente na parte de matar todo mundo, eu nao sou radical -deve ter algum trabalhador junto) e com tudo q o Eru falou (sabiamente por sinal) :clap:

    :clap: realmete, violencia contra inocente eh o fim de qualquer discussao.... :clap:
     
  17. PanterA

    PanterA Usuário


    Tipico discurso de pseudo intelectual.
    Sabe.....veio a minha memoria aqueles lendarios comentariso do tipo :

    "Se o PT ganhar ficaremos sem casa,pois os vermelhinhos tomarão a unica coisa que conseguimos ao longo de nossa vida!!!!"

    Belos aqrgumentos q vc apresenta...

    Por acaso vc eh a favor do latifundio???
    Pq não distribuir terras improdutivas para familias q passam fome,não tem moradia e podem se manter atraves da agricultura???
    Pq não adotar o sistema de cooperativas???
    Pq manter verdadeiros "paises" na mão de uma aristocracia rural???
    Pq vc gosta de generalizar falando que todos q estão no MST merecem morrer???

    E depois vem falar da violencia praticada pelo MST :roll:
     
  18. Primula

    Primula Moda, mediana, média...

    Chega... obviamente nós não temos bases para "saber ou não saber" o que ocorre no campo.

    Qualquer forma de violência é injustificada. Gandhi, Chico Mendes com seu sangue, com paciência em EXPLICAR para quem precisava conseguiram o que essas metralhadora não conseguem.

    Vamos ver as estatísticas... pra começar nào sejamos ingênuos.

    Os Sem-Terra não estão todos de comum acordo. Por isso existem dois ou movimentos em separado. E ambos obviamente apresentam números muito aquém dos oferecidos pelo governo (FHC e agora Lula)

    O óbvio é que o número correto não é do governo E NEM dos movimentos sem-terra. Pois os movimentos também tem um problema: angariam qualquer um que esteja sem eira nem beira e "transforma" em agricultor...

    Essa é a explicação que o governo encontrou para que muitos assentamentos não tenham dado certo. E não falo apenas deu terra, mas também feedback para manter se lá, mas mesmo assim ficou comum o problema "vendeu a terra que o governo deu"

    Não está dando certo simplesmente "dar" a terra. Deve existir uma forma de manter o suposto camponês no campo.

    Uma entrevista no Cultura de ontem foi muito instrutiva, junto com a sugestão dos kibutz que Eru deu são coisas que me fizeram pensar. No caso, o secretário da Agricultura do Estado comentava que estava frustrado com o insucesso dos assentamentos. De "surgirem" mais 5 mil sem terras no último acampamento do nada. No caso, ele pensava em uma forma de avaliar quem realmente era sem terra, que sabia como trabalhar a terra, para não dar a terra para um pedreiro ou marceneiro desempregado que não tem condição de se fixar na terra.

    Uma forma seria a "avaliação contínua" através das cooperativas sugeridas por Eru.

    E gente radical... se querem ajudar dêem sugestões reais. Esse negócio de metralhar é infantil pra não dizer imbecil.
     
  19. Ecthelion

    Ecthelion Mad

    nao, mas tb nao sou a favor dos sem-terra

    vc quer dizer dar terra de graca..

    perai, mas eh justamente o q esta sendo feito.

    por dois motivos producao e exportacao...
     
  20. PanterA

    PanterA Usuário

    A maioria são pessoas q não conseguem emprego na cidade,não tem como se sustentar e a unica esperança encontrada foi aderir a esse movimento.Gostaria de ver se vc estivesse na pele de um pai de familia com 3 crianças para alimentar,eh muito facil estar sentado na frente de um computador e criticar 90% q procura de alguma forma ter uma vida digna,mesmo sendo um mero pedaço de terra...


    Qual eh o problema???Muitos se apossaram de terras e hoje são donos de milhares de hectares.Por acaso eles compraram??Fazem algo util nessas imensas propriedades???
    O governo precisa desapropriar essas terras,tornando-se proprietarios e depois implantar cooperativas,com o processo concretizado futuramente essas terras podem ser dadas a essas pessoas...


    Sim,esta sendo feito.Mas o cidadão acima do seu post não concorda com isso...alias,as perguntas foram direcionadas pra ele.Nem sei pq vc ta tomando as dores do cara..


    Vai nessa!!!Desde qd essas imensas propriedades estão produzindo algo??Preste atenção,eu disse terras improdutivas.Ninguem aqui eh a favor de invadir terras que estão sendo usadas pra agricultura.Alem do mais muitas areas de policultura foram substitudas pela soja,de um lado o Brasil exporta,do outro produz menos para abastecer o mercado interno,grandes mer.da.
     

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